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		<title><![CDATA[Fórum do Búfalo - Relatos]]></title>
		<link>https://legadorealista.com/fdb/</link>
		<description><![CDATA[Fórum do Búfalo - https://legadorealista.com/fdb]]></description>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:34:24 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title><![CDATA[[Relato] Meu anjo da guarda disse para terminar]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9977</link>
			<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 06:11:56 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2767">Sheogorath</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9977</guid>
			<description><![CDATA[Intuição de homem: vocês acreditam? <br />
Bom, eu já postei algo aqui antes sobre isso em alguma resposta, mas vamos lá! <br />
<br />
Há alguns anos atrás eu conheci a Caroline. Era uma garota jovem, da qual eu fui o primeiro namorado. Meu namoro com Caroline foi intenso no primeiro ano, mas estava fadado ao fracasso desde sempre. <br />
<br />
Eu sabia dos meus erros, sabia que um dia ela iria encarar o mundo lá fora e eu iria deixar de ser interessante, mas e dai? Estava apaixonado pela garotinha angelical. Namoramos legal por um ano, foi intenso, apaixonante, mas eu sempre me mantive realista, eu sabia que mais cedo ou mais tarde, Caroline iria me passar para trás.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">1º ano (eu era realista já)</span><br />
<br />
Era muito amor, muito romantismo, sexo maneirasso. Caroline era uma garota pouco experiente ainda, mas era naturalmente safada, falava e fazia coisas muito loucas. Foram bons roles, boas noites dormindo juntos. Admito, foi tudo muito bom, mas eu sabia que iria acabar. <br />
<br />
Eu já era realista, e já alertava à ela que eu não iria tolerar mancadas, sempre que ela aprontava algo que me desagradava. Ela dizia que eu era sistemático, chato e não confiava nela, mas que se foda! Eu sou realista, ué. Tudo porque eu não confiava em nenhum ''amiguinho'' que queria se aproximar, oras, pra que um homem faz amizade com uma mulher mesmo? Mas ok, ela me respeitava.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">2º Ano (o ano do término)</span><br />
<br />
Antes de terminar com ela, o relacionamento já vinha esfriando, ela entrou num curso e fez novos amigos, dos quais estava um que era o ''melhor amigo'' dela, ela logo tratou de salvar o contato do rapaz, à partir dai eu vi que isso não ia durar muito. Eu tenho uma regra de relacionamento que sigo à risca.<br />
<br />
infração leve: desrespeito comigo, desrespeito com minha família, briga por causa de besteira, ciumes bobos e coisas pequenas<br />
infração moderada: crítica ao relacionamento, falar de ex ou de outro cara, desrespeito pesado à mim, desrespeito pesado à minha família, chatice no geral<br />
infração grave: traição, fazer amizade e manter contato com outro/outros homens, flertar ou retribuir flerte de outro macho<br />
<br />
para terminar um relacionamento, eu preciso de 3 infrações leves, ou duas infrações moderadas ou uma grave. Sigo estas regrinhas para evitar relacionamentos frios e sem futuro ou ser corno, depois da real, eu perdi a paciência. <br />
<br />
Enfim, eu sabia desses novos amigos dela, mas nunca fui do tipo que vasculha o celular da namorada, eu raramente via o celular dela, pois eu odeio quando alguém vasculha o meu, tem coisas no meu que é constrangedor para outras pessoas verem, até mesmo namorada. Enfim. Eu acabei descobrindo uma infração grave dela, ela salvou o contato do cara e ainda mantinha conversas com ele. À princípio ela alegou que era coisas sobre o curso, ''conversas aleatórias e inocentes'' e então eu decidi terminar com ela. Antes eu decidi dar um ultimato, ou ela corta relação com esse ''amigo'', coisa que eu sabia que nunca iria acontecer, ou estava tudo acabado. Ela não o fez, e então no outro dia eu acordei com algo me dizendo: ''termina logo essa bosta''. Foi o que eu fiz. Mas antes, eu assisti um episódio de uma série que eu gostava, aproveitei que estava de folga e fui buscar algumas esfihas para comer com refrigerante, treinei e esperei dar o tempo próximo à saída do curso dela. Eu tava numa preguiça, queria terminar por whatsapp para poupar esforços, mas decidi ir até lá.  Na frente do local, lá vem ela, os amigos e o tal do ''amigo'', chamei ela de canto e pedi para ver o celular dela, ela negou, coisa que nunca havia feito, eu acabei sabendo que ela apagava as partes de flerte antes de me mostrar, então eu peguei ela de surpresa, certeza que tinha algo ali e ela não queria mostrar. Terminei,  fui embora e aproveitei para ir na casa de um brother falar sobre as ultimas fofocas.  O primeiro dia foi estranho, eu tinha 2 anos com ela, tinha que avisar à todos que havia terminado, mas depois foi tranquilo. Conheci uma garota num app de namoro, transei com ela e fiquei um mês solteiro saindo com outras.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Novo relacionamento</span><br />
<br />
Eu acabei entrando em outro relacionamento, ainda está no início, 5 meses aproximadamente, sei que daqui alguns meses ou alguns anos, mais cedo ou mais tarde, ela vai dar uma mancada comigo, talvez me trair, mas não fico chorando por isso. Aprendi que nada disso importa, sexo é luxo, não deve ser prioridade. Amo minha namorada, ela é legal, não é o amor incondicional, mas é algo além de gostar. Me sinto bem, gostamos das mesmas coisas e eu ajudo ela no que posso, mas não esqueci de mim, eu sou prioridade e se ela fizer algo que decrete o fim da confiança e da relação, terminarei e conhecerei outra e a vida segue.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Intuição de homem: vocês acreditam? <br />
Bom, eu já postei algo aqui antes sobre isso em alguma resposta, mas vamos lá! <br />
<br />
Há alguns anos atrás eu conheci a Caroline. Era uma garota jovem, da qual eu fui o primeiro namorado. Meu namoro com Caroline foi intenso no primeiro ano, mas estava fadado ao fracasso desde sempre. <br />
<br />
Eu sabia dos meus erros, sabia que um dia ela iria encarar o mundo lá fora e eu iria deixar de ser interessante, mas e dai? Estava apaixonado pela garotinha angelical. Namoramos legal por um ano, foi intenso, apaixonante, mas eu sempre me mantive realista, eu sabia que mais cedo ou mais tarde, Caroline iria me passar para trás.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">1º ano (eu era realista já)</span><br />
<br />
Era muito amor, muito romantismo, sexo maneirasso. Caroline era uma garota pouco experiente ainda, mas era naturalmente safada, falava e fazia coisas muito loucas. Foram bons roles, boas noites dormindo juntos. Admito, foi tudo muito bom, mas eu sabia que iria acabar. <br />
<br />
Eu já era realista, e já alertava à ela que eu não iria tolerar mancadas, sempre que ela aprontava algo que me desagradava. Ela dizia que eu era sistemático, chato e não confiava nela, mas que se foda! Eu sou realista, ué. Tudo porque eu não confiava em nenhum ''amiguinho'' que queria se aproximar, oras, pra que um homem faz amizade com uma mulher mesmo? Mas ok, ela me respeitava.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">2º Ano (o ano do término)</span><br />
<br />
Antes de terminar com ela, o relacionamento já vinha esfriando, ela entrou num curso e fez novos amigos, dos quais estava um que era o ''melhor amigo'' dela, ela logo tratou de salvar o contato do rapaz, à partir dai eu vi que isso não ia durar muito. Eu tenho uma regra de relacionamento que sigo à risca.<br />
<br />
infração leve: desrespeito comigo, desrespeito com minha família, briga por causa de besteira, ciumes bobos e coisas pequenas<br />
infração moderada: crítica ao relacionamento, falar de ex ou de outro cara, desrespeito pesado à mim, desrespeito pesado à minha família, chatice no geral<br />
infração grave: traição, fazer amizade e manter contato com outro/outros homens, flertar ou retribuir flerte de outro macho<br />
<br />
para terminar um relacionamento, eu preciso de 3 infrações leves, ou duas infrações moderadas ou uma grave. Sigo estas regrinhas para evitar relacionamentos frios e sem futuro ou ser corno, depois da real, eu perdi a paciência. <br />
<br />
Enfim, eu sabia desses novos amigos dela, mas nunca fui do tipo que vasculha o celular da namorada, eu raramente via o celular dela, pois eu odeio quando alguém vasculha o meu, tem coisas no meu que é constrangedor para outras pessoas verem, até mesmo namorada. Enfim. Eu acabei descobrindo uma infração grave dela, ela salvou o contato do cara e ainda mantinha conversas com ele. À princípio ela alegou que era coisas sobre o curso, ''conversas aleatórias e inocentes'' e então eu decidi terminar com ela. Antes eu decidi dar um ultimato, ou ela corta relação com esse ''amigo'', coisa que eu sabia que nunca iria acontecer, ou estava tudo acabado. Ela não o fez, e então no outro dia eu acordei com algo me dizendo: ''termina logo essa bosta''. Foi o que eu fiz. Mas antes, eu assisti um episódio de uma série que eu gostava, aproveitei que estava de folga e fui buscar algumas esfihas para comer com refrigerante, treinei e esperei dar o tempo próximo à saída do curso dela. Eu tava numa preguiça, queria terminar por whatsapp para poupar esforços, mas decidi ir até lá.  Na frente do local, lá vem ela, os amigos e o tal do ''amigo'', chamei ela de canto e pedi para ver o celular dela, ela negou, coisa que nunca havia feito, eu acabei sabendo que ela apagava as partes de flerte antes de me mostrar, então eu peguei ela de surpresa, certeza que tinha algo ali e ela não queria mostrar. Terminei,  fui embora e aproveitei para ir na casa de um brother falar sobre as ultimas fofocas.  O primeiro dia foi estranho, eu tinha 2 anos com ela, tinha que avisar à todos que havia terminado, mas depois foi tranquilo. Conheci uma garota num app de namoro, transei com ela e fiquei um mês solteiro saindo com outras.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Novo relacionamento</span><br />
<br />
Eu acabei entrando em outro relacionamento, ainda está no início, 5 meses aproximadamente, sei que daqui alguns meses ou alguns anos, mais cedo ou mais tarde, ela vai dar uma mancada comigo, talvez me trair, mas não fico chorando por isso. Aprendi que nada disso importa, sexo é luxo, não deve ser prioridade. Amo minha namorada, ela é legal, não é o amor incondicional, mas é algo além de gostar. Me sinto bem, gostamos das mesmas coisas e eu ajudo ela no que posso, mas não esqueci de mim, eu sou prioridade e se ela fizer algo que decrete o fim da confiança e da relação, terminarei e conhecerei outra e a vida segue.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Minha trajetória + reflexões]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9903</link>
			<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 13:59:40 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2767">Sheogorath</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9903</guid>
			<description><![CDATA[Tenho 22 anos, moro em São Paulo, atualmente sou ajudante geral porém estudo T.I na faculdade. Me considero um realista.<br />
<br />
Minha experiência com a Real, começa aos 15, na fase em que ser adolescente, quando você é um cara beta e sem muitas qualidades, se torna uma tortura. Conheci através do Silvio Koerich (o original), achei uma filosofia bem interessante, porém eu nunca me considerei um realista até então. Eu fui estudando, obtendo experiências e fiz uma longa e árdua experiência social pra testar as ideias da real, transformando-me em cobaia de algumas situações. <br />
<br />
Bom, não vou fazer um texto longo com todos os altos e baixos da minha vida desde que conheci a Real, vou resumir o que me trouxe de vez para o lado de cá. <br />
<br />
Eu sempre tentei observar a realidade do ponto de vista de ambos os lados (blue pill e red pill), eu sempre testei ambas as realidades e tirei variadas conclusões, mas ainda faltava um teste final que era o relacionamento. As vezes eu pensava que os realistas eram apenas caras revoltados, que nem tudo aquilo era algo aplicável à realidade e que de fato existiam mulheres exceções e igualmente românticas aos homens. Quando quebrava a cara, me tornava um cara mais revoltado ainda, ''mulher é tudo puta'' e coisas do tipo, faziam parte do meu vocabulário. Foi há 3 anos que eu decidi que, se realmente a vida de ''blue piller'' não der certo, eu iria entrar de cabeça no mundo da Real, me tornar um autêntico, afinal o conhecimento eu sempre tive porque eu sempre li livros sobre comportamento humano, tenho uma ideologia fortemente nacionalista e viril, sou cristão e etc, eu tenho conhecimento sobre uma grande parte da filosofia realista, mas faltava aplicar. Foram anos de estudos, testes e observações para que eu chegasse hoje, diante dos confrades e me declarasse um verdadeiro homem da Real. <br />
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-size: xx-large;" class="mycode_size">O RELACIONAMENTO</span></div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: small;" class="mycode_size">Lá estava eu, numa fase confortável da vida onde eu tinha uma vida estável aos 19 anos, tinha uma vida social agitada e sexualmente ativa, várias garotas ali para sair, mas com um profundo vazio no coração, era a chama do romantismo. Nada contra o romantismo, na verdade eu aproveito a literatura e a música, mas não é algo muito lógico de se aplicar à vida cotidiana dos dias de hoje. Enfim, lá estava eu quando decidi procurar minha ''unicórnio'' e achei. Era uma garota de 15 anos, virgem (sim, eu comprovei), criada por uma família militar, até um pouco ''conservadora'' e que raramente saía para baladas, era o esteriótipo perfeito de mulher exceção. Começamos à namorar, eu com aquele meu estilo confiante, alternativo e ''malandro'', eram os opostos se atraindo. Com o tempo, eu fui largando o meu antigo estilo de vida para me dedicar à ela, mas meu alter-ego sempre e alertava para algumas atitudes estranhas dela, indícios de exibicionismo iniciando na internet, começando à focar em redes sociais. Para resumo, foram 3 anos de paz até que ela começou à estudar numa escola particular onde 80% são esquerdistas, maconheiros, feministas e afins. Eu lembro que eu falei comigo mesmo: ''esse relacionamento não vai durar nem mais 1 ano'', foi dito e feito. Primeiro, ela fez ''novos amigos'', depois começaram as reclamações de que eu tinha mudado muito, de que eu não era mais o mesmo, sempre procurando motivos para por um fim na relação e partir pra vida de vadia. Depois começou à falar que precisava curtir mais, que ela era jovem e etc. Na mesma semana que essas reclamações começaram, eu terminei com ela. Bom, eu já vinha praticando o desapego, então não tive grandes impactos emocionais. Desde então, eu venho trabalhando meu desenvolvimento pessoal, minha experiência me deu resultados, afinal eu entrei no relacionamento, também para testar se realmente é isso mesmo, e realmente foi o que aconteceu. Hoje eu digo, eu sou um realista (se é que esse termo é padrão e aceito hahaha), ou melhor, como eu prefiro me auto-denominar: Eu sou um homem lúcido. Passei pela tentação de me tornar MGTOW, mas não deu muito certo, prefiro manter o equilíbrio, nada contra quem é, eu até acompanho alguns canais, mas eu me identifico mais com a Real, ela se encaixa como uma luva no que eu penso.</span></div>
<br />
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-size: xx-large;" class="mycode_size">Pensamentos e reflexões</span></div>
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-size: large;" class="mycode_size">Conselhos aos novatos</span></div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">* Não se revolte ou se torne um frustrado depressivo, pelo contrário, tenha auto-confiança, amor próprio e, acima de tudo, tenha opinião firme e seja soberano em suas ações. Esses são alguns dos primeiros passos, tudo isso é movido pela atitude. </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Tenha personalidade, uma paixão, um talento. Seja aquele cara que é lembrado por fazer ou ser algo/alguém, desenvolva um talento, todos nós temos um dom, basta descobrir.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Esqueça o romantismo, técnicas de sedução, essas historinhas de paquerar e ter um ''bom papo'', mulher nenhuma se atrai por isso. Se você pegar uma garota, pode ter certeza que não foi por causa de nada disso, e sim de alguma qualidade que, pra ela é importante. Mulheres buscam nos homens aquilo que faltam nelas. </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Valores morais: O que é um valor moral? Aquilo que você faz, a sua conduta, quando não se está sendo observado, algo que você prova pra você mesmo, uma construção social. A religião é importante para moldar valores morais coletivos, mas o homem deve buscar valores individuais. </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Liberdade financeira: dinheiro pode não trazer felicidade, mas te proporciona uma vida tranquila e confortável. É muito mais fácil buscar a felicidade quando não se tem que se preocupar com contas ou se você vai conseguir comer ou não.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Amizade também é uma matrix.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Seja você mesmo.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Família é importante (ponto de vista pessoal).</div>
<br />
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: x-large;" class="mycode_size">Ainda sobre as mulheres</span></div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: small;" class="mycode_size">Aprenda sobre ''nichos sociais'', habitats naturais onde as pessoas, dentro da sociedade, estão inseridas. Exemplo: classe média baixa possui vários nichos sociais que se relacionam entre si, e por aí vai. Nesses nichos, as mulheres buscam sempre o homem ''alfa'', que é o cara que mais se destaca. Exemplo: se você for num baile funk, por exemplo, os alfas são geralmente os caras famosinhos, bandidos e os cantores de funk. Já em um ambiente de rock ou heavy metal, os alfas são os caras cabeludos tatuados que tocam em banda ou andam de harley. Mulheres buscam esteriótipos. Além dos esteriótipos, elas buscam qualidades que façam com que aquele homem seja superior aos demais, tal como um cara musculoso que é superior ao magrelo/gordinho, é um cara incomum de se ver, ou seja, edição limitada. Elas não querem figurinhas repetidas, apenas edições limitadas. Porém, você nunca deve se preocupar com elas, afinal a Real não é ''pegar mulher'' e sim se desenvolver como homem.</span></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: x-large;" class="mycode_size">Não só de mulheres vive o homem</span></div>
<br />
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Talvez, um dos principais alvos seja a liberdade financeira, falarei dessa parte à seguir com algumas reflexões sobre [...]</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Tenho 22 anos, moro em São Paulo, atualmente sou ajudante geral porém estudo T.I na faculdade. Me considero um realista.<br />
<br />
Minha experiência com a Real, começa aos 15, na fase em que ser adolescente, quando você é um cara beta e sem muitas qualidades, se torna uma tortura. Conheci através do Silvio Koerich (o original), achei uma filosofia bem interessante, porém eu nunca me considerei um realista até então. Eu fui estudando, obtendo experiências e fiz uma longa e árdua experiência social pra testar as ideias da real, transformando-me em cobaia de algumas situações. <br />
<br />
Bom, não vou fazer um texto longo com todos os altos e baixos da minha vida desde que conheci a Real, vou resumir o que me trouxe de vez para o lado de cá. <br />
<br />
Eu sempre tentei observar a realidade do ponto de vista de ambos os lados (blue pill e red pill), eu sempre testei ambas as realidades e tirei variadas conclusões, mas ainda faltava um teste final que era o relacionamento. As vezes eu pensava que os realistas eram apenas caras revoltados, que nem tudo aquilo era algo aplicável à realidade e que de fato existiam mulheres exceções e igualmente românticas aos homens. Quando quebrava a cara, me tornava um cara mais revoltado ainda, ''mulher é tudo puta'' e coisas do tipo, faziam parte do meu vocabulário. Foi há 3 anos que eu decidi que, se realmente a vida de ''blue piller'' não der certo, eu iria entrar de cabeça no mundo da Real, me tornar um autêntico, afinal o conhecimento eu sempre tive porque eu sempre li livros sobre comportamento humano, tenho uma ideologia fortemente nacionalista e viril, sou cristão e etc, eu tenho conhecimento sobre uma grande parte da filosofia realista, mas faltava aplicar. Foram anos de estudos, testes e observações para que eu chegasse hoje, diante dos confrades e me declarasse um verdadeiro homem da Real. <br />
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-size: xx-large;" class="mycode_size">O RELACIONAMENTO</span></div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: small;" class="mycode_size">Lá estava eu, numa fase confortável da vida onde eu tinha uma vida estável aos 19 anos, tinha uma vida social agitada e sexualmente ativa, várias garotas ali para sair, mas com um profundo vazio no coração, era a chama do romantismo. Nada contra o romantismo, na verdade eu aproveito a literatura e a música, mas não é algo muito lógico de se aplicar à vida cotidiana dos dias de hoje. Enfim, lá estava eu quando decidi procurar minha ''unicórnio'' e achei. Era uma garota de 15 anos, virgem (sim, eu comprovei), criada por uma família militar, até um pouco ''conservadora'' e que raramente saía para baladas, era o esteriótipo perfeito de mulher exceção. Começamos à namorar, eu com aquele meu estilo confiante, alternativo e ''malandro'', eram os opostos se atraindo. Com o tempo, eu fui largando o meu antigo estilo de vida para me dedicar à ela, mas meu alter-ego sempre e alertava para algumas atitudes estranhas dela, indícios de exibicionismo iniciando na internet, começando à focar em redes sociais. Para resumo, foram 3 anos de paz até que ela começou à estudar numa escola particular onde 80% são esquerdistas, maconheiros, feministas e afins. Eu lembro que eu falei comigo mesmo: ''esse relacionamento não vai durar nem mais 1 ano'', foi dito e feito. Primeiro, ela fez ''novos amigos'', depois começaram as reclamações de que eu tinha mudado muito, de que eu não era mais o mesmo, sempre procurando motivos para por um fim na relação e partir pra vida de vadia. Depois começou à falar que precisava curtir mais, que ela era jovem e etc. Na mesma semana que essas reclamações começaram, eu terminei com ela. Bom, eu já vinha praticando o desapego, então não tive grandes impactos emocionais. Desde então, eu venho trabalhando meu desenvolvimento pessoal, minha experiência me deu resultados, afinal eu entrei no relacionamento, também para testar se realmente é isso mesmo, e realmente foi o que aconteceu. Hoje eu digo, eu sou um realista (se é que esse termo é padrão e aceito hahaha), ou melhor, como eu prefiro me auto-denominar: Eu sou um homem lúcido. Passei pela tentação de me tornar MGTOW, mas não deu muito certo, prefiro manter o equilíbrio, nada contra quem é, eu até acompanho alguns canais, mas eu me identifico mais com a Real, ela se encaixa como uma luva no que eu penso.</span></div>
<br />
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-size: xx-large;" class="mycode_size">Pensamentos e reflexões</span></div>
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-size: large;" class="mycode_size">Conselhos aos novatos</span></div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">* Não se revolte ou se torne um frustrado depressivo, pelo contrário, tenha auto-confiança, amor próprio e, acima de tudo, tenha opinião firme e seja soberano em suas ações. Esses são alguns dos primeiros passos, tudo isso é movido pela atitude. </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Tenha personalidade, uma paixão, um talento. Seja aquele cara que é lembrado por fazer ou ser algo/alguém, desenvolva um talento, todos nós temos um dom, basta descobrir.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Esqueça o romantismo, técnicas de sedução, essas historinhas de paquerar e ter um ''bom papo'', mulher nenhuma se atrai por isso. Se você pegar uma garota, pode ter certeza que não foi por causa de nada disso, e sim de alguma qualidade que, pra ela é importante. Mulheres buscam nos homens aquilo que faltam nelas. </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Valores morais: O que é um valor moral? Aquilo que você faz, a sua conduta, quando não se está sendo observado, algo que você prova pra você mesmo, uma construção social. A religião é importante para moldar valores morais coletivos, mas o homem deve buscar valores individuais. </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Liberdade financeira: dinheiro pode não trazer felicidade, mas te proporciona uma vida tranquila e confortável. É muito mais fácil buscar a felicidade quando não se tem que se preocupar com contas ou se você vai conseguir comer ou não.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Amizade também é uma matrix.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Seja você mesmo.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">*Família é importante (ponto de vista pessoal).</div>
