10-06-2014, 07:15 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 10-06-2014, 07:15 AM por Noah.)
Eu não acho o aborto uma monstruosidade como alguns aqui, desde que realizada bem no início e sob fortes justificativas, tais como: estupro, risco de vida para a mãe, o bebê com alguma deficiência, etc.
A razão por eu ser contra o aborto realizado em condições normais, é que é uma cara de pau filha de uma pu**! por parte da mulher. Quantos métodos contraceptivos existem? Tantos que eu nem sei dizer. Aí na hora do fogo na buc***, ela(e) nem pensa em usar nenhum deles, e o resultado disso é gravidez. Erra e quer corrigir o erro tirando uma vida? Puta que pariu! Não quer criar a porra do filho, que pelo menos entregue para a adoção, dando para vários casais que não conseguem ter filhos normalmente, a chance de serem pais.
Nenhuma mulher fica grávida do nada, ou por um simples ventinho que trouxe um vírus. Isso não é doença. Se ficou grávida é porque já é responsável pelos próprios atos, o que inclui o sexo. E se fez sexo sem nenhuma proteção, fica claro que ela e ele assumiram as possíveis consequências do ato. Que fique claro isso: a mulher não foi vítima da gravidez, ela foi cúmplice. Não queria ter filho? Pensasse nisso antes.
A razão por eu ser contra o aborto realizado em condições normais, é que é uma cara de pau filha de uma pu**! por parte da mulher. Quantos métodos contraceptivos existem? Tantos que eu nem sei dizer. Aí na hora do fogo na buc***, ela(e) nem pensa em usar nenhum deles, e o resultado disso é gravidez. Erra e quer corrigir o erro tirando uma vida? Puta que pariu! Não quer criar a porra do filho, que pelo menos entregue para a adoção, dando para vários casais que não conseguem ter filhos normalmente, a chance de serem pais.
Nenhuma mulher fica grávida do nada, ou por um simples ventinho que trouxe um vírus. Isso não é doença. Se ficou grávida é porque já é responsável pelos próprios atos, o que inclui o sexo. E se fez sexo sem nenhuma proteção, fica claro que ela e ele assumiram as possíveis consequências do ato. Que fique claro isso: a mulher não foi vítima da gravidez, ela foi cúmplice. Não queria ter filho? Pensasse nisso antes.

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