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Diplomas são dispensáveis
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#1
03-10-2012, 02:36 PM
O autor do artigo defende que seja abolida a exigência de diploma para qualquer profissão, incluindo médicos, engenheiros e advogados. E, particularmente, concordo com ele em gênero, número e grau.

O artigo é bem grande.





O STF revogou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista, uma excrescência imposta pela ditadura em 1969 com o intuito de controlar com mais rigor a divulgação de informações. Esse decreto de 69, não obstante tenha sido criado pelos militares para proteger seus próprios interesses, acabou agradando aos comunistas — que assim finalmente conseguiram proibir a livre expressão de ideias — e aos corporativistas da classe jornalística — que agora podiam repousar sobre seus diplomas sem preocupação alguma com a concorrência ou com o fornecimento de serviços de qualidade.

Não se trata aqui de elogiar a recente ação estatal. Afinal, o estado simplesmente retirou um empecilho — ou regulamentação, se preferir — que sequer deveria estar ali. É como se o Congresso votasse uma lei aprovando a regulamentação de blogs, dizendo que só pode criar um blog um indivíduo com curso superior em determinada área. Derrubar tal idiotice seria apenas um ato de correção.

Porém, como era de se esperar, a guilda foi às ruas protestar em defesa de sua reserva de mercado. Sob a atual legislação brasileira, qualquer diploma é justamente isso: a garantia de uma reserva de mercado. Falaremos sobre isso mais adiante.

Estudantes, professores e graduados em jornalismo ameaçaram protestar queimando seus diplomas, pois "estavam se sentindo desprestigiados pelo governo". Mas os reais motivos do esperneio são dois: 1) a perda da reserva de mercado e o concomitante aumento da concorrência; e 2) a sensação de terem sido enganados pelo governo.

A primeira razão, embora moralmente condenável, é compreensível. Afinal, as pessoas simplesmente não gostam de concorrência. Se você é o dono da única padaria do seu bairro, você ficaria muito preocupado se algum concorrente abrisse outra padaria perto da sua. Caso fosse possível, você faria de tudo para impedir que esse concorrente se estabelecesse ali, roubando sua clientela. Em um livre mercado, você tem duas armas com as quais lutar contra seu rival: ou você diminui seus preços ou você melhora seus serviços. No extremo, você pode escolher uma combinação dos dois. O que é garantido é que nesse cenário quem se beneficiaria seria o consumidor — o verdadeiro patrão em um livre mercado. Qualquer empreendedor que queira ter sucesso no livre mercado sabe perfeitamente bem que isso só será possível caso ele trate seu patrão, o consumidor, com bastante consideração. Aliás, essa é a beleza do livre mercado. Não importa se o sujeito é o empregado de uma empresa ou se ele é o dono dela: no final, ambos têm o mesmo patrão, o consumidor; e a ele devem gratidão e trabalho duro, como qualquer empregado deve a seu patrão.

Porém, em um mercado regulamentado, sempre existe a opção mais fácil: correr para o governo e utilizá-lo como meio de coerção para impedir a concorrência. A obrigatoriedade do diploma — para qualquer profissão — faz justamente isso. Após 4, 5 ou 6 anos de faculdade, você imagina que, uma vez obtido o canudo, o futuro será brilhante. Nada de se preocupar com a concorrência dos "lá de baixo", aquela casta ignorante e inferior que se pretende alguma sapiência. De agora em diante, você é um ser diferenciado. Aquele canudo vai-lhe abrir todas as portas e garantir-lhe bons proventos. Quem não passou pelo mesmo processo que você simplesmente deve ser proibido da ousadia de querer ofertar o mesmo serviço que o seu.

