23-03-2013, 08:16 PM
(21-03-2013, 09:49 PM)Eskillo Escreveu: NA sugere que o homem desapegado instigue a sua parceira a libertinagem, não ligando ou pressionando em nada, apenas estimulando a atos libertinos por parte da mulher, já que perto de moralistas a mulher sempre vai parecer e transparecer pureza, como uma filha perante o pai, uma filha nunca vai contar que fez a posição "candelabro italiano" com 2 homens ao mesmo tempo... Perto de homens libertinos a mulher se soltará e mostrará quem realmente é...
Se a mulher resistir a liberdade do homem e não cair em tentações a prova está concluída e o homem tem certeza de que tem ao lado uma mulher descente, se a mulher cair na libertinagem o homem sabe que não é uma parceira em que deva dar amor ou consideração.
Ele salienta que o desapego é crucial para que em suas palavras: o tiro não saia pela culatra.
O Eskillo tocou num que eu vinha pensando em citar aqui e que eu acho que seria o mais ideal para o seu amigo. Por quê? Porque ele já está namorando há alguns meses. Penso que o ultimo neste caso seria muito... digamos... um pouco radical, para surgir do "nada", tendo em vista que ele ainda não demonstrou nenhum tipo atitude em relação ao fato de ela estar pegando carona com o 'amigo' de infância. Talvez da parte dela não haja realmente nenhuma segunda intenção no momento, o que faria com que ela pudesse interpretar o ultimato de forma errada, especialmente pelo fato de ele não ser da Real.
Agora, jogá-la em direção ao erro para ver até onde ela iria seria um ótima forma de saber se ela poderia traí-lo com o cara. Mas muuuuita atenção com a fase grifada acima. De nada adianta fazer isso se ela não estiver disposto a perdê-la. Senão ela o abandona, com ou sem o 'amigo' de infância e o tiro sai pela culatra.
"Ai daqueles que acreditam na felicidade terrena e a buscam fora de si mesmos, no amor apaixonado porque somente encontrarão ali sofrimento e a loucura." Nessahan Alita

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