04-04-2016, 06:07 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 04-04-2016, 06:09 PM por Loki.)
Essa questão de "rejeitar o casamento, mas não rejeitar a paternidade", guarda um paradoxo manifesto:
A ideia de rejeitar o casamento está ligada ao sujeito não acreditar que hajam mais mulheres servíveis para se constituir família.
Mas se isso é verdade e mesmo assim o sujeito deseja ter um filho, significa que está admitindo que dará à ele uma imprestável como mãe, pois se o sujeito acredita que essa mulher que ele escolheu tem bons predicados para a maternidade e está disposta a ter um filho dele, por que não casar-se com ela?
A conclusão óbvia das premissas acima é: rejeite o casamento e dê a seu filho uma vadia imprestável como mãe.
Sem mais.
A ideia de rejeitar o casamento está ligada ao sujeito não acreditar que hajam mais mulheres servíveis para se constituir família.
Mas se isso é verdade e mesmo assim o sujeito deseja ter um filho, significa que está admitindo que dará à ele uma imprestável como mãe, pois se o sujeito acredita que essa mulher que ele escolheu tem bons predicados para a maternidade e está disposta a ter um filho dele, por que não casar-se com ela?
A conclusão óbvia das premissas acima é: rejeite o casamento e dê a seu filho uma vadia imprestável como mãe.
Sem mais.

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