11-08-2014, 09:29 AM
Fico feliz pelos confrades lembrarem do meu caso.Vou atualizar o tópico com o que têm acontecido de importante.
Recentemente fizemos 1 ano de namoro. Confesso que estou surpreso com o desenrolar da relação. As coisas estão indo muito bem. A aliança não mudou em nada o comportamento dela (pelo menos não pra pior). Algumas coisas melhoraram significamente, acredito que muito disso se deva à minha pressão. Tenho certeza também que o fato de ela me ver como um troféu a motiva a sempre melhorar fisicamente (nutricionista mensalmente, depilação a laser, academia, corridas) e mentalmente (pós-graduação, ingles). Ela realmente está se esforçando para estar ao meu patamar, digamos assim. Nesse quesito eu só tenho a elogiar, e novamente confesso que estou surpreso.
Em relação à família: o pai melhorou muito sua relação comigo. Na casa dela eu topo tudo no que diz respeito a ajuda. Recentemente teve uma festa e eu ajudei desde o início (preparativos) até o pós-festa (lavar louça, limpar tudo). Mas eu sou recompensado de diversas formas. Eles compram a cerveja que eu gosto, inclusive me servem. Até os amigos mais chegados do sogro ficam zuando ele, e na frente deles eu sou defendido, coisas do tipo "ele merece, ele é parceirão". Além disso, fico a par de todos os conflitos da familia. Eles não me escondem nada. A mãe dela já é mais complicada, tem muito mais receio de se abrir. Mas percebi que isso é caracteristica dela, não é nada pessoal comigo. Aquela questão de eu dormir com ela enquanto estiver por lá não foi resolvida, mas graças aos conselhos dos confrades, eu entendi os motivos deles e hoje isso não me incomoda mais, nem tocamos mais no assunto.
Alguns pontos interessantes: realmente o sexo vai perdendo a graça conforme o tempo, e apesar dela estar se esforçando muito na cama, não consigo deixar de pensar em outras mulheres. E olha que eu só a vejo 3x por semana em média. É algo instintivo e não tem como evitar. Outro ponto que vale a pena citar é que a mania dela de querer mandar em tudo e em todos vem me incomodando cada vez mais. Certa vez ela reclamou feio que eu peguei o prato X ao invés do Y na hora de comer, como se eu fosse uma criança. Dei aquele gelo quase que automatico, e algumas horas depois ela veio querer paparicar. Dei aquela dura dizendo que não era irmão dela pra ser repreendido por uma coisa tão idiota, e que tudo isso me faz repensar na relação, pois se com 1 ano está assim, imagina mais pra frente... Só isso já foi suficiente. Abaixar a cabeça e aceitar isso como "ah...é o jeito dela", nunca fiz. Da mesma forma que eu não aceito que ela me trate mal e bote a culpa na TPM.
Resumindo: esse 1 ano foi importante na minha vida pois aprendi muitas coisas que não seria capaz sozinho. Aprendi na prática o que é uma mulher, com seus defeitos e qualidades. Isso pode parecer descartável pra quem pensa em viver solteiro e a base de prostitutas. Repeito, mas acredito que mesmo assim é fundamental como ferramenta de desenvolvimento pessoal você se relacionar por bastante tempo com alguem. Aprendi por exemplo como é lidar com uma família tradicional. Aprendi a ser mais sociavel. Aprendi a lidar com problemas nunca antes vividos por mim. E é por isso que eu sempre aconselho os confrades a se relacionarem com uma mulher (eu disse mulher, e não vadias) como forma de experiência de vida. Ficar só se baseando em relatos de outras pessoas é deixar de viver sua própria vida. Dificilmente você lerá um relato de uma relação que deu certo, e é obvio que ficar sabendo somente das relações que não deram certo tornará sua visão sobre os relacionamentos muito polarizada. Não estou dizendo que a minha relação já deu certo, mas tem dado até então. Obvio que amanha tudo poderá dar errado, e mesmo assim sairei de cabeça erguida por tudo que aprendi, e com certeza estarei aqui para relatar isso.
