25-02-2015, 11:17 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 25-02-2015, 11:21 AM por Ignis.)
Eu acho que qualquer tipo de relacionamento é uma troca de interesses, pouco ou muito. Mesmo que não sejam interesses materiais ou vantagens de qualquer ntipo, se você tem uma amizades geralmente espera boa companhia, boa conversa, apoio e para os amigos íntimos (não os colegas), confidência. Se a companhia for desagradável ninguém aguenta. E tem que ser recíproco. Partilha.
Pessoalmente não me preocupo se vou ser usado de apoio emocional de mulheres, se esse não for o único interesse delas, porque se algum dia eu tiver amizade com alguma isso seria normal. Não ser um psicólogo 24 horas, mas sim num certo nível partilhar as coisas nesse aspecto também, como fazemos com nossos amigos homens.
Agora uma coisa interessante que acontece comigo: nenhuma das minhas colegas, com quem eu gosto de conversar, e elas também, chegaram a se tornar amigas, mesmo elas sendo só submedianas ou medianas. E porque? Provavelmente porque não havia interesse de aumentar a intimidade, tanto da parte delas quanto da minha. Devido ao meu valor no mercado não estar lá tão alto assim no momento rs, não haveria benefícios pra elas. Nossa relação não evoluiu, estagnou em colegas que gostam de conversar um com o outro.
As mulheres (os homens não sei, mas as mulheres eu posso dizer), não querem acrescentar no seu círculo social pessoas que não agreguem, que não lhes tragam benefícios, que não tenham 'imagem' suficiente. Por isso que ricos são amigos de ricos e pobres de pobres. O círculo social em que a pessoa está tende a se basear no valor social dela.
Por exemplo o Mandrake, que deve ter um ótimo nível de desenvolvimento pessoal, tem várias "amigas" bonitinhas. Um submediano dúvido que numa situação padrão teria essa mesmas amigas. Não há vantagens pra elas em estar no círculo social do submediano.
Então é inegável que qualquer tipo de relacionamento vem de interesses, sejam eles só companhia mesmo, ou uma troca de favores e outros campos. Não entrando aqui na questão de com qual frequência acontece mais determinado tipo de interesses, na sociedade atual.
Minha postura quanto a isso é conversar e ser sociável com qualquer um que faça parte da minha vida e seja sociável comigo. Com alguns só trocando algumas palavras, outros conversando um pouco mais em certos ambientes, outros menos, alguns amigos íntimos (a maioria de infância), que já provaram ser de confiança e não ter nenhum tipo de interesse. Inclusive alguns deles tem condições melhores que as minhas em vários aspectos e a amizade continua firme e forte. Nunca, em vários anos, me pediram um favor.
Como não tenho amigas de infância, as minas que conheci na adolescência, nenhuma chegou a se tornar uma amiga, pela questão de que eu não agregaria muito ao círculo social delas, como falei há pouco.
No futuro se minhas colegas se tornarem amigas e não houver muitos interesse além da relação e do círculo social, não tenho problemas com isso. Se eu nunca tiver uma amiga mulher na vida, além de minha mãe e irmãs, de boa também. Tendo amigos homens, tendo eu mesmo só pra mim e mulheres na minha vida fazendo pelo menos suas funções básicas como fêmeas, já basta. Amizade feminina para mim não é uma necessidade. É a mesma questão do casamento pra mim. Se algum dia, quando eu estiver mais velho, achar que vale a pena casar e constituir família, e tiver uma mina suficiente pra isso e eu o quiser fazer, eu o faço. Se não, de boa. O que me importa é ser livre e ter uma vida diferenciada.
Post ficou grande, mas acho que consegui explanar bem minhas ideias sobre o assunto.
As respostas do Raito, Mandrake, Sorine e Ali me agregaram bastante. Sobre o Azoth eu acho que cada um vive como quer e não existe verdades universais, só coisas funcionais. Se funciona pra você e você tá feliz com isso, não se importando com as limitações, isso é o mais importante. Um dos princíos básicos do GDR e ter auto-análise, auto crítica e nunca se permitir enganar a si mesmo.
Pessoalmente não me preocupo se vou ser usado de apoio emocional de mulheres, se esse não for o único interesse delas, porque se algum dia eu tiver amizade com alguma isso seria normal. Não ser um psicólogo 24 horas, mas sim num certo nível partilhar as coisas nesse aspecto também, como fazemos com nossos amigos homens.
Agora uma coisa interessante que acontece comigo: nenhuma das minhas colegas, com quem eu gosto de conversar, e elas também, chegaram a se tornar amigas, mesmo elas sendo só submedianas ou medianas. E porque? Provavelmente porque não havia interesse de aumentar a intimidade, tanto da parte delas quanto da minha. Devido ao meu valor no mercado não estar lá tão alto assim no momento rs, não haveria benefícios pra elas. Nossa relação não evoluiu, estagnou em colegas que gostam de conversar um com o outro.
As mulheres (os homens não sei, mas as mulheres eu posso dizer), não querem acrescentar no seu círculo social pessoas que não agreguem, que não lhes tragam benefícios, que não tenham 'imagem' suficiente. Por isso que ricos são amigos de ricos e pobres de pobres. O círculo social em que a pessoa está tende a se basear no valor social dela.
Por exemplo o Mandrake, que deve ter um ótimo nível de desenvolvimento pessoal, tem várias "amigas" bonitinhas. Um submediano dúvido que numa situação padrão teria essa mesmas amigas. Não há vantagens pra elas em estar no círculo social do submediano.
Então é inegável que qualquer tipo de relacionamento vem de interesses, sejam eles só companhia mesmo, ou uma troca de favores e outros campos. Não entrando aqui na questão de com qual frequência acontece mais determinado tipo de interesses, na sociedade atual.
Minha postura quanto a isso é conversar e ser sociável com qualquer um que faça parte da minha vida e seja sociável comigo. Com alguns só trocando algumas palavras, outros conversando um pouco mais em certos ambientes, outros menos, alguns amigos íntimos (a maioria de infância), que já provaram ser de confiança e não ter nenhum tipo de interesse. Inclusive alguns deles tem condições melhores que as minhas em vários aspectos e a amizade continua firme e forte. Nunca, em vários anos, me pediram um favor.
Como não tenho amigas de infância, as minas que conheci na adolescência, nenhuma chegou a se tornar uma amiga, pela questão de que eu não agregaria muito ao círculo social delas, como falei há pouco.
No futuro se minhas colegas se tornarem amigas e não houver muitos interesse além da relação e do círculo social, não tenho problemas com isso. Se eu nunca tiver uma amiga mulher na vida, além de minha mãe e irmãs, de boa também. Tendo amigos homens, tendo eu mesmo só pra mim e mulheres na minha vida fazendo pelo menos suas funções básicas como fêmeas, já basta. Amizade feminina para mim não é uma necessidade. É a mesma questão do casamento pra mim. Se algum dia, quando eu estiver mais velho, achar que vale a pena casar e constituir família, e tiver uma mina suficiente pra isso e eu o quiser fazer, eu o faço. Se não, de boa. O que me importa é ser livre e ter uma vida diferenciada.
Post ficou grande, mas acho que consegui explanar bem minhas ideias sobre o assunto.
As respostas do Raito, Mandrake, Sorine e Ali me agregaram bastante. Sobre o Azoth eu acho que cada um vive como quer e não existe verdades universais, só coisas funcionais. Se funciona pra você e você tá feliz com isso, não se importando com as limitações, isso é o mais importante. Um dos princíos básicos do GDR e ter auto-análise, auto crítica e nunca se permitir enganar a si mesmo.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

