22-11-2017, 09:37 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 22-11-2017, 09:41 AM por Amigo_dos_Passaros.)
(21-11-2017, 05:14 PM)clockwork0range Escreveu: Rapaz é bem isso mesmo. E o pior a dissimulação (mentiras) se tornam cada vez maiores, sejam de maior ou menor nivel é muito dificil saber identificar onde começa a mentira, entra a verdade ou tudo que ela tá falando naquele momento é mentira, de tão emaranhado que se torna, vão virando experts nisso. Resta saber se elas tem consciência disso, ou fazem inconscientemente.
É como já disseram, nunca confie no que elas falam e sim observe atentamente cada atitude.
É inconsciente, acredite. Algumas mais, outras menos. Fazendo um paralelo do Schopenhauer com evolução biológica, na minha opinião, é como se todos os homens ao longo da história exigiram das mulheres a tal reflexão crítica (pensamento em consequências futuras, longo prazo).
Mas como é biologicamente impossível exigir isso do ser feminino, então ao longo dos tempos elas foram selecionadas naturalmente (as que não eram maleáveis e dissimuladoras iam sendo eliminadas, expulsas das famílias por não corresponderem aos anseios masculinos etc) a ser maleáveis, a "jogar o jogo do homem", a falar o que ele quer ouvir para poder "durar" ao lado de um homem e ser protegida (ela e a prole).
Elas compensam a falta de senso de justiça, senso crítico e senso moral falando o que "elas acham que queremos ouvir".
Por isso o homem sempre será o sujeito dominante, que molda o comportamento (ou pelo menos deveria) da mulher que está ao seu lado.
Mulher é "agua" e sempre se moldará de acordo com o que você mostrar e julgar importante, já que foi designada a compromissos naturais (prole) e não interpessoais (homem), não faria sentido ela ter um senso de justiça em termos de sobrevivência da espécie.
Por isso que o homem deveria tomar a dianteira e "educar"/"controlar" o feminino como era no passado, na minha visão.

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