22-04-2018, 11:11 PM
O movimento realista por si só já é algo velho. Já é debatido à exaustão a 9, 10 anos. Não há nada de novo para se tratar. Mas as pessoas que aqui chegam não o são. Um garoto que acaba de desbravar a adolescência, e descobre que de fato ele é um fracassado, o porquê dele ser um fracassado e o mais importante, uma possível fórmula para deixar de ser um fracassado, as chances dele se deslumbrar são imensas.
Este espaço é um local que doa esperança a vários homens que aqui chegam sem rumo. Alguns nunca tiveram um norte, outros o perderam no caminho, outro simplesmente não ligam, mas ainda sim aqui encontram material, vivências alheias, além de anonimato, algo não existente na vida real se não no divã de um psicólogo.
A base da Real está fundada no tema mulher. E querendo ou não, é essa cola que une a maioria dos que aqui estão presentes. Nem todo mundo aqui gosta de futebol, ou de política, ou de jogar, mas posso afirmar que quase todo mundo gosta do cheiro de uma mulher, do toque, do calor. E mesmo aqueles que nunca sentiram isso, veem seus instintos mais primitivos impelindo-os para isso. Não vejo mal algum em chegar pela real interessado no assunto mulher. E como a análise mais aprofundada deste tema é tido como um tema "tabu na sociedade", nada melhor de que os novos integrados à comunidade possuam conversar em um espaço sadio, na presença de pessoas mais experientes e vividas, para contar suas decepções e fracassos, para que aprendam a lidar com elas.
Quanto à guerra ao feminazismo, não acredito que seja este o objetivo da real. Escrevi algo a muito tempo atrás sobre o termo "meter a real", e quão improdutivo ele é. O feminazismo é um movimento fadado ao fracasso, que vai ruir, mais cedo ou mais tarde. Não há necessidade de ficar se batendo com elas. No mais, o caminho natural de quem conhece a Real é a busca pelo desenvolvimento pessoal. E daí cada um segue seu próprio caminho. Se é pra pegar mais mulher, ou se é pra se tornar um monge, isso não é problema meu, cada um decide o que quer para a própria vida.
Este espaço é um local que doa esperança a vários homens que aqui chegam sem rumo. Alguns nunca tiveram um norte, outros o perderam no caminho, outro simplesmente não ligam, mas ainda sim aqui encontram material, vivências alheias, além de anonimato, algo não existente na vida real se não no divã de um psicólogo.
A base da Real está fundada no tema mulher. E querendo ou não, é essa cola que une a maioria dos que aqui estão presentes. Nem todo mundo aqui gosta de futebol, ou de política, ou de jogar, mas posso afirmar que quase todo mundo gosta do cheiro de uma mulher, do toque, do calor. E mesmo aqueles que nunca sentiram isso, veem seus instintos mais primitivos impelindo-os para isso. Não vejo mal algum em chegar pela real interessado no assunto mulher. E como a análise mais aprofundada deste tema é tido como um tema "tabu na sociedade", nada melhor de que os novos integrados à comunidade possuam conversar em um espaço sadio, na presença de pessoas mais experientes e vividas, para contar suas decepções e fracassos, para que aprendam a lidar com elas.
Quanto à guerra ao feminazismo, não acredito que seja este o objetivo da real. Escrevi algo a muito tempo atrás sobre o termo "meter a real", e quão improdutivo ele é. O feminazismo é um movimento fadado ao fracasso, que vai ruir, mais cedo ou mais tarde. Não há necessidade de ficar se batendo com elas. No mais, o caminho natural de quem conhece a Real é a busca pelo desenvolvimento pessoal. E daí cada um segue seu próprio caminho. Se é pra pegar mais mulher, ou se é pra se tornar um monge, isso não é problema meu, cada um decide o que quer para a própria vida.

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