Desnecessário dizer que a livre concorrência não apenas é algo eficaz e saudável, como também é, do ponto de vista moral, um arranjo intrinsecamente superior a qualquer outro. E isso é assim desde tempos imemoriais — basta ler o episódio bíblico de Marta e Maria (ou mesmo o de Esaú e Jacó). Portanto, por se tratar de um processo antigo e extremamente natural, qualquer tentativa de coibi-lo não tem como resultar em um arranjo mais salutar para todos. Sempre alguns poucos privilegiados irão ganhar em detrimento dos vários outros desafortunados. É assim que se criam "as desigualdades sociais", se for para usar um termo mais populista e bem na moda.

Já o segundo motivo do esperneio — o fato de essas pessoas terem se sentido enganadas pelo governo — é mais complexo. De certa forma, elas estão corretas. O governo, ao decretar que você é obrigado a ter um diploma para trabalhar em determinadas áreas, está de fato obrigando-lhe a cursar mecanicamente alguma faculdade. As pessoas hoje não buscam um curso superior porque estão atrás de cultura (o que, aliás, dificilmente encontrarão em uma universidade); elas buscam o ensino superior justamente porque o estado decretou que elas só poderão trabalhar em troca de um bom salário se tiverem obtido algum diploma em uma área qualquer.

Faça o leitor uma pesquisa informal: observe as pessoas bem sucedidas à sua volta. As chances de elas estarem trabalhando em uma área diferente daquela em que elas se formaram são enormes. É raro encontrar uma pessoa bem sucedida — isso é, que goste daquilo que faz e que viva bem em decorrência disso — que trabalhe justamente naquilo em que se formou.

Ou seja: o estado impôs a perda de tempo e dinheiro em detrimento do aprendizado verdadeiro. E o pior: mal acostumou toda a atual geração, que se acostumou a exigir "direitos".

Funciona assim: o estado determina que você tem de ter um diploma caso queira seguir uma determinada carreira. Você, então, passa a ser obrigado a perseguir um curso superior. Inevitavelmente serão entre 4 e 6 anos de bons momentos, festas, muita farra e muitos pileques. O seu objetivo é apenas ser aprovado nas matérias (em sua maioria, inúteis) e pôr as mãos no sonhado diploma. A esperança é que, dali pra frente, o futuro será promissor, uma vez que sua reserva de mercado estará garantida. E então o futuro chega e, surpresa!, a coisa não é nada auspiciosa. Todas as regulamentações e tributações governamentais criaram um mercado de trabalho rígido. Você, no máximo, encontra um emprego que paga um pouco melhor que um estágio, porém que exige muito mais; e, na maioria das vezes, você descobre que não é bem aquilo que queria. Você se sente enganado. Começa então a gritar por "direitos". Começa a achar que, só porque cursou faculdade e tem um diploma, tem "direito" a emprego e salário bons. Porém, assim como você, há vários outros na mesma situação. E o mercado de trabalho é regulado demais para conseguir absorver toda essa mão-de-obra. Solução: você tenta encontrar maneiras de restringir o acesso da concorrência não diplomada. A maioria desiste e vai tentar concurso público — afinal, o indivíduo reage a incentivos; e os incentivos salariais do setor público são tentadores demais para ser rejeitados.

No caso dos estudantes de jornalismo, a decepção é maior. Além de um mercado com poucas vagas, eles perderam a reserva de mercado que o estado havia lhes prometido — que, em última instância, foi o que os levou a investir tempo e dinheiro nesse curso. Aqueles que estudaram em faculdade particular, então, foram ainda mais prejudicados. Além dos dois contratempos acima, também tiveram de custear seus estudos.

O que praticamente ninguém — independente do curso que faz — ainda entendeu é que, a partir do momento em que um bem (educação superior) é decretado obrigatório pelo estado, tem-se o cenário perfeito para a formação de cartéis. E o que temos no Brasil é isso: um cartel universitário mantido pelo estado. O serviço de educação superior — ao contrário de um restaurante, por exemplo — tornou-se algo obrigatório. Você só se torna alguém se tiver perdido no mínimo quatro anos de sua vida sendo estupidificado por aqueles estabelecimentos chancelados pelo estado. As universidades não precisam se esforçar para conseguir atrair alunos. Elas sabem que, de um jeito ou de outro, eles terão de procurá-las. Agora então com a expansão do ProUni a situação ficou ainda melhor para elas. O lucro é garantido, mesmo que os serviços prestados estejam em queda livre. Não há a disciplina imposta pelo livre mercado — aquela disciplina que garante a qualidade da comida dos restaurantes.

