26-05-2013, 02:18 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 26-05-2013, 02:42 PM por Rider.)
EXPECTATIVAS vs. RESULTADOS
Mark Richardson do site Oz Conservative explica a linha de pensamento das mulheres que perderam a oportunidade de ter filhos em seus post Nós achávamos que podíamos adiar a decisão indefinidamente.
"Não é que essas mulheres rejeitaram inteiramente a ideia de serem mães, mas sim que eles não foram ativamente atrás dela – elas assumiram que isso era algo que simplesmente iria acontecer em algum ponto indefinido do seu futuro."
As mulheres em questão são britânicas carreiristas com mais de 40 anos citadas num artigo do Daily Mail. Elas sempre assumiram que ‘teriam tudo’: casamento, seriam mães, e teriam uma carreira, mas a parte ‘ser mães’ acabou ficando além do seu alcance. É o oposto exato do que a feminazi de 55 anos Elsa Walsh descreveu no seu artigo no Washington Post, Porque as mulheres devem aceitar uma vida 'boa o suficiente'. Walsh pensou que teria que fazer grandes sacrifícios para poder saciar o seu feminazismo:
“... quando eu entrei na Universidade da Califórnia em Berkeley em 1975, eu acreditava em três verdades: nunca me casaria. Nunca teria filhos. E eu iria ter um emprego interessante, como escritora ou advogada.
Eu queria ser independente e me auto-sustentar. Eu queria amor, mas também queria ser livre.”
Mesmo depois de se formar ela continuou séria na defesa da sua ideologia feminazi:
“Eu abracei o feminazismo com orgulho. Sempre usei calças no trabalho, e jurei (de forma estúpida, reconheço) jamais ler obras de ficção de autores homens.”
E apesar de sua ideologia xiita e de ter decidido jamais se casar ou ter filhos, a inércia cultural da Era anterior parece tê-la guiado, mesmo que ela não percebesse.
“... eu anunciei – para meus pais, meus amigos, e, sim, para o meu namorado – que eu jamais me casaria. O casamento era um sistema patriarcal, e eu não aceitava nada disso. Nós ficaríamos juntos porque decidimos ficar juntos, eu disse a ele.
Sete anos depois, eu me casei com ele. E eu estava feliz. No lugar de me sentir presa, eu me senti liberada e segura e protegida – não pelo patriarcado, mas pelo amor. Ele tinha uma jovem filha que eu adorava, e, claro, sete anos depois de nosso casamento, tivemos uma criança. Eu estava errada sobre isso também.”
As feministas da segunda onda como a sra. Walsh tiveram o melhor dos dois mundos. Elas puderam declarar e sustentar abertamente sua política feminazi na juventude e mesmo assim ainda conseguiram se casar e ter filhos. Elas não esperavam “ter tudo”, mas, de certa forma, aconteceu. Avancemos uma década e as mulheres de 40 e tantos anos que o Daily Mail descreve são exatamente o contrário. Elas sempre esperaram “ter tudo”, mas como elas não se mexeram para isso nem fizeram concessões [seja na carreira, seja na ideologia, seja nos relacionamentos] elas perderam a oportunidade de serem mães.
Ironicamente a diferença em expectativas e resultados de ambas as gerações é diretamente atribuída ao “progresso” feito pelas gerações anteriores de feministas. E mais, temos razões fortes para crer que essa diferença entre o que elas querem e o que elas conseguirão só irá aumentar para as próximas gerações de mulheres, especialmente para aquelas que acham importante ter filhos dentro do casamento. Cada nova geração de mulheres continuando a adiar cada vez mais o casamento, mas existem limites até quando uma gestação bem-sucedida pode ser adiada.
Fonte: http://dalrock.wordpress.com/2013/05/09/...-outcomes/

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