20-09-2016, 01:12 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-09-2016, 01:14 PM por Héracles.)
Grande Don. Reflexão fantástica, escrita de uma forma cristalina e lúcida. Parabéns pelo grande tópico. Todos devim ler isso. Realmente fica difícil argumentar alguma coisa, uma vez que os pontos abordados foram muito bem delineados e esclarecidos.
Eu já havia comentado sobre esse fenômenos em outro tópicos. Sobre essa dissonância congnitiva que faz com que o realista jovem se sinta ainda mais frustrado que antes da real. Seu mundo mental se expande, mas o mundo real continua parado, inerte. Isso lhe causa profundas angustias e revolta, pois na sua mente ele deveria ser visto como foda por todos, mas não fez nada de material para isso acontecer, e a discrepância entre realidade e imaginação se acentua até um ponto de ruptura, onde o sujeito ou se revolta, ou se mata duma vez.
Acredito que a expansão mental potencializa e muito as vidas não vividas se o sujeito não por a mão na massa. Pode ser algo prejudicial ter muito conhecimento enclausurado em um vida inerte. Por isso eu digo e repito, a real é na rua.
Parabéns mais uma vez.
Eu já havia comentado sobre esse fenômenos em outro tópicos. Sobre essa dissonância congnitiva que faz com que o realista jovem se sinta ainda mais frustrado que antes da real. Seu mundo mental se expande, mas o mundo real continua parado, inerte. Isso lhe causa profundas angustias e revolta, pois na sua mente ele deveria ser visto como foda por todos, mas não fez nada de material para isso acontecer, e a discrepância entre realidade e imaginação se acentua até um ponto de ruptura, onde o sujeito ou se revolta, ou se mata duma vez.
Acredito que a expansão mental potencializa e muito as vidas não vividas se o sujeito não por a mão na massa. Pode ser algo prejudicial ter muito conhecimento enclausurado em um vida inerte. Por isso eu digo e repito, a real é na rua.
Parabéns mais uma vez.

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