É por isso que está errada a discussão que alguns pretensos liberais gostam de travar sobre a privatização de universidades públicas. A discussão não deve ser sobre universidade pública versus universidade privada. Não. Os reais defensores da liberdade devem defender o fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício de todas as profissões. Fazendo isso, a imensa maioria dos cursos universitários perderá seu sentido. Ninguém vai perder tempo e dinheiro sendo doutrinado e estupidificado em cursos de ciências humanas, por exemplo. O diploma será apenas um acessório adicional, que pode ou não fazer a diferença. Hoje, com a quase universalização da internet, qualquer um está preparado para estudar por conta própria, desde que esteja munido do impulso genuíno para tal.

Cursos que exigem aulas práticas, como engenharia, medicina, odontologia, agronomia e veterinária continuariam sendo ofertados privadamente por universidades. A concorrência entre elas garantiria preços baixos e alta qualidade de ensino. Nada impediria também que profissionais experientes e já treinados pelo real mercado oferecessem cursos particulares em determinadas matérias de determinadas áreas. Por exemplo, se um indivíduo está estudando autonomamente engenharia e estivesse com dificuldades em análise estrutural, ele poderia procurar especialistas no assunto para sanar suas dúvidas, sendo que esses especialistas — justamente por estarem em busca do lucro — teriam de ter instalações adequadas para ministrarem suas aulas. Esse arranjo seria perfeitamente organizado pelo mercado, da mesma forma que pessoas que querem aprender mandarim procuram centros especializados no ensino do idioma.

"Ah, mas esse cenário seria uma catástrofe! Na ausência da obrigatoriedade do ensino superior, teríamos cirurgiões operando pessoas sem diploma, engenheiros construindo pontes e edifícios sem nenhum preparo e dentistas manuseando perigosamente seus boticões! Imagina o perigo!"

Em primeiro lugar, é bom deixar claro que pessoas diplomadas também cometem erros crassos, principalmente em medicina e engenharia. Em segundo, as pessoas que querem seguir essas áreas podem sim obter um diploma e utilizá-lo como diferencial no mercado. Mas nada impediria que os não diplomados também tentassem mostrar sua competência. A chave de tudo, mais uma vez, chama-se concorrência. É isso que determinaria a qualidade dos serviços. Ademais, as próprias entidades de classe poderiam — no interesse da defesa de sua própria imagem — criar registros com os nomes das pessoas de fato capacitadas para determinados serviços. Seria do interesse dela fazer com que os profissionais da sua área fossem os melhores. Afinal, um profissional ruim mancharia toda a reputação da classe. Essa solução privada já existe hoje em várias áreas — a Microsoft solta certificados de qualificação de programação que o mercado exige; a SAP também. Da mesma forma, o CREA e seus concorrentes provavelmente teriam de instituir certificações para engenheiros, arquitetos, etc. Na área médica, hospitais e empresas de seguro saúde também seriam forçadas pelo mercado a instituir suas certificações próprias.

Sim, hoje existem os conselhos federais. Porém, estas são também entidades coercivas, pois utilizam o estado para impedir justamente os não diplomados de exercerem sua profissão.

Já aqueles cursos "puramente teóricos", como filosofia, direito, economia, psicologia, ciências sociais, matemática, estatística, história, geografia, física, fonoaudiologia e até mesmo ciência da computação, dificilmente seriam ofertados em grande escala como são hoje, pois não é necessário ter um exército de professores cuja única função é escrever no quadro e indicar livros-texto. Não haveria demanda para um serviço tão básico. Os interessados poderiam perfeitamente se virar para conseguir a educação necessária, seja através de cursos particulares, seja através do autodidatismo. De novo: com a expansão da internet, o indivíduo não tem desculpa para não ser capaz de montar sua própria bibliografia.

