28-05-2013, 07:10 PM
(28-05-2013, 01:34 PM)Free Bird Escreveu:(28-05-2013, 01:32 PM)Professor Escreveu: Os gays gastam muito nas baladas e dão lucro pros empresários da noite. Certamente esse moleque apanhou porque fez alguma coisa: desrespeitou outros clientes, algum funcionário ou tirou onda com o segurança. Pode também ser algum ladrãozinho de celular, carteira ou algo assim.E por que você ia tirar satisfação com ela afinal?
O problema é que existem "categorias" acima das leis ou padrões éticos e morais. Pivetes, gays e lésbicas, principalmente, podem "aprontar" na noite o quanto quiser que os seguranças, garçons, etc, não fazem nada para não serem acusados de discriminação.
Uma vez eu estava num barzinho com minha mulher, estávamos só eu e ela na mesa e, detalhe, nós usamos alianças. Então qualquer um vê que somos casados. Ela foi no banheiro e voltou dizendo que uma coroa sapata (que estava numa mesa perto da nossa) a abordou e pediu telefone e talz. Eu fiquei puto, encarei a sapata que fez uma cara de cú como se não tivesse feito nada, mas graças a Deus tive sangue frio pra pagar a conta e sair. Se eu fosse tirar satisfação com a sapata ia dar merda no bar porque certamente ela iria inventar alguma mentira e eu iria ser acusado de homofóbico. É difícil a vida de um búfalo nessa sociedade de merda.
Sugiro dar uma lidinha rápida nesse texto o mais rápido que puder e adaptar um pouco a tua realidade, vendo o que dá pra aproveitar.
http://doutrinador.net/2011/10/17/homem-...de-guarda/
Confrade, eu já conhecia este texto do Doutrina e concordo com ele. Mas acho que você não entendeu a situação. O doutrina fala de mulheres que dão abertura para outros homens (trocam olhares, se vestem como vadias, dançam e se exibem no meio do bar, etc), o que não tem nada a ver com o caso que relatei. Primeiro: minha mulher não deu nenhuma abertura pra sapatona. Segundo: era evidente que somos casados. Terceiro: minha mulher não se vestia como vadia, nem se exibiu dançando nem porra nenhuma. Nós estávamos na nossa mesa conversando apenas entre nós. Eu sinceramente acho que a sapatona se aproveitou do fato que lésbicas hoje em dia são intocáveis para sair atirando pra qualquer lado e se colar, colou.
Nenhum marido, sabendo que sua mulher não provocou nada, aceitaria que um cara pedisse o telefone dela na cara dura, sendo que esse cara sabe que ela está acompanhada do marido. Mesmo que a minha mulher desse um todo no cara eu iria lá dizer pra ele que ele é um merda desonrado. Como foi uma sapatona, eu me segurei porque sabia que ela iria inverter a história e dizer que eu não aceitava ver uma lésbica no bar, etc.
E tem mais: a minha mulher ficou tão surpresa e assustada com a abordagem que voltou correndo pra mesa, não deu pra ela se refazer e dar um toco na sapatona.
Enfim, foi uma situação muito diferente daquela que o Doutrina fala.

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