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Fórum do Búfalo Mulheres/Feminazismo/Relacionamentos Geralzão da Real A Real e a criação de filhos
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A Real e a criação de filhos
Offline Andarilho
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#21
13-01-2013, 10:08 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 13-01-2013, 10:12 AM por Andarilho.)
(12-01-2013, 08:35 PM)Destro Escreveu: Boa Gekko ,melhor tópico que vi ultimamente ! Acho importante tratar deste tema de sua importância para nós e a nova geração de GDR ,como todos sabem eu sou pai de um garoto de sete para oito anos ,é complicado criar filhos hoje neste mundo perverso ,esta é a minha maior preocupação atualmente como criar meu filho bem neste mundo e como passar valores sólidos para ele ( até escrevi um tópico sobre isto não sei onde esta esta aqui no fórum !)Além de valore sólidos eu passarei a Real para ele ,(já começei a passar ) mas focando na ideia de caráter ( ele é novo para ainda para se conversar sobre o lado obscuro das mulheres ) passo a parte da Real sobre honra ,ser correto e sempre se desenvolver pessoalmente ,e ele tem me feito muito orgulhoso porque é um bom aluno e até meio alfa para as coleguinhas dele de sala ( puxou a beleza da mãe que fique claro !rsrs ) mas é isto, bom tópico Gekko gostei muito ,Fé e Honra .

Achei:

http://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=2187
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Offline Gekko
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#22
15-01-2013, 08:51 AM
(13-01-2013, 10:08 AM)Andarilho Escreveu:
(12-01-2013, 08:35 PM)Destro Escreveu: Boa Gekko ,melhor tópico que vi ultimamente ! Acho importante tratar deste tema de sua importância para nós e a nova geração de GDR ,como todos sabem eu sou pai de um garoto de sete para oito anos ,é complicado criar filhos hoje neste mundo perverso ,esta é a minha maior preocupação atualmente como criar meu filho bem neste mundo e como passar valores sólidos para ele ( até escrevi um tópico sobre isto não sei onde esta esta aqui no fórum !)Além de valore sólidos eu passarei a Real para ele ,(já começei a passar ) mas focando na ideia de caráter ( ele é novo para ainda para se conversar sobre o lado obscuro das mulheres ) passo a parte da Real sobre honra ,ser correto e sempre se desenvolver pessoalmente ,e ele tem me feito muito orgulhoso porque é um bom aluno e até meio alfa para as coleguinhas dele de sala ( puxou a beleza da mãe que fique claro !rsrs ) mas é isto, bom tópico Gekko gostei muito ,Fé e Honra .

Achei:

http://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=2187

Obrigado Andarilho.

Tópicos mesclados.
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Offline Homem de Gelo
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#23
15-01-2013, 12:40 PM
Uma dúvida:É possível adotar uma criança mesmo sendo solteiro?

Porque se for possível irei fazer isso no futuro.
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Offline Gekko
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#24
17-01-2013, 07:03 PM
Parte 2: superproteção


Muitos jovens adultos que entram no mercado de trabalho parecem despreparados para lidar com problemas. Alguns ficam arrasados por causa de qualquer crítica que recebem. Outros são difíceis de agradar e aceitam apenas trabalhos que satisfaçam suas altas expectativas. Por exemplo, no livro Escaping the Endless Adolescence (Fugindo da Interminável Adolescência), o Dr. Joseph Allen fala de um jovem adulto que lhe disse numa entrevista de emprego: “Tenho a impressão de que às vezes alguns aspectos do trabalho são entediantes, e eu não quero ficar entediado.” O Dr. Allen continua: “Parecia que ele não entendia que todos os trabalhos tem alguns aspectos entediantes. Como alguém pode chegar aos 23 anos sem saber disso?”


Em décadas recentes, muitos pais tem se sentido induzidos a proteger seus filhos de qualquer tipo de dificuldade. Por exemplo: se a filha foi mal na prova, eles vão falar com a professora e exigem uma nota mais alta. Se o filho foi multado no trânsito, pagam a multa. Se o namoro não deu certo, dizem que a culpa é toda da outra pessoa.

[Imagem: image001.jpg]


É natural querer proteger os filhos, mas superprotegê-los pode transmitir a mensagem errada – de que eles não precisam assumir responsabilidade por suas ações. “Em vez de descobrir que podem suportar a dor e o desapontamento, e até aprender com isso, esses filhos crescem extremamente egocêntricos, convencidos de que o mundo e seus pais lhes devem algo”, diz o livro Positive Discipline for Teenagers (Disciplina Positiva para Adolescentes).