Há também o fato de que a maioria das pessoas hoje freqüenta universidades sem ter a mínima noção do que querem. Estão lá ou porque são obrigados ou porque a educação é "gratuita", no caso das universidades públicas. Dinheiro público e recursos escassos estão sendo desperdiçados em pessoas que estão lá apenas para matar o tempo e farrear — tudo por causa de uma estúpida imposição estatal. E mesmo para as que se formam, fica a pergunta: formaram-se em quê? Muito provavelmente ganharam um diploma para nada, pois dificilmente a universidade fornece o treino necessário exigido pelo mercado. O indivíduo fica lá por anos e sai sem saber fazer absolutamente nada de prático. Seria muito mais negócio se essas pessoas abandonassem a universidade e fossem trabalhar direto na área de que gostam. O aprendizado seria muito melhor, mais rápido e mais proveitoso. No caso específico do jornalismo, não é raro ouvirmos relatos de um foca que aprendeu mais em três meses de redação do que nos quatro anos do curso.

Finalmente, outro empecilho que deve ser abolido é a proibição do homeschooling (o ensino em casa). É do ambiente familiar que nasce o genuíno impulso para a educação; se os pais não conseguem estimular seus filhos para tal, não serão os burocratas do Ministério da Educação (que, em última instância, são quem determinam os currículos) que o farão. Educação é uma conquista pessoal e ninguém se educa por mera obrigação, contra a própria vontade e sob pressão externa. Com o homeschooling, as escolas, principalmente as particulares, ficariam mais vazias. Essa queda na demanda levaria a uma queda nos preços, possibilitando a matrícula de alunos filhos de pais menos endinheirados. Vale deixar claro que as mensalidades escolares são caras hoje porque as escolas também são um serviço que foi tornado obrigatório pelo estado. Se um serviço tem demanda obrigatória, é natural que os preços subam constantemente. Liberando-se o homeschooling, as escolas teriam de concorrer mais entre si em busca dos alunos remanescentes. Maior concorrência é igual a preços menores e serviços melhores.

Enfim, haveria várias maneiras de o mercado fazer uma triagem, passar um pente-fino, nos pretensos profissionais de cada área. O que se pode garantir é que, sem o protecionismo estatal, tal seleção seria muito mais eficiente que a atual. Como Lucas Mafaldo explicou cristalinamente:

Não é preciso provar a importância da competição. Quando abrimos as portas de entrada de um mercado, abrimos também a porta para a inovação e produtividade. Sem a proteção do Estado, os empreendedores precisam competir para melhor servir o cliente, e melhorar o processo de certificação, o que invariavelmente passa por uma combinação de dois mecanismos: melhorar a qualidade do serviço e baixar seu custo.

Remover a obrigatoriedade do diploma para o exercício de determinadas profissões abriria a porta para os diplomados competirem com os não-diplomados. Isso forçaria os portadores de diploma a mostrar resultados, impedindo-os de descansar sobre seus títulos. Isso também criaria um incentivo para os alunos escolherem apenas as universidades que realmente os preparassem para o mercado de trabalho de trabalho. As universidades teriam um incentivo para cortar toda a "gordura" de seus currículos, deixando apenas aquilo que realmente aumentasse a eficiência profissional dos seus alunos.

E, principalmente, com o aumento da competição, os consumidores veriam a qualidade dos serviços subirem e os preços caírem. Precisamos de diplomas, mas eles não precisam ser obrigatórios. Se alguém realmente quiser ajudar o consumidor, o primeiro passo é abolir as reservas de mercado criadas pelas licenças dos conselhos profissionais — e a obrigatoriedade do diploma é apenas uma delas.

