18-03-2013, 03:13 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 18-03-2013, 03:17 PM por Tiago.)
(18-03-2013, 02:52 PM)Marv Escreveu:(18-03-2013, 02:45 PM)Tiago Escreveu: Formado em direito, então.
Os cursos de direitos hoje em dia, analiso por amigos meus, é mais um palco para doutrinação esquerdista. Diante dessa nova informação, não me surpreende ele querer trocar o direito formal-racional pelo direito irracional-material.
Marv argumenta como um bom adepto do juspositivismo... Não ficaria surpreso se defendesse cotas por conta da 'injustiça histórica'.
Quando você conhecer todos os cursos de Direito do país, TALVEZ possa opinar dessa forma. E juspositivismo é exatamente o oposto do que você quis dizer. É o apego á letra da lei. Aos códigos. Esse sou eu.
Mas não é só assim que o Direito evolui.
Vou fechar os olhos à evolução jurisprudencial?
Outra coisa, quer comparar uma assunto com outro? Compare laranja com laranja, não maçã com laranja.
Quer falar de cotas, abra um tópico para as cotas, oras.
E direito material é irracional? Hum...
Direito Penal, civil, trabalhista, tributário...tudo irracional?
Inteligente seu comentário, confrade.
A mesma pessoa que diz que não é para comparar maça com laranja é aquela que afirma que eu disse que é tudo irracional. Está dizendo aquilo que eu não disse?
Mas diante de uma ironia tão mal sucessida como esta, é importante fazer um adendo:
Não que tudo seja irracional, mas é claro que o marxismo cultural age do ponto de vista burocrático e a tendendência é ficar cada vez mais irracional. A política de cotas é um grande exemplo desse tipo de irracionalidade. MAS, sabe como é, do ponto de vista juspositivista isso não tem problema. É justo o Estado usar da sua prerrogativa para criar leis coercitivas para fins de justiça social, por mais irracional que seja o lobby dos movimentos minoritários.
Outro exemplo de irracionalidade é justamente este caso que estamos analisando. A juiza arbitrou a decisão com base em critérios emocionais!
E você assina embaixo disso. Com direito a ir chorar para a moderação, está defendendo um direito emotivo, onde valores emocionais são levados mais em conta do que o formalismo jurídico.
Isso é bem típico do juspositivismo: a prerrogativa do estado para fazer uso de leis coercivas. Não é à toa que se discute aborto e programas socializantes com tanta facilidade.
Estamos diando de um direito que pode ser comparado ao lado obscuro feminino: a emoção acima da razão. E o Marv se aceita isso argumentando com a emoção. Ou seja, do ponto de vista juridico, pode-se dizer que Marv está agindo conforme se espera de um mangina.

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