19-11-2018, 07:42 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 19-11-2018, 07:43 AM por Tim Laflour.)
Di Caprio, o seu caso é parecido com o meu, apesar de vivermos momentos diferentes. Você provavelmente é bem mais jovem que eu, e está em outro momento da vida. Na minha época de estágio eu sentia uma pressão enorme em criar uma boa impressão, morria de medo de não saber fazer o que fosse pedido e uma das fases mais preocupantes da minha vida foi quando fui chamado para um estágio. Eu não dormia pensando se ia dar conta, se ia me ferrar, se ia ser taxado de burro por não saber fazer algo. Se eu soubesse que seria como foi eu teria levado tudo de um jeito bem mais leve e prazeroso.
A gente (tanto estagiários quanto chefes) acaba esquecendo que estágio serve para aprendermos, e não para resolvermos todos os problemas da empresa. Lembre-se que é uma fase de aprendizado, portanto procure absorver tanto as coisas relativas à sua área (aplicar na prática o que está aprendendo na teoria) quanto as questões institucionais (relação com colegas de trabalho, pressão, prazos e outras coisas que a faculdade não ensina). Leve tudo com tranquilidade, lembrando sempre que você provavelmente é o que ganhar menos, o mais novo na empresa e portanto não tem que levar nada nas costas. Questione bastante, sempre respeitando a todos. Não se preocupe se será efetivado ou não. Se preocupe apenas em absorver o máximo que conseguir, para que no futuro você consiga entrar em outra empresa já sabendo o que vai encarar pela frente.
Sobre sua pergunta: entre o momento em que escrevi esse tópico e hoje aconteceram muuuuitas coisas. Coisas que pareceram vir como um teste de paciência, de persistência, de stress. Eu novamente não tive pressão do tipo prazo, chefe enchendo o saco ou coisas do tipo, e até sou bem grato por isso. Tive muita pressão de cliente, muita pressão em qualidade do meu trabalho (aquela auto-cobrança que havia citado) e principalmente pressão com novidades (como viagens longas, saber me virar em outras cidades, com clientes, etc).
De certa forma, as coisas deram certo e hoje estou em um momento mais tranquilo do que naquela época. Claro que ainda penso coisas do tipo "o que será de mim ano que vem?", "será que vão me puxar para algum projeto que eu não vou dar conta?", e outros pensamentos que só atrapalham. Creio que não consegui me livrar disso, mas me ajudou muito a dica de "fingir estar sempre ocupado". Hoje eu não deixo de responder aos meus colegas, mas eu sempre digo "já te ajudo, só 1 minuto", mesmo que esteja tranquilo. Também mantenho minha mesa um pouco desorganizada. Infelizmente tudo isso é um mal necessário, caso contrário você passa a impressão de que não trabalha tanto ou que é muito solícito e acabam montando em você.
A gente (tanto estagiários quanto chefes) acaba esquecendo que estágio serve para aprendermos, e não para resolvermos todos os problemas da empresa. Lembre-se que é uma fase de aprendizado, portanto procure absorver tanto as coisas relativas à sua área (aplicar na prática o que está aprendendo na teoria) quanto as questões institucionais (relação com colegas de trabalho, pressão, prazos e outras coisas que a faculdade não ensina). Leve tudo com tranquilidade, lembrando sempre que você provavelmente é o que ganhar menos, o mais novo na empresa e portanto não tem que levar nada nas costas. Questione bastante, sempre respeitando a todos. Não se preocupe se será efetivado ou não. Se preocupe apenas em absorver o máximo que conseguir, para que no futuro você consiga entrar em outra empresa já sabendo o que vai encarar pela frente.
Sobre sua pergunta: entre o momento em que escrevi esse tópico e hoje aconteceram muuuuitas coisas. Coisas que pareceram vir como um teste de paciência, de persistência, de stress. Eu novamente não tive pressão do tipo prazo, chefe enchendo o saco ou coisas do tipo, e até sou bem grato por isso. Tive muita pressão de cliente, muita pressão em qualidade do meu trabalho (aquela auto-cobrança que havia citado) e principalmente pressão com novidades (como viagens longas, saber me virar em outras cidades, com clientes, etc).
De certa forma, as coisas deram certo e hoje estou em um momento mais tranquilo do que naquela época. Claro que ainda penso coisas do tipo "o que será de mim ano que vem?", "será que vão me puxar para algum projeto que eu não vou dar conta?", e outros pensamentos que só atrapalham. Creio que não consegui me livrar disso, mas me ajudou muito a dica de "fingir estar sempre ocupado". Hoje eu não deixo de responder aos meus colegas, mas eu sempre digo "já te ajudo, só 1 minuto", mesmo que esteja tranquilo. Também mantenho minha mesa um pouco desorganizada. Infelizmente tudo isso é um mal necessário, caso contrário você passa a impressão de que não trabalha tanto ou que é muito solícito e acabam montando em você.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

