04-05-2018, 07:37 PM
Concordo com a crítica feita pelos confrades acima acerca do uso das redes sociais e a mudança de comportamento em sociedade, acho extremamente pertinente e pontual.
O "problema" é que é já é realidade, e hoje em dia não tem como viver sem, pelo menos, aderir a 10% de tudo isso. São novos contratos sociais, por mais doentios que sejam, é assim que a comunicação funciona/vai funcionar daqui pra frente, e tende a piorar a medida em que a tecnologia avança. Um exemplo legal disso é a série Black Mirror, mas acredito que já seja de conhecimento geral. No meio de toda essa loucura, vai se destacar aquele que se adaptar melhor à dinâmica social da nova geração, mantendo um mínimo de equilíbrio emocional pra construir uma vida sólida do lado de fora das mídias sociais, e utilizando-as como mecanismo de autopromoção/pesquisa de mercado/troca de informações. No final de tudo, ainda vai se tratar de uma questão de lucidez cognitiva e emocional, mas dessa vez perante desafios e estímulos gigantescos, que devem ser enfrentados pelo homem de maneira íntegra e corajosa.
Infelizmente, vai sobreviver quem tiver estômago pra suportar tudo isso e ainda manter a qualidade dos pensamentos. Quanto ao lado positivo, acredito que muitas oportunidades surgirão, mesmo para aqueles com poucos recursos. É uma questão de perspectiva, já sabemos olhar sob a ótica crítica, mas devemos exercitar a ótica proativa/funcionalista, e nos colocarmos dispostos a nos "sujarmos" um pouco diante da proporção de merda ventilada pela sociedade atual. Talvez soe maquiavélico, mas acredito que seja a melhor maneira de encarar.
Não quero nos diminuir, mas esse tipo de visão mais conservadora acerca das tecnologias já vem de muito longe, sempre causa um estranhamento primeiro, como quando a televisão surgiu, quando os computadores surgiram, quando a internet explodiu, smartphones, aplicativos de todos os tipos, o que hoje causa espanto amanhã vira banalidade. Antes, pra nos conectarmos, necessitávamos de um trambolho gigante com acesso a uma internet lentíssima, que nos conectava a pequenas(se comparadas com as de hoje) redes de comunicação, como MSN, Orkut, Blogs, etc
Hoje tudo é mais fácil, e tudo ficou mais complexo também. Existe uma nova forma de status social, que é a valorização dos perfis em redes sociais.
E, novamente me lamentando, faço uma previsão do que seria o melhor conselho para a sobrevivência na sociedade das mídias: "Adapte-se, participe e domine antes que você esteja defasado. Faça um "pacto com seu inimigo", ou seja, utilize como arma essa ferramenta doentia e mantenha seus métodos de permanecer emocionalmente saudável."
Isso pq assim como temos uma onda de adesão em massa aos comportamentos de compartilhar e publicizar tudo, você já entra em vantagem quando entra no jogo quando tem suas maneiras não midiáticas de permanecer emocionalmente equilibrado e feliz. Moderação é a chave.
O "problema" é que é já é realidade, e hoje em dia não tem como viver sem, pelo menos, aderir a 10% de tudo isso. São novos contratos sociais, por mais doentios que sejam, é assim que a comunicação funciona/vai funcionar daqui pra frente, e tende a piorar a medida em que a tecnologia avança. Um exemplo legal disso é a série Black Mirror, mas acredito que já seja de conhecimento geral. No meio de toda essa loucura, vai se destacar aquele que se adaptar melhor à dinâmica social da nova geração, mantendo um mínimo de equilíbrio emocional pra construir uma vida sólida do lado de fora das mídias sociais, e utilizando-as como mecanismo de autopromoção/pesquisa de mercado/troca de informações. No final de tudo, ainda vai se tratar de uma questão de lucidez cognitiva e emocional, mas dessa vez perante desafios e estímulos gigantescos, que devem ser enfrentados pelo homem de maneira íntegra e corajosa.
Infelizmente, vai sobreviver quem tiver estômago pra suportar tudo isso e ainda manter a qualidade dos pensamentos. Quanto ao lado positivo, acredito que muitas oportunidades surgirão, mesmo para aqueles com poucos recursos. É uma questão de perspectiva, já sabemos olhar sob a ótica crítica, mas devemos exercitar a ótica proativa/funcionalista, e nos colocarmos dispostos a nos "sujarmos" um pouco diante da proporção de merda ventilada pela sociedade atual. Talvez soe maquiavélico, mas acredito que seja a melhor maneira de encarar.
Não quero nos diminuir, mas esse tipo de visão mais conservadora acerca das tecnologias já vem de muito longe, sempre causa um estranhamento primeiro, como quando a televisão surgiu, quando os computadores surgiram, quando a internet explodiu, smartphones, aplicativos de todos os tipos, o que hoje causa espanto amanhã vira banalidade. Antes, pra nos conectarmos, necessitávamos de um trambolho gigante com acesso a uma internet lentíssima, que nos conectava a pequenas(se comparadas com as de hoje) redes de comunicação, como MSN, Orkut, Blogs, etc
Hoje tudo é mais fácil, e tudo ficou mais complexo também. Existe uma nova forma de status social, que é a valorização dos perfis em redes sociais.
E, novamente me lamentando, faço uma previsão do que seria o melhor conselho para a sobrevivência na sociedade das mídias: "Adapte-se, participe e domine antes que você esteja defasado. Faça um "pacto com seu inimigo", ou seja, utilize como arma essa ferramenta doentia e mantenha seus métodos de permanecer emocionalmente saudável."
Isso pq assim como temos uma onda de adesão em massa aos comportamentos de compartilhar e publicizar tudo, você já entra em vantagem quando entra no jogo quando tem suas maneiras não midiáticas de permanecer emocionalmente equilibrado e feliz. Moderação é a chave.

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