As dificuldades fazem parte da vida. Coisas ruins acontecem com todos, por melhores que sejam. Aprender a enfrentar adversidades sem desespero é uma parte essencial do processo de amadurecimento.


Considerando o grau de maturidade de seus filhos, esforce-se para fazê-los aceitarem as suas próprias responsabilidades. Se sua filha foi mal numa prova, isso talvez sirva de alerta para que ela se prepare melhor para a próxima. Se seu filho foi multado no trânsito, talvez seja melhor deixar que ele pague usando a mesada ou o salário dele. Se o problema foi um namoro que não deu certo, console seu filho, mas na hora certa o ajude a pensar em perguntas tais como: esse episódio mostra que eu preciso amadurecer em algum sentido? Onde foi que eu errei? Até onde a responsabilidade foi minha?


Quando os filhos resolvem seus próprios problemas, eles se tornam mais fortes e ganham mais confiança – qualidades que talvez não desenvolvessem se sempre fossem salvos por alguém.
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Destro
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#25
17-01-2013, 09:47 PM
Citar:Considerando o grau de maturidade de seus filhos, esforce-se para fazê-los aceitarem as suas próprias responsabilidades. Se sua filha foi mal numa prova, isso talvez sirva de alerta para que ela se prepare melhor para a próxima. Se seu filho foi multado no trânsito, talvez seja melhor deixar que ele pague usando a mesada ou o salário dele. Se o problema foi um namoro que não deu certo, console seu filho, mas na hora certa o ajude a pensar em perguntas tais como: esse episódio mostra que eu preciso amadurecer em algum sentido? Onde foi que eu errei? Até onde a responsabilidade foi minha?

Este é um problema as mães acham que seus filhos são os mais especiais e ficam protegendo os moleques ,eu faço de tudo para a mãe do meu filho não ''mima-lo'' ,quando este comigo dou atenção mas faço ele se virar em várias coisa que pode fazer sozinho estou sempre de olho nesta questão .
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Offline Scorpion77
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#26
18-01-2013, 01:58 PM
Só repostando a minha dúvida. E quem tem filha (por volta de 4-5 anos)? Como proceder para ser uma pessoa decente?
Não há sabedoria que não seja poder.
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Destro
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#27
18-01-2013, 10:46 PM
(18-01-2013, 01:58 PM)jin_kazama Escreveu: Só repostando a minha dúvida. E quem tem filha (por volta de 4-5 anos)? Como proceder para ser uma pessoa decente?

Eu tenho pensado da seguinte forma: Ensine valores certos a sua parte você faz mas, se ela seguir o próprio caminho é uma coisa da vida ,teremos que nos acostumar com a ideia ,mesmo que o medo nos persiga .
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Offline Gekko
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#28
19-01-2013, 05:54 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 22-01-2013, 09:03 PM por Gekko.)
(18-01-2013, 01:58 PM)jin_kazama Escreveu: Só repostando a minha dúvida. E quem tem filha (por volta de 4-5 anos)? Como proceder para ser uma pessoa decente?

Os artigos que estou postando e que pretendo continuar postando se aplicam a ambos os sexos. Vou procurar sempre atualizar este tópico. A terceira parte do artigo já está pronta e já tenho um outro artigo em vista para postar, mas vou fazer isso aos poucos para não postar tudo de uma vez e depois o tópico cair no esquecimento e depois depender de um pá de ouro para que lembrem dele.
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Fúria
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#29
19-01-2013, 01:16 PM
(19-01-2013, 05:54 AM)Gekko Escreveu:
(18-01-2013, 01:58 PM)jin_kazama Escreveu: Só repostando a minha dúvida. E quem tem filha (por volta de 4-5 anos)? Como proceder para ser uma pessoa decente?

Os artigos que estou postando e que pretendo continuar postando se aplicam a ambos os sexos. Vou procurar sempre atualizar este tópico. A terceira parte do artigo já está pronta e já tenho um outro artigo em vista para postar, mas vou fazer isso aos poucos para não postar tudo de uma vez e depois o tópico cair no esquecimento e depois defender de um pá de ouro para que lembrem dele.

AHAHAHAAHAH Gekko encanou com as escavadas no fórum! Big Grin
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Offline hb-
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#30
20-01-2013, 08:05 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-01-2013, 08:06 PM por hb-.)
Essa é bem a situação de hoje em dia, mães solteiras que não tem a minima noção de como ensinar autoridade para os filhos, ou filhos com pais emasculados/mangina que são tão incompetentes como as mães...

