06-01-2014, 05:46 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 06-01-2014, 05:48 PM por Wild.)
Pois é, para mm hoje é mais do que óbvio. Pena que eu demorei um pouco pra poder aprender isso, se fosse há alguns anos, hoje talvez eu fosse muito mais maduro. Devia ter seguido mais o meu pai, levado ele à sério mais vezes.
Isso por que, num lar como o meu, onde há duas forças opostas, onde um diz e o outro desdiz, um manda outro demanda, um faz outro desfaz, é mais fácil tender para o lado que mais agradar (aqui, sendo irresponsável seguindo o lado maternal) ou então ter ficado no meio do fogo cruzado entre os dois, como eu fiquei.
Chato quando isso acontece, a falta de uma única direção, um único comando de autoridade quase destruiu minha família aqui várias vezes, acho que isso ainda tá longe de acabar. Depois vou fazer um mini-relato sobre isso. Ainda bem que tenho um pai vivo, extremamente justo, racional e inteligente. Não há dúvidas aqui em quem deve ser a voz que representa a casa.
Agora, indo ao pior dos casos...
A falta de uma figura paterna causa (ou ao menos aumenta a chance de causar) ao jovem uma formação psicológica deficiente. O jovem se tornará agressivo, inseguro, se não tiver um norteador moral que tenha autoridade na casa. E ainda não terá um modelo ideal de masculinidade pra se guiar, o que também é problema sério. Ou seja, o cara já se tornaria homo/bi em potencial.
E mesmo supondo que a mãe tenha pleno controle, domínio, liderança e autoridade necessários, essa mãe solteira ainda teria que trabalhar pra sustentar o jovem, e ele seria criado pelo mundo invariavelmente, senão por algum parente. Mesmo assim o jovem seria desequilibrado, pois a imagem de mãe protetora, delicada, que se dedica aos seus filhos é totalmente oposta a da mulher vendida pelo feminazismo.
Isso por que, num lar como o meu, onde há duas forças opostas, onde um diz e o outro desdiz, um manda outro demanda, um faz outro desfaz, é mais fácil tender para o lado que mais agradar (aqui, sendo irresponsável seguindo o lado maternal) ou então ter ficado no meio do fogo cruzado entre os dois, como eu fiquei.
Chato quando isso acontece, a falta de uma única direção, um único comando de autoridade quase destruiu minha família aqui várias vezes, acho que isso ainda tá longe de acabar. Depois vou fazer um mini-relato sobre isso. Ainda bem que tenho um pai vivo, extremamente justo, racional e inteligente. Não há dúvidas aqui em quem deve ser a voz que representa a casa.
Agora, indo ao pior dos casos...
A falta de uma figura paterna causa (ou ao menos aumenta a chance de causar) ao jovem uma formação psicológica deficiente. O jovem se tornará agressivo, inseguro, se não tiver um norteador moral que tenha autoridade na casa. E ainda não terá um modelo ideal de masculinidade pra se guiar, o que também é problema sério. Ou seja, o cara já se tornaria homo/bi em potencial.
E mesmo supondo que a mãe tenha pleno controle, domínio, liderança e autoridade necessários, essa mãe solteira ainda teria que trabalhar pra sustentar o jovem, e ele seria criado pelo mundo invariavelmente, senão por algum parente. Mesmo assim o jovem seria desequilibrado, pois a imagem de mãe protetora, delicada, que se dedica aos seus filhos é totalmente oposta a da mulher vendida pelo feminazismo.


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