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Fórum do Búfalo Desenvolvimento Pessoal Finanças [DISCUSSÃO] Carga tributária x Empreendedorismo
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[DISCUSSÃO] Carga tributária x Empreendedorismo
Offline Mc_lovin
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#21
27-09-2013, 12:44 AM
Se eu fosse empresário, com certeza iria dar um jeito de sonegar impostos...FODA-SE o governo.
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Offline Miguel
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#22
27-09-2013, 01:39 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 27-09-2013, 01:40 AM por Miguel.)
John, isso é uma rede de empreendimentos que usam da mesma reserva para se manter, criando uma especia de "bolha" ou "proteção" que você mesmo colocou como "contenção". Assim se um empreendimento não está gerando lucro momentaneamente, seja por diversos fatores, outro que está indo bem, acaba segurando a manutenção de outro e criando uma nova oportunidade para o investimento durar mais tempo e ver se vai gerar lucro.

Interessante.
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Offline Unknown
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#23
27-09-2013, 10:48 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 27-09-2013, 10:50 AM por Unknown.)
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

Observação: faz algum tempo que não acompanho essa novela. Os estados/união estavam brigando na Justiça para que não fossem obrigados a aceitar os precatórios como pagamento. Pelo que me consta perderam e a prática continua sendo feita.

Não sabia dessa prática dos títulos Mister.M

Aqui a prática mais comum é pagar uma porcentagem do valor ao fiscal ou a cadeia de comando para dar baixa na dívida.

Vou estudar mais sobre isso, me deu idéias...

[Imagem: myles-avatar-awesome-face.png_100.jpeg]

Obrigado!
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Offline Angelo Henrique
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#24
27-09-2013, 11:16 AM
Excelente tópico, vou ler com calma e depois contribuo.

Mas adianto que na minha visão sobre a matéria, há uma regra básica: quanto maior a empresa, sua movimentação e pessoas envolvidas; mais difícil é sonegar.

Aliás, se a empresa tomar proporções maiores, é extremamente prejudicial ao próprio empresário que exista sonegação, pois seus subordinados podem (leia-se irão) tirar proveito de você empresário. Ou seja, haverá operações em caixa 3.

Sonegar só da certo se o dono do negócio tem controle absoluto de tudo, o que nem sempre é possível. Já vi muitas empresas quebrarem com essa prática.
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Offline Angelo Henrique
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#25
27-09-2013, 11:19 AM
a propósito....

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Offline Angelo Henrique
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#26
27-09-2013, 11:53 AM
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

Observação: faz algum tempo que não acompanho essa novela. Os estados/união estavam brigando na Justiça para que não fossem obrigados a aceitar os precatórios como pagamento. Pelo que me consta perderam e a prática continua sendo feita.


Mr. M

Essa prática era bastante usada em execuções fiscais, como exposto, faz sentido, e rendeu muito dinheiro para muita gente.

Mas como na área tributária não existe milagre o poder judiciário, está coibindo a prática, pois, vem causando abalo no caixa dos governos.

Os títulos podres estão sendo recusados pelos exequentes, inclusive os que os próprios governos emitiram, pura demagogia, isso tudo é claro, com a chancela do poder judiciário.

Explico.

Quando se propõe uma ação fiscal, e o devedor, intimado a quitar não realiza o pagamento, inicia-se os atos expropriatórios dos bens do devedor.

E, segundo o Art. 655 do CPC a penhora obedecerá a seguinte ordem: i - dinheiro ou aplicação; ii - veículos de via terrestre; iii - bens móveis em geral; iv - bens imóveis (...) somente no item ix - títulos da união etc.

Na prática, o credor não aceita os títulos podres eventualmente oferecidos e solicita a observação do Art. 655 do CPC.

Quando você menos espera os caras fazem uma busca nas contas bancárias da empresa, chamada de BacenJud, e tiram tanto quanto for necessário para pagar a dívida.

Se tirar o seu capital de giro, acaba com o oxigênio da empresa.

No fim das contas a prática de "títulos podres" é quase inviável.
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#27
27-09-2013, 12:22 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 27-09-2013, 12:22 PM por INVESTIDOR.)
Recomendo ler

http://pge-sp.jusbrasil.com.br/noticias/...-pge-sefaz
O peixe morre pela boca, o homem pela pica - INVESTIDOR
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#28
27-09-2013, 12:39 PM
(26-09-2013, 09:12 PM)TheShowOFF Escreveu: Pois é.

Eu estava pensando no segmento de roupinhas/calçados e brinquedos para bebês ,pois me parece um mercado inesgotável visto que nascem bebês todos os dias, mas ai me lembrei que os impostos sobre o comércio é realmente mais bruto.

Ter "contatos" nesse pais é um fundamental, quem busca ser honesto e beç pagador só se fode.

