18-09-2018, 08:26 PM
(18-09-2018, 03:44 PM)Wild Escreveu: Me desculpem aqui a falta de conhecimento do referido livro, já ouvi falar, mas nunca tive saco pra ler.
Seria interessante termos um livro alternativo ou complementar, tipo A Arte da Guerra?
Para formularmos bem as coisas aqui seria bom que todo mundo fosse bem versado nas leituras, então é bom termos algumas alternativas ou outras versões dos livros (podem ser adaptadas), afinal ninguém aqui é estudioso a ponto de pegar tudo no idioma original e blaublau.
Bom, é uma sugestão apenas. Continuemos a trabalhar com os temas.
Estimado @Wild sua postagem me fez refletir e o fato de escolhermos os mesmos materiais para análise nos assemelha ao cão que persegue a própria cauda. Sim, existem inúmeras interpretações para o mesmo material, mas não acredito que seja esse o caso.
Proponho analisarmos novos materiais, teses e debates, vamos deixar NA, Sun Tzu (Arte da Guerra), Robert Greene (48 leis), Pierluigi Piazzi, e outros livros exaustivamente citados aqui pelo fórum de lado, por enquanto. Acredito que seja a melhor forma de fomentar novos debates, novas ideias.
O confrade @Wild em seu tópico sugeriu o tema:
Citar:Tema: COMO DOMINAR A RELAÇÃO
IX. Sobre a (im)possibilidade de dominar o "sexo frágil"
"Há um meio muito eficaz de nos protegermos e ao mesmo tempo dominarmos a relação sem ficarmos loucos: consiste em renunciarmos à tentativa de dominar a fêmea, preferindo dominar nossos próprios sentimentos de posse, ciúmes e outras fraquezas. (...) Mas para dominarmos a relação temos que dominar a nós mesmos. Logo, tudo se reduz ao domínio de si. Não se pode dominar a mulher por via direta, nem mesmo pela força bruta." (Nessahan Alita - COMO LIDAR COM MULHERES, 2007)
É bem sabido e senso comum que mulheres preferem homens que lideram a relação ao invés delas liderarem, apesar do feminazismo pregar o contrário. Basicamente é isso que elas dizem quando gostam de um cara "de atitude", além do cara ser independente, não precisar consultar ela pra tudo, ter personalidade própria e não ser grudento ou tentar agradar o tempo todo.
Subsídio teórico:
*** Mulheres que preferem caras que tenham "atitude" no geral; Procurar casos e pesquisas específicas. Exemplos de links (são bem bestas, mas dá pra tirar umas linhas linhas gerais):
https://noticias.r7.com/minas-gerais/bal...e-16102015
https://www.sobrerelacionamento.com/2012...itude.html
https://medium.com/girlskill/let-him-lea...66de4df30e (Relato de uma ex-feminazi neurótica que aprendeu como relacionamentos funcionam, em inglês)
***Manhood Academy: A autoridade masculina provém da capacidade que este tem para trazer ordem para os relacionamentos. As mulheres não admitem, mas amam isso. (Livros: Princípios que Regem a Interação Social e outros sem tradução: "How to Make People Want You Without a Gun, Money, Knowledge, Achievements, or Good Looks"/"How to Feel 100% Comfortable in Your Own Skin"/Third Title: "The Math Behind People")
Mas, refletindo, sugiro algo diferente. Até então, no tocante as mulheres, NA já fez um competente trabalho no tocante a como proceder perante os jogos femininos (livros "Como lidar com mulheres", "A Guerra da paixão" e "[b]O Magnetismo nas Relações Sociais"[/b]), a menos que nos proponhamos a contra argumentar N.A., não há necessidade de revisitar tais temas. Quem desejar ver a implicações práticas, basta uma rápida pesquisa pelo fórum que alguns búfalos já fazer o experimento empírico de "aplicar a teoria de NA na prática", dentre eles o próprio Wild, Tim Laflour, o recém chegado Profano, entre outros que no momento não me recordo. Não há situação nos relacionamentos que o atual entendimento realista não seja capaz de lidar. Concordo que não há um consenso absoluto quanto ao proceder em cada caso específico, mas as diretrizes básicas estão claras: não premiar rodadas, não assumir M$ol, não aturar jogos emocionais, não endeusar o sexo oposto, não favorecer mulheres esperando alguma retribuição em troca, não ser desonrado do tipo que deseja a mulher alheia, etc.
Tomando por exemplo confrades que hoje estão em relacionamentos como o Spetro, eu mesmo, creio que o Smith também, enfim, os que já sofreram (ou não) em relacionamentos anteriores, superaram a revolta e hoje experimentam diferentes realidades mas tomaram ciência da importância de viver, experimentar os ensinamentos bufalescos, de testarem o desapego na prática, e não somente teorizar em fórum de internet (como muitos fazem hoje em dia). Qualquer dúvida que exista sobre relacionamentos em si, o fórum já possui material suficiente para explanar.
Vencido o debate sobre a necessidade de se continuar teorizando acerca do trato com o feminino, é de consenso geral que o próximo passo em relação ao que se refere como "Real" se dá em torno do desenvolvimento pessoal nos âmbitos pessoal, profissional, social e espiritual. A todo momento fazemos questão de reafirmar que esse deve ser o objetivo do homem nos dias de hoje e a quantidade de tópicos relacionados a isso é enorme, porém, nem todos estão devidamente fundamentados, ou seja, não passam de teses (vulgo achismos).
Por fim, sugiro então o seguinte entendimento, pensando na continuidade e evolução dos ensinamentos: superada a questão do sexo oposto, devemos aglutinar todo o conhecimento existente e formular novos argumentos da NECESSIDADE DE FOCAR NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL, tendo como cerne as necessidades e benefícios dessa prática. Antes que me atirem pedras, vamos observar pelo ponto de vista de um recém chegado: ele encontrará centenas de relatos sobre a superação de relacionamentos ruins, encontrará "manuais" de como conquistar e como lidar com mulheres e encontrará tópicos sobre finanças, musculação, estudo, concursos, viagens, etc. Percebem o gap que existe aqui? Não me recordo de ter visto, me corrijam se estiver equivocado, um tópico dedicado a esmiuçar a NECESSIDADE DE FOCAR NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL.
Entendam: todos (ao menos os que tem algum tempo de casa) sabem, entendem e pregam a necessidade do desenvolvimento acima de tudo, mas acho válido condensar todo esse conhecimento tendo por objetivo criar um recurso de embasamento (como os livros de NA são, ou como os blogs de autores consagrados são). Um coisa seria eu, Gorlami, dizer que o homem precisa treinar e manter seu corpo em movimento por que é o certo, outra coisa seria dizer "segundo X artigo, endossado por Y, Z, W pessoas e autores, o homem precisa treinar e manter o corpo são por tais e tais motivos, tendo tais e tais ganhos".
Em resumo, essa é minha justificativa para propor uma discussão envolvendo a busca de tópicos, livros e artigos sobre o tema "A NECESSIDADE DE FOCAR NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL". Fico no aguardo de vossas opiniões, caso concordem comigo, levo a discussão ao tópico do @Wild sobre o "pós-realismo" para desenvolvermos o raciocínio.

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