17-12-2014, 12:58 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 17-12-2014, 12:59 PM por Marcílio.)
(17-12-2014, 11:58 AM)Daniel Corleone Escreveu: O realista ia escolher o ganho absoluto.
No seu exemplo, a opção 1 tem um ganho absoluto nessa situação.
Por quê?
Na segunda opção você não descarrega a raiva e também não apresenta nenhuma atitude em relação ao problema, sendo assim, aonde está o ganho? Nem relativo é, apenas prejuízo.
Tu mesmo respondestes a pergunta.
(17-12-2014, 11:58 AM)Daniel Corleone Escreveu: Agora se o seu objetivo é comparar situações onde você pode contornar o problema sendo frio e analítico ou sendo quente e estourado, você toma a decisão se direcionando como perguntas. Exemplo:
Qual dos dois vai me beneficiar mais? Prolongar a situação vai me dar algum benefício? Alguma ferramenta/argumento que no momento eu não tenho? Descarregar meus sentimentos agora é o momento certo? Como ela reagiria? Tenho eventos passados que podem me dar uma base?
São uma infinidade de perguntas que você pode e deve fazer e responder para si antes de tomar uma decisão. O objetivo é permanecer no controle e escolher a de maior ganho/menor perda.
Escolher a situação onde o ganho é relativo é errar. Fazer isso propositalmente é burrice.
Eu entendo que a confusão do exemplo tá em enxergar qual ângulo que os fatos se apresentam. Eu me fixei em apenas 1 variável (controle das emoções) e sua consequência (eficiência na discussão).
Mas é lógico que esse mesmo fato pode ser visto por vários ângulos diferentes. No caso apresentastes, o sujeito podia transparecer a ideia de covardia por não iniciar a discussão.
Por isso, do seu ponto de vista, o sujeito que transparece uma covardia é total burrice. Já se revida, tem um ganho absoluto.
Por outro lado, se enxergassemos do modo como apresentei de dominio interior, o controle emocional do sujeito em não sucumbir às provocações controlando-s (o famoso engulir sapo) seria uma ganho relativo, já que o ganho absoluto seria começar a discussão aliviando a raiva adquirida.
Mas em todas elas levam à seguinte pergunta: qual é o mais eficiente me termos de resultado?
Lógico que cada caso é um caso. Mas aqui na REAL se aprende que muitas vezes é melhor não entrar na discussão diante da inconstâncias da mulher e seus joguinhos mentais.
(17-12-2014, 11:58 AM)Daniel Corleone Escreveu: Agora se o seu objetivo é comparar situações onde você pode contornar o problema sendo frio e analítico ou sendo quente e estourado, você toma a decisão se direcionando como perguntas. Exemplo:
Qual dos dois vai me beneficiar mais? Prolongar a situação vai me dar algum benefício? Alguma ferramenta/argumento que no momento eu não tenho? Descarregar meus sentimentos agora é o momento certo? Como ela reagiria? Tenho eventos passados que podem me dar uma base?
Realmente, o ideal seria em cada situação apresentada a pessoa refletisse nas suas ações para ver qual melhor resultado poderia advir.
Mas ai eu te pergunto: em relacionamentos, isso sempre vai acontecer? Sempre alguém vai ter a chance de dar um Stop no tempo, sentar, ficar olhando pro céu, ficar fazendo calculos mentais e depois de encontrado a solução certa, apertar o Play e continuar a discussão?
È claro que não. Tem momentos que o sujeito tem que responder na hora, talvez em frações de minutos ou segundos.
Ai eu te pergunto: qual reação a pessoa irá usar no momento desses? Tenho quase certeza que 70% vem das primeiras emoções que surgem com o evento inesperado, exceto se ele já for programado para responder essa situação (é aqui que a REAL entra).
Ps: Estou lendo esse tópico, e pouco que li me deixou ABSURDAMENTE impressionado. Incrivel como estava esquecido pelo tempo.


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