Confrade ser tu for abrir loja física. Cuidado com o ponto que tu escolhe, pois ele é primordial.
Sobre a carga tributária se informe com um contador que faça contabilidade de grandes lojas, pois ele tem atributos para se evadir da carga que seria imposta.
Fique atento com o publico alvo pois no seu ramo o publico alvo é muito chato, conheço alguns contato na parte de sapatos de bebe que podem te ajudar.
Se concentre no hoje e faça seu nome.
Pois somente o que é relevante hoje será a história de amanha.
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#29
27-09-2013, 12:45 PM
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

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Compra de precatórios para pagar dívidas, salvo melhor juízo, acabou já. Isso era de uma emenda constitucional que permitiu pagar dívida com precatório, só que hoje em dia os precatórios dessa emenda já foram quase todos usados...

Não manjo muito da área, mas se não me engano foi o que o professor me falou. Algum tributarista aí que me corrija se eu tiver falado merda.
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#30
27-09-2013, 12:49 PM
(27-09-2013, 10:48 AM)John Reese Escreveu:
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

Observação: faz algum tempo que não acompanho essa novela. Os estados/união estavam brigando na Justiça para que não fossem obrigados a aceitar os precatórios como pagamento. Pelo que me consta perderam e a prática continua sendo feita.

Não sabia dessa prática dos títulos Mister.M

Aqui a prática mais comum é pagar uma porcentagem do valor ao fiscal ou a cadeia de comando para dar baixa na dívida.

Vou estudar mais sobre isso, me deu idéias...

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Obrigado!

Existe já todo um mercado de precatórios, mas se não em engano hoje quase nao existe mais os do tipo que você pode pagar a dívida co ele, apenas os normais que você apenas pode usar como garantia para discutir a dívida (quando você recebe uma execução fiscal, para pdoer discutir, tem que depositar o valor antes numa conta judicial, usando um precatório, por exemplo, em vez de ter que deixar 1 milhão imobilizado você compra um precatório de 1 milhão por 100 mil e imobiliza apenas 100 mil do seu capital naquele discussão).

Lembrando que to puxando coisas da memória das aulas (e de uns problemas familiares que já pesquisei e ajudei a resolver) pois não trabalho com isso e eu, sinceramente, empurro a faculdade com a barriga e só entendo decentemente da área com a qual trabalho.
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Offline Gustavo Felicio
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#31
27-09-2013, 12:51 PM
Dependendo do ramo uma alternativa interessante e o registro como microempreendedor.
Dependendo tbm do estado o sebrae da cursos e cunsoltoria.
Aqui no PR se vc fizer um curso do sebrae o governo estadual te libera uma linha de crédito com juros bem baixos e até carência se não me engano
"Não existe almoço grátis"
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Offline Meroplâncton
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#32
27-09-2013, 12:51 PM
(27-09-2013, 11:53 AM)Angelo Henrique Escreveu:
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

Observação: faz algum tempo que não acompanho essa novela. Os estados/união estavam brigando na Justiça para que não fossem obrigados a aceitar os precatórios como pagamento. Pelo que me consta perderam e a prática continua sendo feita.


Mr. M

Essa prática era bastante usada em execuções fiscais, como exposto, faz sentido, e rendeu muito dinheiro para muita gente.

Mas como na área tributária não existe milagre o poder judiciário, está coibindo a prática, pois, vem causando abalo no caixa dos governos.

Os títulos podres estão sendo recusados pelos exequentes, inclusive os que os próprios governos emitiram, pura demagogia, isso tudo é claro, com a chancela do poder judiciário.

Explico.

Quando se propõe uma ação fiscal, e o devedor, intimado a quitar não realiza o pagamento, inicia-se os atos expropriatórios dos bens do devedor.

E, segundo o Art. 655 do CPC a penhora obedecerá a seguinte ordem: i - dinheiro ou aplicação; ii - veículos de via terrestre; iii - bens móveis em geral; iv - bens imóveis (...) somente no item ix - títulos da união etc.

Na prática, o credor não aceita os títulos podres eventualmente oferecidos e solicita a observação do Art. 655 do CPC.

Quando você menos espera os caras fazem uma busca nas contas bancárias da empresa, chamada de BacenJud, e tiram tanto quanto for necessário para pagar a dívida.

Se tirar o seu capital de giro, acaba com o oxigênio da empresa.

No fim das contas a prática de "títulos podres" é quase inviável.

Confrade, mas a execução fiscal não é regida pela lei de execução fiscal aplicando o cpc apenas subsdiariamente? e se nao me engano o artigo da LEF não menciona ordem de preferencia nenhuma, apenas menciona que pdoe ser pago/garantido com tal e tal coisa.

