27-06-2014, 10:34 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 27-06-2014, 11:34 PM por Aquiles.)
@Sniper
Concordo com o que o Vitor falou no que tange a timidez. Facilmente sinto-me retraído, e portanto, é fundamental que a todo momento esteja me autoafirmando sobre a minha capacidade / competência nos relacionamentos.
Assim defendo ainda a hipótese (vide confrade Apollo) que os mais tímidos enfrentem a sua timidez e se possível trabalhem diretamente com o público. Forçando esse força o convívio diário com as pessoas, reforçará a autoconfiança e competência em suas habilidades.
Certa vez já vi dizer que a timidez é parecida com o alcoolismo: todo dia deve ser trabalhada. Assim como o bêbado deve pregar a abstinência, o tímido deve enfrentar a timidez. Portanto, a luta é diária e o que fica é essa sugestão.
Segundo ponto não devemos dar tanto importância ao monstrinho que criamos em nossa cabeça. Eles são bem maiores na nossa imaginação. Se dermos azas a eles viram o legítimo bicho de 7 cabeças. Um impacto inicial é evidente, até acostumarmos e compreendermos melhor qualquer situação desse tipo.
O que fica bem claro como o John falou um problema só é um problema quando está te limitando, te causando prejuízos, etc. aí que fica constatado essa adversidade. Você sente isso, que por causa disso (da síndrome) sua vida está limitada?!
Achei curioso o teu questionamento, que foi um questionamento que fiz a mim mesmo alguns dias atrás; estava desconfiado de um problema assim como você, e insurgiu perguntar se era INFP porque tinha esse problema, ou se tinha esse problema porque era INFP.
E aí vai meu raciocínio indo ao encontro ao do House, um problema deve ser diferenciado da sua personalidade. Você não é o problema. A sua personalidade deve ter surgido primeiramente, e em alguma parte dela se acentuou algum comportamento que gerou o problema.
Bom, é uma hipótese, mas pode ser a outra - de que o problema faz com que você tenha uma personalidade X. Mas como a personalidade é algo que predominantemente remete a infância, o seu problema teria que ser de muito novo, ou de nascença, pra falarmos algo assim.
Aí poderíamos dizer que a personalidade se confunde com ele, quem sabe. O fato e que a personalidade é algo muito mais perene, por isso ainda defendo que como se ela fosse algo assim: problema "está contido" na personalidade e não o contrário.
Personalidade é o conjunto e o problema é o subconjunto.
Muito provavelmente muitas pessoas que tenham Asperg não sejam INTPs e nem todo INTP é Asperg. Algumas personalidades tem propensão a um tipo x de desvio/problema, justamente por causa desse problema.
"Virou psicólogo agora Dominador?!" Não, mas são suposições, e questionar é válido!
Concordo com o que o Vitor falou no que tange a timidez. Facilmente sinto-me retraído, e portanto, é fundamental que a todo momento esteja me autoafirmando sobre a minha capacidade / competência nos relacionamentos.
Assim defendo ainda a hipótese (vide confrade Apollo) que os mais tímidos enfrentem a sua timidez e se possível trabalhem diretamente com o público. Forçando esse força o convívio diário com as pessoas, reforçará a autoconfiança e competência em suas habilidades.
Certa vez já vi dizer que a timidez é parecida com o alcoolismo: todo dia deve ser trabalhada. Assim como o bêbado deve pregar a abstinência, o tímido deve enfrentar a timidez. Portanto, a luta é diária e o que fica é essa sugestão.
Segundo ponto não devemos dar tanto importância ao monstrinho que criamos em nossa cabeça. Eles são bem maiores na nossa imaginação. Se dermos azas a eles viram o legítimo bicho de 7 cabeças. Um impacto inicial é evidente, até acostumarmos e compreendermos melhor qualquer situação desse tipo.
O que fica bem claro como o John falou um problema só é um problema quando está te limitando, te causando prejuízos, etc. aí que fica constatado essa adversidade. Você sente isso, que por causa disso (da síndrome) sua vida está limitada?!
Achei curioso o teu questionamento, que foi um questionamento que fiz a mim mesmo alguns dias atrás; estava desconfiado de um problema assim como você, e insurgiu perguntar se era INFP porque tinha esse problema, ou se tinha esse problema porque era INFP.
E aí vai meu raciocínio indo ao encontro ao do House, um problema deve ser diferenciado da sua personalidade. Você não é o problema. A sua personalidade deve ter surgido primeiramente, e em alguma parte dela se acentuou algum comportamento que gerou o problema.
Bom, é uma hipótese, mas pode ser a outra - de que o problema faz com que você tenha uma personalidade X. Mas como a personalidade é algo que predominantemente remete a infância, o seu problema teria que ser de muito novo, ou de nascença, pra falarmos algo assim.
Aí poderíamos dizer que a personalidade se confunde com ele, quem sabe. O fato e que a personalidade é algo muito mais perene, por isso ainda defendo que como se ela fosse algo assim: problema "está contido" na personalidade e não o contrário.
Personalidade é o conjunto e o problema é o subconjunto.
Muito provavelmente muitas pessoas que tenham Asperg não sejam INTPs e nem todo INTP é Asperg. Algumas personalidades tem propensão a um tipo x de desvio/problema, justamente por causa desse problema.
"Virou psicólogo agora Dominador?!" Não, mas são suposições, e questionar é válido!

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