Geração de pessoas socialmente inaptas, sem auto-disciplina e sem honra nenhuma!

O fórum do Spirit tem uma série de posts relacionadas a esse tema, vou colocar aqui pro pessoal que ainda não leu, Leitura Obrigatória
http://manhood101br.blogspot.com.br/2013...e-pai.html
http://manhood101br.blogspot.com.br/2013...idade.html
http://manhood101br.blogspot.com.br/2012...ecado.html
http://manhood101br.blogspot.com.br/2012...-eles.html

Tópico está show !!!!

[Imagem: Esperando_Por_Algo.jpg]
Estou esperando a parte 3 !!
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Offline rott
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#31
21-01-2013, 11:10 AM
O grande problema da criação é a mudança brusca na forma de tratar o filho. Quando criança, o garoto é o centro das atenções, o típico "mamãe me acha lindo", você é especial, etc. De repente você cresce e aí o discurso muda completamente:"Agora você já é mais velho se vira", como se os anos simplesmente passassem e o garoto desenvolvesse maturidade num passe de màgica.O ideal é desde cedo ensinar o filho quanto a realidade do mundo, de que ele é apenas mais um na multidão e que ele precisa conquistar seu lugar se ele quer vencer. Os espartanos eram criados na base da porrada desde cedo, não existiam mimos nem nada, por isso eram grandes guerreiros.
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Offline Sargento
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#32
21-01-2013, 11:30 PM
(26-11-2012, 10:20 AM)Petulas Escreveu: Eu tenho 3 filhos, 2 deles bem mais velhos que os seus Destro. E te digo o seguinte:

- Se tu for casado com a mãe, levanta a mão pro céu. Se ela te apoia na criação que seu filho recebe de ti, considere-se o homem mais feliz do mundo.
- Seu filho HOMEM nunca vai te escutar, ele não gosta de você no subconsiente dele.
(antes que você pense que eu bebi, ou que sou louco de te falar um treco desses, saiba que "qualquer garoto" morre de ciúmes do pai, e do seu relacionamento com a mãe, Édipo age forte na infância)
- Essa lama acaba na adolescência, quando ele começar a produzir testosterona. Até lá ele vai ser totalmente manipulado pela mãe.
- Por fim, por mais conselho que quiser dar, por mais legal que tu seja, ele tem a individualidade dele, e se ele quiser ser mangina, vai ser sim. Sem sombra de dúvida! Mas pelo menos tu vai ter tentado.

É assim que eu vejo a criação dos meus, eu farei o meu melhor, mas se não adiantar, pelo menos tentei.

Meus parabéns, 3 é tarefa de búfalo!
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Offline Sargento
Destemido senhor da Guerra
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#33
21-01-2013, 11:39 PM
Confrades papais...

uma coisa que é necessária, e que eu peco muito com meus filhos é sair com eles para sua rotina... Levar eles na casa de seus amigos de fé, no bar (coloca o muleque no balcão, dá um cafezinho morno para ele ou uma coca-cola) e deixe eles observarem você... Te digo, era meu momento mágico quando pequeno ver meu falecido pai em atitudes viris, bebendo cerveja com os amigos, dando porrada um no outro, e essas coisas. Ele me levava ao trabalho dele sempre que podia, mesmo se fosse no dia em que iria derrubar uma laje para acessar um cano com vazamento no setor onde fazia manutenção. Hoje em dia a criançada vive no computador (nós também), mais momentos como esses que nos dão a alegria de ser homens honrados...

No caso das meninas... não posso falar muito pois não tenho, sinto pena do camarada que tem porque hoje em dia a sociedade prega que valores como obrigações não existem para elas... Os camaradas que convivo cirma elas pelo exemplo, conversam bastante sobre tudo, incentivo extremo a estudo e controle das vontades. Por incrível que pareca, a menina é mais fácil de controlar, pois até os 12 anos ela vai ter vocês como o parente predileto.
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Offline Gekko
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#34
22-01-2013, 09:09 PM
(19-01-2013, 01:16 PM)Fúria Escreveu:
(19-01-2013, 05:54 AM)Gekko Escreveu:
(18-01-2013, 01:58 PM)jin_kazama Escreveu: Só repostando a minha dúvida. E quem tem filha (por volta de 4-5 anos)? Como proceder para ser uma pessoa decente?