A pergunta a ser respondida pelos protecionistas: por que temem tanto a liberdade e a concomitante responsabilidade própria que esta impõe?



http://mises.org.br/Article.aspx?id=319
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#2
03-10-2012, 03:08 PM
Fico com medo disso, imagina se isso se extende a médicos, dentistas, etc...
(por exemplo)
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Offline Clint
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#3
03-10-2012, 03:32 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 03-10-2012, 03:34 PM por Clint.)
Diplomas assim como troféis são apenas objetos, mas tem valor emocional.
Representa todo o esforço da pessoa para conseguir o tal objeto.

E diplomas NÃO são dispensáveis. Imagine se qualquer imbecil atue com um Engenheiro Civil, um Médico ou um Advogado, que merda foda ia ser. Além do perigo que iria estar colocando na sociedade, tanto na vida dele quanto na vida de terceiros.

Agora um ponto do artigo eu tenho que concordar. Se fossem cortadas as partes dispensáveis do processo como matérias que não vão influenciar na vida profissional de um Engenheiro Civil, iríamos ter uma maior quantidade(não digo com qualidade) de profissionais no mercado e diminuiríamos o tempo de uma graduação.
"A satisfação está no esforço e não na realização".

- Filhote trabalhando forte para ser um Búfalo -
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Offline John Romano
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#4
03-10-2012, 03:56 PM
Num país civilizado e com uma população minimamente esclarecida, até que esse modelo faria sentido, já que privilegiaria a concorrência em busca da qualidade.
Mas aqui na Banânia? pfffff....
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Offline Carlos
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#5
03-10-2012, 04:01 PM
O artigo é excelente. Questiona muito bem a ideia senso comum de obrigatoriedade do diploma. Alguns trechos são interessantes:

Citar: A concorrência entre elas garantiria preços baixos e alta qualidade de ensino.

Utopia. Se fosse assim, todo serviço que não tem essa imposição do governo seguiria essa regra, o que não acontece. É a velha ideia de oferta e demanda como controle de preço.

Citar:A chave de tudo, mais uma vez, chama-se concorrência. É isso que determinaria a qualidade dos serviços. Ademais, as próprias entidades de classe poderiam — no interesse da defesa de sua própria imagem — criar registros com os nomes das pessoas de fato capacitadas para determinados serviços.

Concordo. No ramo de TI há muitas pessoas não diplomadas tomando serviço de pessoas diplomadas. Porém, quando colocam diplomados vs não diplomados para tentar conseguir uma certificação Microsoft, acabo vendo muito não diplomado levando a melhor.

Citar:não é necessário ter um exército de professores cuja única função é escrever no quadro e indicar livros-texto. Não haveria demanda para um serviço tão básico.

Hahaha. Vai ter professor de humanas puto com essa parte. E na realidade é isso mesmo que um professor universitário de humanas faz. São uma droga pra explicar o conteúdo, enfiam 3 mil livros para os alunos e fazem uma prova. Não vejo como isso pode ser considerado qualificação. Só se for para fazer a mesma merda.

Citar:E mesmo para as que se formam, fica a pergunta: formaram-se em quê? Muito provavelmente ganharam um diploma para nada, pois dificilmente a universidade fornece o treino necessário exigido pelo mercado. O indivíduo fica lá por anos e sai sem saber fazer absolutamente nada de prático.

Tirando as faculdades ditas de ponta, essa é a maior realidade. Por exemplo, em relação ao meu curso de Administração, enquanto o meu curso tá cobrando eu saber teorias sobre organizações ou como turistas são ricos e oprimem os mais pobres(o que eu vou fazer com essa merda?), o chefe tá lá me enrabando exigindo excel avançado.

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#6
03-10-2012, 04:04 PM
(03-10-2012, 03:32 PM)Clint Escreveu: Diplomas assim como troféis são apenas objetos, mas tem valor emocional.
Representa todo o esforço da pessoa para conseguir o tal objeto.

E diplomas NÃO são dispensáveis. Imagine se qualquer imbecil atue com um Engenheiro Civil, um Médico ou um Advogado, que merda foda ia ser. Além do perigo que iria estar colocando na sociedade, tanto na vida dele quanto na vida de terceiros.

