13-12-2014, 09:45 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 13-12-2014, 09:49 PM por Remy LeBeau.)
O confrade já deu o primeiro e importante passo: humildade e reconhecer as próprias fraquezas. Desta modo, agora se deve corrigí-las e suprimí-las.
Vou divergir um pouco do que você disse, na verdade o teu ego não fala para deixá-la para lá, mas age como um agente catalizador e se manifesta no sentimento de apego que você passou a sentir por ela. Aliás, não usaria o termo "apego", mas sim o "apreço", porque uma vez que a fêmea buscou você de forma explícita para te eleger como macho reprodutor, não se trata de se sentir apegado, mas sim o apreço de poder fodê-la.
O teu ego foi farejado, e identificado como uma fraqueza. Ao contrário de tentar fisgá-lo com sentimentalismo barato ou chá de buceta (práticas comuns), ela o massageou elegendo você um "macho comedor" e conseguiu furar as tuas barreiras te deixando confuso. Ou seja, de caçador, agora você é uma presa.
A armadilha esta plantada, se você aceitar o convite ela armará uma estratégia para tentar pegá-lo de vez.
Eu recomendaria que o confrade meditasse sobre o invariável sentimento que nutre por ela (tesão, paixão, saudades e etc...). Dependendo do que você verdadeiramente "sentir", a mesma identificará e usará a "jogada" correspondente para dominá-lo, vamos aos exemplos que eu citei:
1) Se o confrade ainda sente "tesão" por ela, a mesma vai utilizar do famigerado chá de buceta, para prendê-lo pelo sexo. O que seria um "sexo casual", ou o famoso "Vale a pena ver de novo", vai começar a se tornar rotineiro e frequente, até o ponto em que o confrade vai acabar voltando com ela apenas pelo sexo de boa qualidade.
Eu diria que este sentimento é o menos perigoso, uma vez que dependeria da qualidade do sexo e exigiria um pouco mais de esforço por parte dela, sob pena de que o chá de buceta não seja efetivo o suficiente para prendê-lo, ou acabar sendo revertido pelo confrade na prática da marmitagem.
2) Se o confrade ainda sente "saudades" por ela, a mesma vai buscar forçar cada vez mais contatos rotineiros, buscando ativar na sua memória momentos positivos do passado e suprimindo lembranças negativas, de modo que a saudade "dos velhos tempos", se torne um instrumento para gerar o apego e aí vai te fisgar de vez pela famosa "boas lembranças e promessas de um novo futuro".
Eu diria que este sentimento é o meio termo dos demais, já que ela teria que se esforçar um pouco para utilizá-lo contra o confrade e o mesmo dependeria das lembranças.
3) Se o confrade ainda se encontrar "apaixonado" por ela, é inevitável que ela vá modificar toda a faceta dela, virando aquela fêmea amável, dócil, calma, passiva e simulando práticas positivas de outrora. Assim, qualquer barreira sentimental sua vai ruir e estará ativado o teu instinto "protetor" que irá induzí-lo a se apaixonar de vez e virar o escravo particular dela.
Eu diria que esta é o mais perigoso das três, já que este sentimento é o mais forte, e dependendo da intensidade dele, ela poderá fisgá-lo com mais êxito, resultado e menos tempo. Também convém lembrar que esta é tática mais utilizada por elas e com maiores resultados, não obstante, elas são especialistas em usá-los.
Que fique claro que a questão da periculosidade dos sentimentos é só um mero parâmetro derivado das minhas impressões, bem como existem outros com diferentes jogadas correspondentes.
Caso eu não tenha sido claro nos exemplos, imagine a seguinte situação:
Ela é uma princesa presa na torre de um castelo. Nos seus aposentos, a mesma montou inúmeras armadilhas. O confrade é um cavaleiro que recebeu um pedido de socorro dela com uma falsa promessa de recompensa.
A situação é esta e as cartas estão na mesa.
Ela já jogou, e agora aguarda o seu movimento para contra-atacar.
Suas opções são:
1) Jogar (errado/certo).
2) Não jogar e ser tragado por ela.
3) Não jogar e sofrer mais investidas dela.
4) Simplesmente não jogar e abandoná-la sozinha.
A chave para evitar uma situação destas é a morte total do seu ego e a perda de qualquer sentimento de apego, tanto por ela, quanto para qualquer outra. Não é algo fácil, não é algo tão possível assim e exige muito esforço e vontade.
Esta é uma situação comum aqui no fórum e de vez em quando aparece em discussão, seja em relatos ou tópicos específicos. Uma pesquisa neste sentido aqui vai encontrar importantes e necessárias "metidas de Reais" para que o confrade consiga superar esta fraqueza.
Mas basicamente é: ocupar a mente, meditar, investir em novas bucetas, buscar um hobby, ler sempre os materiais da Real, evitar contatos, focar no trabalho e outras atividades, colocar o foco apenas sobre você, praticar o Desenvolvimento Pessoal, ser o centro da sua vida e etc ad infinitum.