Os artigos que estou postando e que pretendo continuar postando se aplicam a ambos os sexos. Vou procurar sempre atualizar este tópico. A terceira parte do artigo já está pronta e já tenho um outro artigo em vista para postar, mas vou fazer isso aos poucos para não postar tudo de uma vez e depois o tópico cair no esquecimento e depois defender de um pá de ouro para que lembrem dele.

AHAHAHAAHAH Gekko encanou com as escavadas no fórum! Big Grin

Encanei nada. Eu dou o maior valor aos ganhadores do troféu pá de ouro. Resgatar tópicos das profundezas do abismo é um excelente serviço prestado ao fórum. Há tópicos que não devem ser esquecidos. Eu só não quero que este tópico vá para as profundezas e cuidarei pessoalmente para que isto não ocorra.

[Imagem: desenterra.gif]
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Offline Gekko
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#35
24-01-2013, 07:16 PM
Parte 3 (final): satisfazer todos os desejos


Numa pesquisa com jovens adultos, 81% disseram que a meta mais importante de sua geração é ficar rico, mas viver apenas em função do dinheiro não traz satisfação. Pessoas excessivamente materialistas não raro são mais infelizes e tendem a virar workaholics a ater depressão e outros problemas psico-sociais.

Em alguns casos, a raiz do problema está em os filhos terem sido criados em um ambiente extremamente materialista. “Os pais querem que seus filhos sejam felizes, e os filhos querem bens materiais”, diz o livro The Narcisism Epidemic (A Epidemia do Narcisismo). “É por isso que os pais compram coisas para eles. Isso deixa os filhos felizes, mas esse tipo de felicidade dura pouco. Depois, eles querem ainda mais coisas.”

É claro que a indústria publicitária não perde a oportunidade para explorar esse desejo de adquirir bens materiais. Ela faz propaganda de ideias como “você merece o melhor”. Muitos jovens adultos tem mordido essa isca e agora estão endividados. Sem condições de pagar pelas coisas que “merecem”.

O dinheiro é importante e necessário, mas o materialismo excessivo é prejudicial. Examine o seu próprio
conceito sobre dinheiro e bens materiais e ajude seus filhos a ter também outras prioridades que não sejam carreira e dinheiro. É preciso mostrar a seus filhos que nem sempre é bom aproveitar aquela promoção e que não se deve adquirir produtos simplesmente porque estão na moda ou são os lançamentos da hora. Ensine-os a questionar a real necessidade do que compram.

Tome cuidado para não usar os bens materiais como um remédio para esquecer os problemas familiares que precisam ser resolvidos. Segundo o livro The Price of Privilege (O preço do Privilégio), “tentar resolver problemas usando bens materiais não dá certo: os problemas precisam ser tratados com inteligência, discernimento e empatia, não com sapatos e bolsas.”
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Destro
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#36
24-01-2013, 08:59 PM
Citar:Em alguns casos, a raiz do problema está em os filhos terem sido criados em um ambiente extremamente materialista. “Os pais querem que seus filhos sejam felizes, e os filhos querem bens materiais”, diz o livro The Narcisism Epidemic (A Epidemia do Narcisismo). “É por isso que os pais compram coisas para eles. Isso deixa os filhos felizes, mas esse tipo de felicidade dura pouco. Depois, eles querem ainda mais coisas.”

Por isto evito dar tudo que meu filho me pede ,não quero que vire um materialista minado .
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Offline Gekko
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#37
25-01-2013, 07:05 AM
(24-01-2013, 08:59 PM)Destro Escreveu:
Citar:Em alguns casos, a raiz do problema está em os filhos terem sido criados em um ambiente extremamente materialista. “Os pais querem que seus filhos sejam felizes, e os filhos querem bens materiais”, diz o livro The Narcisism Epidemic (A Epidemia do Narcisismo). “É por isso que os pais compram coisas para eles. Isso deixa os filhos felizes, mas esse tipo de felicidade dura pouco. Depois, eles querem ainda mais coisas.”

Por isto evito dar tudo que meu filho me pede ,não quero que vire um materialista minado .


