01-08-2014, 05:35 AM
- Se ela tem todos os sinais de "menina desligada e ingênua", preste especial atenção a histórias de viagens ou saídas com amigas e sobretudo a forma como ela faz parecer tudo muito natural e inocente (ela não costuma resistir a assédios, portanto aquele passeio bobo tem grandes chances de ter resultado em uma suruba na areia de uma praia, ou apartamento de uma amiga);
O maior disfarce da Vadia Sonsa, é sua aparência pacata e sem maldade.
O melhor exemplo de VS é a Cecile, do Segundas Intenções.
Você a reconhece pela sensualidade abrasiva. Suas roupas mostram pele demais, e são carregadas de fetichismo – ela só se veste para matar.
Fala de forma agitada, e tendo voz aguda ou mais grave, suas falas vão crescendo em volume de voz à medida que vai para o final de cada frase.
Ela ri, o tempo inteiro. Mas é um riso curto, mais característico de quem estava chando a atenção para si, do que alguém que estivesse genuinamente se divertindo. Mostra muito os dentes, mas seu sorriso é falso: a boca sorri, mas os olhos não. E ela ri alto, muito alto.
Possui um comportamento sexual predatório, e apesar de se vestir de modo a atrair – com uso de símbolos femininos para atrair o homem como saltos muito finos – seu comportamento é masculinizado e agressivo. Seus gestos são amplos, ela ocupa bastante espaço. Você a vê frequentemente conversando efusivamente com homens, em meio a galinhagens como troca de tapinhas e beliscões.
Mais do que a média feminina, ela é irremediavelmente atraída por símbolos de poder, como porte físico, ou carros, e seu círculo de amigos inclui sempre um ou outro destes casos. O sarcasmo flui naturalmente dela. Ela é um macho alfa amoral com uma vagina, como costuma dizer o Roissy.
Quando ela bebe demais, um circo de horrores se instala. Você a verá chorando histericamente, alto, ou ela sai de tapas e arranhões com alguma rival – por causa de algum destacado. Outra cena comum é arremessar a cerveja de seu copo em alguém.
Ela procura se manter no centro das atenções, e é assim porque ela se valida pelo desejo sexual masculino. Em outras palavras, a existência um pênis ereto desejando traçá-la é o fiador de sua auto-estima.
Se isso é causado somente por um excesso de testosterona, ou se por um Transtorno Histriônico de Personalidade, eu não estou apto a dizer, porque não sou psicólogo – situação que exige avaliação profissional.
Mas a semelhança de seu comportamento com os critérios de diagnóstico é tão grande, que você pode usar como um guia comparativo: busca constante ou exigência de afirmação, aprovação ou elogios; autodramatização, teatralidade e expressão exagerada das emoções; alta sugestionabilidade, facilmente influenciada pelos outros ou por certas circunstâncias; sedução inapropriada em aparência ou comportamento; preocupação excessiva com a atratividade física; expressão de emoções exageradamente; expressão de emoções rapidamente mutável; egocentrismo nas satisfações; intolerância severa às frustrações e à não-satisfação; discurso impressionista e superficial. (Wikipedia)
Não é necessário uma lista de itens ocultos para detectar uma VAOT, a sua mera descrição é o suficiente para reconhecê-la com mínima ou nula margem de erro.
Minhas recomendações são muito simples:
- Use sempre camisinha;
- Divitar-se, mas não se comprometa;
- Siga seus instintos, sempre: se em algum momento pensar “existe algo de errado com essa menina”, creia, é porque tem mesmo;
- Não se apegue, sob hipótese alguma.
Você pode estar pensando a esta hora, que toda a mulher é meio assim, de uma forma ou de outra, ainda que em pequeno grau, portanto todas são vadias. Não é bem assim: o problema da vadia é que ela é exagerada, em dois polos opostos do que é a normalidade feminina.
Existem meninas de qualidade. Mas isso fica para nossa próxima conversa.
O maior disfarce da Vadia Sonsa, é sua aparência pacata e sem maldade.
O melhor exemplo de VS é a Cecile, do Segundas Intenções.
A Vadia com Alta Octanagem de Testosterona (VAOT):
Você a reconhece pela sensualidade abrasiva. Suas roupas mostram pele demais, e são carregadas de fetichismo – ela só se veste para matar.
Fala de forma agitada, e tendo voz aguda ou mais grave, suas falas vão crescendo em volume de voz à medida que vai para o final de cada frase.
Ela ri, o tempo inteiro. Mas é um riso curto, mais característico de quem estava chando a atenção para si, do que alguém que estivesse genuinamente se divertindo. Mostra muito os dentes, mas seu sorriso é falso: a boca sorri, mas os olhos não. E ela ri alto, muito alto.
Possui um comportamento sexual predatório, e apesar de se vestir de modo a atrair – com uso de símbolos femininos para atrair o homem como saltos muito finos – seu comportamento é masculinizado e agressivo. Seus gestos são amplos, ela ocupa bastante espaço. Você a vê frequentemente conversando efusivamente com homens, em meio a galinhagens como troca de tapinhas e beliscões.
Mais do que a média feminina, ela é irremediavelmente atraída por símbolos de poder, como porte físico, ou carros, e seu círculo de amigos inclui sempre um ou outro destes casos. O sarcasmo flui naturalmente dela. Ela é um macho alfa amoral com uma vagina, como costuma dizer o Roissy.
Quando ela bebe demais, um circo de horrores se instala. Você a verá chorando histericamente, alto, ou ela sai de tapas e arranhões com alguma rival – por causa de algum destacado. Outra cena comum é arremessar a cerveja de seu copo em alguém.
Ela procura se manter no centro das atenções, e é assim porque ela se valida pelo desejo sexual masculino. Em outras palavras, a existência um pênis ereto desejando traçá-la é o fiador de sua auto-estima.
Se isso é causado somente por um excesso de testosterona, ou se por um Transtorno Histriônico de Personalidade, eu não estou apto a dizer, porque não sou psicólogo – situação que exige avaliação profissional.
Mas a semelhança de seu comportamento com os critérios de diagnóstico é tão grande, que você pode usar como um guia comparativo: busca constante ou exigência de afirmação, aprovação ou elogios; autodramatização, teatralidade e expressão exagerada das emoções; alta sugestionabilidade, facilmente influenciada pelos outros ou por certas circunstâncias; sedução inapropriada em aparência ou comportamento; preocupação excessiva com a atratividade física; expressão de emoções exageradamente; expressão de emoções rapidamente mutável; egocentrismo nas satisfações; intolerância severa às frustrações e à não-satisfação; discurso impressionista e superficial. (Wikipedia)
Não é necessário uma lista de itens ocultos para detectar uma VAOT, a sua mera descrição é o suficiente para reconhecê-la com mínima ou nula margem de erro.
Minhas recomendações são muito simples:
- Use sempre camisinha;
- Divitar-se, mas não se comprometa;
- Siga seus instintos, sempre: se em algum momento pensar “existe algo de errado com essa menina”, creia, é porque tem mesmo;
- Não se apegue, sob hipótese alguma.
Você pode estar pensando a esta hora, que toda a mulher é meio assim, de uma forma ou de outra, ainda que em pequeno grau, portanto todas são vadias. Não é bem assim: o problema da vadia é que ela é exagerada, em dois polos opostos do que é a normalidade feminina.
Existem meninas de qualidade. Mas isso fica para nossa próxima conversa.

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