<br />
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: x-large;" class="mycode_size">Ainda sobre as mulheres</span></div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: small;" class="mycode_size">Aprenda sobre ''nichos sociais'', habitats naturais onde as pessoas, dentro da sociedade, estão inseridas. Exemplo: classe média baixa possui vários nichos sociais que se relacionam entre si, e por aí vai. Nesses nichos, as mulheres buscam sempre o homem ''alfa'', que é o cara que mais se destaca. Exemplo: se você for num baile funk, por exemplo, os alfas são geralmente os caras famosinhos, bandidos e os cantores de funk. Já em um ambiente de rock ou heavy metal, os alfas são os caras cabeludos tatuados que tocam em banda ou andam de harley. Mulheres buscam esteriótipos. Além dos esteriótipos, elas buscam qualidades que façam com que aquele homem seja superior aos demais, tal como um cara musculoso que é superior ao magrelo/gordinho, é um cara incomum de se ver, ou seja, edição limitada. Elas não querem figurinhas repetidas, apenas edições limitadas. Porém, você nunca deve se preocupar com elas, afinal a Real não é ''pegar mulher'' e sim se desenvolver como homem.</span></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><span style="font-size: x-large;" class="mycode_size">Não só de mulheres vive o homem</span></div>
<br />
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Talvez, um dos principais alvos seja a liberdade financeira, falarei dessa parte à seguir com algumas reflexões sobre [...]</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[Relato] Uma Vida Sem Propósito - A História de Geraldo]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9894</link>
			<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 04:23:02 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=582">Senna</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9894</guid>
			<description><![CDATA[Saudações confrades!<br />
<br />
Fazia tempo que eu não tinha inspiração pra escrever. Se pensar bem eu até tinha inspiração em alguns momentos, mas os compromissos do dia a dia estavam me impedindo de separar um tempo e transformar os pensamentos em texto.<br />
<br />
A reflexão que tive que gerou este texto surgiu a partir de uma pessoa próxima a mim, um tio, ao qual vou dar o nome de Geraldo, para proteger a privacidade do relato.<br />
<br />
Já fazia um tempo que eu observo a vida de Geraldo, vou resumir aqui o pouco que conheço. Geraldo é o 2º filho de uma família de 10 irmãos. Seu pai era um comerciante do meio rural, que tinha uma boa condição financeira. Assim, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">na adolescência usufruiu dos bens de seu pai, no caso em especial, bons cavalos e um carro, o que lhe ajudou a se dar bem com as mulheres ainda muito jovem, portanto, um cafa típico</span></span>, esta característica que o seguiria por toda a vida.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Ter os bens de seu pai a sua disposição também ajudou a revelar falhas de caráter</span></span>, ao mesmo tempo que usufruía dos cavalos que seu pai possuía, este os maltratava, não dando a eles o devido cuidado que animais necessitam, os deixava com fome, com sede e até sem poder urinar. Além disso, também começou a <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">desprezar outras pessoas mais humildes da região, chegando a maltratar mulheres de famílias mais pobres</span></span> com as quais se envolvia, o que naquele tempo era comum resultar no pai da moça matando o cara que fizesse uma coisa dessas. Nessa época também engravidou uma mulher e jamais assumiu a criança. Seus maus comportamentos acabaram gerando uma briga pesada com seu pai, que não viu outra opção a não ser lhe expulsar de casa. <br />
<br />
Assim Geraldo “sumiu no mundo”, sua mãe chegou a pensar que ele havia morrido, pois foram mais de 10 anos sem dar notícias. Havia ido para São Paulo, lá conseguiu se estabelecer por como pintor. Foi lá também que conheceu Marisa*, com a qual veio a ter 4 filhos. Em São Paulo <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo se tornou alcoólatra, inclusive sofreu um acidente de trabalho quando estava bêbado, que lhe fez perder parte de sua mobilidade</span></span>. Ele parece não ter se importado com isso, pois passou a receber um benefício mensal desde então.<br />
<br />
O tempo passou, a situação financeira da família (pais e irmãos de Geraldo) desandou. Seu pai morreu, assassinado por um homem que já tinha matado outras três pessoas e cometido um estupro, (fruto da impunidade que impera nesse país, já conhecida por todos nós). Sua mãe e seus irmãos foram para Belo Horizonte em busca de uma vida melhor. Uma época de dificuldade que Geraldo não presenciou.<br />
<br />
Após anos sumido, ao saber que sua mãe havia conseguido conquistar a casa própria (trabalhando muito e contando com a ajuda de outros filhos, menos de Geraldo) e as coisas estavam começando a melhorar, Geraldo <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">volta pra casa de sua mãe (sem pedir e nem avisar), simplesmente chega com uma mulher e quatro filhos pequenos para morar na casa</span></span>, que naquele momento era de poucos cômodos, sem reboco e sem piso, tornando tudo mais difícil para todos.<br />
<br />
Assim, seus filhos passaram dificuldades, mal tendo o que comer, contavam com a ajuda de parentes e vizinhos para dar alimentos, pois Geraldo era negligente com suas responsabilidades. Sabendo da situação, um empregador lhe emprestou uma casa para morar, assim foi por um tempo, mas o alcoolismo e a miséria por não colocar as coisas dentro de casa, fizeram com que Marisa fosse embora para sua terra natal, levando consigo seus quatro filhos ainda crianças.<br />
<br />
Sozinho, não tinha mais a casa disponível para morar, voltou a morar com sua mãe enquanto levava a vida revezando entre dias alcoolizado e alguns dias trabalhando. Anos se passaram e <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo nunca comprou um carro, na verdade nem mesmo uma bicicleta, nunca tirou uma CNH, nunca estudou, não participou da criação dos filhos</span></span> e ainda acabou brigando com um irmão, que mais tarde veio a falecer devido a complicações decorrentes desta briga.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo nunca teve problemas em conseguir mulheres, namorou várias, a maioria das vezes era ele quem terminava a relação. Mesmo assim, muitas dessas mulheres o aceitaria de volta.</span></span> <br />
<br />
Passados mais de 20 anos sem ter contato com os filhos, eles o procuram e o reencontram. Todos bem e com saúde, pessoas honestas, trabalhadoras, cada um já tendo sua casa, dois já tendo filhos. Nenhum deles guardou mágoas do abandono, todos dispostos a restabelecer os laços familiares. Porém, Geraldo desperdiçou mais uma oportunidade. <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Dois de seus filhos, que gastaram parte de suas férias e dinheiro viajando mais de mil quilômetros de distância, acabam por encontrar o pai bêbado, todo sujo e com a casa imunda</span></span> (casa de uma ex namorada onde morava de favor), sem qualquer preparação para recebê-los, num completa demonstração de descaso.<br />
<br />
Como se não fosse o bastante, seus filhos ainda lhe convidaram para visitar a cidade onde moram agora. Lá Geraldo descobriu que <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">a mãe de quatro de seus filhos ainda o aceitaria de volta, caso largasse a bebida</span></span>. Mais uma vez Geraldo vai, se embriaga, perde todo o tempo que poderia fazer uma reaproximação. Com isso dois de seus filhos decidem não procurá-lo mais, com razão. Na verdade teve sorte de não serem todos.<br />
<br />
Recentemente Geraldo completou 65 anos, conseguiu um benefício do governo (LOAS) mesmo sem ter contribuído para o INSS tempo suficiente para sequer aposentar por idade. Também recentemente descobrimos que ele também recebia o seguro defeso, mesmo sem nunca na vida ter sido pescador, saiu porque agora o Bolsonaro está combatendo a fraude. Receber benefícios do governo virou uma forma de vida pra ele há muito tempo.<br />
<br />
Após a “aposentadoria”, Geraldo só piorou, passou a beber mais, a saúde decaiu mais ainda, agora tem problemas em conter a urina. <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Voltou a morar com sua mãe, que agora tem quase 90 anos, ao invés de ser cuidada, tem que cuidar e aturar um filho que só dá trabalho.</span></span> Os maus hábitos de higiene de Geraldo agora pioraram, chega a urinar e defecar no próprio quarto, dando ainda mais trabalho para sua mãe, ao mesmo tempo que não ajuda nada em casa.<br />
<br />
Este é um resumo da vida de Geraldo, uma vida sem propósito, parasitou os pais, parentes, o sistema, fugiu as suas responsabilidades, desperdiçou inúmeras oportunidades na vida. Por todos os ângulos que se observa a sua vida, nada fez de relevante para tornar um mundo um lugar melhor.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo não crê em Deus, acha que a vida acaba aqui, não crê que em algum momento será responsabilizado por tudo o que fez e deixou de fazer</span></span>, porém, nas vezes que precisou ser levado as pressas ao hospital, por efeitos da embriaguez, o medo da morte em seu rosto era notório.<br />
<br />
A conclusão que faço é que nossa vida precisa ter um propósito íntegro, contribuir positivamente de alguma forma para este mundo e ter consciência de prestaremos contas a Deus por nossos atos, pelas responsabilidades que nos foram confiadas. <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Não fomos criados seres racionais a imagem e semelhança de Deus para simplesmente parasitar este mundo</span></span>, muito pelo contrário, somos nós quem temos mais capacidade de torná-lo um lugar melhor.<br />
<br />
Fé e Honra,<br />
Senna.<br />
<br />
<br />
<span style="font-size: x-small;" class="mycode_size">*Nome fictício</span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Saudações confrades!<br />
<br />
Fazia tempo que eu não tinha inspiração pra escrever. Se pensar bem eu até tinha inspiração em alguns momentos, mas os compromissos do dia a dia estavam me impedindo de separar um tempo e transformar os pensamentos em texto.<br />
<br />
A reflexão que tive que gerou este texto surgiu a partir de uma pessoa próxima a mim, um tio, ao qual vou dar o nome de Geraldo, para proteger a privacidade do relato.<br />
<br />
Já fazia um tempo que eu observo a vida de Geraldo, vou resumir aqui o pouco que conheço. Geraldo é o 2º filho de uma família de 10 irmãos. Seu pai era um comerciante do meio rural, que tinha uma boa condição financeira. Assim, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">na adolescência usufruiu dos bens de seu pai, no caso em especial, bons cavalos e um carro, o que lhe ajudou a se dar bem com as mulheres ainda muito jovem, portanto, um cafa típico</span></span>, esta característica que o seguiria por toda a vida.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Ter os bens de seu pai a sua disposição também ajudou a revelar falhas de caráter</span></span>, ao mesmo tempo que usufruía dos cavalos que seu pai possuía, este os maltratava, não dando a eles o devido cuidado que animais necessitam, os deixava com fome, com sede e até sem poder urinar. Além disso, também começou a <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">desprezar outras pessoas mais humildes da região, chegando a maltratar mulheres de famílias mais pobres</span></span> com as quais se envolvia, o que naquele tempo era comum resultar no pai da moça matando o cara que fizesse uma coisa dessas. Nessa época também engravidou uma mulher e jamais assumiu a criança. Seus maus comportamentos acabaram gerando uma briga pesada com seu pai, que não viu outra opção a não ser lhe expulsar de casa. <br />
<br />
Assim Geraldo “sumiu no mundo”, sua mãe chegou a pensar que ele havia morrido, pois foram mais de 10 anos sem dar notícias. Havia ido para São Paulo, lá conseguiu se estabelecer por como pintor. Foi lá também que conheceu Marisa*, com a qual veio a ter 4 filhos. Em São Paulo <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo se tornou alcoólatra, inclusive sofreu um acidente de trabalho quando estava bêbado, que lhe fez perder parte de sua mobilidade</span></span>. Ele parece não ter se importado com isso, pois passou a receber um benefício mensal desde então.<br />
<br />
O tempo passou, a situação financeira da família (pais e irmãos de Geraldo) desandou. Seu pai morreu, assassinado por um homem que já tinha matado outras três pessoas e cometido um estupro, (fruto da impunidade que impera nesse país, já conhecida por todos nós). Sua mãe e seus irmãos foram para Belo Horizonte em busca de uma vida melhor. Uma época de dificuldade que Geraldo não presenciou.<br />
<br />
Após anos sumido, ao saber que sua mãe havia conseguido conquistar a casa própria (trabalhando muito e contando com a ajuda de outros filhos, menos de Geraldo) e as coisas estavam começando a melhorar, Geraldo <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">volta pra casa de sua mãe (sem pedir e nem avisar), simplesmente chega com uma mulher e quatro filhos pequenos para morar na casa</span></span>, que naquele momento era de poucos cômodos, sem reboco e sem piso, tornando tudo mais difícil para todos.<br />
<br />
Assim, seus filhos passaram dificuldades, mal tendo o que comer, contavam com a ajuda de parentes e vizinhos para dar alimentos, pois Geraldo era negligente com suas responsabilidades. Sabendo da situação, um empregador lhe emprestou uma casa para morar, assim foi por um tempo, mas o alcoolismo e a miséria por não colocar as coisas dentro de casa, fizeram com que Marisa fosse embora para sua terra natal, levando consigo seus quatro filhos ainda crianças.<br />
<br />
Sozinho, não tinha mais a casa disponível para morar, voltou a morar com sua mãe enquanto levava a vida revezando entre dias alcoolizado e alguns dias trabalhando. Anos se passaram e <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo nunca comprou um carro, na verdade nem mesmo uma bicicleta, nunca tirou uma CNH, nunca estudou, não participou da criação dos filhos</span></span> e ainda acabou brigando com um irmão, que mais tarde veio a falecer devido a complicações decorrentes desta briga.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo nunca teve problemas em conseguir mulheres, namorou várias, a maioria das vezes era ele quem terminava a relação. Mesmo assim, muitas dessas mulheres o aceitaria de volta.</span></span> <br />
<br />
Passados mais de 20 anos sem ter contato com os filhos, eles o procuram e o reencontram. Todos bem e com saúde, pessoas honestas, trabalhadoras, cada um já tendo sua casa, dois já tendo filhos. Nenhum deles guardou mágoas do abandono, todos dispostos a restabelecer os laços familiares. Porém, Geraldo desperdiçou mais uma oportunidade. <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Dois de seus filhos, que gastaram parte de suas férias e dinheiro viajando mais de mil quilômetros de distância, acabam por encontrar o pai bêbado, todo sujo e com a casa imunda</span></span> (casa de uma ex namorada onde morava de favor), sem qualquer preparação para recebê-los, num completa demonstração de descaso.<br />
<br />
Como se não fosse o bastante, seus filhos ainda lhe convidaram para visitar a cidade onde moram agora. Lá Geraldo descobriu que <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">a mãe de quatro de seus filhos ainda o aceitaria de volta, caso largasse a bebida</span></span>. Mais uma vez Geraldo vai, se embriaga, perde todo o tempo que poderia fazer uma reaproximação. Com isso dois de seus filhos decidem não procurá-lo mais, com razão. Na verdade teve sorte de não serem todos.<br />
<br />
Recentemente Geraldo completou 65 anos, conseguiu um benefício do governo (LOAS) mesmo sem ter contribuído para o INSS tempo suficiente para sequer aposentar por idade. Também recentemente descobrimos que ele também recebia o seguro defeso, mesmo sem nunca na vida ter sido pescador, saiu porque agora o Bolsonaro está combatendo a fraude. Receber benefícios do governo virou uma forma de vida pra ele há muito tempo.<br />
<br />
Após a “aposentadoria”, Geraldo só piorou, passou a beber mais, a saúde decaiu mais ainda, agora tem problemas em conter a urina. <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Voltou a morar com sua mãe, que agora tem quase 90 anos, ao invés de ser cuidada, tem que cuidar e aturar um filho que só dá trabalho.</span></span> Os maus hábitos de higiene de Geraldo agora pioraram, chega a urinar e defecar no próprio quarto, dando ainda mais trabalho para sua mãe, ao mesmo tempo que não ajuda nada em casa.<br />
<br />
Este é um resumo da vida de Geraldo, uma vida sem propósito, parasitou os pais, parentes, o sistema, fugiu as suas responsabilidades, desperdiçou inúmeras oportunidades na vida. Por todos os ângulos que se observa a sua vida, nada fez de relevante para tornar um mundo um lugar melhor.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Geraldo não crê em Deus, acha que a vida acaba aqui, não crê que em algum momento será responsabilizado por tudo o que fez e deixou de fazer</span></span>, porém, nas vezes que precisou ser levado as pressas ao hospital, por efeitos da embriaguez, o medo da morte em seu rosto era notório.<br />
<br />
A conclusão que faço é que nossa vida precisa ter um propósito íntegro, contribuir positivamente de alguma forma para este mundo e ter consciência de prestaremos contas a Deus por nossos atos, pelas responsabilidades que nos foram confiadas. <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="text-decoration: underline;" class="mycode_u">Não fomos criados seres racionais a imagem e semelhança de Deus para simplesmente parasitar este mundo</span></span>, muito pelo contrário, somos nós quem temos mais capacidade de torná-lo um lugar melhor.<br />
<br />
Fé e Honra,<br />
Senna.<br />
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<br />
<span style="font-size: x-small;" class="mycode_size">*Nome fictício</span>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[RELATO] Eu fiz merda?]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9865</link>
			<pubDate>Sat, 01 Jun 2019 20:14:50 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=4809">Shelby</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9865</guid>
			<description><![CDATA[Estive pensando muito nesta semana em postar um tópico aqui mas não queria parecer um novato que só entra para pedir ajuda então não o fiz, porém, hoje me aconteceu algo que me abalou e eu realmente preciso de ajuda, então se for necessário joguem a real na minha cara por favor!<br />
<br />
Conheci a Ana (nome fictício) em 2015 numa festa junina, conversamos por cerca de uma hora e depois ficamos, ela me contou que era bv no meio do beijo (Eu tinha 16 anos e ela tinha 15, então era meio que normal ela ser bv). Depois dessa festa fiquei xonado por ela pq eu era um adolescente que tinha problemas com timidez, pra mim ela ter me dado mole foi algo inusitado. Ao chegar em casa chamei ela no whats e ela me tratou com muita arrogância, eu sem entender o pq parei de insistir e aceitei que realmente foi sorte (me achava um bosta).<br />
<br />
No final de 2016 eu encontrei a Ana no shopping por coincidência, nos cumprimentamos e eu peguei o número dela para conversamos, não deu outra, me apaixonei novamente. Ficamos por cerca de 3 meses e resolvi pedir ela em namoro. Tinha sido demitido recentemente e gastei o pouco que eu tinha ganho do FGTS para comprar rosas, chocolate e essas viadagens (eu era muito mangina pqp). Começamos a namorar desde então.<br />
<br />
Nós éramos virgens mas sempre que podia eu dava uns amassos nela, mas era foda pq os pais delas e os meus sempre estavam em casa, não tínhamos muitas oportunidades e nas que tínhamos ela ficava de cu doce alegando que era muito cedo pra isso, ela nunca mostrava interesse pra sexo e isso me incomodava, não me sentia desejado pela minha própia namorada, era foda isso.<br />
<br />
Certo dia meus pais não estavam em casa e a chamei para vir aqui, ela veio e depois de muita insistência consegui transar com ela. Foi bom pra mim e ela demonstrava sentir um pouco de dor mas nada fora do normal. Alguns dias depois a gente "tentou" transar de novo porém ela alegava sentir muita dor, pelo o que ela dizia parecia ser um parto pra ela. Isso foi há um ano atrás, eu nunca consegui fazer sexo com ela, sempre que tentava ela falava que doía muito e pedia pra mim parar (eu nem colocava a cabeça) e nunca demonstrava desejo por mim.<br />
<br />
No nosso relacionamento ela sempre foi muito cu doce pra tudo, sempre tinha que ser do jeito dela, ela mandava no nosso relacionamento, eu sempre tive em mente essa história de que homens devem tratar bem e serem submissos as mulheres para elas gostarem de você. Quando existiam brigas eu sempre cedia mesmo na maioria das vezes estando certo, nunca fui homem de verdade com ela. Tinha muito medo de perde-la pq achava que nunca iria encontrar outra mulher que me desejasse. Minha auto-estima era uma merda.<br />
<br />
Há um mês atrás resolvi ler NA e tudo mudou, me tornei algúem diferente, ela percebeu a mudança e começou a me questionar sobre porém eu comecei a não cair mais nos joguinhos dela, sabia lidar com todas situações graças a NA. Posteriormente conheci o fórum e comecei a ler pra caralho todos os dias (no meu perfil eu me cadastrei há uma semana atrás, porém, fiquei um tempo sem login, só lendo os tópicos mesmo). Tenho me tornado algúem diferente, mudei meu comportamento com ela, entrei pra academia, comecei a ler livros todos os dias e o mais importante, deixei de viver para alguém, comecei a me importar mais comigo.<br />
<br />
Eis que chego ao ponto do tópico, hoje marquei de sair com a Ana e minha irmã e depois ela viria almoçar aqui em casa, minha mãe fez um almoço só pra ela. Fomos para a igreja como de costume, porém na saída aconteceu algo inusitado, ela começou a gritar comigo na frente de todo mundo do ponto de ônibus por que eu não corri atrás do ônibus e acabamos perdendo ele (Tava com vontade de mijar, se eu corresse iria me molhar todo kkkkkk). Simplesmente olhei pra ela e disse "você acha que está falando com quem?", ela ficou muda e disse que não iria mais pra minha casa, achei que ela tava blefando. O ônibus passou e eu chamei ela para entrar, ela disse que não, então eu entrei no ônibus e deixei ela lá, tava de saco cheio de tanto cu doce. Ao chegar em casa resolvi dar um basta e terminei com ela pelo whatsapp mesmo dizendo que ela perdeu o respeito comigo e respeito quando se perde não existe mais volta, bloqueei ela de tudo, minha mãe disse que não foi atitude de homem ter deixado ela lá sozinha e me peguei chorando na cama como um garotinho pensando que fiz merda.<br />
<br />
Desculpe pelo longo relato, acham que eu realmente não fui homem e fiz merda?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Estive pensando muito nesta semana em postar um tópico aqui mas não queria parecer um novato que só entra para pedir ajuda então não o fiz, porém, hoje me aconteceu algo que me abalou e eu realmente preciso de ajuda, então se for necessário joguem a real na minha cara por favor!<br />
<br />
Conheci a Ana (nome fictício) em 2015 numa festa junina, conversamos por cerca de uma hora e depois ficamos, ela me contou que era bv no meio do beijo (Eu tinha 16 anos e ela tinha 15, então era meio que normal ela ser bv). Depois dessa festa fiquei xonado por ela pq eu era um adolescente que tinha problemas com timidez, pra mim ela ter me dado mole foi algo inusitado. Ao chegar em casa chamei ela no whats e ela me tratou com muita arrogância, eu sem entender o pq parei de insistir e aceitei que realmente foi sorte (me achava um bosta).<br />
<br />
