03-11-2014, 12:01 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 03-11-2014, 12:12 AM por Búfalo.)
Por Dr. David Ley
Defensores populares da antipornografia como YourBrainonPorn e o grupo chamado Fight The New Drug argumentam que o uso da pornografia é um problema de saúde pública, não uma questão de liberdade de expressão. Essas pessoas muitas vezes afirmam que se as pessoas e a sociedade tivessem ideia do dano que o uso de pornografia estaria causando aos nossos cérebros, que nós o regularíamos isso em nós no acesso público que é permitido.
Nos últimos anos, esses argumentos baseados em medo invocam frequentemente jargões sobre efeitos no cérebro e disparam para todos os lados termos como explosões de dopamina e dessensibilização para descrever o que supostamente acontece no cérebro de pessoas que assistem muita pornografia. A ciência do cérebro está na moda atualmente e chama a atenção começar a usar jargões sobre o cérebro e neurociência em argumentos porque soa tão ridiculamente convincente e científico. O problema é que há uma extrema escassez de pesquisa que realmente considere o cérebro e os comportamentos das pessoas que usam a pornografia, e nenhuma pesquisa experimental qualitativa que tenha analisado os cérebros daqueles supostamente viciados em pornografia. Então, todos esses argumentos são teorias e baseados em retórica, inferências e aplicação de resultados de outras pesquisas para tentar explicar os comportamentos sexuais.
Defensores populares da antipornografia como YourBrainonPorn e o grupo chamado Fight The New Drug argumentam que o uso da pornografia é um problema de saúde pública, não uma questão de liberdade de expressão. Essas pessoas muitas vezes afirmam que se as pessoas e a sociedade tivessem ideia do dano que o uso de pornografia estaria causando aos nossos cérebros, que nós o regularíamos isso em nós no acesso público que é permitido.
Nos últimos anos, esses argumentos baseados em medo invocam frequentemente jargões sobre efeitos no cérebro e disparam para todos os lados termos como explosões de dopamina e dessensibilização para descrever o que supostamente acontece no cérebro de pessoas que assistem muita pornografia. A ciência do cérebro está na moda atualmente e chama a atenção começar a usar jargões sobre o cérebro e neurociência em argumentos porque soa tão ridiculamente convincente e científico. O problema é que há uma extrema escassez de pesquisa que realmente considere o cérebro e os comportamentos das pessoas que usam a pornografia, e nenhuma pesquisa experimental qualitativa que tenha analisado os cérebros daqueles supostamente viciados em pornografia. Então, todos esses argumentos são teorias e baseados em retórica, inferências e aplicação de resultados de outras pesquisas para tentar explicar os comportamentos sexuais.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)
: Eu ví uma palestra dele no YouTube e já ví ele discutindo na Internet. Quando encurralado numa discussão, ele se contradiz direto. O que ele diz num instante, instantes seguintes ele diz outra coisa, totalmente diferente, para embasar a sua teoria.
. Mas para um indivíduo buscar pornografia na internet, este indivíduo tem que ter desejo por sexo, tem que demandar sexo. Tem que estar a libido ativada. Libido que ele saceia com a pornografia e a masturbação. Eu tenho notado que quando eu não penso em sexo, quando eu tô focado em outras coisas, eu não busco pornografia, fico dias e até semanas sem ver pornografia. E nunca tive sintomas de abstinência por ficar sem pornografia e sem sexo (como o Paul Elam disse, para que alguma coisa seja vício como uma droga ou alcool, é preciso que o usuário tenha dependência física, ou seja, tenha sintomas de abstinência na ausência do vício). O cara vem dizer que pornografia na internet não tem nada a ver com o desejo sexual? Ele chega a dizer até que comida é um vício. É um vigarista completo.


