04-03-2013, 05:22 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 04-03-2013, 05:26 PM por Habib.)
Estava pensando sobre o aborto, depois de ver duas coisas:
1- Um dos tópicos "como responder a manginas"
2- O vídeo do japonês balofo tentando passar a idéia de que aborto é algo lindo.
E cheguei à conclusão de que devemos continuar sendo contra a descriminalização do mesmo em nosso país e, principalmente, contra a prática dele por nossas mulheres - seja esposa ou da própria família. Conclusão óbvia, né?
Só que para por aí, mais do que isso, é exagero. Mais ainda, é um exagero que acaba nos fazendo perder o foco.
É o mesmo problema de ser contra o casamento gay: Somos contra e é direito nosso, mas um veado nunca vai deixar de dar o rabo por causa disso. Porque nós não temos esse poder de bloquear todo viado de fazer a única coisa que eles sabem fazer bem na vida deles, além de cortar cabelo e decorar casas
O nosso foco é esse: Não permitir que um crime deixe de ser crime no nosso país, e muito menos que nossos impostos sejam utilizados para fazer aborto de funkeira no SUS porque ela "não quer ter o filho". A parte de manter o aborto fora de nossas casas é mais fácil. Basta não casar com uma vadia
A mulher que deseja abortar sofrerá as consequências de suas escolhas. O filho é dela, e como tal, ela pode (obs: EM TERMOS, ou seja, É POSSÍVEL QUE) matar tanto dentro da barriga, ou fora dela. Em todo caso, quem perde é a MÃE e a CRIANÇA.
O que nós podemos fazer, além de aconselhar e mostrar que o aborto é em 99,99% dos casos a PIOR SAÍDA POSSÍVEL? Reposta: NADA.
Porque elas podem nos responder como nós respondemos os manginas que falam asneiras pró-feminazismo: Não.
Não podemos impedir o aborto. Simples assim. Não temos super poderes.
Assim como não temos o super poder de impedir suicídios. Podemos orientar, confortar e torcer pelo melhor... Mas não podemos impedir. Se a pessoa quer se jogar da ponte, ela vai subir na ponte e se jogar. Simples assim. A menos que você esteja lá na hora H, não vai poder fazer absolutamente nada
Se nós partirmos pro imperativo, elas vão dizer Não como sempre. Elas não precisam dizer que é direito delas (porque não é, pura e simplesmente) e nem justificar suas ações. Tal como qualquer assassino ou suicida não precisa justificar.
Então essa é a minha proposta.
Vamos nos manter focados, irredutíveis, em não permitir que um crime seja descriminalizado. E vamos continuar mostrando porque o aborto é um crime, e, talvez, o crime mais covarde que pode ser cometido por qualquer mulher.
Mas, me meter na vida dos outros, eu não vou mais. Quem quiser, fique à vontade.
Vamos deixá-las morrerem em procedimentos de aborto. Foi escolha delas, assim como quem escolheu pular da ponte. Vamos continuar orientando e mostrando tudo a respeito do aborto... mas não vamos mais tentar impedir.
Vamos manter o foco em fazer o que PODEMOS e DEVEMOS fazer, em vez de focar no que NÃO PODEMOS.
Quem vai morrer (durante os procedimentos de aborto) são as próprias vadias. Elas não podem nos culpar por isso, muito menos culpar o tal do patriarcado. Não pode ser culpa nossa.
1- Um dos tópicos "como responder a manginas"
2- O vídeo do japonês balofo tentando passar a idéia de que aborto é algo lindo.
E cheguei à conclusão de que devemos continuar sendo contra a descriminalização do mesmo em nosso país e, principalmente, contra a prática dele por nossas mulheres - seja esposa ou da própria família. Conclusão óbvia, né?
Só que para por aí, mais do que isso, é exagero. Mais ainda, é um exagero que acaba nos fazendo perder o foco.
É o mesmo problema de ser contra o casamento gay: Somos contra e é direito nosso, mas um veado nunca vai deixar de dar o rabo por causa disso. Porque nós não temos esse poder de bloquear todo viado de fazer a única coisa que eles sabem fazer bem na vida deles, além de cortar cabelo e decorar casas

O nosso foco é esse: Não permitir que um crime deixe de ser crime no nosso país, e muito menos que nossos impostos sejam utilizados para fazer aborto de funkeira no SUS porque ela "não quer ter o filho". A parte de manter o aborto fora de nossas casas é mais fácil. Basta não casar com uma vadia

A mulher que deseja abortar sofrerá as consequências de suas escolhas. O filho é dela, e como tal, ela pode (obs: EM TERMOS, ou seja, É POSSÍVEL QUE) matar tanto dentro da barriga, ou fora dela. Em todo caso, quem perde é a MÃE e a CRIANÇA.
O que nós podemos fazer, além de aconselhar e mostrar que o aborto é em 99,99% dos casos a PIOR SAÍDA POSSÍVEL? Reposta: NADA.
Porque elas podem nos responder como nós respondemos os manginas que falam asneiras pró-feminazismo: Não.
Não podemos impedir o aborto. Simples assim. Não temos super poderes.
Assim como não temos o super poder de impedir suicídios. Podemos orientar, confortar e torcer pelo melhor... Mas não podemos impedir. Se a pessoa quer se jogar da ponte, ela vai subir na ponte e se jogar. Simples assim. A menos que você esteja lá na hora H, não vai poder fazer absolutamente nada

Se nós partirmos pro imperativo, elas vão dizer Não como sempre. Elas não precisam dizer que é direito delas (porque não é, pura e simplesmente) e nem justificar suas ações. Tal como qualquer assassino ou suicida não precisa justificar.
Então essa é a minha proposta.
Vamos nos manter focados, irredutíveis, em não permitir que um crime seja descriminalizado. E vamos continuar mostrando porque o aborto é um crime, e, talvez, o crime mais covarde que pode ser cometido por qualquer mulher.
Mas, me meter na vida dos outros, eu não vou mais. Quem quiser, fique à vontade.
Vamos deixá-las morrerem em procedimentos de aborto. Foi escolha delas, assim como quem escolheu pular da ponte. Vamos continuar orientando e mostrando tudo a respeito do aborto... mas não vamos mais tentar impedir.
Vamos manter o foco em fazer o que PODEMOS e DEVEMOS fazer, em vez de focar no que NÃO PODEMOS.
Quem vai morrer (durante os procedimentos de aborto) são as próprias vadias. Elas não podem nos culpar por isso, muito menos culpar o tal do patriarcado. Não pode ser culpa nossa.

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