29-01-2020, 09:42 PM
Hipergamia feminina (Mulheres buscando homens de alta hierarquia) não apenas existe como também é fundamental para a evolução humana; o que pode ser explicado pela Lei Constructal (Benjan, 1996). Porém, em razão das alterações sociais que ocorreram com o passar dos anos, um erro fatal se faz presente na maior parte das mulheres; o Padilha disse certo, é a existência da “Hipergamia do mal”, com a qual as gostosas, de forma distorcida, dão a vazão para esse instinto (Hipergamia), beneficiando erroneamente o malandro, o cafajeste, o aventureiro, o bandido, o zé cocaína e derivados. Vamos, agora, explorar um pouco o porquê disso...
Ao olharmos para o trabalho do psicólogo Jordan Peterson, temos a clara percepção de que a hierarquia, do mais forte para o mais fraco, opera e regula todas as relações humanas. Eu escrevi um tópico só sobre o assunto, o qual pode ser visto nesse link http://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9981&pid=246283#pid246283).
Dessa forma, a hipergamia da mulher, obedecendo a já referida lei Constructal, existe para que as gerações futuras sejam concebidas através da união dos melhores genes atuais que, trocando por miúdos, representam os mais fortes, mais simétricos, mais corajosos, mais inteligentes, mais educados... Ou seja, tudo o que há de melhor na raça humana! Este seria o fruto que poderia fazer com que o “amanhã” fosse melhor do que o hoje. Tal é a lei Constructal. Se olharmos no papel, veremos que Deus foi perfeito no que ele criou. Mas, não vamos esquecer que “ele nos fez, mas se arrependeu”. (De longe ele escutou os escapamentos das motos estralando na quebrada nos tempos atuais kkkkkkkk).
Sobre a Hipergamia do mal
Acontece que os homens zoados e escrotos, como aquele MC citado pelo autor do relato, conseguem emular sintomas de alta hierarquia! Quem leu o meu outro post (aquele do link) vai ver que eu apresentei articulações que dão conta de que todas as pessoas, ao se encontrarem, imediatamente tem a primeira noção da classificação hierárquica que se encontram, em relação à outra pessoa (Isso não se relaciona apenas com o financeiro!). Havendo um empate, ações instintivas, e inconscientes, vão ser estabelecidas até o ponto em que fique claro quem está acima e quem está abaixo na hierarquia (Intrigas, fofocas, puxadas de tapete). Como vivemos numa sociedade de aparências (culpa das redes sociais), o homem de verdade – aquele que estuda, trabalha e é honrado – muitas vezes não possui condições e traquejos necessários para deixar clara a sua posição hierárquica: que é INFINITAMENTE SUPERIOR à do filho da puta zé cocaína e cafajeste.
Ao olhar, simplesmente, para a sua cara (meu amigo, homem honrado!) a mulher não sabe que você já fala inglês; não sabe que você já é formado em ADM aos 23 anos; não sabe que você ganha mais de 3k líquidos; não sabe que você guarda grana; não sabe que você já leu os Irmãos Karamazov; não sabe que você compreende um pouquinho das leis de Einstein e não sabe que você se preocupa com o futuro. Ela observa de forma primata, por outro lado, apenas o rosto tímido e, até certo ponto, amedrontado, de um cara que está preocupado com a vida e está se esforçando para se dar bem... Convenhamos, tal cara não é atraente! (A minha cara de preocupação nesse momento, com a entrega da minha dissertação, não chamaria a atenção nem de uma cracuda M$OL de 45 anos!!!).
O Cafajeste, na contramão, vive sua vida cagando e andando em relação ao amanhã. Ele anda de peito aberto apenas preocupado com o drink do fim de semana (Red fucking Label + Red Bull). Ele ri alto, fala alto, é engraçado e destemido (lógico, vive como um chimpanzé... não tem noção do peso da vida no futuro). A cara deste último é um convite pra aventuras, totalmente diferente da minha cara feia, não barbeada e com olheiras de estudar até as 02h00! Aí está o erro da Hipergamia do mal: para quem, afinal de contas, a gostosa vai pagar mais pau à primeira vista? Isso é óbvio como 2 + 2 é = 4. Apenas as mulheres honradas (raras, mas existem SIM!!!!!!) não caem nessa.
Como perguntaria o nosso grande Machado de Assis: “Para essa situação, então, há remédio?”. Eu diria que sim! Vou explorar esse assunto na continuação daquele meu meu outro post, em breve...

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