Recentemente fizemos 1 ano de namoro. Confesso que estou surpreso com o desenrolar da relação. As coisas estão indo muito bem. A aliança não mudou em nada o comportamento dela (pelo menos não pra pior). Algumas coisas melhoraram significamente, acredito que muito disso se deva à minha pressão. Tenho certeza também que o fato de ela me ver como um troféu a motiva a sempre melhorar fisicamente (nutricionista mensalmente, depilação a laser, academia, corridas) e mentalmente (pós-graduação, ingles). Ela realmente está se esforçando para estar ao meu patamar, digamos assim. Nesse quesito eu só tenho a elogiar, e novamente confesso que estou surpreso.
Em relação à família: o pai melhorou muito sua relação comigo. Na casa dela eu topo tudo no que diz respeito a ajuda. Recentemente teve uma festa e eu ajudei desde o início (preparativos) até o pós-festa (lavar louça, limpar tudo). Mas eu sou recompensado de diversas formas. Eles compram a cerveja que eu gosto, inclusive me servem. Até os amigos mais chegados do sogro ficam zuando ele, e na frente deles eu sou defendido, coisas do tipo "ele merece, ele é parceirão". Além disso, fico a par de todos os conflitos da familia. Eles não me escondem nada. A mãe dela já é mais complicada, tem muito mais receio de se abrir. Mas percebi que isso é caracteristica dela, não é nada pessoal comigo. Aquela questão de eu dormir com ela enquanto estiver por lá não foi resolvida, mas graças aos conselhos dos confrades, eu entendi os motivos deles e hoje isso não me incomoda mais, nem tocamos mais no assunto.
Alguns pontos interessantes: realmente o sexo vai perdendo a graça conforme o tempo, e apesar dela estar se esforçando muito na cama, não consigo deixar de pensar em outras mulheres. E olha que eu só a vejo 3x por semana em média. É algo instintivo e não tem como evitar. Outro ponto que vale a pena citar é que a mania dela de querer mandar em tudo e em todos vem me incomodando cada vez mais. Certa vez ela reclamou feio que eu peguei o prato X ao invés do Y na hora de comer, como se eu fosse uma criança. Dei aquele gelo quase que automatico, e algumas horas depois ela veio querer paparicar. Dei aquela dura dizendo que não era irmão dela pra ser repreendido por uma coisa tão idiota, e que tudo isso me faz repensar na relação, pois se com 1 ano está assim, imagina mais pra frente... Só isso já foi suficiente. Abaixar a cabeça e aceitar isso como "ah...é o jeito dela", nunca fiz. Da mesma forma que eu não aceito que ela me trate mal e bote a culpa na TPM.
Resumindo: esse 1 ano foi importante na minha vida pois aprendi muitas coisas que não seria capaz sozinho. Aprendi na prática o que é uma mulher, com seus defeitos e qualidades. Isso pode parecer descartável pra quem pensa em viver solteiro e a base de prostitutas. Repeito, mas acredito que mesmo assim é fundamental como ferramenta de desenvolvimento pessoal você se relacionar por bastante tempo com alguem. Aprendi por exemplo como é lidar com uma família tradicional. Aprendi a ser mais sociavel. Aprendi a lidar com problemas nunca antes vividos por mim. E é por isso que eu sempre aconselho os confrades a se relacionarem com uma mulher (eu disse mulher, e não vadias) como forma de experiência de vida. Ficar só se baseando em relatos de outras pessoas é deixar de viver sua própria vida. Dificilmente você lerá um relato de uma relação que deu certo, e é obvio que ficar sabendo somente das relações que não deram certo tornará sua visão sobre os relacionamentos muito polarizada. Não estou dizendo que a minha relação já deu certo, mas tem dado até então. Obvio que amanha tudo poderá dar errado, e mesmo assim sairei de cabeça erguida por tudo que aprendi, e com certeza estarei aqui para relatar isso.

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