Tenha em mente que se decidir jogar com ela, qualquer passo em falso será usado contra você, com os famigerados e conhecidos resultados.
Boa sorte.
Vou divergir um pouco do que você disse, na verdade o teu ego não fala para deixá-la para lá, mas age como um agente catalizador e se manifesta no sentimento de apego que você passou a sentir por ela. Aliás, não usaria o termo "apego", mas sim o "apreço", porque uma vez que a fêmea buscou você de forma explícita para te eleger como macho reprodutor, não se trata de se sentir apegado, mas sim o apreço de poder fodê-la.
O teu ego foi farejado, e identificado como uma fraqueza. Ao contrário de tentar fisgá-lo com sentimentalismo barato ou chá de buceta (práticas comuns), ela o massageou elegendo você um "macho comedor" e conseguiu furar as tuas barreiras te deixando confuso. Ou seja, de caçador, agora você é uma presa.
A armadilha esta plantada, se você aceitar o convite ela armará uma estratégia para tentar pegá-lo de vez.
Eu recomendaria que o confrade meditasse sobre o invariável sentimento que nutre por ela (tesão, paixão, saudades e etc...). Dependendo do que você verdadeiramente "sentir", a mesma identificará e usará a "jogada" correspondente para dominá-lo, vamos aos exemplos que eu citei:
1) Se o confrade ainda sente "tesão" por ela, a mesma vai utilizar do famigerado chá de buceta, para prendê-lo pelo sexo. O que seria um "sexo casual", ou o famoso "Vale a pena ver de novo", vai começar a se tornar rotineiro e frequente, até o ponto em que o confrade vai acabar voltando com ela apenas pelo sexo de boa qualidade.
Eu diria que este sentimento é o menos perigoso, uma vez que dependeria da qualidade do sexo e exigiria um pouco mais de esforço por parte dela, sob pena de que o chá de buceta não seja efetivo o suficiente para prendê-lo, ou acabar sendo revertido pelo confrade na prática da marmitagem.
2) Se o confrade ainda sente "saudades" por ela, a mesma vai buscar forçar cada vez mais contatos rotineiros, buscando ativar na sua memória momentos positivos do passado e suprimindo lembranças negativas, de modo que a saudade "dos velhos tempos", se torne um instrumento para gerar o apego e aí vai te fisgar de vez pela famosa "boas lembranças e promessas de um novo futuro".
Eu diria que este sentimento é o meio termo dos demais, já que ela teria que se esforçar um pouco para utilizá-lo contra o confrade e o mesmo dependeria das lembranças.
3) Se o confrade ainda se encontrar "apaixonado" por ela, é inevitável que ela vá modificar toda a faceta dela, virando aquela fêmea amável, dócil, calma, passiva e simulando práticas positivas de outrora. Assim, qualquer barreira sentimental sua vai ruir e estará ativado o teu instinto "protetor" que irá induzí-lo a se apaixonar de vez e virar o escravo particular dela.
Eu diria que esta é o mais perigoso das três, já que este sentimento é o mais forte, e dependendo da intensidade dele, ela poderá fisgá-lo com mais êxito, resultado e menos tempo. Também convém lembrar que esta é tática mais utilizada por elas e com maiores resultados, não obstante, elas são especialistas em usá-los.
Que fique claro que a questão da periculosidade dos sentimentos é só um mero parâmetro derivado das minhas impressões, bem como existem outros com diferentes jogadas correspondentes.
Caso eu não tenha sido claro nos exemplos, imagine a seguinte situação:
Ela é uma princesa presa na torre de um castelo. Nos seus aposentos, a mesma montou inúmeras armadilhas. O confrade é um cavaleiro que recebeu um pedido de socorro dela com uma falsa promessa de recompensa.
A situação é esta e as cartas estão na mesa.
Ela já jogou, e agora aguarda o seu movimento para contra-atacar.
Suas opções são:
1) Jogar (errado/certo).
2) Não jogar e ser tragado por ela.
3) Não jogar e sofrer mais investidas dela.
4) Simplesmente não jogar e abandoná-la sozinha.
A chave para evitar uma situação destas é a morte total do seu ego e a perda de qualquer sentimento de apego, tanto por ela, quanto para qualquer outra. Não é algo fácil, não é algo tão possível assim e exige muito esforço e vontade.
Esta é uma situação comum aqui no fórum e de vez em quando aparece em discussão, seja em relatos ou tópicos específicos. Uma pesquisa neste sentido aqui vai encontrar importantes e necessárias "metidas de Reais" para que o confrade consiga superar esta fraqueza.
Mas basicamente é: ocupar a mente, meditar, investir em novas bucetas, buscar um hobby, ler sempre os materiais da Real, evitar contatos, focar no trabalho e outras atividades, colocar o foco apenas sobre você, praticar o Desenvolvimento Pessoal, ser o centro da sua vida e etc ad infinitum.
Tenha em mente que se decidir jogar com ela, qualquer passo em falso será usado contra você, com os famigerados e conhecidos resultados.
Boa sorte.


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