No final de 2016 eu encontrei a Ana no shopping por coincidência, nos cumprimentamos e eu peguei o número dela para conversamos, não deu outra, me apaixonei novamente. Ficamos por cerca de 3 meses e resolvi pedir ela em namoro. Tinha sido demitido recentemente e gastei o pouco que eu tinha ganho do FGTS para comprar rosas, chocolate e essas viadagens (eu era muito mangina pqp). Começamos a namorar desde então.<br />
<br />
Nós éramos virgens mas sempre que podia eu dava uns amassos nela, mas era foda pq os pais delas e os meus sempre estavam em casa, não tínhamos muitas oportunidades e nas que tínhamos ela ficava de cu doce alegando que era muito cedo pra isso, ela nunca mostrava interesse pra sexo e isso me incomodava, não me sentia desejado pela minha própia namorada, era foda isso.<br />
<br />
Certo dia meus pais não estavam em casa e a chamei para vir aqui, ela veio e depois de muita insistência consegui transar com ela. Foi bom pra mim e ela demonstrava sentir um pouco de dor mas nada fora do normal. Alguns dias depois a gente "tentou" transar de novo porém ela alegava sentir muita dor, pelo o que ela dizia parecia ser um parto pra ela. Isso foi há um ano atrás, eu nunca consegui fazer sexo com ela, sempre que tentava ela falava que doía muito e pedia pra mim parar (eu nem colocava a cabeça) e nunca demonstrava desejo por mim.<br />
<br />
No nosso relacionamento ela sempre foi muito cu doce pra tudo, sempre tinha que ser do jeito dela, ela mandava no nosso relacionamento, eu sempre tive em mente essa história de que homens devem tratar bem e serem submissos as mulheres para elas gostarem de você. Quando existiam brigas eu sempre cedia mesmo na maioria das vezes estando certo, nunca fui homem de verdade com ela. Tinha muito medo de perde-la pq achava que nunca iria encontrar outra mulher que me desejasse. Minha auto-estima era uma merda.<br />
<br />
Há um mês atrás resolvi ler NA e tudo mudou, me tornei algúem diferente, ela percebeu a mudança e começou a me questionar sobre porém eu comecei a não cair mais nos joguinhos dela, sabia lidar com todas situações graças a NA. Posteriormente conheci o fórum e comecei a ler pra caralho todos os dias (no meu perfil eu me cadastrei há uma semana atrás, porém, fiquei um tempo sem login, só lendo os tópicos mesmo). Tenho me tornado algúem diferente, mudei meu comportamento com ela, entrei pra academia, comecei a ler livros todos os dias e o mais importante, deixei de viver para alguém, comecei a me importar mais comigo.<br />
<br />
Eis que chego ao ponto do tópico, hoje marquei de sair com a Ana e minha irmã e depois ela viria almoçar aqui em casa, minha mãe fez um almoço só pra ela. Fomos para a igreja como de costume, porém na saída aconteceu algo inusitado, ela começou a gritar comigo na frente de todo mundo do ponto de ônibus por que eu não corri atrás do ônibus e acabamos perdendo ele (Tava com vontade de mijar, se eu corresse iria me molhar todo kkkkkk). Simplesmente olhei pra ela e disse "você acha que está falando com quem?", ela ficou muda e disse que não iria mais pra minha casa, achei que ela tava blefando. O ônibus passou e eu chamei ela para entrar, ela disse que não, então eu entrei no ônibus e deixei ela lá, tava de saco cheio de tanto cu doce. Ao chegar em casa resolvi dar um basta e terminei com ela pelo whatsapp mesmo dizendo que ela perdeu o respeito comigo e respeito quando se perde não existe mais volta, bloqueei ela de tudo, minha mãe disse que não foi atitude de homem ter deixado ela lá sozinha e me peguei chorando na cama como um garotinho pensando que fiz merda.<br />
<br />
Desculpe pelo longo relato, acham que eu realmente não fui homem e fiz merda?]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[RELATO] Chegando ao fim de um relacionamento – PARTE 2]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9689</link>
			<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 14:15:31 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2626">Wild</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9689</guid>
			<description><![CDATA[Até onde chega a manipulação e mentiras femininas? É a pergunta reinante na minha cabeça e também o tema desse relato.<br />
<br />
Primeira metade: Jogos mentais.<br />
<br />
Talvez os confrades se lembrem do meu relato anterior, onde a espertinha em questão estava enganando um camaradinha, marcando de sair com ele dizendo que tava solteira, quando na verdade namorava com esse aqui. Só que assim como filme de terror que termina em aberto, sempre há brecha para uma continuação, só que a continuação é sempre pior que o original. Foi o que aconteceu e agora irei relatar a vocês.<br />
<br />
Terminei o relacionamento da forma como falei. Como não foi nada muito agravante, e ainda estava querendo descolar a marmita, continuei a conversar normal com ela. Voltamos a ficar em poucos dias, mas nada de namorar. Eu sei que vocês já sabem aonde a merda vai dar, eu também já sabia.<br />
<br />
Acho que todos aqui se lembram bem a senhorita aqui em questão é orgulhosa e durona. Em momento nenhum ela pediu desculpas, com muita conversa e tentativa proposital minha de quebrar o ego dela, ela no máximo admitiu que houve um erro (fiquei até com a impressão de que o erro foi eu ter descoberto e não a atitude dela), mas nunca deu nenhuma garantia que não iria repetir nem nada. Claro, fiquei de orelha em pé o tempo todo e olhos bem abertos, só ouvindo e ver onde ia dar.<br />
<br />
Aconselhei ela pra ser honesta com o cara, falar que estava comprometida e que não teria nada com ele, e para que não insistisse com os elogios. Insisti para que ela falasse de forma a cortar os laços totalmente, tirar screenshot pra me provar e bloquear o sujeito, senão eu mesmo conversaria com o cara. Ela disse que não teria por que eu fazer isso, ou seja, queria evitar que eu falasse com ele. O máximo que ela fez foi dizer que se fosse rolar de sair seria como amigos e bloqueou, e mostrou isso pra mim. Em suma, o botou na geladeira e não cortou laço nenhum. Fiz de conta que deixei pra lá, como se ela tivesse “agido suficiente”.<br />
<br />
Óbvio que ela tava querendo me enganar, tomando meias medidas. Depois eu perguntando se ela teria outra rede social do sujeito pra bloquear (eu já sabia que ela tinha o Facebook dele), ela desconversou, dizendo que não. De novo fingi que deixei pra lá. Como ela tava sendo desonesta, discretamente tive que conversar com o cara, afinal eu tinha que cumprir minha palavra, já que ela não foi honesta e seguiu 100% com o que pedi.<br />
<br />
Então que falei só entre mim e o cara, foi papo rápido super de boa com o cara, só disse que tava me relacionando com ela e que ele poderia perguntar pra alguns amigos em comum pra confirmar. Ia me aproveitar do fato que estávamos mantendo as aparências como se nada tivesse acontecido e não tivéssemos terminado, de que não contamos pra ninguém do término. O cara foi receptivo e levamos isso na melhor. Nem sequer falei isso pra ela, até hoje ela não deve saber desse episódio. Segue o baile.<br />
<br />
As coisas ora seguem em rumo de “reatar” o namoro, ora seguem em via de ficar só na “amizade colorida” mesmo, a depender do humor dos dois. Vira meio que um jogo de gato e rato, meu objetivo era só tentar dobrar o ego dela pra ver até onde ela iria. Ela queria me impor apego e fazer eu me dobrar a atitude dela. Claro que aproveitei as chances dadas e fui a marmitando umas vezes. Só que como a desgracenta é uma premeditadora dos crimes que fica planejando por longa data, eu sequer imaginava que a próxima tramoia dela já estava em curso.<br />
<br />
Claro, ela só não contava com o fato de eu ter nascido sob uma estrela sortuda, além de desconfiado e esperto além do limite. Em pouco tempo saquei um hábito dela, que me levou a desconfiança do que ocorria, que por fim foi o que entregou ela.<br />
<br />
O resto estou escrevendo agora, daqui pra mais tarde posto o resto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Até onde chega a manipulação e mentiras femininas? É a pergunta reinante na minha cabeça e também o tema desse relato.<br />
<br />
Primeira metade: Jogos mentais.<br />
<br />
Talvez os confrades se lembrem do meu relato anterior, onde a espertinha em questão estava enganando um camaradinha, marcando de sair com ele dizendo que tava solteira, quando na verdade namorava com esse aqui. Só que assim como filme de terror que termina em aberto, sempre há brecha para uma continuação, só que a continuação é sempre pior que o original. Foi o que aconteceu e agora irei relatar a vocês.<br />
<br />
Terminei o relacionamento da forma como falei. Como não foi nada muito agravante, e ainda estava querendo descolar a marmita, continuei a conversar normal com ela. Voltamos a ficar em poucos dias, mas nada de namorar. Eu sei que vocês já sabem aonde a merda vai dar, eu também já sabia.<br />
<br />
Acho que todos aqui se lembram bem a senhorita aqui em questão é orgulhosa e durona. Em momento nenhum ela pediu desculpas, com muita conversa e tentativa proposital minha de quebrar o ego dela, ela no máximo admitiu que houve um erro (fiquei até com a impressão de que o erro foi eu ter descoberto e não a atitude dela), mas nunca deu nenhuma garantia que não iria repetir nem nada. Claro, fiquei de orelha em pé o tempo todo e olhos bem abertos, só ouvindo e ver onde ia dar.<br />
<br />
Aconselhei ela pra ser honesta com o cara, falar que estava comprometida e que não teria nada com ele, e para que não insistisse com os elogios. Insisti para que ela falasse de forma a cortar os laços totalmente, tirar screenshot pra me provar e bloquear o sujeito, senão eu mesmo conversaria com o cara. Ela disse que não teria por que eu fazer isso, ou seja, queria evitar que eu falasse com ele. O máximo que ela fez foi dizer que se fosse rolar de sair seria como amigos e bloqueou, e mostrou isso pra mim. Em suma, o botou na geladeira e não cortou laço nenhum. Fiz de conta que deixei pra lá, como se ela tivesse “agido suficiente”.<br />
<br />
Óbvio que ela tava querendo me enganar, tomando meias medidas. Depois eu perguntando se ela teria outra rede social do sujeito pra bloquear (eu já sabia que ela tinha o Facebook dele), ela desconversou, dizendo que não. De novo fingi que deixei pra lá. Como ela tava sendo desonesta, discretamente tive que conversar com o cara, afinal eu tinha que cumprir minha palavra, já que ela não foi honesta e seguiu 100% com o que pedi.<br />
<br />
Então que falei só entre mim e o cara, foi papo rápido super de boa com o cara, só disse que tava me relacionando com ela e que ele poderia perguntar pra alguns amigos em comum pra confirmar. Ia me aproveitar do fato que estávamos mantendo as aparências como se nada tivesse acontecido e não tivéssemos terminado, de que não contamos pra ninguém do término. O cara foi receptivo e levamos isso na melhor. Nem sequer falei isso pra ela, até hoje ela não deve saber desse episódio. Segue o baile.<br />
<br />
As coisas ora seguem em rumo de “reatar” o namoro, ora seguem em via de ficar só na “amizade colorida” mesmo, a depender do humor dos dois. Vira meio que um jogo de gato e rato, meu objetivo era só tentar dobrar o ego dela pra ver até onde ela iria. Ela queria me impor apego e fazer eu me dobrar a atitude dela. Claro que aproveitei as chances dadas e fui a marmitando umas vezes. Só que como a desgracenta é uma premeditadora dos crimes que fica planejando por longa data, eu sequer imaginava que a próxima tramoia dela já estava em curso.<br />
<br />
Claro, ela só não contava com o fato de eu ter nascido sob uma estrela sortuda, além de desconfiado e esperto além do limite. Em pouco tempo saquei um hábito dela, que me levou a desconfiança do que ocorria, que por fim foi o que entregou ela.<br />
<br />
O resto estou escrevendo agora, daqui pra mais tarde posto o resto.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[RELATO] Colega Caixa Eletrônico]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9672</link>
			<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 23:34:23 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=1913">Gorlami</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9672</guid>
			<description><![CDATA[Esse é um relato que escrevi hoje, escrevi em tom de humor por estar indignado, mas fiquei profundamente triste em ver um colega das antigas entrando nesse tipo de situação. <br />
<br />
Não houve como apresentar a Real pra ele, e acredito que somente por vontade própria um homem pode transformar sua realidade.<br />
<br />
Segue.<br />
<br />
Hoje encontrei a ex-namorada de um colega meu da época do ensino médio, e a filha da mãe está mais gostosa e arrogante do que nunca. Cruzamos olhares, ela desviou o rosto e eu fiz de conta que não conhecia, vida que segue.<br />
 <br />
Esse colega, *Jonas*, conheceu a *Natasha* com 15 anos, ela cursava Eletrônica em uma turma cheia de machos, ou seja, era a musa de todos aqueles pequenos nerds manginas picadores de fio (com todo respeito a profissão, claro). Meu outro amigo, *Paulo*, um filho de M&#36;ol com aparência de marginal, só ia para o curso com uniformes de torcida organizada, começou a trocar ideia com a Natasha. Truco vai,, truco vem, aulas juntos e começaram a se pegar nas dependências do colégio...pegação pesada, ela ia de saia e vocês já podem imaginar o resto, e tudo isso na frente de todo mundo.<br />
<br />
<br />
Jonas era o melhor amigo de Paulo, mas isso não o impediu de desejar a mulher do próximo (fica a lição para os desonrados malditos), mas o Jonas era tão cabaço que me ligou no meio da tarde, chorando, por que a Natasha queria fechar com ele também, mas ele tinha medo de perder a amizade com o Paulo (ou apanhar, quem sabe?). <br />
<br />
No outro dia conversei com o Paulo, e ele como bom marginal já estava atrás de outras marmitas, e então repassei essa informação ao Jonas, que caiu de boca no pote de mel, mas é aquela história né, foi com muita sede ao pote e tomou AQUELE chá (que nem foi de booceta, já que descobri depois que não rolou nem um flauteado). E adivinhem só? Jonas assumiu a rodada mirin.<br />
<br />
Primeiro encontro, semanas depois, fora do colégio e Jonas, por ser um mauricinho, leva Natasha ao restaurante japa mais caro da cidade, gasta R&#36;300 e vem todo orgulhoso me contar o feito. Eu havia acabado de conhecer NA e a Real, na época de mangina pedia conselhos ao Jonas  <img src="https://legadorealista.com/forum/images/smilies/facepalm.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: facepalm.png]" class="mycode_img" /> , mas já percebi que ele estava fazendo merda. Um mês depois ele me pede para ir com ele escolher aliaça de namoro <img src="https://legadorealista.com/forum/images/smilies/heart.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: heart.png]" class="mycode_img" /> , e o otário me diz que ela escolheu o modelo X...o problema é que o tal modelo custava fodendo R&#36;300, em um pedaço de prata!<br />
<br />
Meses depois, muita alegria e restaurantes caros depois (inclusive ele deu o Nintendo 3DS, um celular e muitas flores), Jonas vem me reclamar que a Natasha não queria saber de tirar o cabaço dele, ou seja, nada de lapada, só nudes pelo celular. Jonas entrou em desespero, Natasha fazia exigencias para dar pra ele, e a derradeira, pasmem: O FILHA DA PUTA APAGOU O WHATSAPP do celular! Natasha fiscalizava com a mãe de Jonas onde ele ia, pedia fotos da mão com a aliança para comprovar.<br />
<br />
Quase um ano se passou, eu vou até o xerox em frente a escola tirar algumas cópias...o hipster que era o melhor amigo de Natasha estava lá, eis que quando ele vai pagar eu vejo uma foto de Natasha em sua carteira. Não resisti, contei ao cuck sobre o acontecido e adivinha só: fui ignorado. Maldito corno cego!<br />
<br />
Fui para o quartel, perdi contato com o Jonas, já que ele não tinha whats, mas acompanhei pelo facebook que ele havia perdido o shape, estava obeso, com sinais claros de depressão. Voltei do serviço obrigatório, conversei com Jonas, e ele me conta como estava gastando com Natasha, havia comprado um Iphone pra ele, passeios toda semana e até a acadêmia pra ela, mas ele estava contente, já que agora podia transar uma vez por mês, já que ela reclamava de dores.<br />
<br />
Jonas virou piada no meio dos amigos, até que dois anos depois Natasha deu o golpe de misericórdia: ela decidiu que iria colocar silicone nos peitos. Natasha e Jonas dividiram o preço da cirurgia. Jonas, agora na faculdade, faltou várias aulas para cuidar de Natasha. <br />
<br />
Alguns meses depois da cirurgia, Natasha estava recuperada. Hora de Jonas aproveitar os brinquedos novos que ele pagou, certo? ERRADO! Natasha terminou com ele, e dias depois apareceu com um colega de turma (e não era o Hipster).<br />
<br />
Jonas hoje, dois anos depois está menos gordo. Ele tomou a redpill? Ele afirmava que nunca mais passaria por aquilo, fazia piada.<br />
<br />
Jonas hoje está em um relacionamento aberto com uma cheerleader da atlética. Jonas paga para a nova namorada ir a São Paulo "visitar os amigos".<br />
<br />
A Real salva vidas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Esse é um relato que escrevi hoje, escrevi em tom de humor por estar indignado, mas fiquei profundamente triste em ver um colega das antigas entrando nesse tipo de situação. <br />
<br />
Não houve como apresentar a Real pra ele, e acredito que somente por vontade própria um homem pode transformar sua realidade.<br />
<br />
Segue.<br />
<br />
Hoje encontrei a ex-namorada de um colega meu da época do ensino médio, e a filha da mãe está mais gostosa e arrogante do que nunca. Cruzamos olhares, ela desviou o rosto e eu fiz de conta que não conhecia, vida que segue.<br />
 <br />
Esse colega, *Jonas*, conheceu a *Natasha* com 15 anos, ela cursava Eletrônica em uma turma cheia de machos, ou seja, era a musa de todos aqueles pequenos nerds manginas picadores de fio (com todo respeito a profissão, claro). Meu outro amigo, *Paulo*, um filho de M&#36;ol com aparência de marginal, só ia para o curso com uniformes de torcida organizada, começou a trocar ideia com a Natasha. Truco vai,, truco vem, aulas juntos e começaram a se pegar nas dependências do colégio...pegação pesada, ela ia de saia e vocês já podem imaginar o resto, e tudo isso na frente de todo mundo.<br />
<br />
<br />
Jonas era o melhor amigo de Paulo, mas isso não o impediu de desejar a mulher do próximo (fica a lição para os desonrados malditos), mas o Jonas era tão cabaço que me ligou no meio da tarde, chorando, por que a Natasha queria fechar com ele também, mas ele tinha medo de perder a amizade com o Paulo (ou apanhar, quem sabe?). <br />
<br />
No outro dia conversei com o Paulo, e ele como bom marginal já estava atrás de outras marmitas, e então repassei essa informação ao Jonas, que caiu de boca no pote de mel, mas é aquela história né, foi com muita sede ao pote e tomou AQUELE chá (que nem foi de booceta, já que descobri depois que não rolou nem um flauteado). E adivinhem só? Jonas assumiu a rodada mirin.<br />
<br />
Primeiro encontro, semanas depois, fora do colégio e Jonas, por ser um mauricinho, leva Natasha ao restaurante japa mais caro da cidade, gasta R&#36;300 e vem todo orgulhoso me contar o feito. Eu havia acabado de conhecer NA e a Real, na época de mangina pedia conselhos ao Jonas  <img src="https://legadorealista.com/forum/images/smilies/facepalm.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: facepalm.png]" class="mycode_img" /> , mas já percebi que ele estava fazendo merda. Um mês depois ele me pede para ir com ele escolher aliaça de namoro <img src="https://legadorealista.com/forum/images/smilies/heart.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: heart.png]" class="mycode_img" /> , e o otário me diz que ela escolheu o modelo X...o problema é que o tal modelo custava fodendo R&#36;300, em um pedaço de prata!<br />
<br />
Meses depois, muita alegria e restaurantes caros depois (inclusive ele deu o Nintendo 3DS, um celular e muitas flores), Jonas vem me reclamar que a Natasha não queria saber de tirar o cabaço dele, ou seja, nada de lapada, só nudes pelo celular. Jonas entrou em desespero, Natasha fazia exigencias para dar pra ele, e a derradeira, pasmem: O FILHA DA PUTA APAGOU O WHATSAPP do celular! Natasha fiscalizava com a mãe de Jonas onde ele ia, pedia fotos da mão com a aliança para comprovar.<br />
<br />
Quase um ano se passou, eu vou até o xerox em frente a escola tirar algumas cópias...o hipster que era o melhor amigo de Natasha estava lá, eis que quando ele vai pagar eu vejo uma foto de Natasha em sua carteira. Não resisti, contei ao cuck sobre o acontecido e adivinha só: fui ignorado. Maldito corno cego!<br />
<br />
Fui para o quartel, perdi contato com o Jonas, já que ele não tinha whats, mas acompanhei pelo facebook que ele havia perdido o shape, estava obeso, com sinais claros de depressão. Voltei do serviço obrigatório, conversei com Jonas, e ele me conta como estava gastando com Natasha, havia comprado um Iphone pra ele, passeios toda semana e até a acadêmia pra ela, mas ele estava contente, já que agora podia transar uma vez por mês, já que ela reclamava de dores.<br />
<br />
Jonas virou piada no meio dos amigos, até que dois anos depois Natasha deu o golpe de misericórdia: ela decidiu que iria colocar silicone nos peitos. Natasha e Jonas dividiram o preço da cirurgia. Jonas, agora na faculdade, faltou várias aulas para cuidar de Natasha. <br />
<br />
Alguns meses depois da cirurgia, Natasha estava recuperada. Hora de Jonas aproveitar os brinquedos novos que ele pagou, certo? ERRADO! Natasha terminou com ele, e dias depois apareceu com um colega de turma (e não era o Hipster).<br />
<br />
Jonas hoje, dois anos depois está menos gordo. Ele tomou a redpill? Ele afirmava que nunca mais passaria por aquilo, fazia piada.<br />
<br />
Jonas hoje está em um relacionamento aberto com uma cheerleader da atlética. Jonas paga para a nova namorada ir a São Paulo "visitar os amigos".<br />
<br />
A Real salva vidas.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[RELATO] Chegando ao fim de um relacionamento]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9667</link>
			<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 06:33:56 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2626">Wild</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9667</guid>
			<description><![CDATA[Olá confraria, dessa vez o relato tá tão quente quanto batata saída do forno e está até queimando minha mão e meus neurônios. Eu ia postar relatos do passado, mas hoje trarei um do presente recente. De agora mesmo.<br />
<br />
Há algum tempo venho relatado como a vida tem sido bem mais tranquila no relacionamento atual pois foi o primeiro que de fato entrei no modo Full Real. Mas a lição de moral já fique bem clara aos novatos: <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Mesmo seguindo NA, MA, ou o escambau, não há garantias de que você não será tapeado por uma espertinha. Você não precisa nem bobear, o lado diabólico delas faz o trabalho e você só tem que dançar conforme a valsa. Desapego é essencial.</span><br />
<br />
É, descobri, graças a um pouco de astúcia combinada de sorte, que a queridinha do Wild aqui não só abriu brecha para outro macho, como mentiu sobre o fato de não estar namorando para ele e queria encontrá-lo pessoalmente. <br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Nada demais aconteceu, nada de novo no front? Já está vestindo o chapéu de chifre por antecipação, Wild? </span>Quem leu meu primeiro relato (faz tempooooo) sabe quanto me adoece a falta de sinceridade feminina. Não que eu seja ciumento ou coisa do tipo, mas sim que isso simplesmente me adoece a alma pois eu sou uma pessoa que preza por isso. E olha que nós dois já fizemos pacto de sinceridade (o que como já vimos não vale de porra nenhuma).<br />
<br />
Outro exemplo do meu caráter pra vocês entenderem a figura: Não tenho problema de conversar com ninguém, de traficante a polícia, sou um cara tranquilo sem nenhum inimigo, não sou vingativo, não guardo rancor de seu ninguém e que não faço mal a uma mosca. Mas se botarem minha vida ou de alguém próximo em risco e eu tiver a chance de revidar, eu viraria um monstro. Esse é o tipo de cara que eu sou: um bobo que podem passar em cima pra quase tudo, mas que tem uma ou duas coisas que defende veementemente. Compromisso com a Verdade é uma delas.<br />
<br />
Apesar disso tanto me ofender, e olha que já melhorei muito pois não tenho mais apego a sinceridade vindo das mulheres, já que espero logo o pior... De certo que eu não vou encostar um dedo nela, óbvio, a partir desse momento eu perco qualquer argumento racional e razão que eu tenha. Vamos continuar o "causo".<br />
<br />
