04-04-2016, 03:45 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 04-04-2016, 03:47 PM por Heiner.)
(02-04-2016, 01:37 PM)frost Escreveu:_____________________________________________(02-04-2016, 12:56 PM)Rooster Escreveu: Concordo com o Spectro.
Quer ser pai? Arrume uma mulher minimamente decente, case e tenha quantos filhos quiser, crie-os sendo exemplo de hombridade, com firmeza e justiça, e esforce-se para manter um lar digno, uma família coesa e amorosa. A preservação dos valores familiares é fundamental nessa era de feminazismo em que vivemos. Esse negócio de ser "pai solteiro por opção" é relativisar princípios e corroborar com o maior objetivo das feminazis, que é a destruição da família.
"E acabou porra!"
Penso da seguinte forma: filho, só se for meu. A ideia da adoção é muito bonita, mas na prática é bem diferente, ainda mais quando sabemos que muito da índole de uma pessoa é transferida pelos genes. Existem bons exemplos, existem maus exemplos. Se for para correr o risco, prefiro correr o risco com filho do meu sangue.
Um lar digno para seu filho é obrigação do Pai, mas é da mãe também. E aí é que a coisa se complica.
Em breve nos será imputada a responsabilidade de atos que elas cometem. Eu afirmo - com pesar - que um casamento de hoje, é uma instituição falida, que ainda rasteja devido a vontade de se manter aparências, de se enquadrar na sociedade, etc.
Jogos emocionais em um relacionamento afetam a criança mais do que qualquer coisa, ainda mais quando a espertinha não poupa os ouvidos da prole. Além disso, a criança até os 7 anos de idade é muito mais apegada emocionalmente com a mãe do que com o pai. As alterações de humor da mãe incidem diretamente na criança.
Não tenham medo ou se sintam menos honrados de não levar adiante um relacionamento que ao invés de educar, deseduca seu filho, que ao invés de ensinar-lhe o entendimento e a paz de espírito lhe ensine o ódio e a agressão aos sentimentos e à honra. Há mulheres que jogam usando os filhos, pra mim essas são as mais infames e perversas. E tenham certeza que elas são maioria, e tenham certeza que os filhos mais tenros tendem sempre ao lado da mãe, exceto em alguns casos extremos, como o filho de um amigo (7 anos), que chegou ao pai e disse: papai, vamos arrumar outra mamãe pra gente.
Pra quem perguntar: "Não conhecia antes de casar e ter filho?" Eu respondo: quer conhecer sua namorada? Case-se com ela. Quer conhecer sua esposa? Separe-se dela.

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