29-01-2016, 12:17 PM
(29-01-2016, 09:23 AM)Heron Escreveu: Vocês estão subestimando os europeus.
Eles aguentam muita coisa calados, para manter as coisas estaveis, mas uma hora elas estouram.
E quando isso ocorrer é melhor sair da frente, que não vai ter Mohamed que os detenha.
Também penso como o confrade, mais a frente chegará num ponto em que o instinto da auto-preservação falará mais alto e eles vão se insurgir, não irão aguentar mais. Entretanto, não será tão cedo, uma vez que foram emasculados salvo algumas exceções, como foi a lei do confisco recém aprovada.
Por causa da lobotomia que o feminazismo e o esquerdismo causou em muitos homens, ainda vão algumas gerações de passividade até que a demografia local seja radicalmente alterada, aí não vai ter como maquiar ou fazer uso de eufemismos para a dominação islâmica.
Em Condições Normais de Temperatura e Pressão, os dinamarqueses já teriam reagido há pelo menos 10 anos atrás no caso das charges do Maomé, quando a liberdade de expressão (um preceito ocidental) deles foi tolida por estrangeiros em seu próprio país.
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Sobre a Sharia, é oportuno citar o caso da Chechênia. Quando ela ficou independente de facto a partir de 94, com o reconhecimento internacional apenas do Paquistão e após a limpeza étnica de russos e outras minorias de fé cristã, os rebeldes, com apoio popular, implementaram a Sharia além da produção de seu próprio dinheiro (proveniente de um banco em Londres). O apoio popular a independência ruiu porque ninguém aguentava mais as regras impostas. Entre outras coisas, eram execuções capitais diárias pelos motivos mais banais e a volta da escravidão. Quando ocorreu a invasão russa após ataques a outras regiões russas, os invasores receberam apoio popular porque nem mesmo os locais aguentaram o código de leis implementados.


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