03-07-2014, 04:05 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 03-07-2014, 04:06 PM por Tim Laflour.)
Bom, eu acho que é muito mais fácil você pegar a bola, bater o pênalti e pensar "se errar, foda-se" (como o Neymar faz), do que pensar que nos últimos 3 pênaltis que você bateu no seu time, você errou 2, pensar que existem milhões de pessoas cuja unica alegria é o futebol, e que você não pode errar por elas, ainda mais sendo capitão.
O primeiro não é mais homem que o segundo, isso é apenas um modo de encarar a responsabilidade (ligando o foda-se ou se preocupando). Não creio que isso seja um exemplo de geração leite-com-pera. Se formos pensar assim, então temos 21 exemplos de jogadores que se portaram como "machos" (ou sei lá quantos iam bater pênalti), contra apenas 1 que se amedrontou.
Chorar pelo esporte, por uma perda muito grande ou por uma grande alegria nunca será atestado de fragilidade. É isso que eu penso.
O primeiro não é mais homem que o segundo, isso é apenas um modo de encarar a responsabilidade (ligando o foda-se ou se preocupando). Não creio que isso seja um exemplo de geração leite-com-pera. Se formos pensar assim, então temos 21 exemplos de jogadores que se portaram como "machos" (ou sei lá quantos iam bater pênalti), contra apenas 1 que se amedrontou.
Chorar pelo esporte, por uma perda muito grande ou por uma grande alegria nunca será atestado de fragilidade. É isso que eu penso.

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