De fato, o judiciario é um coco mancomunado com o governo dando decisões absurdas anti-contribuinte para manter a máquina publica destruindo a economia do país.
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(27-09-2013, 12:44 AM)Mc_lovin Escreveu: Se eu fosse empresário, com certeza iria dar um jeito de sonegar impostos...FODA-SE o governo.

Sonegar pode ser ilegal. Mas imoral com certeza não é. Vai de querer ou não assumir o risco.

É como se nazistas skinheads dominassem o país e criassem campos de concentração para os negros e fosse crime ajudar os negros a fugirem ou se esconderem.

O cara que ajudar está errado? Não, ele pode estar agindo de forma ilegal, mas com certeza não é imoral. As pessoas tem que aprender a separar isso, esse amor pelo estado e culto ao "papai" estado é extremamente nefasto.
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27-09-2013, 01:08 PM
(27-09-2013, 12:49 PM)Meroplâncton Escreveu:
(27-09-2013, 10:48 AM)John Reese Escreveu:
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

Observação: faz algum tempo que não acompanho essa novela. Os estados/união estavam brigando na Justiça para que não fossem obrigados a aceitar os precatórios como pagamento. Pelo que me consta perderam e a prática continua sendo feita.

Não sabia dessa prática dos títulos Mister.M

Aqui a prática mais comum é pagar uma porcentagem do valor ao fiscal ou a cadeia de comando para dar baixa na dívida.

Vou estudar mais sobre isso, me deu idéias...

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Obrigado!

Existe já todo um mercado de precatórios, mas se não em engano hoje quase nao existe mais os do tipo que você pode pagar a dívida co ele, apenas os normais que você apenas pode usar como garantia para discutir a dívida (quando você recebe uma execução fiscal, para pdoer discutir, tem que depositar o valor antes numa conta judicial, usando um precatório, por exemplo, em vez de ter que deixar 1 milhão imobilizado você compra um precatório de 1 milhão por 100 mil e imobiliza apenas 100 mil do seu capital naquele discussão).

Lembrando que to puxando coisas da memória das aulas (e de uns problemas familiares que já pesquisei e ajudei a resolver) pois não trabalho com isso e eu, sinceramente, empurro a faculdade com a barriga e só entendo decentemente da área com a qual trabalho.

O Problema é que já deixei de entrar em grandes investimentos por causa da alta carga tributária, não sou bem um especialista no assunto, tenho consultoria especializada e onde posso procuro aprender

Vou te dar um exemplo, para a questão da importação para poder fugir da alta carga de impostos no brasil que em alguns casos ultrapassam 60%, Mantenho em conjunto com alguns "amigos", um escritório em miami e um escritório no uruguai, ou seja, é algo muito complexo, mas são manobras que temos que fazer para poder operar no mercado.

Infelizmente não posso detalhar aqui.

Mas para fugir da tributação brasileira é algo muito complicado, já cheguei a montar estrutura completa de um negócio e desmontar na mesma semana e desistir pois com a tributação não ia dar pra ter diferencial em preço e competir, a perspectiva não era boa.

Mas curiosamente outras empresas em pouco tempo decolaram e pouco tempo depois com a devida investigação pude perceber o porque.
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#35
27-09-2013, 01:35 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 27-09-2013, 01:37 PM por INVESTIDOR.)
Devido ao Mercosul certo?

exemplo

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Muitos investidores (estrangeiros) aplicam dinheiro no brasil através do investimento direto estrangeiro - IDE
Para fugir o IOF e demais impostos...

Montam um estrutura aqui, a pratica é legal e burlam o fisco...
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#36
27-09-2013, 01:40 PM
(27-09-2013, 01:35 PM)INVESTIDOR Escreveu: Devido ao Mercosul certo?

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#37
27-09-2013, 03:25 PM
(27-09-2013, 01:40 PM)John Reese Escreveu:
(27-09-2013, 01:35 PM)INVESTIDOR Escreveu: Devido ao Mercosul certo?

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Podem aprofundar uma pouco mais nos assunto,mesmo em sentido figurado ou me mandar uma mp.

Fico agradecido
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#38
27-09-2013, 03:26 PM
(27-09-2013, 01:40 PM)John Reese Escreveu:
(27-09-2013, 01:35 PM)INVESTIDOR Escreveu: Devido ao Mercosul certo?

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Fico agradecido
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#39
27-09-2013, 03:40 PM
(27-09-2013, 03:26 PM)rrsupremo Escreveu:
(27-09-2013, 01:40 PM)John Reese Escreveu:
(27-09-2013, 01:35 PM)INVESTIDOR Escreveu: Devido ao Mercosul certo?

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Sim, isso mesmo investidor.

Podem aprofundar uma pouco mais nos assunto,mesmo em sentido figurado ou me mandar uma mp.

Fico agradecido

Essa parte é um assunto um pouco alheio ao objetivo do fórum, mas me mande um mp, podemos conversar melhor sobre isso.

