20-04-2019, 04:48 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-04-2019, 04:50 PM por Jaguar Paw.)
Tópico interessante e que, em minha modesta opinião, merece a algumas considerações de alguém que vê o Brasil de longe.
Antes de mais, informo que voltei ao meu país natal por uma semana, por razões profissionais e para aproveitar a oportunidade e tratar da parte que me cabe em uma herança.
Comecemos pela constatação de que o Brasil é, foi e continuará sendo um desperdício. Basta viver em um pais, que tem 35% do seu território constituídos por desertos e que ainda assim apresenta Índices de Desenvolvimento Humano elevadíssimos, como é a Austrália, para se constatar isto.
Hoje em dia, religiosidade e nada são a mesma coisa, os australianos cada vez menos seguem alguma religião organizada mas demonstram um respeito pelo próximo que o brasileiro médio mal vislumbra.
O povo brasileiro não é conservador, é falso moralista. O dito cujo, antes de ir pra casa, faz programa com travesti mas se irrita ao ver o Pablo Vittar na televisão, em horário nobre e só é contra o aborto se a sua filha não estiver grávida de um presidiário.
A ''neo direita'' é apenas uma versão com sinal trocado da esquerda pós moderna e com o agravante de que não tem a capacidade organizacional desta (pelo menos durante a era Lula, não é à toa que já apelidaram o Bolsonaro de "Dilmo", afinal ele lembra mesmo a dita cuja).
Em qualquer lugar minimamente civilizado, o Odalisco da Virgínia seria quadro de programa humorístico pastelão e não guru do governo.
A direita de países civilizados sabe que o fascismo e o nazismo devem ser debitado em sua conta, afinal ela sabe que eles brotaram do militarismo, do nacionalismo e do tradicionalismo e estes três eram parte do espectro político direitista, há cem anos. Lá, eles têm consciência de que não possuem o monopólio das virtudes e não tentam ser uma ''esquerda multiplicada por '-1'''.
Pois é, apesar do clima filho duma puta, não vejo a hora de voltar para Darwin, afinal civilização vicia.
Antes de mais, informo que voltei ao meu país natal por uma semana, por razões profissionais e para aproveitar a oportunidade e tratar da parte que me cabe em uma herança.
Comecemos pela constatação de que o Brasil é, foi e continuará sendo um desperdício. Basta viver em um pais, que tem 35% do seu território constituídos por desertos e que ainda assim apresenta Índices de Desenvolvimento Humano elevadíssimos, como é a Austrália, para se constatar isto.
Hoje em dia, religiosidade e nada são a mesma coisa, os australianos cada vez menos seguem alguma religião organizada mas demonstram um respeito pelo próximo que o brasileiro médio mal vislumbra.
O povo brasileiro não é conservador, é falso moralista. O dito cujo, antes de ir pra casa, faz programa com travesti mas se irrita ao ver o Pablo Vittar na televisão, em horário nobre e só é contra o aborto se a sua filha não estiver grávida de um presidiário.
A ''neo direita'' é apenas uma versão com sinal trocado da esquerda pós moderna e com o agravante de que não tem a capacidade organizacional desta (pelo menos durante a era Lula, não é à toa que já apelidaram o Bolsonaro de "Dilmo", afinal ele lembra mesmo a dita cuja).
Em qualquer lugar minimamente civilizado, o Odalisco da Virgínia seria quadro de programa humorístico pastelão e não guru do governo.
A direita de países civilizados sabe que o fascismo e o nazismo devem ser debitado em sua conta, afinal ela sabe que eles brotaram do militarismo, do nacionalismo e do tradicionalismo e estes três eram parte do espectro político direitista, há cem anos. Lá, eles têm consciência de que não possuem o monopólio das virtudes e não tentam ser uma ''esquerda multiplicada por '-1'''.
Pois é, apesar do clima filho duma puta, não vejo a hora de voltar para Darwin, afinal civilização vicia.

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