12-01-2019, 02:56 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 12-01-2019, 03:02 AM por SteveMcQueen.)
O motivo nº 1 foi o que levou ao fim da penúltima relação, mas também havia o 2 e o 10.
No último relacionamento foi a tentativa de mudar as regras e inverter a autoridade no meio da relação. Ela passou da Maria Exceção para "empoderada" após 2 anos juntos. Isso fodeu tudo. Mas também havia, de certa forma, o nº 6.
Em relação as duas últimas conta algo em comum: A mulher não reconhecer os sacrifícios que o cara faz pela relação. Não gosto de sair, comer fora, nem de ficar no meio de gente; mas muitas vezes me vi indo à shoppings, restaurantes e lanchonetes, largando livros e atividades para levar a mulher em algum programa de fim de semana; também me vi em algumas épocas trabalhando 12 a 16 horas por dia. Fiz muitas concessões por que quis, por que gostava delas e queria vê-las bem; mas esperava que em momentos de crise e problemas isso fosse colocado na balança. Na hora nunca foi, ao menos verbalmente não. Só depois de anos vieram pedir desculpas e reconhecer que erraram....
Dando um exemplo hipotético, se o indivíduo pode trabalhar todos os dias, de manhã e a noite. +- 15 a 20,00/hora salário. Se passar 6 horas com a mulher deixa de ganhar 90 a 120,00, ou deixa de fazer algo por si. Particularmente os gastos de saída/passeio entravam todos na minha conta, o que nunca liguei de pagar. Mas um dia, após algumas malcriações da última ex, resolvi botar no papel e vi que estava deixando de ganhar algum bom $ e ainda pagava pra ir a um lugar que não gostava, para aturar alguém que queria mandar em mim, na relação e fazer tudo o que bem entendesse.
O que a mulher não percebe é que adotando certos comportamentos no relacionamento, ano a ano o homem vai se fechando, ficando na dele, até o ponto que na próxima relação ele já não está disposto a fazer concessões, ir atrás de mulher, tentar ser legal, morar junto, essas coisas. O cara começa a ter certas atitudes que não teria antes, como impor divisões de contas, ser atencioso somente com as próprias necessidades e deixar a mulher/relacionamento em segundo plano. Na ânsia pelo poder elas mataram o mocinho dos filmes dos anos 50-60. Na ânsia pela liberdade acabaram com o casamento, que requer, pela própria natureza, que ambos abram mão de certa liberdade para construir algo. E agora, na ânsia pelo dinheiro do parceiro, acabaram com as relações de longo prazo, que requerem confiança.
Hoje só os idiotas, fracos (carentes) e os que tomaram pouco no cu fazem questão de se relacionar. Os que estão lutando, crescendo ou que já passaram pelo pior sabem bem as as encheções de saco e dor de cabeça que a vida a dois.
No último relacionamento foi a tentativa de mudar as regras e inverter a autoridade no meio da relação. Ela passou da Maria Exceção para "empoderada" após 2 anos juntos. Isso fodeu tudo. Mas também havia, de certa forma, o nº 6.
Em relação as duas últimas conta algo em comum: A mulher não reconhecer os sacrifícios que o cara faz pela relação. Não gosto de sair, comer fora, nem de ficar no meio de gente; mas muitas vezes me vi indo à shoppings, restaurantes e lanchonetes, largando livros e atividades para levar a mulher em algum programa de fim de semana; também me vi em algumas épocas trabalhando 12 a 16 horas por dia. Fiz muitas concessões por que quis, por que gostava delas e queria vê-las bem; mas esperava que em momentos de crise e problemas isso fosse colocado na balança. Na hora nunca foi, ao menos verbalmente não. Só depois de anos vieram pedir desculpas e reconhecer que erraram....
Dando um exemplo hipotético, se o indivíduo pode trabalhar todos os dias, de manhã e a noite. +- 15 a 20,00/hora salário. Se passar 6 horas com a mulher deixa de ganhar 90 a 120,00, ou deixa de fazer algo por si. Particularmente os gastos de saída/passeio entravam todos na minha conta, o que nunca liguei de pagar. Mas um dia, após algumas malcriações da última ex, resolvi botar no papel e vi que estava deixando de ganhar algum bom $ e ainda pagava pra ir a um lugar que não gostava, para aturar alguém que queria mandar em mim, na relação e fazer tudo o que bem entendesse.
O que a mulher não percebe é que adotando certos comportamentos no relacionamento, ano a ano o homem vai se fechando, ficando na dele, até o ponto que na próxima relação ele já não está disposto a fazer concessões, ir atrás de mulher, tentar ser legal, morar junto, essas coisas. O cara começa a ter certas atitudes que não teria antes, como impor divisões de contas, ser atencioso somente com as próprias necessidades e deixar a mulher/relacionamento em segundo plano. Na ânsia pelo poder elas mataram o mocinho dos filmes dos anos 50-60. Na ânsia pela liberdade acabaram com o casamento, que requer, pela própria natureza, que ambos abram mão de certa liberdade para construir algo. E agora, na ânsia pelo dinheiro do parceiro, acabaram com as relações de longo prazo, que requerem confiança.
Hoje só os idiotas, fracos (carentes) e os que tomaram pouco no cu fazem questão de se relacionar. Os que estão lutando, crescendo ou que já passaram pelo pior sabem bem as as encheções de saco e dor de cabeça que a vida a dois.
Justiça social é socialismo enrustido.
Nenhuma mulher é mais bonita que a liberdade.
(dando um tempo do fórum).

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