18-10-2013, 11:59 PM
(18-10-2013, 10:52 PM)John Reese Escreveu:(18-10-2013, 10:18 PM)Riven Escreveu: @Reese
A palavra que vc procura não seria alienada?
Em comparação com outras meninas da idade dela, essa seria a palavra, "alienada" atribuída com frequência a pessoas da igreja que ela frequentava.
Mas eu prefiro não utilizar essa palavra pois eu compreendo o porque dela ser assim.
Ela viveu "separada" da sociedade por influencia da doutrina da igreja, se abstendo de amizades, diversão fora do ambiente da igreja.
Isso a fez ficar parada no tempo, ou seja, não desenvolveu um lado obscuro.
Ela estava presa em uma situação que mais tarde seria prejudicial a ela, mas não deixava por vontade própria porque se absteve do mundo e ali ela estava em seu "circulo social"
Só que o tempo passou, algumas amigas dela deixaram a igreja, se casaram, outras casaram com destacados da igreja ou da hierarquia e evoluíram, e isso não estava acontecendo com ela.
Outras envelhecendo sem ninguém as querer.
E aquele pensamento de E EU???
Mesmo assim ela estava presa de uma prisão sem grades como um prisioneiro que passou a vida inteira na cadeia e no fim de sua vida ganha o alvará de soltura mas não quer deixar a prisão porque não conhece o mundo como ficou depois de tanto tempo e acha que não terá lugar nele.
Só que nossos caminhos se cruzaram e eu vi nela o que ninguém mais veria, pois ela estava escondida atrás de uma menina sem graça.
Com um misto de interesse e desinteresse, usei a formula perfeita e acabei me tornando a única oportunidade que ela teria de escapar desta prisão, porém, ela viu a oportunidade escapando entre os dedos quando a amiga dela se aproximou de mim.
Ali ela percebeu que se não agarrasse a oportunidade naquele momento a amiga dela agarraria e isso foi determinante para que ela se entregasse a mim por completo naquela noite.
A princípio, meu interesse era sexo, o controle, o jogo e toda a engenharia envolvida.
Mas com o tempo percebi a ausência de influencia ruim, lado obscuro praticamente inexistente até então ela acabou se tornando excelente companhia e por ser tudo novidade, ela se esforça para me agradar, para me dar sexo de qualidade.
Ela se esforçou pra esconder esse sentimento que ela tinha por mim porque no fundo ela sabia que se ela expressasse esse sentimento nesta relação com objetivo subliminar, iria parecer interesse por parte dela e naturalmente qualquer iniciativa teria que vir de minha parte.
Ela não se apaixonou por mim agora, ela está apaixonada desde a primeira semana que nos conhecemos e todos os sinais e marcadores de comportamento mostram isso.
Confrade, na minha concepção de lado obscuro, ele é inerente à mulher. Ele não é desenvolvido socialmente. Ele vem "pronto" do instinto reprodutivo dela, a hipergamia e o utilitarismo. O que pode acontecer é o isolamento social causar a não manifestação desse lado obscuro, mas que ele está lá, está, e nada impede que ele venha a se manifestar, na verdade, tendo em vista que ela saiu do meio que a mantinha socialmente isolada, o lado obscuro agora tenderá a se pronunciar.
Lógico, não sou nenhum Nessahan, mas essa é a minha interpretação dos escritos do Grande Mestre.

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