Mas antes vejamos um pouco de background: Eu e a menina não estudamos na mesma faculdade, ela estuda outro curso, trabalha o dia todo e tem aula à noite. O cara, agora numa pesquisa rápida no FaceCu da vida descobri que estuda no mesmo lugar que ela, mas que provavelmente a conheceu no trabalho dela. Ao que parece não se encontraram ainda por que ainda tem trabalhos da faculdade e só devem se ver mais pro fim do mês.<br />
<br />
Como eu descobri? Esse fim de semana viajamos junto de uma galera pra capital, daí determinado momento quando estávamos no shopping, na hora dela mexer o celular vi algo suspeito dela arrastando mensagens de um tal. Fiquei desconfiado, mas daí tive a chance de pegar o celular dela pra tirar uma foto depois. Na primeira brecha que achei, guardei o celular e disse que precisava ir ao banheiro (e precisava mesmo). <br />
<br />
Lá consegui ver o converseiro no Instagram. Tirei fotos com o meu celular, isso foi hoje (domingo) de tarde, estou com as provas aqui e não comentei nada, sangue de barata nos olhos, segui normalmente a programação como se nada tivesse acontecido. Ela parecia estar um pouco mais nervosa que de costume, mas dei nem um pio. Agora de noite na volta, 6 horas de viagem, hora eu no colo dela, ora ela no meu, e eu só processando a situação toda. Haja sangue de barata, paciência e dissimulação da minha parte, huehuehe<br />
<br />
Antes da viagem ela já tinha feito um desagrado. Típico dela de não ter palavra, não combinar nada direito nem cumprir, o que fez a gente ter perdido um dia bom para termos aqui em casa além dela economizar grana de táxi para ir na rodoviária (o carro que fretamos ia passar perto da minha casa). Já fui na viagem meio cabreiro com isso, mas quando já estava passando essa raiva, veio a descoberta e essa me deixou nessa situação que estou até agora: sem sono e pensativo. Tive uns breves momentos de raiva, mas nada de agressividade. Agora é descobrir o que fazer com a bomba na mão.<br />
<br />
O que vou fazer? Nada de brigar ou polemizar. Na nossa cabeça se passa mil coisas, conversar com ela, conversar com o cara dizendo que ele foi enganado, conversar com a mãe dela, conversar com minha mãe e com minha família pra explicar a situação, bolar uma tramoia pra pegar ela em contradição, e por aí vai. <br />
<br />
O apego a gente sente no sentido de que não deixa de ser uma situação frustrante pra mim, se passa até na cabeça que isso é mentira ou armação dela, mas pelo que pude checar é impossível que seja. Ou seja, a mente do cara pode entrar em estado de negação da realidade patente. A realidade tá vomitando na sua cara e você a ignora com fosse invisível. Felizmente sou centrado e racional, e ao invés de "racionalizar o Hamster", estou pensando apenas em dar um fim nesse namoro de maneira digna.<br />
<br />
Na verdade... Estou bem tranquilo, é como se eu já esperasse por isso desde o começo. Por mim posso conversar e terminar numa boa, quem sabe marmitá-la se a conversa fluir bem. Mas aí fico com raiva do que ela fez e com pena do cara (mais novo que ela e ela bem mais nova que eu), daí dá vontade do cara fazer um alvoroço pra aumentar o impacto do término, sabem? Estou pensando aqui sinceramente no que vou fazer e não sei ainda. Mas não será nenhuma besteira, garanto.<br />
<br />
O fato concreto é que esse tipo de atitude é inaceitável sob nenhuma hipótese e ela comprou o término do nosso relacionamento. Isso, como já conversei com ela antes, é irreversível. Estou pensando em esperar mais um pouco e quando nos vermos novamente (próximo fim de semana) conseguir resolver isso melhor pessoalmente conversando com ela. Uma semana, que é nossa medida de tempo padrão, para poder pensar melhor e não cometer nenhum deslize.<br />
<br />
A lição de moral já dei (Mesmo seguindo NA, não há garantias de que você não será tapeado por uma espertinha), e a atitude padrão esperada também (término irrevogável do relacionamento). <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Dessa vez vou sofrer bem pouco comparando a relacionamentos antigos (Obrigado, Real!) e isso já vai me deixar mais ligado pra uma próxima vez</span>, é só a conclusão de mais uma fase desse experimento.<br />
<br />
O resto vou atualizando aqui aos poucos a medida que chegam informações novas.<br />
<br />
Podem soltar o verbo, confraria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Olá confraria, dessa vez o relato tá tão quente quanto batata saída do forno e está até queimando minha mão e meus neurônios. Eu ia postar relatos do passado, mas hoje trarei um do presente recente. De agora mesmo.<br />
<br />
Há algum tempo venho relatado como a vida tem sido bem mais tranquila no relacionamento atual pois foi o primeiro que de fato entrei no modo Full Real. Mas a lição de moral já fique bem clara aos novatos: <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Mesmo seguindo NA, MA, ou o escambau, não há garantias de que você não será tapeado por uma espertinha. Você não precisa nem bobear, o lado diabólico delas faz o trabalho e você só tem que dançar conforme a valsa. Desapego é essencial.</span><br />
<br />
É, descobri, graças a um pouco de astúcia combinada de sorte, que a queridinha do Wild aqui não só abriu brecha para outro macho, como mentiu sobre o fato de não estar namorando para ele e queria encontrá-lo pessoalmente. <br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Nada demais aconteceu, nada de novo no front? Já está vestindo o chapéu de chifre por antecipação, Wild? </span>Quem leu meu primeiro relato (faz tempooooo) sabe quanto me adoece a falta de sinceridade feminina. Não que eu seja ciumento ou coisa do tipo, mas sim que isso simplesmente me adoece a alma pois eu sou uma pessoa que preza por isso. E olha que nós dois já fizemos pacto de sinceridade (o que como já vimos não vale de porra nenhuma).<br />
<br />
Outro exemplo do meu caráter pra vocês entenderem a figura: Não tenho problema de conversar com ninguém, de traficante a polícia, sou um cara tranquilo sem nenhum inimigo, não sou vingativo, não guardo rancor de seu ninguém e que não faço mal a uma mosca. Mas se botarem minha vida ou de alguém próximo em risco e eu tiver a chance de revidar, eu viraria um monstro. Esse é o tipo de cara que eu sou: um bobo que podem passar em cima pra quase tudo, mas que tem uma ou duas coisas que defende veementemente. Compromisso com a Verdade é uma delas.<br />
<br />
Apesar disso tanto me ofender, e olha que já melhorei muito pois não tenho mais apego a sinceridade vindo das mulheres, já que espero logo o pior... De certo que eu não vou encostar um dedo nela, óbvio, a partir desse momento eu perco qualquer argumento racional e razão que eu tenha. Vamos continuar o "causo".<br />
<br />
Mas antes vejamos um pouco de background: Eu e a menina não estudamos na mesma faculdade, ela estuda outro curso, trabalha o dia todo e tem aula à noite. O cara, agora numa pesquisa rápida no FaceCu da vida descobri que estuda no mesmo lugar que ela, mas que provavelmente a conheceu no trabalho dela. Ao que parece não se encontraram ainda por que ainda tem trabalhos da faculdade e só devem se ver mais pro fim do mês.<br />
<br />
Como eu descobri? Esse fim de semana viajamos junto de uma galera pra capital, daí determinado momento quando estávamos no shopping, na hora dela mexer o celular vi algo suspeito dela arrastando mensagens de um tal. Fiquei desconfiado, mas daí tive a chance de pegar o celular dela pra tirar uma foto depois. Na primeira brecha que achei, guardei o celular e disse que precisava ir ao banheiro (e precisava mesmo). <br />
<br />
Lá consegui ver o converseiro no Instagram. Tirei fotos com o meu celular, isso foi hoje (domingo) de tarde, estou com as provas aqui e não comentei nada, sangue de barata nos olhos, segui normalmente a programação como se nada tivesse acontecido. Ela parecia estar um pouco mais nervosa que de costume, mas dei nem um pio. Agora de noite na volta, 6 horas de viagem, hora eu no colo dela, ora ela no meu, e eu só processando a situação toda. Haja sangue de barata, paciência e dissimulação da minha parte, huehuehe<br />
<br />
Antes da viagem ela já tinha feito um desagrado. Típico dela de não ter palavra, não combinar nada direito nem cumprir, o que fez a gente ter perdido um dia bom para termos aqui em casa além dela economizar grana de táxi para ir na rodoviária (o carro que fretamos ia passar perto da minha casa). Já fui na viagem meio cabreiro com isso, mas quando já estava passando essa raiva, veio a descoberta e essa me deixou nessa situação que estou até agora: sem sono e pensativo. Tive uns breves momentos de raiva, mas nada de agressividade. Agora é descobrir o que fazer com a bomba na mão.<br />
<br />
O que vou fazer? Nada de brigar ou polemizar. Na nossa cabeça se passa mil coisas, conversar com ela, conversar com o cara dizendo que ele foi enganado, conversar com a mãe dela, conversar com minha mãe e com minha família pra explicar a situação, bolar uma tramoia pra pegar ela em contradição, e por aí vai. <br />
<br />
O apego a gente sente no sentido de que não deixa de ser uma situação frustrante pra mim, se passa até na cabeça que isso é mentira ou armação dela, mas pelo que pude checar é impossível que seja. Ou seja, a mente do cara pode entrar em estado de negação da realidade patente. A realidade tá vomitando na sua cara e você a ignora com fosse invisível. Felizmente sou centrado e racional, e ao invés de "racionalizar o Hamster", estou pensando apenas em dar um fim nesse namoro de maneira digna.<br />
<br />
Na verdade... Estou bem tranquilo, é como se eu já esperasse por isso desde o começo. Por mim posso conversar e terminar numa boa, quem sabe marmitá-la se a conversa fluir bem. Mas aí fico com raiva do que ela fez e com pena do cara (mais novo que ela e ela bem mais nova que eu), daí dá vontade do cara fazer um alvoroço pra aumentar o impacto do término, sabem? Estou pensando aqui sinceramente no que vou fazer e não sei ainda. Mas não será nenhuma besteira, garanto.<br />
<br />
O fato concreto é que esse tipo de atitude é inaceitável sob nenhuma hipótese e ela comprou o término do nosso relacionamento. Isso, como já conversei com ela antes, é irreversível. Estou pensando em esperar mais um pouco e quando nos vermos novamente (próximo fim de semana) conseguir resolver isso melhor pessoalmente conversando com ela. Uma semana, que é nossa medida de tempo padrão, para poder pensar melhor e não cometer nenhum deslize.<br />
<br />
A lição de moral já dei (Mesmo seguindo NA, não há garantias de que você não será tapeado por uma espertinha), e a atitude padrão esperada também (término irrevogável do relacionamento). <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Dessa vez vou sofrer bem pouco comparando a relacionamentos antigos (Obrigado, Real!) e isso já vai me deixar mais ligado pra uma próxima vez</span>, é só a conclusão de mais uma fase desse experimento.<br />
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O resto vou atualizando aqui aos poucos a medida que chegam informações novas.<br />
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Podem soltar o verbo, confraria.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Como se Fuder em 12 meses]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9644</link>
			<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 19:41:29 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=1518">C L Santos</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9644</guid>
			<description><![CDATA[Foda!<br />
A vida é foda!<br />
Um dia você esta por cima outro está por baixo!i!<br />
Jailson pai de Familia indelicado que o diga!<br />
<br />
<br />
Eu sempre estudei a real, era um cara focado, preciso, e claro muito desapegado, estudante de estoicismo ou seja nada que esta ao seu redor deve te atingir e te deixar mal, aprenda a administrar as más situações.<br />
<br />
<br />
Porém tudo isso ficou de lado, quando uma mulher entrou na minha vida, aliás quando eu deixei uma mulher entrar na minha vida.<br />
<br />
<br />
Bem o enredo todos já conhecem bem, mas bora lá bater na mesma tecla...<br />
<br />
No inicio do relacionamento ela era prestativa, fazia tudo que eu queria e como eu queria, sem perceber prestes a entrar num pantano, do qual só sairia quando estivesse todo ferrado!<br />
<br />
Ela não dava sinais de ser uma Bordelaine, conheci a mãe dela, ela dizia que apoiava o relacionamento, nunca houve se quer uma suspeita, pelo fato dos pais sempre falarem bem dela.<br />
O tempo passa e decido morar com ela, aqui começa minha desgraça.<br />
<br />
Mas após uma semana morando juntos, começam a aparecer as merdas, ela uma viciada compulsiva em redes sociais, não largava o celular por nada, isso começa a me irritar.<br />
A gota d'água foi quando ela saiu da cama, para beber cerveja e ficar conversando com uma amigo de infância, as três da manhã.<br />
Ele havia descobrido que estava com aids, ela disse isso para mim, e eu prontamente respondi:<br />
- O que eu tenho haver com isso, e o que você tem haver com isso?<br />
Tu me fica até as 3 da manhã no celular falando com seu amigo, tu transou com ele e ta com aids e por isso ta nessa?<br />
Ou seja comecei a demonstrar apego, sendo que nesses sinais devia ter pulado fora.<br />
Mas ja estava apegado demais, não tinha forças.<br />
<br />
O tempo passa e so acontecem brigas, desentendimentos, pego nojo dela, mas não consigo me livrar da culpa e do medo de deixa-la.<br />
Visitava o fórum e tentava reler os livros de N.A. porém nada adiantava, pois sempre que eu aplicava os conceitos da Real, pelo meu apego e pelo medo eu retrocedia.<br />
<br />
Ela começa a por os pais dela contra mim, acontecem alguns fatores e os pais dela, são obrigados a morar com a gente, ai ferra mais ainda.<br />
O que ja estava insuportável fica ainda pior.<br />
<br />
Havia com os familiares um boato de incesto, que envolvia ela, fico ainda mais enojado, porém me sinto culpado por pensar assim e decido ainda levar o relacionamento a frente.<br />
A este ponto confrades, vocês devem imaginar como eu estava, doente todos os dias, infeliz, sem paz e com uma imensa tristeza!<br />
<br />
Meu dinheiro acaba, e penso que se eu abandonasse ela, não iria ter para onde ir.<br />
<br />
Mas ai algo salva minha vida, ela pelas minhas atitudes vai embora, foram 2 meses de pura alegria e alívio.<br />
<br />
Refleti sobre minhas atitudes e de como eu agia, eu apegado, ciumento, romanticuzinho, idealista, passei a acreditar demais nas pessoas, me tornei débil, sem atitude, um inutil!<br />
em 7 meses havia me tornado um pedaço de bosta ambulante.<br />
<br />
Mas isso não basta eu afundado na matrix, no idealismo e etc precisava me ferrar mais!<br />
Ela me liga falando que estava arrependida, que havia repensado e queria reatar, eu como bom matrixiniano que havia me tornado, fiquei balançado e logo cedi.<br />
<br />
Fato que não comentei, ate então brigavamos todos os dias eram raros os dias que não brigavamos, nossas brigas era quase ufc.<br />
Mas mesmo assim decido voltar, com ela, claro com todos ao meu redor ainda sabendo o que rolava, dizendo que eu devia ficar com ela, que o tempo cura tudo etc etc...<br />
<br />
Cara vou resumir isso que to com tanta raiva de mim, que se pudesse voltava no tempo e socava minha cara ate não querer mais.<br />
<br />
As brigas se tornaram ainda piores, ela ficava doente eu vibrava de alegria por dentro, passei a odiá-la nem beijo na boca sentia prazer em dar, ela se tornou insuportavel para mim, assim como eu para ela.<br />
<br />
Então dias atrás tomo uma atitude, pego um dinheiro que tinha, compro uma passagem e fui embora.<br />
<br />
Eu um cara que ganhava quase 3K por mês, estava iniciando curso de inglês e programação, hoje cheio de feridas pelo corpo, devido aos embates domésticos.<br />
<br />
Porém estou recomeçando minha vida, aos poucos.<br />
Estou voltando aos estudos, tentando voltar a sonhar, o pior de tudo que depois que se vive algo assim, nunca mais você é o mesmo!<br />
<br />
Teve outros fatos que tornaria este relato longo e outros que preferi não relatar de momento, mas fica ai de aviso para os novatos e até experientes na Real, não importa o quanto você sabe e o tanto de experiencia que tem, se você se achar o intocável, o que nunca será atingido, o grão mestre nos Assuntos Nessahanicos, o GDR imbátivel.<br />
A auto confiança exagerada pode te destruir, ela não foi a maior culpada, e sim eu mesmo que permiti que ela entrasse na minha vida, e claro por eu ter me tornado um apegado!<br />
<br />
Dane-se os que vão tentar apontar-me, mas aprendi grandes lições, ganhei experiência, obvio do pior modo, mas agora so quero paz!<br />
<br />
<br />
Ps: Tentei postar nos relatos, mas deu permissão negada.<br />
Caso o post seja aprovado, nos comentários vou dando mais detalhes ao passar do tempo!<br />
Grato pelo espaço!<br />
<br />
Enviado de meu MS50L usando o Tapatalk]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Foda!<br />
A vida é foda!<br />
Um dia você esta por cima outro está por baixo!i!<br />
Jailson pai de Familia indelicado que o diga!<br />
<br />
<br />
Eu sempre estudei a real, era um cara focado, preciso, e claro muito desapegado, estudante de estoicismo ou seja nada que esta ao seu redor deve te atingir e te deixar mal, aprenda a administrar as más situações.<br />
<br />
<br />
Porém tudo isso ficou de lado, quando uma mulher entrou na minha vida, aliás quando eu deixei uma mulher entrar na minha vida.<br />
<br />
<br />
Bem o enredo todos já conhecem bem, mas bora lá bater na mesma tecla...<br />
<br />
No inicio do relacionamento ela era prestativa, fazia tudo que eu queria e como eu queria, sem perceber prestes a entrar num pantano, do qual só sairia quando estivesse todo ferrado!<br />
<br />
Ela não dava sinais de ser uma Bordelaine, conheci a mãe dela, ela dizia que apoiava o relacionamento, nunca houve se quer uma suspeita, pelo fato dos pais sempre falarem bem dela.<br />
O tempo passa e decido morar com ela, aqui começa minha desgraça.<br />
<br />
Mas após uma semana morando juntos, começam a aparecer as merdas, ela uma viciada compulsiva em redes sociais, não largava o celular por nada, isso começa a me irritar.<br />
A gota d'água foi quando ela saiu da cama, para beber cerveja e ficar conversando com uma amigo de infância, as três da manhã.<br />
Ele havia descobrido que estava com aids, ela disse isso para mim, e eu prontamente respondi:<br />
- O que eu tenho haver com isso, e o que você tem haver com isso?<br />
Tu me fica até as 3 da manhã no celular falando com seu amigo, tu transou com ele e ta com aids e por isso ta nessa?<br />
Ou seja comecei a demonstrar apego, sendo que nesses sinais devia ter pulado fora.<br />
Mas ja estava apegado demais, não tinha forças.<br />
<br />
O tempo passa e so acontecem brigas, desentendimentos, pego nojo dela, mas não consigo me livrar da culpa e do medo de deixa-la.<br />
Visitava o fórum e tentava reler os livros de N.A. porém nada adiantava, pois sempre que eu aplicava os conceitos da Real, pelo meu apego e pelo medo eu retrocedia.<br />
<br />
Ela começa a por os pais dela contra mim, acontecem alguns fatores e os pais dela, são obrigados a morar com a gente, ai ferra mais ainda.<br />
O que ja estava insuportável fica ainda pior.<br />
<br />
Havia com os familiares um boato de incesto, que envolvia ela, fico ainda mais enojado, porém me sinto culpado por pensar assim e decido ainda levar o relacionamento a frente.<br />
A este ponto confrades, vocês devem imaginar como eu estava, doente todos os dias, infeliz, sem paz e com uma imensa tristeza!<br />
<br />
Meu dinheiro acaba, e penso que se eu abandonasse ela, não iria ter para onde ir.<br />
<br />
Mas ai algo salva minha vida, ela pelas minhas atitudes vai embora, foram 2 meses de pura alegria e alívio.<br />
<br />
Refleti sobre minhas atitudes e de como eu agia, eu apegado, ciumento, romanticuzinho, idealista, passei a acreditar demais nas pessoas, me tornei débil, sem atitude, um inutil!<br />
em 7 meses havia me tornado um pedaço de bosta ambulante.<br />
<br />
Mas isso não basta eu afundado na matrix, no idealismo e etc precisava me ferrar mais!<br />
Ela me liga falando que estava arrependida, que havia repensado e queria reatar, eu como bom matrixiniano que havia me tornado, fiquei balançado e logo cedi.<br />
<br />
Fato que não comentei, ate então brigavamos todos os dias eram raros os dias que não brigavamos, nossas brigas era quase ufc.<br />
Mas mesmo assim decido voltar, com ela, claro com todos ao meu redor ainda sabendo o que rolava, dizendo que eu devia ficar com ela, que o tempo cura tudo etc etc...<br />
<br />
Cara vou resumir isso que to com tanta raiva de mim, que se pudesse voltava no tempo e socava minha cara ate não querer mais.<br />
<br />
As brigas se tornaram ainda piores, ela ficava doente eu vibrava de alegria por dentro, passei a odiá-la nem beijo na boca sentia prazer em dar, ela se tornou insuportavel para mim, assim como eu para ela.<br />
<br />
Então dias atrás tomo uma atitude, pego um dinheiro que tinha, compro uma passagem e fui embora.<br />
<br />
Eu um cara que ganhava quase 3K por mês, estava iniciando curso de inglês e programação, hoje cheio de feridas pelo corpo, devido aos embates domésticos.<br />
<br />
Porém estou recomeçando minha vida, aos poucos.<br />
Estou voltando aos estudos, tentando voltar a sonhar, o pior de tudo que depois que se vive algo assim, nunca mais você é o mesmo!<br />
<br />
Teve outros fatos que tornaria este relato longo e outros que preferi não relatar de momento, mas fica ai de aviso para os novatos e até experientes na Real, não importa o quanto você sabe e o tanto de experiencia que tem, se você se achar o intocável, o que nunca será atingido, o grão mestre nos Assuntos Nessahanicos, o GDR imbátivel.<br />
A auto confiança exagerada pode te destruir, ela não foi a maior culpada, e sim eu mesmo que permiti que ela entrasse na minha vida, e claro por eu ter me tornado um apegado!<br />
<br />
Dane-se os que vão tentar apontar-me, mas aprendi grandes lições, ganhei experiência, obvio do pior modo, mas agora so quero paz!<br />
<br />
<br />
Ps: Tentei postar nos relatos, mas deu permissão negada.<br />
Caso o post seja aprovado, nos comentários vou dando mais detalhes ao passar do tempo!<br />
Grato pelo espaço!<br />
<br />
Enviado de meu MS50L usando o Tapatalk]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[Relato] O Emprego Que Me Trouxe Pra Real]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9550</link>
			<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 12:46:42 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=3027">Ogro</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9550</guid>
			<description><![CDATA[Estou começando a escrever este relato aqui na Quarentena. Se puderem, mudem para a seção apropriada. Grato. <br />
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Introdução</span></span></div>
<br />
A teoria do caos é algo interessante. Ela explica como um fato corriqueiro acontece e somado a diversos outros fatos corriqueiros que vão acontecendo, faz a sua vida tomar um rumo completamente diferente do que seria se aquele primeiro fato não tivesse ocorrido. <br />
<br />
Por exemplo, em uma bela noite voce tem que ir a uma entrevista de emprego na manhã seguinte, mas ansioso, voce dorme mal, acorda tarde, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">perde o onibus</span>, chega atrasado na entrevista e fica sem a vaga.<br />
Sem nunca ter trabalhado nesse emprego voce terá deixado de conhecer várias pessoas. Uma dessas pessoas teria sido um grande amigo seu, que tempos depois teria te convidado pra ser padrinho de casamento dele. Na festa do casamento voce teria conhecido a prima da noiva, com quem voce teria trocado uma ideia, pegado o contato, dias depois marcado um encontro, e eventualmente namoraria com ela, noivaria, casaria e teria filhos com ela.<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Mas nada disso aconteceu porque voce perdeu aquele onibus</span>.<br />
<br />
O que aconteceu foi que voce ficou desempregado por mais tempo e frustrado, decidiu tentar ganhar a vida em outro estado. Lá voce arrumou um emprego e se estabeleceu definitivamente e depois de algum tempo, voce conhece uma mulher através de um Badoo ou Tinder da vida. Começa um relacionamento, se casa, tem filhos.<br />
Repare que a sua casa, o lugar que voce mora, sua esposa, seus filhos, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">sua vida inteira é completamente diferente do que teria sido se voce não tivesse perdido aquele onibus</span>.<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Meu novo emprego</span></span></div>
