05-12-2013, 09:35 PM
Citar:Em tempos de luta em prol da igualdade de gêneros mais uma decisão que merece uma atenção especial. Já discuto em sala de aula o motivo da não difusão do anticoncepcional masculino inventado por Elcimar Coutinho, o que me causou bastante espanto. O motivo na época foi a ação do movimento feminazi que alegou que o direito de escolher o momento de ter o filho caberia apenas às mulheres. Desde então reafirmo sempre que tenho oportunidade que a luta deve ser pela igualdade, jamais pelo privilégio de um gênero em detrimento do outro.
Desta vez, o aplicativo deniminado Lulu permite que as mulheres avaliem o desempenho sexual dos homens, qualquer semelhança com a trilha de "sucesso" da garota de programa Bruna Surfistinha NÃO é mera coinscidência! Afinal de contas, qual o tipo de mulher que se prestaria ao papel de exibir tal comportamento? Pelo visto, se for de maneira anônima como permite o aplicativo, muitas! Mais óbvia ainda era a certeza de que surgiria uma versão para os homens, os mesmos de caráter duvidosos que entrariam para expor, caluniar e difamar muitas mulheres. A surpresa é uma determinação judicial tirar do ar a versão masculina e continuar a permitir a feminina. Como assim?? Falar das mulheres é ofensivo, mas falar dos homens não? Reitero que esse feminazismo as avessas é bastante perigoso, pois afasta o ideal de igualdade que um dia imaginei ser possível entre os humanos.
Alguem do face escreveu!

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