Esse final de semana vou ver se consigo responder os mp's pendentes.
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Offline Angelo Henrique
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#40
27-09-2013, 03:42 PM
(27-09-2013, 12:51 PM)Meroplâncton Escreveu:
(27-09-2013, 11:53 AM)Angelo Henrique Escreveu:
(27-09-2013, 12:09 AM)Mister.M Escreveu: Pois é confrades,

Empreender no Brasil é uma tarefa árdua.

E ainda tem esquerdistas que só querem te fuder mais e mais. Mas esquecem do emprego e renda que um cara CORAJOSO E BATALHADOR gera com sua micro ou pequena empresa.

Infelizmente os pequenos empreendedores não tem acesso a consultoria contábil e tributária de qualidade, pois estes serviços são muito caros.

Mas, via de regra, um bom planejamento fiscal (elisão) pode proporcionar uma diminuição considerável da carga tributária e te tornar mais competitivo, sem sonegar.

Na "pior" das hipóteses, sonegue mesmo, mas tente ser discreto pelo menos. Nesse caso, pelo que me recordo agora, salvo engano, o pagamento do débito tributário extingue a punibilidade.

Ou seja, é crime, mas se você pagar ta tudo certo.

Para isso existem os REFIS da vida (programa da parcelamento de passivo tributário) em que o estado abre as pernas, isenta de multa e juros, parcela a perder de vista, etc.

Além disso, muitas empresas lucram GERANDO impostos. Incrível, não?

Prefiro não citar o nome para não me comprometer, mas é uma grande rede aqui no SUL. ALiás, isso não é novidade, muitas empresas fazem isso.

Você emite notas, gera imposto, e deixa tudo sem pagar. Quando for ajuízada uma execução fiscal contra sua empresa, você paga com precatórios (titulos "podres" do governo") que são vendidos com muito deságio no mercado paralelo.

Exemplo: Gerou R$ 1.000.000,00 (um milhão) de ICMS
Você paga R$ 100.000,00 (cem mil) por um título que o governo do estado emitiu em que ele próprio reconhece uma dívida de R$ 1.000,000,00 com um zézinho qualquer.
Resultado: Você paga Um milhão de reais de imposto gastando apenas cem mil reais. (economia de 900 mil)

Essa rede faliu concorrente vendendo produtos quase a preço de custo, "lucrando" com o valor do imposto que deixou de pagar.

Sem falar na grande quantidade de título "pobre" falsificado, emitido sabbe-se lá quando, e que muitos Juízes/Tribunais acabam convalidando na justiça.

Mas acredito que a dica maior é : Não seja 100% correto, não faça tudo de acordo com que o governo quer e impõe, ou você fechará as portas.

Observação: faz algum tempo que não acompanho essa novela. Os estados/união estavam brigando na Justiça para que não fossem obrigados a aceitar os precatórios como pagamento. Pelo que me consta perderam e a prática continua sendo feita.


Mr. M

Essa prática era bastante usada em execuções fiscais, como exposto, faz sentido, e rendeu muito dinheiro para muita gente.

Mas como na área tributária não existe milagre o poder judiciário, está coibindo a prática, pois, vem causando abalo no caixa dos governos.

Os títulos podres estão sendo recusados pelos exequentes, inclusive os que os próprios governos emitiram, pura demagogia, isso tudo é claro, com a chancela do poder judiciário.

Explico.

Quando se propõe uma ação fiscal, e o devedor, intimado a quitar não realiza o pagamento, inicia-se os atos expropriatórios dos bens do devedor.

E, segundo o Art. 655 do CPC a penhora obedecerá a seguinte ordem: i - dinheiro ou aplicação; ii - veículos de via terrestre; iii - bens móveis em geral; iv - bens imóveis (...) somente no item ix - títulos da união etc.

Na prática, o credor não aceita os títulos podres eventualmente oferecidos e solicita a observação do Art. 655 do CPC.

Quando você menos espera os caras fazem uma busca nas contas bancárias da empresa, chamada de BacenJud, e tiram tanto quanto for necessário para pagar a dívida.

Se tirar o seu capital de giro, acaba com o oxigênio da empresa.

No fim das contas a prática de "títulos podres" é quase inviável.

Confrade, mas a execução fiscal não é regida pela lei de execução fiscal aplicando o cpc apenas subsdiariamente? e se nao me engano o artigo da LEF não menciona ordem de preferencia nenhuma, apenas menciona que pdoe ser pago/garantido com tal e tal coisa.

De fato, o judiciario é um coco mancomunado com o governo dando decisões absurdas anti-contribuinte para manter a máquina publica destruindo a economia do país.


[2]

É exatamente isso, o judiciário quer ver resultado, passam por cima da LEF, do CPC, CC, da CF.
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