<br />
Pois então, eu imagino se eu teria chegado aqui e me tornado a pessoa que sou hoje se não tivesse ido em uma certa entrevista e trabalhado em um emprego que de certa forma me trouxe pra Real.<br />
<br />
O curioso é que eu tinha acabado de sair de outro emprego e nem estava procurando um ainda. Foi minha irmã que colocou um currículo e entraram em contato com ela, dizendo que ela poderia ir e levar outra(s) pessoa(s) com ela se quisesse, e ela me chamou.<br />
No fim das contas eu entrei no emprego e minha irmã não. Tratava-se de uma livraria.<br />
<br />
Nota: <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Vou usar nomes fictícios nesse relato</span>.<br />
<br />
Já na entrevista conheci de vista uma das candidatas que se chamava <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Karen</span>. Ela também foi selecionada e entrou junto comigo no emprego. Trabalhando juntos, fizemos amizade rapidamente. Achei ela uma mulher atraente (era loirinha do tipo magrinha, pequena e frágil, e que apesar de uma aparência juvenil, pra surpresa de todos, estava prestes a fazer 30 anos). Fiquei logo sabendo que ela tinha um noivo, portanto apesar de achar ela atraente, fiquei mesmo só no coleguismo com ela. Guardem o nome dela, Karen, pois vou voltar a falar dela mais tarde.<br />
<br />
A líder do turno da tarde, que era o meu turno, era uma mulher muito simpática. Seu nome era <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Anne</span>, uma morena (branca) de longos cabelos pretos, não muito bela de rosto, mas com um corpo delicioso, peitões grandes, cintura bem modelada e um rabão de dar água na boca. Divorciada, era mãe de uma filha. <br />
Conforme eu fui convivendo, fui desenvolvendo um interesse cada vez maior por ela. <br />
<br />
Com dois meses e meio mudei de função na empresa. Passei pra um cargo em que ficaria trabalhando somente de segunda a sexta, e pra compensar teria um expediente um pouco maior, passando pro horário da manhã inteiro e pegando uma parte do turno da tarde. Curiosamente a Karen passou pro turno da madrugada nessa mesma ocasião e perdemos um pouco o contato, pois só via ela brevemente de manhã cedo, quando eu estava chegando e ela saindo (não esqueçam dela, mas por enquanto vamos nos concentrar na Anne).<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Anne e o novo gerente</span></span></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Eu tinha comigo a ideia de que em ambiente de trabalho eu não deveria dar em cima de colega, a não ser que ela demonstrasse interesse e desse clara abertura, mas meu interesse pela Anne aumentava cada vez mais. Certa ocasião ela teve um problema de saúde e se ausentou do trabalho por um tempo. Nesse ínterim a empresa contratou um novo gerente.</div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Na primeira vez que eu olhei pra cara do sujeito eu pensei: "<span style="font-style: italic;" class="mycode_i"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Esse cara é safado</span>. Tem muita mulher trabalhando aqui e vão ser subordinadas a ele. Já imagino no que isso vai dar</span>".</div>
Juro por Deus que eu vi na cara dele que ele é cafajeste na primeira vez que eu o vi. <br />
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">O cara era casado e pai de família com dois filhos, mas logo que começou a trabalhar lá, já começou a dar em cima da encarregada, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Deborah</span>, uma balzaca já coroa, porém conservada e gostosa, tipo mulher malandra carioca empoderada e independente, tipo porta de botequim se é que vocês me entendem. Essa na verdade é uma amiga minha, mesmo sem eu ve-la a muito tempo ainda tenho contato no Facebook até hoje. Eu comeria ela fácil se ela me desse, diga-se de passagem. Ela não ficou muito tempo na empresa após isso, pediu demissão alegando que já tava de saco cheio, mas eu desconfio que o gerente novo, de nome <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">William</span>, chegou a comer ela, porém não tenho certeza.</div>
<br />
Pouco antes da saida da Deborah, a Anne voltou do seu afastamento e conheceu o William. Eu pensava comigo mesmo: "se esse cafa quiser se engraçar com qualquer uma aqui, to nem aí desde que ele não se engrace com a Anne".<br />
Eu recebi tão bem a Anne após a recuperação dela que ela chegou a perceber o meu interesse por ela. E por um tempo ela deu a entender que estava interessada em mim também, passando a me tratar de um jeito diferente e com maior interesse na minha pessoa.<br />
Ela fez aniversário nessa época e eu falei que iria dar um presente pra ela. Ela pediu um relógio de pulso. Eu comprei e dei um relógio pra ela. Ganhei um abraço de retribuição e a sensação de que ela tava no papo.<br />
<br />
Logo em seguida eu abri o jogo e mandei mensagem dizendo que eu estava afim dela e a resposta dela foi a famosa: "é só amizade". Eu até que levei numa boa, não era o primeiro toco que eu levei na vida. Se ela não queria eu não podia fazer nada.<br />
<br />
Mas nos dias subsequentes eu comecei a notar uma coisa que me deixou cabreiro. Eu reparei que estava rolando um clima entre a Anne e o gerente safado do William. Mas será possível que de todas as mulheres dali o cara foi se meter logo com ela?<br />
O pouco tempo que eu permanecia no turno da tarde era suficiente pra eu observar as longas conversas olho no olho e sorridentes dos dois.<br />
A ficha caiu de vez quando num dia ele chegou, parou do lado dela e ficou a encarando com um sorrisinho maroto, e ela sorrindo como uma adolescente (diferente do comportamento normal dela) fez um gesto pra ele como quem quisesse dizer "disfarça cara". Eu me convenci que o canalha já tava era comendo ela.<br />
Teve uma ocasião em que ele deu uma agarrada nela por trás no meio da livraria e só eu vi essa porra.<br />
<br />
Desconhecedor da Real que eu era, eu fiquei abismado de como uma mulher, msol de uns 30 e poucos anos de idade, rejeita um cara solteiro e bem intencionado pra virar amante de um cafajeste casado e com família. E lógico que eu fiquei com aquela desagradável sensação de vestir chapéu de corno sem sequer ter comido a dita-cuja.<br />
<br />
A Anne que antes passava a impressão de ser uma mulher séria e focada, agora quando estava perto do William ficava parecendo uma adolescente boba apaixonada. E vivia feliz e sorridente como quem acordava vendo o passarinho <span style="text-decoration: line-through;" class="mycode_s">vermelho</span>,.... digo verde.<br />
Revoltado, eu comecei a compartilhar postagens no Facebook como essas:<br />
<br />
<img src="https://pensamentoalpha.files.wordpress.com/2016/05/captura-de-tela-2016-03-19-acc80s-02-55-28.png" loading="lazy"  width="600" height="525" alt="[Imagem: captura-de-tela-2016-03-19-acc80s-02-55-28.png]" class="mycode_img" /><br />
<br />
<img src="https://www.meme4fun.com/images/394aa38d-a816-47bb-809d-bf7fe7da4b72.jpg" loading="lazy"  width="600" height="808" alt="[Imagem: 394aa38d-a816-47bb-809d-bf7fe7da4b72.jpg]" class="mycode_img" /><br />
<br />
Se ela chegava a ver essas indiretas ou não eu não sei, mas o importante pra mim é que essas imagens eram de páginas que eu antes não conhecia, páginas de cunho masculinistas. Essas páginas tinham conselhos que me ajudaram a superar aquela dor de cotovelo que eu estava sentindo. E uma coisa puxa a outra, fui descobrindo outras páginas e uma filosofia que chamavam de A Real.<br />
Comecei a entrar e participar de grupos realistas no Facebook, mas até aquele momento meu conhecimento era limitado. Ainda não conhecia Nessahan Alita, Doutrinador, Silvio Koerich, nem nada. Nem sequer tinha ouvido falar. Esses eu só viria a conhecer mais tarde.<br />
<br />
Quanto a Anne e William, nos meses seguintes a situação entre os dois azedou. Não sei o que aconteceu mais o fato é que os dois passaram a ficar de cara feia e de rixa um com o outro. Terminou que um tempo mais tarde o William veio a ser demitido. Fiquei sabendo posteriormente que a Anne mesmo fez a caveira dele com os contatos que ela tinha na matriz, alegando ter sido assediada por ele. Eu digo, assediada uma ova, ele deu em cima dela sim mas ela correspondeu. <br />
Mas nessa fase eu já estava envolvido em outra situação que eu vou relatar a seguir.<br />
<br />
A Anne não era nada da mulher séria que eu antes achava que ela fosse. Na verdade era uma hipergamica de marca maior, que se atirava no colo de destacados e marombas. Lembro agora que quando eu tinha dado o relógio de presente pra ela, a Deborah com uma indireta tentou me alertar insinuando que eu estava iludido.<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Karen estreita a "amizade"</span></span></div>
<br />
Lembra da Karen? Eu falei pra não esquecer dela! <br />
A gente tinha o contato um do outro no whatsapp mas nunca havíamos trocado mensagens. De fato desde que a gente mudou de turnos o contato havia naturalmente diminuído.<br />
A foto de perfil dela era ao lado do tal noivo. Era comentado no ambiente de trabalho e eu fiquei sabendo que o noivado dela com esse cara já durava 14 anos e nada do cara casar com ela. Ambos moravam com suas respectivas mães e parecia que o relacionamento deles era como de união estável sem casa própria e ela ficava com ele dormindo na casa da mãe dele e vice-versa. <br />
<br />
Mas nada disso era problema meu. Meu problema nessa ocasião era tirar a vagabunda da Anne da cabeça e ignorar o xamego dela com o William e de fato eu já estava conseguindo isso.<br />
Após trocar a foto de perfil pra uma só com ela, a Karen passou a me enviar mensagens de whatsapp uma vez ou outra pra perguntar alguma coisa ou comentar outra. Eram mensagens curtas e ocasionais mas poucas semanas depois desse contato começar, em uma determinada manhã a conversa foi um pouco mais prolongada e animada. Eu cuidava do estoque e lá eu tinha privacidade pra usar o celular durante o expediente. Quando eu me despedi pra encerrar a conversa ela pediu pra eu não ir e continuar conversando. Eu continuei, e ela falou "inocentemente" que era uma pena a gente não ter mais muito contato presencial. Dando uma de joão-sem-braço eu insinuei que a gente poderia se encontrar pra conversar como "amigos", ela achou uma boa ideia.<br />
<br />
No dia seguinte de manhã quando eu estava chegando ao trabalho e ela estava saindo, ela me falou que era a folga dela e que era bom porque de noite ela ia poder conversar muito comigo pelo zap. Naquela noite Karen e eu ficamos trocando mensagens até altas horas. Um assunto não foi tocado nem por mim nem por ela: o noivo dela.<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Meu chá de zap com uma mulher comprometida</span></span></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Tá, voce deve estar pensando "esse Ogro era um cabaço pra tomar um chá de zap, e de mulher comprometida ainda por cima!" e eu vou dizer que sim, concordo totalmente com voce, só que aquele não era o Ogro. Aquele era um matrixiano desgraçado que só fazia atrapalhar a própria vida e eu matei ele. Matei o filho-da-mãe que só fez atrasar a minha vida por anos e anos e então eu despertei. E ter trabalhado naquele emprego foi fundamental para isso.</div>
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube-nocookie.com/embed/LwBjt_gU6ME" frameborder="0" allowfullscreen="true"></iframe></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">A partir de então se tornou comum e diário as trocas de mensagens com a Karen. Todos os dias conversávamos. De manhã assim que ela chegava na casa dela e também de tardinha quando ela acordava até o inicio da noite quando ela saia pra trabalhar.</div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Eu voltei a tocar no assunto de um encontro pra conversar pessoalmente como "amigos" e ela disse que iria pensar. Dias depois, quando perguntei qual era a resposta dela ao convite, ela disse que não iria porque ia pegar mal por ela ter noivo. Foi a primeira vez que o noivo dela foi mencionado em uma das nossas conversas.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Depois disso (cerca de um mes e meio depois do inicio do chá de zap) a frequencia dos contatos diminuiu. Durante cerca de um mes ela trocou poucas mensagens comigo. Numa certa manhã enquanto eu estava trabalhando, ela manda umas mensagens entranhas dizendo que precisava falar comigo pessoalmente, que tinha que me ver. Intrigado, fui até o estoque e até liguei pra ela perguntando o que estava havendo, e ela veio com um solene "nada não".</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Mas a troca de mensagens voltou com força total a partir daí. E ela estava um doce comigo, dando demonstrações de interesse, ciúme, atenção. Fazia insinuações que o relacionamento com o noivo não estava bem. E mea culpa, eu dava corda pra ela também, sempre disponível, sempre tentando agradar, sempre dando atenção. Dizia que ela era um anjinho.</div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><img src="https://legadorealista.com/fdb/images/smilies/facepalm.png" alt="facepalm" title="facepalm" class="smilie smilie_55" /> <img src="https://legadorealista.com/fdb/images/smilies/yaoming.png" alt="yaoming" title="yaoming" class="smilie smilie_61" /> </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Ela me dava bom dia pessoalmente quando eu chegava no trabalho e cerca de uma hora depois quando ela chegava em casa, era certo que ela ia me dar bom dia de novo pelo whatsapp pra começar uma conversa. E fazia a maior questão de conversar comigo sem parar, me atrapalhando até de fazer o meu trabalho. E me pedia pra eu ir pro estoque pra eu conversar melhor com ela.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">
Nota: Eu estava escrevendo esse relato aos poucos e salvando, mas parece que há um limite de tamanho pra salvar, então vou postar essa parte até aqui e depois eu posto o restante.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Estou começando a escrever este relato aqui na Quarentena. Se puderem, mudem para a seção apropriada. Grato. <br />
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Introdução</span></span></div>
<br />
A teoria do caos é algo interessante. Ela explica como um fato corriqueiro acontece e somado a diversos outros fatos corriqueiros que vão acontecendo, faz a sua vida tomar um rumo completamente diferente do que seria se aquele primeiro fato não tivesse ocorrido. <br />
<br />
Por exemplo, em uma bela noite voce tem que ir a uma entrevista de emprego na manhã seguinte, mas ansioso, voce dorme mal, acorda tarde, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">perde o onibus</span>, chega atrasado na entrevista e fica sem a vaga.<br />
Sem nunca ter trabalhado nesse emprego voce terá deixado de conhecer várias pessoas. Uma dessas pessoas teria sido um grande amigo seu, que tempos depois teria te convidado pra ser padrinho de casamento dele. Na festa do casamento voce teria conhecido a prima da noiva, com quem voce teria trocado uma ideia, pegado o contato, dias depois marcado um encontro, e eventualmente namoraria com ela, noivaria, casaria e teria filhos com ela.<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Mas nada disso aconteceu porque voce perdeu aquele onibus</span>.<br />
<br />
O que aconteceu foi que voce ficou desempregado por mais tempo e frustrado, decidiu tentar ganhar a vida em outro estado. Lá voce arrumou um emprego e se estabeleceu definitivamente e depois de algum tempo, voce conhece uma mulher através de um Badoo ou Tinder da vida. Começa um relacionamento, se casa, tem filhos.<br />
Repare que a sua casa, o lugar que voce mora, sua esposa, seus filhos, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">sua vida inteira é completamente diferente do que teria sido se voce não tivesse perdido aquele onibus</span>.<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Meu novo emprego</span></span></div>
<br />
Pois então, eu imagino se eu teria chegado aqui e me tornado a pessoa que sou hoje se não tivesse ido em uma certa entrevista e trabalhado em um emprego que de certa forma me trouxe pra Real.<br />
<br />
O curioso é que eu tinha acabado de sair de outro emprego e nem estava procurando um ainda. Foi minha irmã que colocou um currículo e entraram em contato com ela, dizendo que ela poderia ir e levar outra(s) pessoa(s) com ela se quisesse, e ela me chamou.<br />
No fim das contas eu entrei no emprego e minha irmã não. Tratava-se de uma livraria.<br />
<br />
Nota: <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Vou usar nomes fictícios nesse relato</span>.<br />
<br />
Já na entrevista conheci de vista uma das candidatas que se chamava <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Karen</span>. Ela também foi selecionada e entrou junto comigo no emprego. Trabalhando juntos, fizemos amizade rapidamente. Achei ela uma mulher atraente (era loirinha do tipo magrinha, pequena e frágil, e que apesar de uma aparência juvenil, pra surpresa de todos, estava prestes a fazer 30 anos). Fiquei logo sabendo que ela tinha um noivo, portanto apesar de achar ela atraente, fiquei mesmo só no coleguismo com ela. Guardem o nome dela, Karen, pois vou voltar a falar dela mais tarde.<br />
<br />
A líder do turno da tarde, que era o meu turno, era uma mulher muito simpática. Seu nome era <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Anne</span>, uma morena (branca) de longos cabelos pretos, não muito bela de rosto, mas com um corpo delicioso, peitões grandes, cintura bem modelada e um rabão de dar água na boca. Divorciada, era mãe de uma filha. <br />
Conforme eu fui convivendo, fui desenvolvendo um interesse cada vez maior por ela. <br />
<br />
Com dois meses e meio mudei de função na empresa. Passei pra um cargo em que ficaria trabalhando somente de segunda a sexta, e pra compensar teria um expediente um pouco maior, passando pro horário da manhã inteiro e pegando uma parte do turno da tarde. Curiosamente a Karen passou pro turno da madrugada nessa mesma ocasião e perdemos um pouco o contato, pois só via ela brevemente de manhã cedo, quando eu estava chegando e ela saindo (não esqueçam dela, mas por enquanto vamos nos concentrar na Anne).<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Anne e o novo gerente</span></span></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Eu tinha comigo a ideia de que em ambiente de trabalho eu não deveria dar em cima de colega, a não ser que ela demonstrasse interesse e desse clara abertura, mas meu interesse pela Anne aumentava cada vez mais. Certa ocasião ela teve um problema de saúde e se ausentou do trabalho por um tempo. Nesse ínterim a empresa contratou um novo gerente.</div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Na primeira vez que eu olhei pra cara do sujeito eu pensei: "<span style="font-style: italic;" class="mycode_i"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Esse cara é safado</span>. Tem muita mulher trabalhando aqui e vão ser subordinadas a ele. Já imagino no que isso vai dar</span>".</div>
Juro por Deus que eu vi na cara dele que ele é cafajeste na primeira vez que eu o vi. <br />
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">O cara era casado e pai de família com dois filhos, mas logo que começou a trabalhar lá, já começou a dar em cima da encarregada, <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Deborah</span>, uma balzaca já coroa, porém conservada e gostosa, tipo mulher malandra carioca empoderada e independente, tipo porta de botequim se é que vocês me entendem. Essa na verdade é uma amiga minha, mesmo sem eu ve-la a muito tempo ainda tenho contato no Facebook até hoje. Eu comeria ela fácil se ela me desse, diga-se de passagem. Ela não ficou muito tempo na empresa após isso, pediu demissão alegando que já tava de saco cheio, mas eu desconfio que o gerente novo, de nome <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">William</span>, chegou a comer ela, porém não tenho certeza.</div>
<br />
Pouco antes da saida da Deborah, a Anne voltou do seu afastamento e conheceu o William. Eu pensava comigo mesmo: "se esse cafa quiser se engraçar com qualquer uma aqui, to nem aí desde que ele não se engrace com a Anne".<br />
Eu recebi tão bem a Anne após a recuperação dela que ela chegou a perceber o meu interesse por ela. E por um tempo ela deu a entender que estava interessada em mim também, passando a me tratar de um jeito diferente e com maior interesse na minha pessoa.<br />
Ela fez aniversário nessa época e eu falei que iria dar um presente pra ela. Ela pediu um relógio de pulso. Eu comprei e dei um relógio pra ela. Ganhei um abraço de retribuição e a sensação de que ela tava no papo.<br />
<br />
Logo em seguida eu abri o jogo e mandei mensagem dizendo que eu estava afim dela e a resposta dela foi a famosa: "é só amizade". Eu até que levei numa boa, não era o primeiro toco que eu levei na vida. Se ela não queria eu não podia fazer nada.<br />
<br />
Mas nos dias subsequentes eu comecei a notar uma coisa que me deixou cabreiro. Eu reparei que estava rolando um clima entre a Anne e o gerente safado do William. Mas será possível que de todas as mulheres dali o cara foi se meter logo com ela?<br />
O pouco tempo que eu permanecia no turno da tarde era suficiente pra eu observar as longas conversas olho no olho e sorridentes dos dois.<br />
A ficha caiu de vez quando num dia ele chegou, parou do lado dela e ficou a encarando com um sorrisinho maroto, e ela sorrindo como uma adolescente (diferente do comportamento normal dela) fez um gesto pra ele como quem quisesse dizer "disfarça cara". Eu me convenci que o canalha já tava era comendo ela.<br />
Teve uma ocasião em que ele deu uma agarrada nela por trás no meio da livraria e só eu vi essa porra.<br />
<br />
Desconhecedor da Real que eu era, eu fiquei abismado de como uma mulher, msol de uns 30 e poucos anos de idade, rejeita um cara solteiro e bem intencionado pra virar amante de um cafajeste casado e com família. E lógico que eu fiquei com aquela desagradável sensação de vestir chapéu de corno sem sequer ter comido a dita-cuja.<br />
<br />
A Anne que antes passava a impressão de ser uma mulher séria e focada, agora quando estava perto do William ficava parecendo uma adolescente boba apaixonada. E vivia feliz e sorridente como quem acordava vendo o passarinho <span style="text-decoration: line-through;" class="mycode_s">vermelho</span>,.... digo verde.<br />
Revoltado, eu comecei a compartilhar postagens no Facebook como essas:<br />
<br />
<img src="https://pensamentoalpha.files.wordpress.com/2016/05/captura-de-tela-2016-03-19-acc80s-02-55-28.png" loading="lazy"  width="600" height="525" alt="[Imagem: captura-de-tela-2016-03-19-acc80s-02-55-28.png]" class="mycode_img" /><br />
<br />
<img src="https://www.meme4fun.com/images/394aa38d-a816-47bb-809d-bf7fe7da4b72.jpg" loading="lazy"  width="600" height="808" alt="[Imagem: 394aa38d-a816-47bb-809d-bf7fe7da4b72.jpg]" class="mycode_img" /><br />
<br />
Se ela chegava a ver essas indiretas ou não eu não sei, mas o importante pra mim é que essas imagens eram de páginas que eu antes não conhecia, páginas de cunho masculinistas. Essas páginas tinham conselhos que me ajudaram a superar aquela dor de cotovelo que eu estava sentindo. E uma coisa puxa a outra, fui descobrindo outras páginas e uma filosofia que chamavam de A Real.<br />
Comecei a entrar e participar de grupos realistas no Facebook, mas até aquele momento meu conhecimento era limitado. Ainda não conhecia Nessahan Alita, Doutrinador, Silvio Koerich, nem nada. Nem sequer tinha ouvido falar. Esses eu só viria a conhecer mais tarde.<br />
<br />
Quanto a Anne e William, nos meses seguintes a situação entre os dois azedou. Não sei o que aconteceu mais o fato é que os dois passaram a ficar de cara feia e de rixa um com o outro. Terminou que um tempo mais tarde o William veio a ser demitido. Fiquei sabendo posteriormente que a Anne mesmo fez a caveira dele com os contatos que ela tinha na matriz, alegando ter sido assediada por ele. Eu digo, assediada uma ova, ele deu em cima dela sim mas ela correspondeu. <br />
Mas nessa fase eu já estava envolvido em outra situação que eu vou relatar a seguir.<br />
<br />
A Anne não era nada da mulher séria que eu antes achava que ela fosse. Na verdade era uma hipergamica de marca maior, que se atirava no colo de destacados e marombas. Lembro agora que quando eu tinha dado o relógio de presente pra ela, a Deborah com uma indireta tentou me alertar insinuando que eu estava iludido.<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Karen estreita a "amizade"</span></span></div>
<br />
Lembra da Karen? Eu falei pra não esquecer dela! <br />
