23-10-2013, 12:11 PM
Tratamento
Gilmartin propõe que a terapia da "prática de namoro" permitiria aos tímidos amorosos desenvolver habilidades sociais cruciais numa situação não intimidadora para então poder vencer suas ansiedades. Esta abordagem, ele afirma, curaria com sucesso a maioria dos participantes de sua timidez amorosa. Ele também prevê que a prática de namoro vai ajudar a eliminar a obsessão dos tímidos amorosos com mulheres de grande beleza natural.
O regime terapêutico maior recomendado por Gilmartin é a terapia com uma sex surrogate. Ele afirma que "qualquer programa verdadeiramente abrangente calculado para garantir uma completa cura para uma intratável, crônica e severa timidez amorosa deve incorporar uma parte que inclua o recurso às "sex surrogates"." Sex surrogates são terapeutas que desenvolverão ao longo do tratamento uma intimidade ao ponto de incluir relações sexuais com seus clientes, não sendo em absoluto algo como a prostituição. Uma terapia desse tipo incluirá sempre um outro terapeuta para supervisionar o processo.
Gilmartin também declara que a regra de o homem sempre cortejar a mulher deve ser "jogada para sempre no lixo e substituída por um sistema normativo que seja congruente com as naturezas e necessidades dos seres humanos". Também sugere a convivência coeducacional como uma das melhores opções para a cura da timidez amorosa. Nesse sentido, a ideia de companheiros de quarto do sexo oposto pode realmente ser muito mais natural que a ideia de quartos para pessoas do mesmo sexo, "exceto, claro, para homossexuais". Ele argumenta que viver assim removeria a aura de mistério em torno do sexo oposto, o que causa medo, distanciamento social, mal-entendidos e deficiências de comunicação.
Ele recomenda ainda uma nova organização recreacional infantil, os "Coed Scouts" que permitirão às crianças socializarem com ambos os gêneros. Isto ainda é apenas um desejo, entretanto. Gilmartin também notou no início do livro que os tímidos amorosos deveriam se unir em uma força sociopolítica para ter suas necessidades reconhecidas e forçar mudanças sociais, embora isto ainda não tenha se concretizado.
Gilmartin também percebeu que os tímidos amorosos mais jovens têm mais chance de superar sua timidez desde que sejam tratados com menos dureza por seus pares do que os tímidos amorosos mais velhos foram. Entretanto, sua pesquisa ainda tem de ser atualizada, pois ainda não se sabe se algum dos homens foi capaz de resolver suas dificuldades.
O regime terapêutico maior recomendado por Gilmartin é a terapia com uma sex surrogate. Ele afirma que "qualquer programa verdadeiramente abrangente calculado para garantir uma completa cura para uma intratável, crônica e severa timidez amorosa deve incorporar uma parte que inclua o recurso às "sex surrogates"." Sex surrogates são terapeutas que desenvolverão ao longo do tratamento uma intimidade ao ponto de incluir relações sexuais com seus clientes, não sendo em absoluto algo como a prostituição. Uma terapia desse tipo incluirá sempre um outro terapeuta para supervisionar o processo.
Gilmartin também declara que a regra de o homem sempre cortejar a mulher deve ser "jogada para sempre no lixo e substituída por um sistema normativo que seja congruente com as naturezas e necessidades dos seres humanos". Também sugere a convivência coeducacional como uma das melhores opções para a cura da timidez amorosa. Nesse sentido, a ideia de companheiros de quarto do sexo oposto pode realmente ser muito mais natural que a ideia de quartos para pessoas do mesmo sexo, "exceto, claro, para homossexuais". Ele argumenta que viver assim removeria a aura de mistério em torno do sexo oposto, o que causa medo, distanciamento social, mal-entendidos e deficiências de comunicação.
Ele recomenda ainda uma nova organização recreacional infantil, os "Coed Scouts" que permitirão às crianças socializarem com ambos os gêneros. Isto ainda é apenas um desejo, entretanto. Gilmartin também notou no início do livro que os tímidos amorosos deveriam se unir em uma força sociopolítica para ter suas necessidades reconhecidas e forçar mudanças sociais, embora isto ainda não tenha se concretizado.
Gilmartin também percebeu que os tímidos amorosos mais jovens têm mais chance de superar sua timidez desde que sejam tratados com menos dureza por seus pares do que os tímidos amorosos mais velhos foram. Entretanto, sua pesquisa ainda tem de ser atualizada, pois ainda não se sabe se algum dos homens foi capaz de resolver suas dificuldades.

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