Eu já vi um exemplo do que esses mimos podem fazer com uma criança. Quando eu morava no interior, bem próximo à casa dos meus pais havia um garoto da minha idade. Pai taxista e mãe professora. O pai dava absolutamente tudo o que ele queria. Carro, roupas de marca, dinheiro para farrear, etc, mesmo não tendo lá esses dinheiros todos. O moleque dirigia desde a infância (em cidades pequenas não há fiscalização). Lembro que ele pegava uma gatinha que muita gente queria e não tinha acesso, até porque ele era um dos poucos que tinha um carro à disposição naquela idade, isso sem contar que há mais de 15 anos atrás, possuir carro/moto não era tão comum quanto é hoje, ou seja, ele pagava de riquinho com seu carrinho rebaixado e som do tamanho da mala (naquela época ainda não se usavam paredões).

Resultado: o moleque foi crescendo, não se ligou em estudar e foi virando um marginalzinho. Batia na namorada a torto e a direito, até que ela o deixou. Se envolveu com o crime organizado. Dizem até que um assalto que o pai sofreu quando estava trabalhando há alguns anos atrás foi coisa que ele articulou com os comparsas. Ele tem 30 anos atualmente e é o tipo de cara que ninguém quer por perto, sem contar que já está passando da hora de ser preso. Já bateu até nos pais, esculhamba a mãe com tudo que é palavra de baixo calão.
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Destro
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#38
25-01-2013, 08:27 AM
Citar:Resultado: o moleque foi crescendo, não se ligou em estudar e foi virando um marginalzinho. Batia na namorada a torto e a direito, até que ela o deixou. Se envolveu com o crime organizado. Dizem até que um assalto que o pai sofreu quando estava trabalhando há alguns anos atrás foi coisa que ele articulou com os comparsas. Ele tem 30 anos atualmente e é o tipo de cara que ninguém quer por perto, sem contar que já está passando da hora de ser preso. Já bateu até nos pais, esculhamba a mãe com tudo que é palavra de baixo calão.

Para nós vermos as consequências de tratar crianças como Reizinhos .
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Offline Gekko
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#39
31-01-2013, 07:28 PM
Como se comunicar com seu filho adolescente


Quando era criança, seu filho contava tudo para você. Agora que é adolescente, ele não conta nada. Quando você tenta conversar, ele dá respostas curtas ou então começa uma discussão que transforma seu lar num campo de batalha.


Mas você pode aprender a conversar com seu filho. Primeiro, porém, veja dois fatores que podem contribuir para esse desafio.


Desejo de independência: para se tornar um adulto responsável, seu filho precisa, por assim dizer, passar aos poucos do banco do passageiro para o do motorista e aprender a dirigir pelos caminhos tortuosos da vida. É claro que alguns adolescentes querem mais liberdade do que deveriam ter; por outro lado, alguns pais dão menos liberdade do que seus filhos deveriam ter. Isso pode resultar num cabo de guerra, causando muito estresse para os pais e para os filhos. “Meus pais tentam controlar cada detalhe da minha vida”, reclama Brad (nome fictício) de 16 anos. “Se eles não me derem mais liberdade até os 18 anos, vou sair de casa!”


Pensamento abstrato: os adolescentes não pensam como as crianças. Para as crianças, tudo é preto ou branco. Já os adolescentes começam a enxergar tons de cinza. Esse é um aspecto importante do pensamento abstrato e ajuda os adolescentes a desenvolver bom critério. Por exemplo, para uma criança, o conceito de justiça é simples: ‘mamãe partiu um biscoito e deu metade para mim, metade para o meu irmão.’ Nesse caso, justiça se resume a uma fórmula matemática. Mas, para os adolescentes, esse conceito não é tão simples assim. Afinal, tratar um assunto com justiça nem sempre significa tratá-lo com igualdade, e vice-versa. O pensamento abstrato ajuda seu filho a tirar conclusões próprias sobre assuntos complexos. Mas isso tem um lado negativo: as conclusões dele podem ser contrárias às suas.


O que você pode fazer:


1) Tenha conversas descontraídas. Aproveite os momentos em que seu filho está mais à vontade para conversar. Por exemplo, alguns pais descobriram que os adolescentes se abrem mais quando estão fazendo alguma tarefa doméstica ou andando de carro, ocasiões em que estão lado a lado com os pais, não frente a frente com eles.


2)Seja breve. Você não precisa dar um longo sermão para cada problema. Diga o que precisa ser dito e pare por aí. Isso poderá surtir efeito mais tarde. Quando seu filho estiver sozinho, ele terá condições de pensar melhor no que você disse. Dê a ele chance de fazer isso.