A gente tinha o contato um do outro no whatsapp mas nunca havíamos trocado mensagens. De fato desde que a gente mudou de turnos o contato havia naturalmente diminuído.<br />
A foto de perfil dela era ao lado do tal noivo. Era comentado no ambiente de trabalho e eu fiquei sabendo que o noivado dela com esse cara já durava 14 anos e nada do cara casar com ela. Ambos moravam com suas respectivas mães e parecia que o relacionamento deles era como de união estável sem casa própria e ela ficava com ele dormindo na casa da mãe dele e vice-versa. <br />
<br />
Mas nada disso era problema meu. Meu problema nessa ocasião era tirar a vagabunda da Anne da cabeça e ignorar o xamego dela com o William e de fato eu já estava conseguindo isso.<br />
Após trocar a foto de perfil pra uma só com ela, a Karen passou a me enviar mensagens de whatsapp uma vez ou outra pra perguntar alguma coisa ou comentar outra. Eram mensagens curtas e ocasionais mas poucas semanas depois desse contato começar, em uma determinada manhã a conversa foi um pouco mais prolongada e animada. Eu cuidava do estoque e lá eu tinha privacidade pra usar o celular durante o expediente. Quando eu me despedi pra encerrar a conversa ela pediu pra eu não ir e continuar conversando. Eu continuei, e ela falou "inocentemente" que era uma pena a gente não ter mais muito contato presencial. Dando uma de joão-sem-braço eu insinuei que a gente poderia se encontrar pra conversar como "amigos", ela achou uma boa ideia.<br />
<br />
No dia seguinte de manhã quando eu estava chegando ao trabalho e ela estava saindo, ela me falou que era a folga dela e que era bom porque de noite ela ia poder conversar muito comigo pelo zap. Naquela noite Karen e eu ficamos trocando mensagens até altas horas. Um assunto não foi tocado nem por mim nem por ela: o noivo dela.<br />
<hr class="mycode_hr" />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-family: Arial Black;" class="mycode_font">Meu chá de zap com uma mulher comprometida</span></span></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Tá, voce deve estar pensando "esse Ogro era um cabaço pra tomar um chá de zap, e de mulher comprometida ainda por cima!" e eu vou dizer que sim, concordo totalmente com voce, só que aquele não era o Ogro. Aquele era um matrixiano desgraçado que só fazia atrapalhar a própria vida e eu matei ele. Matei o filho-da-mãe que só fez atrasar a minha vida por anos e anos e então eu despertei. E ter trabalhado naquele emprego foi fundamental para isso.</div>
<br />
<div style="text-align: center;" class="mycode_align"><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube-nocookie.com/embed/LwBjt_gU6ME" frameborder="0" allowfullscreen="true"></iframe></div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">A partir de então se tornou comum e diário as trocas de mensagens com a Karen. Todos os dias conversávamos. De manhã assim que ela chegava na casa dela e também de tardinha quando ela acordava até o inicio da noite quando ela saia pra trabalhar.</div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Eu voltei a tocar no assunto de um encontro pra conversar pessoalmente como "amigos" e ela disse que iria pensar. Dias depois, quando perguntei qual era a resposta dela ao convite, ela disse que não iria porque ia pegar mal por ela ter noivo. Foi a primeira vez que o noivo dela foi mencionado em uma das nossas conversas.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Depois disso (cerca de um mes e meio depois do inicio do chá de zap) a frequencia dos contatos diminuiu. Durante cerca de um mes ela trocou poucas mensagens comigo. Numa certa manhã enquanto eu estava trabalhando, ela manda umas mensagens entranhas dizendo que precisava falar comigo pessoalmente, que tinha que me ver. Intrigado, fui até o estoque e até liguei pra ela perguntando o que estava havendo, e ela veio com um solene "nada não".</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Mas a troca de mensagens voltou com força total a partir daí. E ela estava um doce comigo, dando demonstrações de interesse, ciúme, atenção. Fazia insinuações que o relacionamento com o noivo não estava bem. E mea culpa, eu dava corda pra ela também, sempre disponível, sempre tentando agradar, sempre dando atenção. Dizia que ela era um anjinho.</div>
<div style="text-align: left;" class="mycode_align"><img src="https://legadorealista.com/fdb/images/smilies/facepalm.png" alt="facepalm" title="facepalm" class="smilie smilie_55" /> <img src="https://legadorealista.com/fdb/images/smilies/yaoming.png" alt="yaoming" title="yaoming" class="smilie smilie_61" /> </div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">Ela me dava bom dia pessoalmente quando eu chegava no trabalho e cerca de uma hora depois quando ela chegava em casa, era certo que ela ia me dar bom dia de novo pelo whatsapp pra começar uma conversa. E fazia a maior questão de conversar comigo sem parar, me atrapalhando até de fazer o meu trabalho. E me pedia pra eu ir pro estoque pra eu conversar melhor com ela.</div>
<br />
<div style="text-align: left;" class="mycode_align">
Nota: Eu estava escrevendo esse relato aos poucos e salvando, mas parece que há um limite de tamanho pra salvar, então vou postar essa parte até aqui e depois eu posto o restante.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Meu pequeno relato.]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9528</link>
			<pubDate>Fri, 30 Mar 2018 18:43:52 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=1096">Digons</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9528</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-style: italic;" class="mycode_i">Bom, acharam melhor eu criar um tópico sbre o meu relato. Talvez aqui tenha um alcance maior e que possa ajudar a maior quantidade possível de pessoas. Que Deus abençoe a cada um de vocês.</span></span><br />
<br />
<br />
''Eu era MOH VIRJÃO até o segundo ano do ensino médio. Tinha conseguido uma ou duas até esse ponto, mas nada demais. Não sei o que houve no meu terceiro ano, que eu conseguia cair em cima matando. Esse ano só não foi mais ''lucrativo'' do que um certo mês aí que eu vou detalhar mais para frente. Só que isso resultou em que? MEU EGO ESTAVA SUPER ELEVADO. O apogeu precede a queda. E que queda, senhores.<br />
<br />
Início de 2014, entro na faculdade e encontro a minha BM. Primeiro erro que eu fiz foi dar em cima de alguém da minha sala. Sabem QUEM me aconselhou a não fazer essa merda? Minha própria mãe. Ela falava que se desse errado, eu teria que ver a vagabunda todos os dias pelo resto do meu curso. <br />
<br />
Serei justo, amigos. A menina, pelo menos na época, era estudiosa e trabalhadora. Isso me interessou. 2 anos mais velha do que eu, eu não via problema, claro. Mas essa combinação citada e mais o CHÁ que ela me deu acabaram comigo. Eu comecei a ser o servo dela, fazendo tudo o que ela queria. Coisa TÍPICA. Eu já havia notado umas red flags sinistras. Ela tinha foto de vários caras no celular dela. Uma vez eu perguntei e ela disse que nao era nada. Eu ''aceitei'', mas no fundo, aquilo me incomodava. Fazíamos trabalhos juntos e durante a apresentação de um, um sujeito qualquer da sala elogiou ela na frente de todos. Guardem esse sujeito na memória. Outra coisa que houve foi que um dia eu cheguei na sala e ela tava cercada pelos sujeitos da sala e quando eu entrei, todos se afastaram dela.<br />
<br />
(Abrindo um parênteses aqui pra esclaracer que é ÓBVIO que hoje em dia eu não aceitaria porra nenhuma disso. Rambo dos teclados, segure suas balas, ok)<br />
<br />
O interessante foi como ela terminou comigo. Na semana antes das férias (sim), no domingo, ela falou que me amava e blablabla. Na terça feira disse que queria terminar porque a gente só transava <img src="http://legadorealista.com/fdb/images/smilies/haha.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: haha.png]" class="mycode_img" /><br />
<br />
Eu rio hoje, mas olhando pra trás, isso me fudeu muito. No mês das férias, eu resolvi que iria cair na putaria pra tentar esquecer ela. E foi uma das piores decisões que eu poderia ter feito. Não sei como, mas tudo era muito fácil. Eu honestamente não lembro com quantas eu transei nessa época, mas eu aprendi a lição. Me jogar na putaria só me fudeu mais ainda, eu queria encontrar aquela vagabunda em outras vagabundas.<br />
<br />
Só sei que saí da faculdade e consegui entrar na federal, ou seja, não iria ver ela nunca mais, em tese. Resolvi dar um tempo da putaria e ficar focado em mim mesmo. Voltei pra academia. Me apliquei ainda mais nos estudos. Melhorei como pessoal. No fim do mês seguinte, encontrei a minha namorada atual, que estou com ela há quase 4 anos. Conheci ela em plena fase da revolta, então os meus padrões estavam PRÓXIMOS do Padilha. Olhando pra trás, eu vejo que eu poderia ter sido um pouco mais flexível, mas já que eu achei uma moça que eu considero até melhor do que decente, não me arrependo um segundo sequer de ter encontrado ela. Se der merda lá na frente, só Deus sabe. Meu coração está em paz.<br />
<br />
Anos depois, eu soube por um amigo em comum que ela havia me traído com um bombadinho lá da sala e mais outros caras. Ela começou a namorar com aquele sujeito que elogiou ela na sala e depois traiu ele com um outro cara da mesma sala. E é basicamente isso. Uns 6 meses depois que eu encontrei a minha namorada, ela tentou reatar  <img src="http://legadorealista.com/fdb/emoticons/wat.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: wat.png]" class="mycode_img" /> <img src="http://legadorealista.com/fdb/emoticons/taserto.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: taserto.png]" class="mycode_img" />'']]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b"><span style="font-style: italic;" class="mycode_i">Bom, acharam melhor eu criar um tópico sbre o meu relato. Talvez aqui tenha um alcance maior e que possa ajudar a maior quantidade possível de pessoas. Que Deus abençoe a cada um de vocês.</span></span><br />
<br />
<br />
''Eu era MOH VIRJÃO até o segundo ano do ensino médio. Tinha conseguido uma ou duas até esse ponto, mas nada demais. Não sei o que houve no meu terceiro ano, que eu conseguia cair em cima matando. Esse ano só não foi mais ''lucrativo'' do que um certo mês aí que eu vou detalhar mais para frente. Só que isso resultou em que? MEU EGO ESTAVA SUPER ELEVADO. O apogeu precede a queda. E que queda, senhores.<br />
<br />
Início de 2014, entro na faculdade e encontro a minha BM. Primeiro erro que eu fiz foi dar em cima de alguém da minha sala. Sabem QUEM me aconselhou a não fazer essa merda? Minha própria mãe. Ela falava que se desse errado, eu teria que ver a vagabunda todos os dias pelo resto do meu curso. <br />
<br />
Serei justo, amigos. A menina, pelo menos na época, era estudiosa e trabalhadora. Isso me interessou. 2 anos mais velha do que eu, eu não via problema, claro. Mas essa combinação citada e mais o CHÁ que ela me deu acabaram comigo. Eu comecei a ser o servo dela, fazendo tudo o que ela queria. Coisa TÍPICA. Eu já havia notado umas red flags sinistras. Ela tinha foto de vários caras no celular dela. Uma vez eu perguntei e ela disse que nao era nada. Eu ''aceitei'', mas no fundo, aquilo me incomodava. Fazíamos trabalhos juntos e durante a apresentação de um, um sujeito qualquer da sala elogiou ela na frente de todos. Guardem esse sujeito na memória. Outra coisa que houve foi que um dia eu cheguei na sala e ela tava cercada pelos sujeitos da sala e quando eu entrei, todos se afastaram dela.<br />
<br />
(Abrindo um parênteses aqui pra esclaracer que é ÓBVIO que hoje em dia eu não aceitaria porra nenhuma disso. Rambo dos teclados, segure suas balas, ok)<br />
<br />
O interessante foi como ela terminou comigo. Na semana antes das férias (sim), no domingo, ela falou que me amava e blablabla. Na terça feira disse que queria terminar porque a gente só transava <img src="http://legadorealista.com/fdb/images/smilies/haha.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: haha.png]" class="mycode_img" /><br />
<br />
Eu rio hoje, mas olhando pra trás, isso me fudeu muito. No mês das férias, eu resolvi que iria cair na putaria pra tentar esquecer ela. E foi uma das piores decisões que eu poderia ter feito. Não sei como, mas tudo era muito fácil. Eu honestamente não lembro com quantas eu transei nessa época, mas eu aprendi a lição. Me jogar na putaria só me fudeu mais ainda, eu queria encontrar aquela vagabunda em outras vagabundas.<br />
<br />
Só sei que saí da faculdade e consegui entrar na federal, ou seja, não iria ver ela nunca mais, em tese. Resolvi dar um tempo da putaria e ficar focado em mim mesmo. Voltei pra academia. Me apliquei ainda mais nos estudos. Melhorei como pessoal. No fim do mês seguinte, encontrei a minha namorada atual, que estou com ela há quase 4 anos. Conheci ela em plena fase da revolta, então os meus padrões estavam PRÓXIMOS do Padilha. Olhando pra trás, eu vejo que eu poderia ter sido um pouco mais flexível, mas já que eu achei uma moça que eu considero até melhor do que decente, não me arrependo um segundo sequer de ter encontrado ela. Se der merda lá na frente, só Deus sabe. Meu coração está em paz.<br />
<br />
Anos depois, eu soube por um amigo em comum que ela havia me traído com um bombadinho lá da sala e mais outros caras. Ela começou a namorar com aquele sujeito que elogiou ela na sala e depois traiu ele com um outro cara da mesma sala. E é basicamente isso. Uns 6 meses depois que eu encontrei a minha namorada, ela tentou reatar  <img src="http://legadorealista.com/fdb/emoticons/wat.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: wat.png]" class="mycode_img" /> <img src="http://legadorealista.com/fdb/emoticons/taserto.png" loading="lazy"  alt="[Imagem: taserto.png]" class="mycode_img" />'']]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Relato suicida]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9481</link>
			<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 22:35:55 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2886">Skull</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9481</guid>
			<description><![CDATA[Confrades lendo vários tópicos aqui do fórum cheguei na área de relatos, então resolvi contar um que aconteceu na empresa na qual trabalhava.<br />
<br />
Na empresa trabalham várias faixas etárias, desde jovens até aposentados, mas o ocorrido aconteceu com o Francisco(nome fictício) ele tem seus 21 anos, um rapaz gente boa mas cometeu um erro que mudou sua vida.<br />
<br />
Francisco namorava já fazia um tempo uma garota(Jurema/mesma idade), pelo que entendi já fazia muito tempo, o cara não largava essa namorada por nada e provavelmente era a primeira namorada da vida dele. Confrades ai aconteceu o primeiro erro do Francisco, a Jurema engravida com seus 18 anos. <br />
<br />
Como acontece com a maioria ela foi morar com o Francisco que mora com os pais, passado um tempo Francisco casa com Jurema e suas vidas caminham normalmente. Passado 9 meses nasci Francisco Jr, na época a empresa ajudou muito arrecadando fralda, lencinho tudo o que um bebê precisa, ele conseguiu muita ajuda, eu mesmo ajudei o individuo. Francisco recebe pouco e a empresa deu um suporte bacana.<br />
<br />
Passado 1 ano Francisco está na mesma, o emprego continua a mesma bosta e ele continua com um salário baixo. Ai surge conversas, Francisco vai largar da Jurema, quase não vejo ele na empresa mas noto que ele sumiu, então surge a notícia, Jurema pediu divórcio, depois de 1 ano e mais estabilizada ela largou o Francisco e foi morar com os pais dela.<br />
<br />
Depois dessa notícia bombástica para Francisco, ele some da empresa e por acaso encontro um colega do setor dele e pergunto onde Francisco foi parar? ai confrades tenho a notícia do título, Francisco tentou suicídio, o cara com 19 anos encheu a cara com remédios e quase morre de overdose, pelo que fiquei sabendo levaram ele nas últimas para o hospital. Depois disso internaram o cara em um hospital(daqueles de louco) ficou uns 6 meses por lá.<br />
<br />
Ai que em um belo dia surge o Francisco na empresa, parece o mesmo de sempre, passava a impressão que tinha superado a Jurema e continuaria sua vida, mas confrades foi apenas exterior. Depois de 1 mês Francisco some e encontro novamente esse colega do setor dele, ai surge a notícia, o Francisco fica sabendo que a ex está saindo com outro e ele fica puto, tenta suicídio outra vez. Ele é internado e fica quase 1 ano, a empresa até contratou outros funcionários para o setor dele.<br />
<br />
Para minha surpresa no fim do ano aparece o Francisco, cara eu tomei um susto dessa vez, ele estava na empresa e parecia bem de longe, mas o cara estava feito um zumbi, dessa vez encheram ele de tarja preta sem dó. Por enquanto o Francisco está na empresa mas não sei se vai continuar, depois do último ocorrido sai e não tive mais notícias.<br />
<br />
Esse é meu relato, desculpem pelos erros, por favor me enviem mensagem se encontrar e não sei se está totalmente de acordo com as regras do fórum, procurei escrever da melhor forma possível. <br />
<br />
Confrades o que realistas acham desse relato? Se o Francisco tivesse conhecido a <span style="font-style: italic;" class="mycode_i">Real</span>  não seria diferente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Confrades lendo vários tópicos aqui do fórum cheguei na área de relatos, então resolvi contar um que aconteceu na empresa na qual trabalhava.<br />
<br />
Na empresa trabalham várias faixas etárias, desde jovens até aposentados, mas o ocorrido aconteceu com o Francisco(nome fictício) ele tem seus 21 anos, um rapaz gente boa mas cometeu um erro que mudou sua vida.<br />
<br />
Francisco namorava já fazia um tempo uma garota(Jurema/mesma idade), pelo que entendi já fazia muito tempo, o cara não largava essa namorada por nada e provavelmente era a primeira namorada da vida dele. Confrades ai aconteceu o primeiro erro do Francisco, a Jurema engravida com seus 18 anos. <br />
<br />
Como acontece com a maioria ela foi morar com o Francisco que mora com os pais, passado um tempo Francisco casa com Jurema e suas vidas caminham normalmente. Passado 9 meses nasci Francisco Jr, na época a empresa ajudou muito arrecadando fralda, lencinho tudo o que um bebê precisa, ele conseguiu muita ajuda, eu mesmo ajudei o individuo. Francisco recebe pouco e a empresa deu um suporte bacana.<br />
<br />
Passado 1 ano Francisco está na mesma, o emprego continua a mesma bosta e ele continua com um salário baixo. Ai surge conversas, Francisco vai largar da Jurema, quase não vejo ele na empresa mas noto que ele sumiu, então surge a notícia, Jurema pediu divórcio, depois de 1 ano e mais estabilizada ela largou o Francisco e foi morar com os pais dela.<br />
<br />
Depois dessa notícia bombástica para Francisco, ele some da empresa e por acaso encontro um colega do setor dele e pergunto onde Francisco foi parar? ai confrades tenho a notícia do título, Francisco tentou suicídio, o cara com 19 anos encheu a cara com remédios e quase morre de overdose, pelo que fiquei sabendo levaram ele nas últimas para o hospital. Depois disso internaram o cara em um hospital(daqueles de louco) ficou uns 6 meses por lá.<br />
<br />
Ai que em um belo dia surge o Francisco na empresa, parece o mesmo de sempre, passava a impressão que tinha superado a Jurema e continuaria sua vida, mas confrades foi apenas exterior. Depois de 1 mês Francisco some e encontro novamente esse colega do setor dele, ai surge a notícia, o Francisco fica sabendo que a ex está saindo com outro e ele fica puto, tenta suicídio outra vez. Ele é internado e fica quase 1 ano, a empresa até contratou outros funcionários para o setor dele.<br />
<br />
Para minha surpresa no fim do ano aparece o Francisco, cara eu tomei um susto dessa vez, ele estava na empresa e parecia bem de longe, mas o cara estava feito um zumbi, dessa vez encheram ele de tarja preta sem dó. Por enquanto o Francisco está na empresa mas não sei se vai continuar, depois do último ocorrido sai e não tive mais notícias.<br />
<br />
Esse é meu relato, desculpem pelos erros, por favor me enviem mensagem se encontrar e não sei se está totalmente de acordo com as regras do fórum, procurei escrever da melhor forma possível. <br />
<br />
Confrades o que realistas acham desse relato? Se o Francisco tivesse conhecido a <span style="font-style: italic;" class="mycode_i">Real</span>  não seria diferente?]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[Relato Brutal]]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9450</link>
			<pubDate>Thu, 11 Jan 2018 21:07:56 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2753">Ripper</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9450</guid>
			<description><![CDATA[Segurem essa:<br />
<br />
Vou chamar meu tio de Beto e a ex mulher dele de Erica. <br />
<br />
Beto (30) conheceu a jovem e bela Érica quando a mesma tinha 18 anos. Moça prendada, humilde, boa de cozinha e acima de qualquer suspeita. Era admirada por toda a nossa família, mas desde o inicio já tinha suas red flags que meu tio ignorou! Ela dizia: “To me casando cedo pq meu pai não me deixa sair pras festas”. WTF?! Continuando.<br />
<br />
Se dizia virgem e se casou de branco. Meu tio estranhou que na noite de núpcias não tinha sangue nenhum... “Meu hímen é complacente”, ela disse. Ele acreditou.<br />
<br />
Tiveram 2 filhos, uma menina (Carla) e um menino (João). <br />
<br />
Eles moravam na casa que ele herdou do pai e como passava muito tempo fora trabalhando, a sogra dele entrou na casa e NUNCA MAIS SAIU. É aqui que começa o perrengue!<br />
<br />
A velha infernizava de todo jeito! Desautorizava ele na frente dos filhos, fazia confusão e jogava a Erica contra meu tio, ameaçava, dizia que ia tomar aquela casa a todo custo.<br />
<br />
Ele foi frouxo. Sinceramente... <br />
<br />
Toda vez que ele expulsava a velha de lá, quando ele virava as costas, ela voltava! Imaginem essa situação. Ele era tido como o vilão!  A velha, a esposa e os filhos passaram a vê-lo assim.<br />
<br />
Cabe aqui relatar o pai babão que ele sempre foi. Tratou a filha a vida toda como uma PRINCESA! Eu sou testemunha do pai honrado que ele foi. Fazia de tudo pelos filhos. Nunca levantou a voz pra eles, nunca bateu e sempre viveu pelo bem estar de sua família (talvez esse tenha sido o erro).<br />
<br />
Continuando<br />
<br />
Certo dia meu tio voltou mais cedo de viagem e não achou a esposa em casa. Passou um tempo, o Ricardão veio deixa-la em casa. Simples assim. A velha sabia, os filhos sabiam... aí começou a confusão!<br />
<br />
Além de sair de crânio enfeitado, ele teve que deixar a própria casa, perdeu TUDO!! <br />
<br />
A ex esposa o humilhou de todo jeito. Chamou de corno, esfregou na cara dele as traições... <br />
Ex: “Lembra aquele dia que vc foi me deixar na rodoviária pra eu ir visitar minha irmã e ainda me deu dinheiro? Pois naquele dia, Ricardo foi me pegar lá e passamos 4 dias hospedados num motel aqui mesmo. Vc que pagou o motel”<br />
<br />
Caralho... Ele ainda pensou em mandar ela pro Reino de Hades, mas não valia a pena... Terminaria de se foder. Prosseguindo.<br />
Depois do fim do casamento, muita coisa foi aparecendo. A própria Érica espalhou tudo que aprontou com ele. Todas as traições e desonras em geral. <br />
<br />
Um outro tio confessou que a Erica flertou com ele várias vezes, etc.<br />
<br />
Meu tio descobriu que quando ela tinha 16 anos, fugiu com um cara casado pra outro Estado e passou 8 meses sem dar notícias. A própria velha mãe dela era vagabunda de marca maior, a filha dele tomou o mesmo caminho de mexer com homem casado, etc.<br />
<br />
Saldo Final:<br />
<br />
-Perdeu a casa que foi herança do pai dele<br />
<br />
-Paga pensão pra 2 filhos que o ODEIAM com todas as forças<br />
<br />
-A filha mais velha cursa Direito e disse que o único objetivo da vida dela é colocar o pai na cadeia (Imaginem o nível da alienação parental)<br />
<br />
-O filho chega a chamar ele de corno no meio da rua. Dizendo q ele merecia tudo isso.<br />
<br />
-Sem contato com os filhos que tanto amou. Só ligam pra cobrar grana e ameaçar de cadeia.<br />
<br />
-Total desrespeito da sociedade misândrica que de alguma forma o culpa pelo chapéu de touro. <br />
<br />
-Fama de corno.<br />
<br />
-Fama de frouxo (Pq não “tomou uma providência”)<br />
<br />
-Mora só num kitnet alugado e sem ar condicionado.<br />
<br />
-Tinha uma caminhonete. Hoje anda de moto.<br />
<br />
-Trabalha só pra pagar pensão.<br />
 <br />
Tem mais coisa, mas pra não ficar muito longo, eu resumi.<br />
<br />
Moral da estória:<br />
<br />
NINGUÉM CONHECE NINGUÉM!! Notem que TODOS os males da vida de um homem, são provenientes de uma escolha errada! A escolha de se casar nos dias atuais. <br />
