01-07-2015, 10:28 AM
Ótima reflexão confrade Diomedes.
O homem que busca conforto em todos os momentos da sua vida, não passa de um covarde. Ou seja, é apenas uma medíocre sombra do que realmente poderia vir a ser. Talvez a maior virtude do homem seja a coragem. E coragem está inerente à dor. Homens santos tiveram a coragem de renunciar o mundo por um bem maior. Homens inteligentes tiveram a coragem de passar uma vida toda de resignação a uma causa que julgavam útil a humanidade. Homens viris tiveram a determinação de entrar em campos de batalha, para a morte certa, por causas que julgavam importantes.
Observando a vida de todos os grandes homens, sempre encontraremos dois aspectos muito evidentes:
-PRINCÍPIOS (FÉ);
-CORAGEM;
Pensem confrades, em grandes homens que os Senhores conheceram pessoalmente, e reparem que com toda a certeza, esses dois aspectos eram muito evidentes. São sempre homens inflexíveis, naquilo que crêem, taciturnos, com a coragem para fazer coisas que para nós, seria totalmente aterrador e talvez, desmoralizante. Renuncia total dessa vidinha confortável e bunda mole que levamos.
E o grande paradoxo disso é que apesar de homens desse calibre, muitas vezes se mostrarem totalmente desconectados do mundo, com aversão e muita vezes nojo a sociedade “comum”, fazem o que fazem justamente para o bem dessa mesma sociedade. Eis aí, o nosso grande dilema. Confrades, tornen-se homens de coragem por aversão a esse mundinho colorido e cor de rosa, cheio de prazeres passageiros, sim!, mas também e principalmente por amor ao mesmo mundo que te deu a possibilidade de existir. Por amor as futuras gerações, ao nossos filhos e nossas mulheres. Por saber que homens como nós, são necessários para o bem de todos. Abrace esse maravilhoso paradoxo que lhe ensina a odiar o mundo, mas a buscar a coragem e determinação para se autorenunciar e tranceder a si mesmo por amor a esse mesmo mundo. Eis a masculinidade.
Os homens que mais odiaram o mundo, mas tinham princípios que iam muito além de si mesmos, foram os que mais fizeram para o bem dele. Os que mais odiaram o mundo, mas fizeram tudo buscando o melhor somente para si mesmo e seu “grupo”, foram os que mais causaram morte e destruição.
Enquanto buscarem coisas para fim próprio de vcs, permaneceram como covardes medíocres, tentando moldar as coisas ao seu bel prazer, para poder gozar mais tempo.
Virilidade, masculinidade é não ter medo de se sacrificar pelo bem do próximo. E não ser o que mais come vagabundas rodadas com corrimento, ostenta na balada e tem a maior conta no banco.
É impossível ter essas duas virtudes citadas acima, sem sentir dor nos mais diversos aspectos possíveis da vida humana e sobre humana. Não tentem eliminar a dor, mas tentem sim, eliminar o medo da dor. Como primorosamente o confrade postulou. Essa é a chave da hombridade. Homens são forjados na brasa quente, no chicote, na exaustão do esforço físico, no frio congelente, nas artimanhas amorosas da dor, para se tornarem inflexíveis e corajosos, perdendo o medo do mundo. Aprendendo ao mesmo tempo, odia-lo por ser tão cruel, e ama-lo por nos possibilitar sermos homens melhores, que trancendem a realidade física somente.
A glória mora ali, logo ao lado. Só precisamos morrer para encontra-lá. Parafraseando o mestre dos mestres, lembremos que, “aquele que morrer, viverá”.
O homem que busca conforto em todos os momentos da sua vida, não passa de um covarde. Ou seja, é apenas uma medíocre sombra do que realmente poderia vir a ser. Talvez a maior virtude do homem seja a coragem. E coragem está inerente à dor. Homens santos tiveram a coragem de renunciar o mundo por um bem maior. Homens inteligentes tiveram a coragem de passar uma vida toda de resignação a uma causa que julgavam útil a humanidade. Homens viris tiveram a determinação de entrar em campos de batalha, para a morte certa, por causas que julgavam importantes.
Observando a vida de todos os grandes homens, sempre encontraremos dois aspectos muito evidentes:
-PRINCÍPIOS (FÉ);
-CORAGEM;
Pensem confrades, em grandes homens que os Senhores conheceram pessoalmente, e reparem que com toda a certeza, esses dois aspectos eram muito evidentes. São sempre homens inflexíveis, naquilo que crêem, taciturnos, com a coragem para fazer coisas que para nós, seria totalmente aterrador e talvez, desmoralizante. Renuncia total dessa vidinha confortável e bunda mole que levamos.
E o grande paradoxo disso é que apesar de homens desse calibre, muitas vezes se mostrarem totalmente desconectados do mundo, com aversão e muita vezes nojo a sociedade “comum”, fazem o que fazem justamente para o bem dessa mesma sociedade. Eis aí, o nosso grande dilema. Confrades, tornen-se homens de coragem por aversão a esse mundinho colorido e cor de rosa, cheio de prazeres passageiros, sim!, mas também e principalmente por amor ao mesmo mundo que te deu a possibilidade de existir. Por amor as futuras gerações, ao nossos filhos e nossas mulheres. Por saber que homens como nós, são necessários para o bem de todos. Abrace esse maravilhoso paradoxo que lhe ensina a odiar o mundo, mas a buscar a coragem e determinação para se autorenunciar e tranceder a si mesmo por amor a esse mesmo mundo. Eis a masculinidade.
Os homens que mais odiaram o mundo, mas tinham princípios que iam muito além de si mesmos, foram os que mais fizeram para o bem dele. Os que mais odiaram o mundo, mas fizeram tudo buscando o melhor somente para si mesmo e seu “grupo”, foram os que mais causaram morte e destruição.
Enquanto buscarem coisas para fim próprio de vcs, permaneceram como covardes medíocres, tentando moldar as coisas ao seu bel prazer, para poder gozar mais tempo.
Virilidade, masculinidade é não ter medo de se sacrificar pelo bem do próximo. E não ser o que mais come vagabundas rodadas com corrimento, ostenta na balada e tem a maior conta no banco.
É impossível ter essas duas virtudes citadas acima, sem sentir dor nos mais diversos aspectos possíveis da vida humana e sobre humana. Não tentem eliminar a dor, mas tentem sim, eliminar o medo da dor. Como primorosamente o confrade postulou. Essa é a chave da hombridade. Homens são forjados na brasa quente, no chicote, na exaustão do esforço físico, no frio congelente, nas artimanhas amorosas da dor, para se tornarem inflexíveis e corajosos, perdendo o medo do mundo. Aprendendo ao mesmo tempo, odia-lo por ser tão cruel, e ama-lo por nos possibilitar sermos homens melhores, que trancendem a realidade física somente.
A glória mora ali, logo ao lado. Só precisamos morrer para encontra-lá. Parafraseando o mestre dos mestres, lembremos que, “aquele que morrer, viverá”.

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