17-12-2015, 09:22 AM
Confrade, Platão afirmava que a paixão seria o desejo direcionado exclusivamente ao mundo das sombras, e não da realidade essencial. Ele não a condenava, pois sabia que a paixão pelo corpo, que nos conduz para a dor e o sofrimento, nos conduz, também, ao conhecimento de nós mesmos.
Se apaixonar por algo é desejar aquilo ilusoriamente. Nós não nos apaixonamos por uma mulher, mas sim por aquilo que imaginamos que ela é. A figura de uma mulher honesta, bonita, delicada, submissa, de cu rosado, que quer o seu bem, etc. é isso que nos aprisiona. Quando notamos que ela não apresenta algumas dessas características, o desejo e, consequentemente, a paixão, se acabam. E aqui, segundo Platão, temos uma oportunidade de conhecer mais de nós mesmos.
Não é só por causa da autoestima que nos apaixonamos. Isso é algo de nossa natureza. Temos a tendência de nos aprisionar a algo que possa satisfazer os nossos desejos; existe paixão por mulheres, pelo porno, pelas drogas, pela internet, etc. A única maneira de não se apaixonar é não sentir apego por nada, não desejar. Mas lembrem-se: a paixão não é demasiadamente ruim, pois, se assim fosse, não nos daria a oportunidade de conhecermos a nós mesmos e, tampouco, estaríamos aqui hoje.
Força e honra.
Se apaixonar por algo é desejar aquilo ilusoriamente. Nós não nos apaixonamos por uma mulher, mas sim por aquilo que imaginamos que ela é. A figura de uma mulher honesta, bonita, delicada, submissa, de cu rosado, que quer o seu bem, etc. é isso que nos aprisiona. Quando notamos que ela não apresenta algumas dessas características, o desejo e, consequentemente, a paixão, se acabam. E aqui, segundo Platão, temos uma oportunidade de conhecer mais de nós mesmos.
Não é só por causa da autoestima que nos apaixonamos. Isso é algo de nossa natureza. Temos a tendência de nos aprisionar a algo que possa satisfazer os nossos desejos; existe paixão por mulheres, pelo porno, pelas drogas, pela internet, etc. A única maneira de não se apaixonar é não sentir apego por nada, não desejar. Mas lembrem-se: a paixão não é demasiadamente ruim, pois, se assim fosse, não nos daria a oportunidade de conhecermos a nós mesmos e, tampouco, estaríamos aqui hoje.
Força e honra.

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