<br />
Força e Honra, Confrades!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Segurem essa:<br />
<br />
Vou chamar meu tio de Beto e a ex mulher dele de Erica. <br />
<br />
Beto (30) conheceu a jovem e bela Érica quando a mesma tinha 18 anos. Moça prendada, humilde, boa de cozinha e acima de qualquer suspeita. Era admirada por toda a nossa família, mas desde o inicio já tinha suas red flags que meu tio ignorou! Ela dizia: “To me casando cedo pq meu pai não me deixa sair pras festas”. WTF?! Continuando.<br />
<br />
Se dizia virgem e se casou de branco. Meu tio estranhou que na noite de núpcias não tinha sangue nenhum... “Meu hímen é complacente”, ela disse. Ele acreditou.<br />
<br />
Tiveram 2 filhos, uma menina (Carla) e um menino (João). <br />
<br />
Eles moravam na casa que ele herdou do pai e como passava muito tempo fora trabalhando, a sogra dele entrou na casa e NUNCA MAIS SAIU. É aqui que começa o perrengue!<br />
<br />
A velha infernizava de todo jeito! Desautorizava ele na frente dos filhos, fazia confusão e jogava a Erica contra meu tio, ameaçava, dizia que ia tomar aquela casa a todo custo.<br />
<br />
Ele foi frouxo. Sinceramente... <br />
<br />
Toda vez que ele expulsava a velha de lá, quando ele virava as costas, ela voltava! Imaginem essa situação. Ele era tido como o vilão!  A velha, a esposa e os filhos passaram a vê-lo assim.<br />
<br />
Cabe aqui relatar o pai babão que ele sempre foi. Tratou a filha a vida toda como uma PRINCESA! Eu sou testemunha do pai honrado que ele foi. Fazia de tudo pelos filhos. Nunca levantou a voz pra eles, nunca bateu e sempre viveu pelo bem estar de sua família (talvez esse tenha sido o erro).<br />
<br />
Continuando<br />
<br />
Certo dia meu tio voltou mais cedo de viagem e não achou a esposa em casa. Passou um tempo, o Ricardão veio deixa-la em casa. Simples assim. A velha sabia, os filhos sabiam... aí começou a confusão!<br />
<br />
Além de sair de crânio enfeitado, ele teve que deixar a própria casa, perdeu TUDO!! <br />
<br />
A ex esposa o humilhou de todo jeito. Chamou de corno, esfregou na cara dele as traições... <br />
Ex: “Lembra aquele dia que vc foi me deixar na rodoviária pra eu ir visitar minha irmã e ainda me deu dinheiro? Pois naquele dia, Ricardo foi me pegar lá e passamos 4 dias hospedados num motel aqui mesmo. Vc que pagou o motel”<br />
<br />
Caralho... Ele ainda pensou em mandar ela pro Reino de Hades, mas não valia a pena... Terminaria de se foder. Prosseguindo.<br />
Depois do fim do casamento, muita coisa foi aparecendo. A própria Érica espalhou tudo que aprontou com ele. Todas as traições e desonras em geral. <br />
<br />
Um outro tio confessou que a Erica flertou com ele várias vezes, etc.<br />
<br />
Meu tio descobriu que quando ela tinha 16 anos, fugiu com um cara casado pra outro Estado e passou 8 meses sem dar notícias. A própria velha mãe dela era vagabunda de marca maior, a filha dele tomou o mesmo caminho de mexer com homem casado, etc.<br />
<br />
Saldo Final:<br />
<br />
-Perdeu a casa que foi herança do pai dele<br />
<br />
-Paga pensão pra 2 filhos que o ODEIAM com todas as forças<br />
<br />
-A filha mais velha cursa Direito e disse que o único objetivo da vida dela é colocar o pai na cadeia (Imaginem o nível da alienação parental)<br />
<br />
-O filho chega a chamar ele de corno no meio da rua. Dizendo q ele merecia tudo isso.<br />
<br />
-Sem contato com os filhos que tanto amou. Só ligam pra cobrar grana e ameaçar de cadeia.<br />
<br />
-Total desrespeito da sociedade misândrica que de alguma forma o culpa pelo chapéu de touro. <br />
<br />
-Fama de corno.<br />
<br />
-Fama de frouxo (Pq não “tomou uma providência”)<br />
<br />
-Mora só num kitnet alugado e sem ar condicionado.<br />
<br />
-Tinha uma caminhonete. Hoje anda de moto.<br />
<br />
-Trabalha só pra pagar pensão.<br />
 <br />
Tem mais coisa, mas pra não ficar muito longo, eu resumi.<br />
<br />
Moral da estória:<br />
<br />
NINGUÉM CONHECE NINGUÉM!! Notem que TODOS os males da vida de um homem, são provenientes de uma escolha errada! A escolha de se casar nos dias atuais. <br />
<br />
Força e Honra, Confrades!]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[Relato]Do céu ao inferno em 70 dias com uma bordeline]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9408</link>
			<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 15:53:54 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=2685">clockwork0range</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9408</guid>
			<description><![CDATA[Vou contar um relato que aconteceu comigo em setembro a outubro desse ano que serviu de experiência e repasso a vocês para que não caiam na mesma cilada.<br />
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Perfil inicial da moça que conheci</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Estudante de fotografia, desempregada, nenhum curso ou graduação, educada, tímida, 26 anos, sem filhos, caseira, nunca saiu da cidade dela, bonita, gostos parecidos com o meu. Porém com um defeito na mão, a qual a mesma falou ter sido um “acidente numa máquina na praia”.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Meu perfil</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Graduado, bem empregado, classe média, moro em condomínio, viajado pelo mundo.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Diferença de classe social</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">A diferença era gritante em todos aspectos tinha dia que ela não tinha dinheiro de passagem de ônibus.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Perfil do ambiente familiar dela (mesma casa que ela)</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Pai – aposentado e sofreu 2 AVCs, ex-alcoolatra e ex-fumante. Ficou com sequelas.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Mãe – aposentada, amélia total. Porém só deixou as filhas saírem sozinhas após os 20 anos.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Ela – desempregada, estudante de fotografia e sem perspectiva de futuro.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Irmão 23 anos – Atendente de call center, sem estudo e sem perspectiva de futuro. </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Irmão de 28 anos – Atendente de call center, sem estudo e sem perspectiva de futuro. </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Irmã de 31 anos – Atendente de call center, anoréxica e bulimica. Sem perspectiva de futuro.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*A casa muito pobre numa comunidade (favela), de telha e bem antiga caindo aos pedaços.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Na casa ainda haviam 5 gatos que dormiam em todo lugar e viviam nas ruas.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Todos pareciam ter algum distúrbio ou desordem mental aparente. Preguiçosos.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Nossos encontros</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Todos nossos encontros (8 ao todo) foram de bons a ótimos, ela muito comunicativa, ela dormiu umas 4 vezes em minha casa. </div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Coisas estranhas que percebi logo no começo</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1 – Nunca olhava fixamente nos meus olhos. Em qualquer ocasião de conversa só nos dois juntos sempre olhava para o chão ou para o teto ou pros lados.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">2 – Contou podres da família logo no primeiro encontro, que o irmão saia com mulher casada, engravidou a mulher e demais coisas bizarras. Que a irmã com 31 anos nunca havia namorado ninguém (anoréxica) e os irmãos tudo em casa solteiros.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Contou que foi traída pelo noivo e no relacionamento seguinte o cara também abandonou ela por não aguentar o “jeito” dela.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Falava sobre tudo, mas sem profundidade, falsa intelectual.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">4 – Mandou fotos do álbum de família completo para mim, desde ela bebê até os 15 anos dela, batizado, reuniões de familia e fotos de todos parentes dela, tudo pelo whatsapp. E fotos dela com uma roupa de noiva que segundo ela era da mãe, mas provavelmente era dela mesmo.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">5 – Contou que o sonho era ter um bar (pensei ambição nota zero).</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">6 – Em uma conversa pelo whatsapp, ela falou que nosso santo havia batido, que eu era perfeito por dentro e por fora, e estava muito eufórica (tipo muito a nível estranho).</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">7 – Do nada ela manda um certo dia umas mensagens enigmáticas “vou fazer tudo diferente do que já havia feito”, “quero você em todos momentos comigo”. “Antes eu era uma pessoa que falava e não ouvia, agia por impulso, agora você me conhece num momento bom da minha vida, estou calma e mudei”, “não sei porque eu te falei isto”. (Pensei, minhas conclusões sobre ela ser bordeline ou algo pior do tipo estão se confirmando). </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">8 – Sempre após os encontros ela mandava mensagem dizendo que eu estava fazendo um bem danado pra ela e que não podia imaginar o quanto, mandou isso em todos pós encontros.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">9 – Perguntei a ela porque ela não trabalhava, ela respondeu “preciso resolver uma coisa antes”.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">10 – Sempre perguntava quantos porcentos eu estava gostando dela, isso todos dias.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Como estudei psicanálise comecei a notar que havia algum tipo de distúrbio mental nela.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Mudanças de comportamento e doenças</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">A mudança mais notável e grave foi logo quando acabou o curso dela, ela passou a ficar somente em casa, como ela era pobre não tinha computador, netflix nem canais pagos, só SBT e GLOBO e o celular, notei que quase todas vezes que saiamos ela estava doente, sempre gripada e perguntei o motivo, ela falou que tinha imunidade baixa e sempre resfriava, seus lábios sempre estavam rachados e descascando. Uma semana depois ela revelou que tinha:</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1 – Pneumonia mal curada.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">2 -  Rins danificado, pedra nos rins e afins por não tomar água.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Bactéria no sangue, esqueci o nome agora.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Depressão profunda e mudanças bruscas de comportamento que a deixavam trancada olhando pro teto no quarto. Ela falou que não podia ser pressionada e nem cobrada, e as crises voltavam sempre com força total.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">4 – Perda de peso brusca por não querer comer (ela perdeu 6kg em 10 dias, já na última semana que eu tava decidindo pular fora).</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">5 – Ora eufórica ora totalmente avulsa do mundo. Disse que não conseguia trabalhar, nem estudar e abandonou tratamento com psicólogo, tentou se matar com medicamentos no começo do ano. </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">6 – Pânico noturno e ansiedade.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Revelou que ficou assim após ter sido traída pelo noivo e logo depois um ficante tentou matar ela, que abalou o psicológico e nunca se recuperou. Fazia fotografias infantis e crochê para aliviar as crises quando elas vinham.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Relacionamentos anteriores dela</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1) Primeiro namorado dela ela noivou, passou 3 anos noiva e quando foi em 2015 ano que ia se casar o cara traiu ela por uma amiga, deu um pé na bunda dela e assumiu a outra.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">2) Conheceu um cara através de 2 amigas, eles saíram umas 3 vezes, na terceira saída ele foi acampar com ela numa praia e tentou matar ela após uma crise de ciúme, deixando ela aleijada para sempre da mão. Isso foi no meio do ano de 2016.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Os finalmente</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">No meio de outubro em diante ela começou a ter crises frequentes, começou a me tratar com desdém, perdeu muito peso, começou a mentir para mim, não queria me ver, sempre que eu tentava marcar algo ela inventava que algum parente tinha adoecido e ficava trancada em casa ou a mãe dela que arrastava ela para ir pros cantos. Eu decidi ligar pro irmão mais novo dela e ele falou que ela so vivia no quarto.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">- Dormia de 3 da madrugada e acordava de 11 da manhã, isso de domingo a domingo, só vivia em rede social, sem sair do quarto.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">- Quando expliquei seriamente que não estava mais legal a relação, ela me falou que não tinha perspectiva de vida nenhuma e estagnou e que eu procurasse alguém que não fosse indecisa, fosse do meu nível, graduado, com posses e não como ela (pobre, desempregada, sem estudo). Concordei plenamente e como já tinha dado ultimato a ela, decidi terminar por telefone.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">- Ela revelou que nenhum relacionamento dela após o noivado fracassado foi para frente, sempre durava de 1 a 3 meses (comigo foram 2 meses e meio).</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Lições</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1 – Perceber logo todos indícios do comportamento da pessoa, verificar seu passado e ver como são os familiares e amigos.</div>
2 – Nunca confie no que ela lhe falar, observe atitudes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Vou contar um relato que aconteceu comigo em setembro a outubro desse ano que serviu de experiência e repasso a vocês para que não caiam na mesma cilada.<br />
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Perfil inicial da moça que conheci</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Estudante de fotografia, desempregada, nenhum curso ou graduação, educada, tímida, 26 anos, sem filhos, caseira, nunca saiu da cidade dela, bonita, gostos parecidos com o meu. Porém com um defeito na mão, a qual a mesma falou ter sido um “acidente numa máquina na praia”.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Meu perfil</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Graduado, bem empregado, classe média, moro em condomínio, viajado pelo mundo.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Diferença de classe social</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">A diferença era gritante em todos aspectos tinha dia que ela não tinha dinheiro de passagem de ônibus.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Perfil do ambiente familiar dela (mesma casa que ela)</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Pai – aposentado e sofreu 2 AVCs, ex-alcoolatra e ex-fumante. Ficou com sequelas.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Mãe – aposentada, amélia total. Porém só deixou as filhas saírem sozinhas após os 20 anos.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Ela – desempregada, estudante de fotografia e sem perspectiva de futuro.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Irmão 23 anos – Atendente de call center, sem estudo e sem perspectiva de futuro. </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Irmão de 28 anos – Atendente de call center, sem estudo e sem perspectiva de futuro. </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Irmã de 31 anos – Atendente de call center, anoréxica e bulimica. Sem perspectiva de futuro.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*A casa muito pobre numa comunidade (favela), de telha e bem antiga caindo aos pedaços.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Na casa ainda haviam 5 gatos que dormiam em todo lugar e viviam nas ruas.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Todos pareciam ter algum distúrbio ou desordem mental aparente. Preguiçosos.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Nossos encontros</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">Todos nossos encontros (8 ao todo) foram de bons a ótimos, ela muito comunicativa, ela dormiu umas 4 vezes em minha casa. </div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Coisas estranhas que percebi logo no começo</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1 – Nunca olhava fixamente nos meus olhos. Em qualquer ocasião de conversa só nos dois juntos sempre olhava para o chão ou para o teto ou pros lados.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">2 – Contou podres da família logo no primeiro encontro, que o irmão saia com mulher casada, engravidou a mulher e demais coisas bizarras. Que a irmã com 31 anos nunca havia namorado ninguém (anoréxica) e os irmãos tudo em casa solteiros.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Contou que foi traída pelo noivo e no relacionamento seguinte o cara também abandonou ela por não aguentar o “jeito” dela.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Falava sobre tudo, mas sem profundidade, falsa intelectual.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">4 – Mandou fotos do álbum de família completo para mim, desde ela bebê até os 15 anos dela, batizado, reuniões de familia e fotos de todos parentes dela, tudo pelo whatsapp. E fotos dela com uma roupa de noiva que segundo ela era da mãe, mas provavelmente era dela mesmo.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">5 – Contou que o sonho era ter um bar (pensei ambição nota zero).</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">6 – Em uma conversa pelo whatsapp, ela falou que nosso santo havia batido, que eu era perfeito por dentro e por fora, e estava muito eufórica (tipo muito a nível estranho).</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">7 – Do nada ela manda um certo dia umas mensagens enigmáticas “vou fazer tudo diferente do que já havia feito”, “quero você em todos momentos comigo”. “Antes eu era uma pessoa que falava e não ouvia, agia por impulso, agora você me conhece num momento bom da minha vida, estou calma e mudei”, “não sei porque eu te falei isto”. (Pensei, minhas conclusões sobre ela ser bordeline ou algo pior do tipo estão se confirmando). </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">8 – Sempre após os encontros ela mandava mensagem dizendo que eu estava fazendo um bem danado pra ela e que não podia imaginar o quanto, mandou isso em todos pós encontros.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">9 – Perguntei a ela porque ela não trabalhava, ela respondeu “preciso resolver uma coisa antes”.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">10 – Sempre perguntava quantos porcentos eu estava gostando dela, isso todos dias.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Como estudei psicanálise comecei a notar que havia algum tipo de distúrbio mental nela.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Mudanças de comportamento e doenças</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">A mudança mais notável e grave foi logo quando acabou o curso dela, ela passou a ficar somente em casa, como ela era pobre não tinha computador, netflix nem canais pagos, só SBT e GLOBO e o celular, notei que quase todas vezes que saiamos ela estava doente, sempre gripada e perguntei o motivo, ela falou que tinha imunidade baixa e sempre resfriava, seus lábios sempre estavam rachados e descascando. Uma semana depois ela revelou que tinha:</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1 – Pneumonia mal curada.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">2 -  Rins danificado, pedra nos rins e afins por não tomar água.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Bactéria no sangue, esqueci o nome agora.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">3 – Depressão profunda e mudanças bruscas de comportamento que a deixavam trancada olhando pro teto no quarto. Ela falou que não podia ser pressionada e nem cobrada, e as crises voltavam sempre com força total.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">4 – Perda de peso brusca por não querer comer (ela perdeu 6kg em 10 dias, já na última semana que eu tava decidindo pular fora).</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">5 – Ora eufórica ora totalmente avulsa do mundo. Disse que não conseguia trabalhar, nem estudar e abandonou tratamento com psicólogo, tentou se matar com medicamentos no começo do ano. </div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">6 – Pânico noturno e ansiedade.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">*Revelou que ficou assim após ter sido traída pelo noivo e logo depois um ficante tentou matar ela, que abalou o psicológico e nunca se recuperou. Fazia fotografias infantis e crochê para aliviar as crises quando elas vinham.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Relacionamentos anteriores dela</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1) Primeiro namorado dela ela noivou, passou 3 anos noiva e quando foi em 2015 ano que ia se casar o cara traiu ela por uma amiga, deu um pé na bunda dela e assumiu a outra.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">2) Conheceu um cara através de 2 amigas, eles saíram umas 3 vezes, na terceira saída ele foi acampar com ela numa praia e tentou matar ela após uma crise de ciúme, deixando ela aleijada para sempre da mão. Isso foi no meio do ano de 2016.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Os finalmente</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">No meio de outubro em diante ela começou a ter crises frequentes, começou a me tratar com desdém, perdeu muito peso, começou a mentir para mim, não queria me ver, sempre que eu tentava marcar algo ela inventava que algum parente tinha adoecido e ficava trancada em casa ou a mãe dela que arrastava ela para ir pros cantos. Eu decidi ligar pro irmão mais novo dela e ele falou que ela so vivia no quarto.</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">- Dormia de 3 da madrugada e acordava de 11 da manhã, isso de domingo a domingo, só vivia em rede social, sem sair do quarto.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">- Quando expliquei seriamente que não estava mais legal a relação, ela me falou que não tinha perspectiva de vida nenhuma e estagnou e que eu procurasse alguém que não fosse indecisa, fosse do meu nível, graduado, com posses e não como ela (pobre, desempregada, sem estudo). Concordei plenamente e como já tinha dado ultimato a ela, decidi terminar por telefone.</div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">- Ela revelou que nenhum relacionamento dela após o noivado fracassado foi para frente, sempre durava de 1 a 3 meses (comigo foram 2 meses e meio).</div>
<br />
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align"><span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Lições</span></div>
<div style="text-align: justify;" class="mycode_align">1 – Perceber logo todos indícios do comportamento da pessoa, verificar seu passado e ver como são os familiares e amigos.</div>
2 – Nunca confie no que ela lhe falar, observe atitudes.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[RELATO] O mangina, a vadia e a amiga]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9166</link>
			<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 16:18:45 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=1905">Guy Fawkes</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=9166</guid>
			<description><![CDATA[Confrades, queria deixar um pequeno relato do que me aconteceu ontem.<br />
<br />
-<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Briefing</span><br />
<br />
Me mudei a pouco tempo para um bairro novo aqui na cidade, e até então não conhecia ninguém por aqui. Até que fiz amizade com um casal que mora aqui perto de casa, o Jorge e a Amanda (nomes fícticios), o Jorge era vocalista de uma banda de rock, e agora está com projetos voltados ao RAP, eu como sou beatmaker resolvi ajudá-lo nessa empreitada, ele está morando junto com sua namorada á pelo menos a um ano e meio, e mesmo com pouco tempo de convívio já notei atitudes estranhas da parte dela.<br />
<br />
