30-07-2018, 03:56 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 30-07-2018, 03:58 PM por Wild.)
O Homem-Pássaro levantou um ponto interessante. Vou tentar levantar outros: Tem muitas variáveis que tem que entrar na equação. É muito interessante analisar na ótica do tudo ou nada do ponto de vista filosófico, mas a realidade é bem mais complexa:
* Se a avó morrer, o que impede do casal entrar na justiça e forçar a mãe assumir responsabilidade? Na verdade isso já deveria ter sido feito antes, só está a bola de neve se tornando uma avalanche por causa da inércia, deixando isso passar em branco pelos últimos 15 anos. Ou seja, os avós e a mulher do cara já tem culpa no cartório de antemão por não terem feito nada pra impedir.
* Quais outras possibilidades de destino para a criança em questão? Isso não tem outra forma de ser negociado? Por que existem mil formas de que o casal pode ajudar sem ter que ter a guarda total 24h da criança.
* É fato que alguém será penalizado pela irresponsabilidade da mãe vadia, seja a criança, seja o casal. O ideal é que fosse a vadia que tivesse que pagar, tem que ter jeito de fazer isso acontecer. E como mulher assim não houve razão nem consciência, não ia adiantar esfregar a verdade na cara dela, ela teria que pagar pelos rigores da lei.
* No fim, a merda vai respingar pro lado do cara de todo jeito, sendo um sujeito de bom coração ou sendo egoísta. O cara e a consciência dele que vão ter que ter uma conversinha, só isso. O cidadão tem que chegar na mulher e ter uma conversa sincera, do tipo: "sabendo as coisas como vão, quais são os tipos de sacrifícios que estaremos dispostos a fazer?". Isso tem que ser negociado com muita coisa em mente.
Não é só pegar ou largar a criança, tem muitos fatores. Se um dos dois não aceitar os termos, então aí não tem escolha além da separação, pois cada um sabe o que faz da sua vida melhor e se não chegarem num acordo agora, imagina quando a bomba explodir.
Em momento algum digo que eles não devem ficar com a criança, no fim pode ser a melhor escolha, mais correta moralmente, apesar de não ser a mais justa (a justa seria que a vadia arcasse com a responsabilidade, nem que ela pagasse pensão pra ajudar nos custos), mas na minha posição, com uma vida como a minha, eu iria buscar cuidar da minha vida e dos meus problemas, claro, sem deixar de prestar alguma ajuda como puder, mas sem me comprometer.
Se minha situação fosse boa mesmo, e eu tivesse plena condição, eu até adotaria a criança e faria o favor pra ela (a criança é a menos culpada de tudo nessa situação), enquanto assistia de camarote a vadia perecer por suas escolhas ruins.
* Se a avó morrer, o que impede do casal entrar na justiça e forçar a mãe assumir responsabilidade? Na verdade isso já deveria ter sido feito antes, só está a bola de neve se tornando uma avalanche por causa da inércia, deixando isso passar em branco pelos últimos 15 anos. Ou seja, os avós e a mulher do cara já tem culpa no cartório de antemão por não terem feito nada pra impedir.
* Quais outras possibilidades de destino para a criança em questão? Isso não tem outra forma de ser negociado? Por que existem mil formas de que o casal pode ajudar sem ter que ter a guarda total 24h da criança.
* É fato que alguém será penalizado pela irresponsabilidade da mãe vadia, seja a criança, seja o casal. O ideal é que fosse a vadia que tivesse que pagar, tem que ter jeito de fazer isso acontecer. E como mulher assim não houve razão nem consciência, não ia adiantar esfregar a verdade na cara dela, ela teria que pagar pelos rigores da lei.
* No fim, a merda vai respingar pro lado do cara de todo jeito, sendo um sujeito de bom coração ou sendo egoísta. O cara e a consciência dele que vão ter que ter uma conversinha, só isso. O cidadão tem que chegar na mulher e ter uma conversa sincera, do tipo: "sabendo as coisas como vão, quais são os tipos de sacrifícios que estaremos dispostos a fazer?". Isso tem que ser negociado com muita coisa em mente.
Não é só pegar ou largar a criança, tem muitos fatores. Se um dos dois não aceitar os termos, então aí não tem escolha além da separação, pois cada um sabe o que faz da sua vida melhor e se não chegarem num acordo agora, imagina quando a bomba explodir.
Em momento algum digo que eles não devem ficar com a criança, no fim pode ser a melhor escolha, mais correta moralmente, apesar de não ser a mais justa (a justa seria que a vadia arcasse com a responsabilidade, nem que ela pagasse pensão pra ajudar nos custos), mas na minha posição, com uma vida como a minha, eu iria buscar cuidar da minha vida e dos meus problemas, claro, sem deixar de prestar alguma ajuda como puder, mas sem me comprometer.
Se minha situação fosse boa mesmo, e eu tivesse plena condição, eu até adotaria a criança e faria o favor pra ela (a criança é a menos culpada de tudo nessa situação), enquanto assistia de camarote a vadia perecer por suas escolhas ruins.


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