02-10-2012, 08:40 PM
A REAL SOBRE AS NOVELAS, SEGUNDO NESSAHAN ALITA:
As novelas, via de regra, apresentam as mulheres adúlteras como carentes e boazinhas; retratam os maridos como cruéis e opressores e os amantes (ricardões) como salvadores, heróis e gostosões. Tudo isso confere ao adultério uma aura sentimentalista de aparência sublime e heróica.
Ao atingir a mente das pessoas, a mensagem comunica, subliminarmente (e às vezes quase explicitamente), que "adulterar é bom e bonito, ser marido é uma crueldade e que o bom mesmo é ter romance com as mulheres dos outros."
É claro que tudo isso atinge em cheio e destroça as bases psicológicas que estruturam a família.
O homem decente, segundo a concepção "moderna"
De acordo com o que se considera politicamente correto nos dias atuais, o homem decente possui as seguintes características:
1. Gosta de ser corno e aplaude quando sua mulher o trai;
2. Aprecia que sua esposa fique fora de casa, passeando com amigas;
3. Vê com simpatia as amizades masculinas de sua esposa;
4. Não desconfia dela, pois isso seria "sinal de insegurança";
5. Casa-se com mulheres grávidas de outros homens e fica feliz pela oportunidade de assumir a paternidade do filho alheio;
6. Não exige virgindade para casar, evita casar-se com virgens, preferindo contrair matrimônio com mulheres já defloradas por outros homens, preferencialmente muitos;
7. Não reage furiosamente quando é assediado por homossexuais, já que isso seria sinal de "preconceito", ao contrário: fica feliz e se sente lisonjeado;
8. Não afirma sua heterossexualidade e nem se orgulha dela, uma vez que tal afirmação denotaria "insegurança";
Conclui-se, portanto, que o homem decente, segundo os parâmetros contemporâneos ocidentais, odeia sua masculinidade, ressalta seu lado feminino, é submisso, "sensível" e capacho.
Um homem feminazi é perfeito para os padrões modernos e politicamente corretos, já que está contra si mesmo.
As novelas, via de regra, apresentam as mulheres adúlteras como carentes e boazinhas; retratam os maridos como cruéis e opressores e os amantes (ricardões) como salvadores, heróis e gostosões. Tudo isso confere ao adultério uma aura sentimentalista de aparência sublime e heróica.
Ao atingir a mente das pessoas, a mensagem comunica, subliminarmente (e às vezes quase explicitamente), que "adulterar é bom e bonito, ser marido é uma crueldade e que o bom mesmo é ter romance com as mulheres dos outros."
É claro que tudo isso atinge em cheio e destroça as bases psicológicas que estruturam a família.
O homem decente, segundo a concepção "moderna"
De acordo com o que se considera politicamente correto nos dias atuais, o homem decente possui as seguintes características:
1. Gosta de ser corno e aplaude quando sua mulher o trai;
2. Aprecia que sua esposa fique fora de casa, passeando com amigas;
3. Vê com simpatia as amizades masculinas de sua esposa;
4. Não desconfia dela, pois isso seria "sinal de insegurança";
5. Casa-se com mulheres grávidas de outros homens e fica feliz pela oportunidade de assumir a paternidade do filho alheio;
6. Não exige virgindade para casar, evita casar-se com virgens, preferindo contrair matrimônio com mulheres já defloradas por outros homens, preferencialmente muitos;
7. Não reage furiosamente quando é assediado por homossexuais, já que isso seria sinal de "preconceito", ao contrário: fica feliz e se sente lisonjeado;
8. Não afirma sua heterossexualidade e nem se orgulha dela, uma vez que tal afirmação denotaria "insegurança";
Conclui-se, portanto, que o homem decente, segundo os parâmetros contemporâneos ocidentais, odeia sua masculinidade, ressalta seu lado feminino, é submisso, "sensível" e capacho.
Um homem feminazi é perfeito para os padrões modernos e politicamente corretos, já que está contra si mesmo.

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