3) Ouça e seja flexível. Para ter uma visão completa do problema, ouça com atenção – sem interromper. Quando disser algo seja razoável. Se você se apegar demais às regras, seu filho se sentirá tentado a procurar brechas. “É aí que os filhos começam a levar uma vida dupla. Eles dizem aos pais o que os pais querem ouvir, mas fazem o que bem entendem quando estão longe deles”, alerta Michel Riera num livro sobre comunicação com filhos adolescentes.


4) Fique calmo. “Quando discordamos, minha mãe fica ofendida com cada coisa que eu digo”, diz uma adolescente chamada Kari. “Isso só me irrita, e a conversa acaba virando uma discussão.” Em vez de perder a cabeça, mostre que você entende o lado do seu filho. Por exemplo, em vez de dizer “isso não é nada!”, diga “percebi que isso não está sendo nada fácil para você.


5) Sempre que possível, dê orientação em vez de ordens. A habilidade de seu filho de pensar de forma abstrata é como um músculo que precisa ser exercitado. Então, quando tiver de tomar uma decisão, não faça o “exercício” por ele. Ao conversar sobre o problema, deixe que ele sugira algumas soluções. Depois, diga algo como: “Agora que você deu algumas opções, pense nela por um ou dois dias. Depois podemos conversar sobre qual delas você prefere e por que.
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Offline Gekko
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#40
18-03-2013, 07:50 PM
Como estabelecer regras para adolescentes


Seu filho adolescente diz que você é rígido demais. Mas algo lhe diz que não. Você pensa: “Se eu afrouxar as regras, ele vai se meter em apuros!” Você tem o direito de estabelecer regras razoáveis. Mas primeiro é preciso descobrir porque seu filho acha tão difícil aceitar suas regras.


Existe o mito de que todo adolescente se rebela contra regras e que isso faz parte da adolescência, mas o fato é que quando as regras são razoáveis e bem explicadas, é mais fácil um adolescente aceitá-las. É verdade que existem vários fatores por trás da rebeldia, mas alguns pais sem perceber incentivam esse comportamento por estabelecer regras inflexíveis ou inapropriadas para a idade.


Quando os pais são rígidos e não abrem espaço para conversa, as regras parecem mais uma camisa de força que inibe do que um cinto de segurança que protege. Isso pode levar o adolescente a fazer escondido justamente as coisas proibidas pelos pais.


Explicar as regras com um simples “porque eu estou mandando” pode até ser uma explicação suficiente para as crianças, mas não para os adolescentes – eles precisam de uma explicação melhor. Afinal, não vai demorar muito para que seu filho adolescente saia de casa e precise tomar decisões importantes. É muito melhor que ele aprenda a fazer avaliações e tomar boas decisões agora, enquanto ainda está sob os seus cuidados. Mas e se o filho vive irritado por causa de suas regras? O que você pode fazer?


Primeiro, aceite o fato de que os adolescentes precisam de limites e, bem no fundo, até desejam isso. Então, estabeleça regras e certifique-se de que seu filho as entenda. Os autores Kenneth Ginsburg e Susan Fitz-Gerald escreveram sem seu livro sobre criação de filhos: “Quando os pais colocam limites claros e supervisionam sem exageros, é menos provável que seus filhos adolescentes tenham um comportamento preocupante”. Mas pais que são ausentes e dão muita liberdade passam a impressão de que não se importam com os filhos. O resultado só pode ser rebeldia.


Então, como você pode ter equilíbrio? Deixe seu filho à vontade para dizer o que pensa das regras. Por exemplo, se ele quer chegar mais tarde em casa, ouça o que ele tem a dizer. Quando um adolescente percebe que foi ouvido com atenção, fica mais fácil para ele respeitar e aceitar a decisão dos pais, mesmo que não concorde.
Mas, antes de tomar uma decisão, lembre-se: ao passo que os adolescentes costumam pedir mais liberdade do que deveriam ter, os pais costumam dar menos liberdade do que seus filhos poderiam ter. Por isso, analise bem o pedido de seu filho. Ele tem demonstrado responsabilidade? Será que posso ser flexível? Esteja disposto a ceder quando apropriado.


Além de ouvir seu filho, conte a ele as preocupações que você tem. Isso poderá ensiná-lo a levar em conta os sentimentos dos outros, não só sua própria vontade. Finalmente, tome uma decisão e explique os motivos. Mesmo que seu filho não goste, provavelmente ficará feliz por ter pais que ouvem sua opinião. Lembre-se: um adolescente é um adulto em treinamento. Por estabelecer regras razoáveis e conversar sobre elas com seu filho, você o ajudará a se tornar um adulto responsável.
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