26-01-2012, 09:58 AM
Isso aí é um dos muitos dilemas que quem está à procura de um relacionamento tem que enfrentar, com essa onda de desentendimentos, relações instáveis, falta de papéis estabelecidos para cada membro da família, e divórcios.
Pra quem teve uma família desmantelada, reconstruí-la com outra pessoa pra assumir o papel de mãe ou pai é superdifícil porque as pessoas são extremamente iludidas, fantasiosas e utópicas e, por isso, estão numa eterna procura de um modelo ideal de família que nem elas mesmas sabem construir.
Com mulheres, o quadro é ainda mais grave porque elas têm uma tendência natural de serem superficiais e só pensarem no curto prazo. Elas, quando entram num casamento, acha que o cara tem que ser um príncipe encantado que tem que dar tudo pra ela e ainda ser o cara perfeito.
Mas a vida real é bem diferente desse mar de rosas. Some a isso ânsia delas em querer negar a realidade, e um dos resultados é isso de elas não quererem que o marido crie os próprios filhos de relacionamentos anteriores, que nada mais é do que uma expectativa infantil delas.
Pensem bem: o ideal é uma família que jamais se separe. Mas eventualmente elas se separam por motivos de força maior (a mãe que morre num acidente, ou abandona o lar por problemas mentais, ou até se divorcia). A prioridade deve ser sempre os filhos, que só podem crescer saudáveis num modelo familiar tradicional; portanto é válido para o homem com filhos iniciar um novo relacionamento com outra mulher, e que esta aceite criar os seus filhos, como se tivessem sido gerados por ela mesma. E é por isso que discordo totalmente de quem pensa o contrário.
E se elas não aceitam, o homem deve fazê-las aceitar, pois é ele o chefe da família e a mulher está sob a autoridade dele. Se elas ainda não quiserem, que abandonem a barca. O que não se pode fazer é como os dois manginas citados pelo Jorge Tadeu, que criam traumas nos seus filhos do relacionamento anterior para atender as demandas ridículas de suas atuais parceiras.
Pra quem teve uma família desmantelada, reconstruí-la com outra pessoa pra assumir o papel de mãe ou pai é superdifícil porque as pessoas são extremamente iludidas, fantasiosas e utópicas e, por isso, estão numa eterna procura de um modelo ideal de família que nem elas mesmas sabem construir.
Com mulheres, o quadro é ainda mais grave porque elas têm uma tendência natural de serem superficiais e só pensarem no curto prazo. Elas, quando entram num casamento, acha que o cara tem que ser um príncipe encantado que tem que dar tudo pra ela e ainda ser o cara perfeito.
Mas a vida real é bem diferente desse mar de rosas. Some a isso ânsia delas em querer negar a realidade, e um dos resultados é isso de elas não quererem que o marido crie os próprios filhos de relacionamentos anteriores, que nada mais é do que uma expectativa infantil delas.
Pensem bem: o ideal é uma família que jamais se separe. Mas eventualmente elas se separam por motivos de força maior (a mãe que morre num acidente, ou abandona o lar por problemas mentais, ou até se divorcia). A prioridade deve ser sempre os filhos, que só podem crescer saudáveis num modelo familiar tradicional; portanto é válido para o homem com filhos iniciar um novo relacionamento com outra mulher, e que esta aceite criar os seus filhos, como se tivessem sido gerados por ela mesma. E é por isso que discordo totalmente de quem pensa o contrário.
E se elas não aceitam, o homem deve fazê-las aceitar, pois é ele o chefe da família e a mulher está sob a autoridade dele. Se elas ainda não quiserem, que abandonem a barca. O que não se pode fazer é como os dois manginas citados pelo Jorge Tadeu, que criam traumas nos seus filhos do relacionamento anterior para atender as demandas ridículas de suas atuais parceiras.

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