Ela trabalha em um shopping como vendedora e vai pra faculdade a noite, fiquei sabendo que no fim do ano ela viajou pra praia com os "amigos" sem o Jorge (sabe-se lá o que aconteceu lá) brigaram muito, discutiram, porém o Jorge continuou com ela mesmo assim. <img src="https://legadorealista.com/fdb/images/smilies/facepalm.png" alt="facepalm" title="facepalm" class="smilie smilie_55" />:<br />
<br />
Eu visito a casa deles pelo menos 3x por semana, por conta do projeto junto com o Jorge (composições, ensaios, gravações etc. etc.), geralmente quando estou lá ela fica andando com shortinho de pijama pela casa, com decotes exagerados, teve uma vez que ela tava andando de calcinha pela casa.<br />
<br />
Nas redes sociais ela só posta fotos sensuais, inclusive ela já me chamou no whatsapp para ir junto com ela para o trabalho (eu pego o mesmo onibus que ela no mesmo horário), ela me disse que o ponto de onibus é vazio e ela fica com medo de pegar o onibus sozinha, as vezes eu vou junto, porém, na maioria das vezes eu saio de casa uns 10min. mais tarde, justamente pra pegar o onibus que vem depois.<br />
<br />
O Jorge trabalha em uma farmácia passa o dia todo fora de casa e ainda ganha muito mal, ele depende da namorada para poder arcar com os custos da casa, como aluguel, luz, água, etc. Acredito que nesse ponto ele seja dependente dela, porém o motivo de ainda estar com ela é pelo manginismo mesmo. <br />
<br />
-<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">A amiga</span><br />
<br />
Certo dia, fui convidado pelo casal para ir em um show de RAP que iria acontecer aqui na cidade, eu fui, chegando lá conheci uma amiga da Amanda, a Julia (nome ficticio) uma ruiva deliciosa diga-se de passagem, por conhecidencia ela também mora no mesmo bairro que nós, bastante comunicativa não parava de falar, deu pra perceber que ela era muito carente e solitária, a unica amiga que ela tinha era a Amanda, ela também disse que se mudava muito e que ficava no máximo no mesmo lugar uns 6 meses (ela mora sozinha), ela é orfã, não tem contato com a família e me disse que o pai dela abusava dela na infância porém faleceu por conta de um acidente de carro.<br />
<br />
Em pouco tempo de conversa ela ja se abriu toda pra mim, confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha com essa garota, enfim, conversamos mais um pouco mas não passou disso, depois a Amanda ainda me contou que ela beijou uma outra garota na noite (sim ela é bisexual). <br />
<br />
-<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">O desenrolo</span><br />
<br />
Ontem, eu estava voltando do trabalho e por acaso encontrei a Julia no onibus, nós conversamos durante o trajeto todo, ela estava voltando do trabalho então eu perguntei o que ela fazia, ela me disse que trabalhava no shopping (não me disse mais detalhes), papo vai, papo vem, enfim chegamos ao ponto final, então eu a acompanhei até a casa dela.<br />
<br />
Chegando no portão, ela me convida pra entrar (e tomar uma xicara de café rsrs) e conhecer a casa dela, confesso que o convite me pegou de supresa, e como ela é uma delicia resolvi não perder a oportunidade e entrei, entrando na casa dela estava uma bagunça da porra, louça suja, roupas espalhadas em todo lugar, enfim, entrei no quarto dela e ela sentou na cama, me pediu pra sentar do lado dela, então eu sentei.<br />
<br />
Começamos a conversar, então ela me mostrou algumas fotos das viagens que ela fez pelo celular, durante as fotos ela passou pro lado sem querer e apareceu uma foto dela pelada, caralho essa minha ficou vermelha e não sabia onde se esconder, depois disso eu comecei a passar a mão na perna dela, ela passou na minha, então começamos a nos beijar, enquanto eu beijava ela reparei algo estranho embaixo da minha perna, era uma caixa de fosforo de um puteiro. PQPPP<br />
<br />
Eu perguntei pra ela o que era aquilo lá, então não teve jeito ela me confessou:<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">A GAROTA ERA UMA GP! PQPPPPPP</span> :rage<br />
<br />
Então fiquei puto pra caralho, levantei da cama e resolvi ir embora! <br />
<br />
-<br />
<br />
Enfim...<br />
<br />
Depois pensei melhor e até bateu um breve arrependimento de não ter comido, alias eu ja tinha beijado o que é um peido pra quem ja ta cagado, mas acredito que tomei a melhor decisão em sair fora.<br />
<br />
A questão que eu cai como patinho na conversa da GP, fui muito juvena em alguns momentos, realmente não é tão facil quanto eu imaginava assimiliar a Real para experiências do dia-a-dia.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">A questão é...</span><br />
<br />
O Jorge não sabe que a Julia é GP, e ainda por cima é a melhor amiga da Amanda, logo ligando os pontos... Será que a Amanda também não é???<br />
<br />
Eu li muitos relatos aqui no fórum e geralmente meter a Real em um matrixiano não é a melhor opção, mas eu pergunto aos confrades mais experientes é possível ajudar o Jorge a sair desse enrolo???]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Confrades, queria deixar um pequeno relato do que me aconteceu ontem.<br />
<br />
-<br />
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<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Briefing</span><br />
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Me mudei a pouco tempo para um bairro novo aqui na cidade, e até então não conhecia ninguém por aqui. Até que fiz amizade com um casal que mora aqui perto de casa, o Jorge e a Amanda (nomes fícticios), o Jorge era vocalista de uma banda de rock, e agora está com projetos voltados ao RAP, eu como sou beatmaker resolvi ajudá-lo nessa empreitada, ele está morando junto com sua namorada á pelo menos a um ano e meio, e mesmo com pouco tempo de convívio já notei atitudes estranhas da parte dela.<br />
<br />
Ela trabalha em um shopping como vendedora e vai pra faculdade a noite, fiquei sabendo que no fim do ano ela viajou pra praia com os "amigos" sem o Jorge (sabe-se lá o que aconteceu lá) brigaram muito, discutiram, porém o Jorge continuou com ela mesmo assim. <img src="https://legadorealista.com/fdb/images/smilies/facepalm.png" alt="facepalm" title="facepalm" class="smilie smilie_55" />:<br />
<br />
Eu visito a casa deles pelo menos 3x por semana, por conta do projeto junto com o Jorge (composições, ensaios, gravações etc. etc.), geralmente quando estou lá ela fica andando com shortinho de pijama pela casa, com decotes exagerados, teve uma vez que ela tava andando de calcinha pela casa.<br />
<br />
Nas redes sociais ela só posta fotos sensuais, inclusive ela já me chamou no whatsapp para ir junto com ela para o trabalho (eu pego o mesmo onibus que ela no mesmo horário), ela me disse que o ponto de onibus é vazio e ela fica com medo de pegar o onibus sozinha, as vezes eu vou junto, porém, na maioria das vezes eu saio de casa uns 10min. mais tarde, justamente pra pegar o onibus que vem depois.<br />
<br />
O Jorge trabalha em uma farmácia passa o dia todo fora de casa e ainda ganha muito mal, ele depende da namorada para poder arcar com os custos da casa, como aluguel, luz, água, etc. Acredito que nesse ponto ele seja dependente dela, porém o motivo de ainda estar com ela é pelo manginismo mesmo. <br />
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<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">A amiga</span><br />
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Certo dia, fui convidado pelo casal para ir em um show de RAP que iria acontecer aqui na cidade, eu fui, chegando lá conheci uma amiga da Amanda, a Julia (nome ficticio) uma ruiva deliciosa diga-se de passagem, por conhecidencia ela também mora no mesmo bairro que nós, bastante comunicativa não parava de falar, deu pra perceber que ela era muito carente e solitária, a unica amiga que ela tinha era a Amanda, ela também disse que se mudava muito e que ficava no máximo no mesmo lugar uns 6 meses (ela mora sozinha), ela é orfã, não tem contato com a família e me disse que o pai dela abusava dela na infância porém faleceu por conta de um acidente de carro.<br />
<br />
Em pouco tempo de conversa ela ja se abriu toda pra mim, confesso que fiquei com uma pulga atrás da orelha com essa garota, enfim, conversamos mais um pouco mas não passou disso, depois a Amanda ainda me contou que ela beijou uma outra garota na noite (sim ela é bisexual). <br />
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<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">O desenrolo</span><br />
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Ontem, eu estava voltando do trabalho e por acaso encontrei a Julia no onibus, nós conversamos durante o trajeto todo, ela estava voltando do trabalho então eu perguntei o que ela fazia, ela me disse que trabalhava no shopping (não me disse mais detalhes), papo vai, papo vem, enfim chegamos ao ponto final, então eu a acompanhei até a casa dela.<br />
<br />
Chegando no portão, ela me convida pra entrar (e tomar uma xicara de café rsrs) e conhecer a casa dela, confesso que o convite me pegou de supresa, e como ela é uma delicia resolvi não perder a oportunidade e entrei, entrando na casa dela estava uma bagunça da porra, louça suja, roupas espalhadas em todo lugar, enfim, entrei no quarto dela e ela sentou na cama, me pediu pra sentar do lado dela, então eu sentei.<br />
<br />
Começamos a conversar, então ela me mostrou algumas fotos das viagens que ela fez pelo celular, durante as fotos ela passou pro lado sem querer e apareceu uma foto dela pelada, caralho essa minha ficou vermelha e não sabia onde se esconder, depois disso eu comecei a passar a mão na perna dela, ela passou na minha, então começamos a nos beijar, enquanto eu beijava ela reparei algo estranho embaixo da minha perna, era uma caixa de fosforo de um puteiro. PQPPP<br />
<br />
Eu perguntei pra ela o que era aquilo lá, então não teve jeito ela me confessou:<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">A GAROTA ERA UMA GP! PQPPPPPP</span> :rage<br />
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Então fiquei puto pra caralho, levantei da cama e resolvi ir embora! <br />
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-<br />
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Enfim...<br />
<br />
Depois pensei melhor e até bateu um breve arrependimento de não ter comido, alias eu ja tinha beijado o que é um peido pra quem ja ta cagado, mas acredito que tomei a melhor decisão em sair fora.<br />
<br />
A questão que eu cai como patinho na conversa da GP, fui muito juvena em alguns momentos, realmente não é tão facil quanto eu imaginava assimiliar a Real para experiências do dia-a-dia.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">A questão é...</span><br />
<br />
O Jorge não sabe que a Julia é GP, e ainda por cima é a melhor amiga da Amanda, logo ligando os pontos... Será que a Amanda também não é???<br />
<br />
Eu li muitos relatos aqui no fórum e geralmente meter a Real em um matrixiano não é a melhor opção, mas eu pergunto aos confrades mais experientes é possível ajudar o Jorge a sair desse enrolo???]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[[Relato]Amizade perdida por causa de manginisse e como detectar amigos aproveitadores]]></title>
			<link>https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=8891</link>
			<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 18:46:56 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://legadorealista.com/fdb/member.php?action=profile&uid=879">Howedo</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://legadorealista.com/fdb/showthread.php?tid=8891</guid>
			<description><![CDATA[Tinha um amigo que se tornou praticamente meu irmão em muito pouco tempo, podiamos contar um com o outro para tudo e foi assim até sucessivas manginadas do mesmo. A manginisse destruiu a amizade de uma maneira devastadora, após inúmeras tentativas de manter na base da insistência acabei descobrindo quem ele era de verdade. Aqui digo como foi a trajeto, o que aprendi e aquilo que não vou repetir.<br />
<br />
Sou mais novo que esse amigo em questão, que já é viúvo e tem filhos. Foi uma pessoa que apareceu em um momento difícil da minha vida e formamos uma amizade sólida, fizemos projetos juntos que deram certo e outros nem tanto, mas o comportamento dele começou a aflorar e a convivência estragou tudo mais ainda. <br />
<br />
Me dediquei muito nos nossos projetos e ele simplesmente por fazer a parte de networking do nosso negócio começou a querer crescer pra cima de mim, que fazia absolutamente tudo, inclusive o networking também. Começou a me tratar como patrão, sendo que da minha renda total mensal menos de 10% vinha do projeto nosso, era sempre mais trabalho do que dinheiro de fato e perdi muito mais do que ganhei, tudo pela amizade. <br />
Até que um dia ele resolveu dar uma de fodão pra cima de mim em uma noite que saímos pra descontrair. Ele sempre teve essas babaquices de aprender sedução PUA e não sei o que, chegou nas mulheres lá e tomou toco obviamente. Caguei pra situação, zoei ele e fiquei bebendo minha cerveja.<br />
<br />
Depois de umas 10 tentativas frustradas ele voltou pra mesa e começou a jogar o que ele tinha feito(nos nossos negócios) na minha cara(que era porra nenhuma perto do que eu fazia). Ficou maluco e começou a soltar que era faixa preta de jiu jitsu segundo dan e não sei o que. Eu fiquei parado, sentado na mesa esperando ele fazer alguma coisa. Vários "amigos" em volta fazendo porra nenhuma e rindo da situação e eu pensando em como a amizade ia acabar ali por causa de uma babaquisse dele. <br />
<br />
Até que ele veio pra cima de mim, jogou uma garrafa que pegou no meu braço e foi tentar me jogar no chão. Eu levantei da cadeira e dei um soco que pegou bem no ouvido dele e dei um chute no joelho. Ele caiu e começou a gritar falando que tava surdo, começou a chorar e o caralho. <br />
Fiquei muito puto, mas levei ele pro hospital mesmo assim e fui embora. Achei que nunca mais fosse falar com ele, mas depois ele me ligou e pediu desculpas. Mesmo tendo estourado o tímpano dele parecia que estava tudo bem, não parecia com raiva nem nada. Eu fiquei com um pé atrás é claro, mas não ia cantar de galo em cima dele porque isso é coisa de moleque, o que tivéssemos que resolver ficava pra depois. Achei que ele era homem o suficiente pra passar por cima da merda que ele tinha feito, assim como eu passei.<br />
<br />
Depois disso ele agiu como se nada tivesse acontecido e continuamos os "negócios", que no momento era um site de venda de cervejas. Depois disso fiquei sempre com um pé atrás, não dava mais pra confiar, mas como já tinha botado ele no lugar dele achei que ficaria tudo bem(burrice e inocência fizeram eu pensar isso).<br />
Fiquei um bom tempo focando nos negócios e tudo começou a funcionar sozinho, conseguimos contratar alguns funcionários e estávamos aparentemente estabilizados. Comecei a me afastar porque estava sentindo que algo não estava certo e realmente não estava.<br />
<br />
O cara estava simplesmente me usando pra atingir as metas dele e ainda me roubava, coisa que fui descobrir bem depois. E se eu dependesse dessa merda pra me sustentar como ficava? simplesmente estaria sozinho e na merda. Se eu tivesse apostado tudo nisso como ele ficava me estimulando eu nem sei como estaria hoje.<br />
Obviamente larguei tudo e nunca mais olhei na cara dele, obviamente tentando evitar uma tragédia o que aconteceria facilmente, considerava o filho da puta meu irmão.<br />
<br />
Depois fui descobrir que o verme tinha dado todo o dinheiro do nosso negócio pra uma vadia feia pra caralho, que parecia uma mendiga de tão feia e estava na merda, morando em um barraco numa das favelas mais pesadas aqui do RJ. A mulher sugou toda a grana dele e eu enquanto isso tentando entender como o nosso negócio dava mais despesa do que lucro e ainda confiando no filho da puta. <br />
Voltava do trabalho e ia dormir tarde todo dia cuidando e fazendo manutenção no site, testando a segurança pra não ser roubado e buscando bons fornecedores pra trazer produtos de qualidade e melhorar o negócio e simplesmente fui traido por um verme PUA completamente mangina. Tava explicado porque ele tinha entrado no fórum e não tinha gostado, era um frouxo de merda, que deveria ter nascido mulher.<br />
<br />
Resultado e conclusões finais: <br />
<br />
Se a sua intuição diz que existe alguma coisa errada realmente existe, não interessa se a pessoa te trata bem ou age como se fosse seu irmão.<br />
Jamais seja amigo de mangina. A primeira buceta que aparecer ele vai te trair pelas costas.<br />
Jamais aposte todas as suas fichas em algo que depende dos outros e não só de você.<br />
<br />
Teste todo mundo em sua volta, provavelmente não vai sobrar ninguém que for de fora da sua família.<br />
Não deixe ninguém te desrespeitar na frente dos outros sem motivo nenhum. Quando alguém chega nesse ponto já está cagando pra você e pra sua amizade. A melhor coisa a se fazer é cair fora e não deixar nenhum meio de contato.<br />
E o principal: Nesse mundo vaginante não se sabe mais quem é amigo ou não, ninguém cumpre com sua palavra e a lealdade é completamente descartável pela maior parte das pessoas. Todo cuidado é pouco. <br />
Acompanhe as finanças de perto, aprenda administração financeira, economia e qualquer outra coisa que vá te ajudar a ter o controle nas suas mãos.<br />
<br />
Se alguém só se comunica com você pra pedir favor fuja. Se um amigo seu só te procura quando precisa fuja. Se alguém fica do seu lado quando você está na merda tome cuidado, talvez seja só para te dar apoio emocional e depois te apunhalar pelas costas. Jamais aceite amigo ficar te pagando alguma coisa, ele quer te manipular e pesar a sua consciência para depois pedir algo. <br />
Não somos como mulheres que recebem tudo e não retribuem nada e ainda reclamam. Sentimos o dever de retribuir, o homem sente a necessidade de se mostrar útil e parceiro nos piores momentos. Cuidado para esse sentimento não ser usado contra você, tem muito fdp que joga com isso e abusa da sua boa vontade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Tinha um amigo que se tornou praticamente meu irmão em muito pouco tempo, podiamos contar um com o outro para tudo e foi assim até sucessivas manginadas do mesmo. A manginisse destruiu a amizade de uma maneira devastadora, após inúmeras tentativas de manter na base da insistência acabei descobrindo quem ele era de verdade. Aqui digo como foi a trajeto, o que aprendi e aquilo que não vou repetir.<br />
<br />
Sou mais novo que esse amigo em questão, que já é viúvo e tem filhos. Foi uma pessoa que apareceu em um momento difícil da minha vida e formamos uma amizade sólida, fizemos projetos juntos que deram certo e outros nem tanto, mas o comportamento dele começou a aflorar e a convivência estragou tudo mais ainda. <br />
<br />
Me dediquei muito nos nossos projetos e ele simplesmente por fazer a parte de networking do nosso negócio começou a querer crescer pra cima de mim, que fazia absolutamente tudo, inclusive o networking também. Começou a me tratar como patrão, sendo que da minha renda total mensal menos de 10% vinha do projeto nosso, era sempre mais trabalho do que dinheiro de fato e perdi muito mais do que ganhei, tudo pela amizade. <br />
Até que um dia ele resolveu dar uma de fodão pra cima de mim em uma noite que saímos pra descontrair. Ele sempre teve essas babaquices de aprender sedução PUA e não sei o que, chegou nas mulheres lá e tomou toco obviamente. Caguei pra situação, zoei ele e fiquei bebendo minha cerveja.<br />
<br />
Depois de umas 10 tentativas frustradas ele voltou pra mesa e começou a jogar o que ele tinha feito(nos nossos negócios) na minha cara(que era porra nenhuma perto do que eu fazia). Ficou maluco e começou a soltar que era faixa preta de jiu jitsu segundo dan e não sei o que. Eu fiquei parado, sentado na mesa esperando ele fazer alguma coisa. Vários "amigos" em volta fazendo porra nenhuma e rindo da situação e eu pensando em como a amizade ia acabar ali por causa de uma babaquisse dele. <br />
<br />
Até que ele veio pra cima de mim, jogou uma garrafa que pegou no meu braço e foi tentar me jogar no chão. Eu levantei da cadeira e dei um soco que pegou bem no ouvido dele e dei um chute no joelho. Ele caiu e começou a gritar falando que tava surdo, começou a chorar e o caralho. <br />
Fiquei muito puto, mas levei ele pro hospital mesmo assim e fui embora. Achei que nunca mais fosse falar com ele, mas depois ele me ligou e pediu desculpas. Mesmo tendo estourado o tímpano dele parecia que estava tudo bem, não parecia com raiva nem nada. Eu fiquei com um pé atrás é claro, mas não ia cantar de galo em cima dele porque isso é coisa de moleque, o que tivéssemos que resolver ficava pra depois. Achei que ele era homem o suficiente pra passar por cima da merda que ele tinha feito, assim como eu passei.<br />
<br />
Depois disso ele agiu como se nada tivesse acontecido e continuamos os "negócios", que no momento era um site de venda de cervejas. Depois disso fiquei sempre com um pé atrás, não dava mais pra confiar, mas como já tinha botado ele no lugar dele achei que ficaria tudo bem(burrice e inocência fizeram eu pensar isso).<br />
Fiquei um bom tempo focando nos negócios e tudo começou a funcionar sozinho, conseguimos contratar alguns funcionários e estávamos aparentemente estabilizados. Comecei a me afastar porque estava sentindo que algo não estava certo e realmente não estava.<br />
<br />
O cara estava simplesmente me usando pra atingir as metas dele e ainda me roubava, coisa que fui descobrir bem depois. E se eu dependesse dessa merda pra me sustentar como ficava? simplesmente estaria sozinho e na merda. Se eu tivesse apostado tudo nisso como ele ficava me estimulando eu nem sei como estaria hoje.<br />
Obviamente larguei tudo e nunca mais olhei na cara dele, obviamente tentando evitar uma tragédia o que aconteceria facilmente, considerava o filho da puta meu irmão.<br />
<br />
Depois fui descobrir que o verme tinha dado todo o dinheiro do nosso negócio pra uma vadia feia pra caralho, que parecia uma mendiga de tão feia e estava na merda, morando em um barraco numa das favelas mais pesadas aqui do RJ. A mulher sugou toda a grana dele e eu enquanto isso tentando entender como o nosso negócio dava mais despesa do que lucro e ainda confiando no filho da puta. <br />
Voltava do trabalho e ia dormir tarde todo dia cuidando e fazendo manutenção no site, testando a segurança pra não ser roubado e buscando bons fornecedores pra trazer produtos de qualidade e melhorar o negócio e simplesmente fui traido por um verme PUA completamente mangina. Tava explicado porque ele tinha entrado no fórum e não tinha gostado, era um frouxo de merda, que deveria ter nascido mulher.<br />
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Resultado e conclusões finais: <br />
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Se a sua intuição diz que existe alguma coisa errada realmente existe, não interessa se a pessoa te trata bem ou age como se fosse seu irmão.<br />
Jamais seja amigo de mangina. A primeira buceta que aparecer ele vai te trair pelas costas.<br />
Jamais aposte todas as suas fichas em algo que depende dos outros e não só de você.<br />
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Teste todo mundo em sua volta, provavelmente não vai sobrar ninguém que for de fora da sua família.<br />
Não deixe ninguém te desrespeitar na frente dos outros sem motivo nenhum. Quando alguém chega nesse ponto já está cagando pra você e pra sua amizade. A melhor coisa a se fazer é cair fora e não deixar nenhum meio de contato.<br />
E o principal: Nesse mundo vaginante não se sabe mais quem é amigo ou não, ninguém cumpre com sua palavra e a lealdade é completamente descartável pela maior parte das pessoas. Todo cuidado é pouco. <br />
Acompanhe as finanças de perto, aprenda administração financeira, economia e qualquer outra coisa que vá te ajudar a ter o controle nas suas mãos.<br />
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Se alguém só se comunica com você pra pedir favor fuja. Se um amigo seu só te procura quando precisa fuja. Se alguém fica do seu lado quando você está na merda tome cuidado, talvez seja só para te dar apoio emocional e depois te apunhalar pelas costas. Jamais aceite amigo ficar te pagando alguma coisa, ele quer te manipular e pesar a sua consciência para depois pedir algo. <br />
Não somos como mulheres que recebem tudo e não retribuem nada e ainda reclamam. Sentimos o dever de retribuir, o homem sente a necessidade de se mostrar útil e parceiro nos piores momentos. Cuidado para esse sentimento não ser usado contra você, tem muito fdp que joga com isso e abusa da sua boa vontade.]]></content:encoded>
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