24-06-2015, 05:42 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 24-06-2015, 05:50 PM por jeanreno.)
Spoiler:
Aí você está partindo do princípio de que pode haver relacionamento longo sem uma manutenção do utilitarismo feminino, isso não é verdade em nenhum lugar do mundo. Lá fora ainda existe uma espécie de "capital social" baseado no seu destaque profissional. Caso você faça algo relevante que lhe dê fama, mesmo que seja fama dentro de um grupo restrito, logo aparecem as fãs de várias idades. A hipergamia das americanas também é baseada nesse destaque, aparecem muitos casos de mulheres jovens com destacados mais velhos. Isso pode ser percebido analisando o imaginário popular: o sucesso do livro "50 Tons de Cinza" é um exemplo (muito embora a maioria das leitoras sejam balzacas 30+), mas também existem casos reais de religiosos comendo as fiéis, o caso emblemático da Monica Lewinsky, etc. A maioria dos galãs de Hollywood estão na faixa 30/50, a carreira dos homens no cinema costuma ser longa. Já as mulheres costumam ser bem mais jovens, todo ano tem uma nova namoradinha de Hollywood, salvo exceções pontuais. Na Europa então é quase natural esse relacionamento entre homem de 40 bem sucedido e mulher de 20. Quase todo livro, filme, novela ou seriado romântico na Europa tem esse estereótipo de casal. E quem consome são elas. No BR elas só querem saber de dinheiro, uma mulher pergunta o que o sujeito faz da vida e quando ele vai explicar elas já viram os olhos pra cima naquela expressão "ai que saco", porque elas querem saber mesmo é se o trampo do cara dá dinheiro, não estão nem aí pra destaque profissional.


![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

