20-04-2018, 07:19 PM
(20-04-2018, 02:35 AM)Wild Escreveu: @thothenki
Eu entendo bem o que quis dizer, mas me permita problematizar, pra gente refinar melhor a opinião.
Então de acordo com você, o cara já é um merda invisível, e quando se torna ghost a única diferença é que ele se dá conta disso, basicamente? É o que dá pra concluir. Por que não gastar as energias e o saco com quem tá nem aí é uma coisa, mas onde usar essa energia é outra. Veja bem: Se o cara usar pra desenvolvimento pessoal, então o cara é um realista, ou estou errado?
Eu entendo e até concordo com a denotação do cara "ser quieto no seu canto", mas tem áreas da vida que não tem jeito e o cara tem que se esforçar pra ter algum reconhecimento e ter relacionamentos interpessoais. Tem muitos lugares que você tem que aturar o inaturável e ter que conviver que pessoas que são um porre e tão nem aí pra você, mas as circunstâncias exigem. Ou é isso, ou o cara vai ficar na penumbra pra sempre.
Foi-se o tempo que o cara se isolava na sua rocinha só plantando e colhendo seu feijão de todo dia. Olhando por esse lado o ghosting não é lá tanta vantagem, pouca coisa muda, pois o ghosting é uma postura muito passiva.
Entendi teu comentário.
Eu não sei, eu vejo essa coisa de ghosting nessa nova geração como um bando de cara com problema de auto estima e depressivo, dependendo de aprovação de outros, não conseguindo simplesmente se isolam. O h omem comum claro que vai ter seus relacionamentos interpessoais em trabalho, estudos, sociedade e etc.
Pra mim o ghost sempre significou algo como o "ficar no próprio canto", no estilo de não ficar dando satisfação pros outros do que faz e não ficar procurando aprovação social só pra ter ego inflado e se sentir menos solitário (que é o comum com a manginada). Não necessariamente um isolamento, o que é algo muito burro. É coisa do imbecil que acha que tudo no mundo vai cair na cabeça dele ou alguém vá bater na porta da casa dele dando tudo que ele acha que merece. A Real é desenvolvimento, o cara meter a cara na vida e ir atrás do que quer. Essa é a principal diferença entre nós e os MGTOW, que mais parecem umas feministas barbadas que só vivem reclamando da vida e com essa vitimização imbecil a todo instante.

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