30-07-2018, 02:19 PM
Só vi esse tópico agora, mas considerando que a mulher seja alguém digna de ter um relacionamento duradouro nos moldes tradicionais, gostaria de saber mais um detalhe:
-Qual a expectativa de vida da deficiente em questão?
Acredito que seja isso o fator principal.
Caso a expectativa de vida dela seja = ou maior do que 30 a 35 anos de idade, não vale a pena por questão de divisão de recursos e atenção com os futuros filhos legítimos do casal.
Já se a deficiente for morrer nos próximos 15 anos, talvez valha a pena o investimento, devido a raridade do perfil da garota.
O fato dela ter que cuidar da adolescente já vai deixa-la mais presa à casa, o que é um tranquilizador.
Ela vai ter que ser caseira, querendo ou não.
Então, num cenário ideal, a garota passa sua idade de ouro presa em casa com a sobrinha, reduzindo os riscos de cair na vadiagem enquanto nova e bela.
Se a adolescente morrer com seus 30 a 35 anos, a garota terá em torno de 40 anos, sem muita perspectiva de vadiar e ocupada em cuidar dos filhos.
Considerando todos os fatores citados, por mais que a priori seja um caso claro de separar, há potencial interessante para relacionamento de longo prazo porque ele terá uma mulher:
- Presa ao lar pela sobrinha deficiente durante toda a idade perigosa da juventude;
- Quando a sobrinha morrer, ela já vai ter passado da idade, de forma que será uma esposa mais sólida;
- A morte da sobrinha irá abrir um buraco que poderá ser preenchido com a família e filhos.
- Os custos de separação e traição dela serão altíssimos (quem quer assumir sobrinha com deficiência + EAAs?)
Então, finalizo com minha pergunta inicial: qual a expectativa de vida da deficiente?
-Qual a expectativa de vida da deficiente em questão?
Acredito que seja isso o fator principal.
Caso a expectativa de vida dela seja = ou maior do que 30 a 35 anos de idade, não vale a pena por questão de divisão de recursos e atenção com os futuros filhos legítimos do casal.
Já se a deficiente for morrer nos próximos 15 anos, talvez valha a pena o investimento, devido a raridade do perfil da garota.
O fato dela ter que cuidar da adolescente já vai deixa-la mais presa à casa, o que é um tranquilizador.
Ela vai ter que ser caseira, querendo ou não.
Então, num cenário ideal, a garota passa sua idade de ouro presa em casa com a sobrinha, reduzindo os riscos de cair na vadiagem enquanto nova e bela.
Se a adolescente morrer com seus 30 a 35 anos, a garota terá em torno de 40 anos, sem muita perspectiva de vadiar e ocupada em cuidar dos filhos.
Considerando todos os fatores citados, por mais que a priori seja um caso claro de separar, há potencial interessante para relacionamento de longo prazo porque ele terá uma mulher:
- Presa ao lar pela sobrinha deficiente durante toda a idade perigosa da juventude;
- Quando a sobrinha morrer, ela já vai ter passado da idade, de forma que será uma esposa mais sólida;
- A morte da sobrinha irá abrir um buraco que poderá ser preenchido com a família e filhos.
- Os custos de separação e traição dela serão altíssimos (quem quer assumir sobrinha com deficiência + EAAs?)
Então, finalizo com minha pergunta inicial: qual a expectativa de vida da deficiente?

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