24-01-2013, 07:16 PM
Parte 3 (final): satisfazer todos os desejos
Numa pesquisa com jovens adultos, 81% disseram que a meta mais importante de sua geração é ficar rico, mas viver apenas em função do dinheiro não traz satisfação. Pessoas excessivamente materialistas não raro são mais infelizes e tendem a virar workaholics a ater depressão e outros problemas psico-sociais.
Em alguns casos, a raiz do problema está em os filhos terem sido criados em um ambiente extremamente materialista. “Os pais querem que seus filhos sejam felizes, e os filhos querem bens materiais”, diz o livro The Narcisism Epidemic (A Epidemia do Narcisismo). “É por isso que os pais compram coisas para eles. Isso deixa os filhos felizes, mas esse tipo de felicidade dura pouco. Depois, eles querem ainda mais coisas.”
É claro que a indústria publicitária não perde a oportunidade para explorar esse desejo de adquirir bens materiais. Ela faz propaganda de ideias como “você merece o melhor”. Muitos jovens adultos tem mordido essa isca e agora estão endividados. Sem condições de pagar pelas coisas que “merecem”.
O dinheiro é importante e necessário, mas o materialismo excessivo é prejudicial. Examine o seu próprio
conceito sobre dinheiro e bens materiais e ajude seus filhos a ter também outras prioridades que não sejam carreira e dinheiro. É preciso mostrar a seus filhos que nem sempre é bom aproveitar aquela promoção e que não se deve adquirir produtos simplesmente porque estão na moda ou são os lançamentos da hora. Ensine-os a questionar a real necessidade do que compram.
Tome cuidado para não usar os bens materiais como um remédio para esquecer os problemas familiares que precisam ser resolvidos. Segundo o livro The Price of Privilege (O preço do Privilégio), “tentar resolver problemas usando bens materiais não dá certo: os problemas precisam ser tratados com inteligência, discernimento e empatia, não com sapatos e bolsas.”
Numa pesquisa com jovens adultos, 81% disseram que a meta mais importante de sua geração é ficar rico, mas viver apenas em função do dinheiro não traz satisfação. Pessoas excessivamente materialistas não raro são mais infelizes e tendem a virar workaholics a ater depressão e outros problemas psico-sociais.
Em alguns casos, a raiz do problema está em os filhos terem sido criados em um ambiente extremamente materialista. “Os pais querem que seus filhos sejam felizes, e os filhos querem bens materiais”, diz o livro The Narcisism Epidemic (A Epidemia do Narcisismo). “É por isso que os pais compram coisas para eles. Isso deixa os filhos felizes, mas esse tipo de felicidade dura pouco. Depois, eles querem ainda mais coisas.”
É claro que a indústria publicitária não perde a oportunidade para explorar esse desejo de adquirir bens materiais. Ela faz propaganda de ideias como “você merece o melhor”. Muitos jovens adultos tem mordido essa isca e agora estão endividados. Sem condições de pagar pelas coisas que “merecem”.
O dinheiro é importante e necessário, mas o materialismo excessivo é prejudicial. Examine o seu próprio
conceito sobre dinheiro e bens materiais e ajude seus filhos a ter também outras prioridades que não sejam carreira e dinheiro. É preciso mostrar a seus filhos que nem sempre é bom aproveitar aquela promoção e que não se deve adquirir produtos simplesmente porque estão na moda ou são os lançamentos da hora. Ensine-os a questionar a real necessidade do que compram.
Tome cuidado para não usar os bens materiais como um remédio para esquecer os problemas familiares que precisam ser resolvidos. Segundo o livro The Price of Privilege (O preço do Privilégio), “tentar resolver problemas usando bens materiais não dá certo: os problemas precisam ser tratados com inteligência, discernimento e empatia, não com sapatos e bolsas.”

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