07-06-2014, 02:38 AM
Ok, Parabéns pelo tópico Raito.
Realmente me lembro dessa discussão.
Bom, é muito difícil ter que dar adeus a uma amizade, principalmente de longa data e com amigos que prezamos, mesmo contando revés, discordâncias, discussões, etc.
Acredito que temos que simular uma espécie de balança, e buscar levar em conta os aspectos positivos e negativos, e depois disto resolver se vale a pena levar em frente ou não a relação.
A própria incompatibilidade de ideias já vai causando um distânciamento, que pode ser acentuado propositalmente por meio de nossa vontade, sem a necessidade de troca direta de palavras.
Há porém a possibilidade de uma abordagem direta e franca, usado como recurso de última instância para tentar salvar a amizade. Como? Estabelecendo determinados limites e imposições, ter um voz ativa e deixar bem claro, "prezo pela nossa amizade, mas se continuar tendo estas atitudes, infelizmente não teremos como continuar sendo amigos".
Um pouco romântico, talvez, mas pode ser funcional em alguns casos, onde o amigo é sensato, preza tanto pela amizade, e saberá respeitar tais limites e entender que não se trata dele, mas sim de alguns comprtamentos prejudiciais que ele vem tendo.
Deve ser sensível notar a diferença entre um pseudoamigo, e um bom amigo, mais com atitudes contraditórias, viciadas, prejudiciais. Os primeiros, devem ser extirpados, jamais entrar em nossas vidas, pois não há pior inimigo que um falso amigo. Já os últimos talvez até possam ser mantidos, ou também repelidos, conforme o caso.
Realmente me lembro dessa discussão.
Bom, é muito difícil ter que dar adeus a uma amizade, principalmente de longa data e com amigos que prezamos, mesmo contando revés, discordâncias, discussões, etc.
Acredito que temos que simular uma espécie de balança, e buscar levar em conta os aspectos positivos e negativos, e depois disto resolver se vale a pena levar em frente ou não a relação.
A própria incompatibilidade de ideias já vai causando um distânciamento, que pode ser acentuado propositalmente por meio de nossa vontade, sem a necessidade de troca direta de palavras.
Há porém a possibilidade de uma abordagem direta e franca, usado como recurso de última instância para tentar salvar a amizade. Como? Estabelecendo determinados limites e imposições, ter um voz ativa e deixar bem claro, "prezo pela nossa amizade, mas se continuar tendo estas atitudes, infelizmente não teremos como continuar sendo amigos".
Um pouco romântico, talvez, mas pode ser funcional em alguns casos, onde o amigo é sensato, preza tanto pela amizade, e saberá respeitar tais limites e entender que não se trata dele, mas sim de alguns comprtamentos prejudiciais que ele vem tendo.
Deve ser sensível notar a diferença entre um pseudoamigo, e um bom amigo, mais com atitudes contraditórias, viciadas, prejudiciais. Os primeiros, devem ser extirpados, jamais entrar em nossas vidas, pois não há pior inimigo que um falso amigo. Já os últimos talvez até possam ser mantidos, ou também repelidos, conforme o caso.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

