22-06-2015, 11:10 PM
Olha, foi até bom você compartilhar essa historinha para me refrescar a memória e que eu ou outros confrades não cometam esse mesmo vacilo. Como dizem, é melhor você perder o amigo por dizer não, e manter os seus recursos, do que dizer sim, perder os recursos, e o amigo (ou familiar) do mesmo jeito.
Meu pai é semelhante ao seu, o único trabalho foi ludibriar a coroa da minha mãe, me colocar mundo. Depois deu no pé, e agora depois de uns 15 anos retornou para perto.
A questão que ele é o típico sujeito que não quer nada com nada, não quer ter nada, quer viver a vida numa boa, "sugando" o que puder de um e outro. Sim, ele gosta de viver de favores, se pede dinheiro nunca em grande volume, mas presentinhos e favores, derivados de chantagenzinhas emocionais, ele é número um.
Eu digo por questão pessoa, sou deveras estressado, mas o melhor é ignorar, cagar e andar como dizem. No caso do seu pai, se você não foi enganado, se deixou enganar, e já previa isso. Arriscou os três mil para averiguar o caráter do seu velho, é já averiguou. Agora é não esperar nada dele. E nem gastar muitas palavras. Eu cortaria relação. E como dizem, perdoar, a gente perdoar, mas dar o crédito novamente, não mais.
Eu levo a relação com meu pai mais como uma amizade, vejo ele mais como uma amigo ou irmão mais velho, até porque fui criado pelos pais dele. Gosto dele e tudo, mas tenho que aceitar o modo que ele é, e no máximo, tento me distânciar daquilo que não gosto nele e evitar danos lesivos oriundos dar artimanhas.
Meu pai é semelhante ao seu, o único trabalho foi ludibriar a coroa da minha mãe, me colocar mundo. Depois deu no pé, e agora depois de uns 15 anos retornou para perto.
A questão que ele é o típico sujeito que não quer nada com nada, não quer ter nada, quer viver a vida numa boa, "sugando" o que puder de um e outro. Sim, ele gosta de viver de favores, se pede dinheiro nunca em grande volume, mas presentinhos e favores, derivados de chantagenzinhas emocionais, ele é número um.
Eu digo por questão pessoa, sou deveras estressado, mas o melhor é ignorar, cagar e andar como dizem. No caso do seu pai, se você não foi enganado, se deixou enganar, e já previa isso. Arriscou os três mil para averiguar o caráter do seu velho, é já averiguou. Agora é não esperar nada dele. E nem gastar muitas palavras. Eu cortaria relação. E como dizem, perdoar, a gente perdoar, mas dar o crédito novamente, não mais.
Eu levo a relação com meu pai mais como uma amizade, vejo ele mais como uma amigo ou irmão mais velho, até porque fui criado pelos pais dele. Gosto dele e tudo, mas tenho que aceitar o modo que ele é, e no máximo, tento me distânciar daquilo que não gosto nele e evitar danos lesivos oriundos dar artimanhas.

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