Eu tenho 2 cursos superiores e um MBA completos, nenhum deles eu fui buscar o diploma, porém o conhecimento adquirido foi fundamental para exercer minha profissão.

Por isso discordo um pouco deste texto. Jornalista? Poxa eu nunca vi um meio de comunicação fechado porque o diploma de certo profissional não foi mostrado. Então porque esse furdúncio?
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Offline Bright
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#7
03-10-2012, 04:34 PM
(03-10-2012, 03:56 PM)John Romano Escreveu: Num país civilizado e com uma população minimamente esclarecida, até que esse modelo faria sentido, já que privilegiaria a concorrência em busca da qualidade.
Mas aqui na Banânia? pfffff....

As pessoas têm a crença de que a liberdade é só para os esclarecidos. Eu penso que o processo ocorre ao contrário: primeiro se concede a liberdade, e, depois, vem o conhecimento, a habilidade e a prosperidade. As pessoas que se virem com a liberdade recém-conquistada.

Enquanto o brasileiro continuar sendo carregado pela babá-Estado, continuará na mesma.
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#8
03-10-2012, 04:36 PM
(03-10-2012, 03:32 PM)Clint Escreveu: Diplomas assim como troféis são apenas objetos, mas tem valor emocional.
Representa todo o esforço da pessoa para conseguir o tal objeto.

E diplomas NÃO são dispensáveis. Imagine se qualquer imbecil atue com um Engenheiro Civil, um Médico ou um Advogado, que merda foda ia ser. Além do perigo que iria estar colocando na sociedade, tanto na vida dele quanto na vida de terceiros.

Agora um ponto do artigo eu tenho que concordar. Se fossem cortadas as partes dispensáveis do processo como matérias que não vão influenciar na vida profissional de um Engenheiro Civil, iríamos ter uma maior quantidade(não digo com qualidade) de profissionais no mercado e diminuiríamos o tempo de uma graduação.

Você leu o artigo?

Conhecimento se constrói na prática da profissão, não em uma sala de aula. Confiaria muito mais em um médico sem diploma, mas que trabalha há anos como enfermeiro em um hospital renomado, que um recém-formado sem experiência alguma.

O mesmo vale para engenheiros e outras profissões.
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#9
03-10-2012, 05:27 PM
Acontece que a importância do profissional não termina no Diploma. Apenas começa. Sem colar grau não pega diploma. Sem diploma não pega o registro de classe (CREA/CRM/CROSP etc.) este sim que atesta que a pessoa cursou a carga horária necessária p/ a função, implicando em responsabilidades civis/legais pelo mal exercício da função. Porém diploma não é atestado de competência de forma alguma, que só vem com a experiência e formação minimamente razoável. Com o fim do diploma o Pedreiro estaria no mesmo nível do Eng. Civil, o Eletricista do Eng. Elétrico, Enfermeiro do Neurocirugião, quem seria responsável se desse alguma merda? Prédios caindo, instalações pegando fogo, cirurgias mal sucedidas.
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Offline John Romano
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#10
03-10-2012, 07:13 PM
(03-10-2012, 04:34 PM)Bright Escreveu:
(03-10-2012, 03:56 PM)John Romano Escreveu: Num país civilizado e com uma população minimamente esclarecida, até que esse modelo faria sentido, já que privilegiaria a concorrência em busca da qualidade.
Mas aqui na Banânia? pfffff....

As pessoas têm a crença de que a liberdade é só para os esclarecidos. Eu penso que o processo ocorre ao contrário: primeiro se concede a liberdade, e, depois, vem o conhecimento, a habilidade e a prosperidade. As pessoas que se virem com a liberdade recém-conquistada.

Enquanto o brasileiro continuar sendo carregado pela babá-Estado, continuará na mesma.

Só que eu tenho uma impressão muito ruim do brasileiro-médio. Ele é predominantemente burrocrático e bacharelista. O nosso estado simplesmente é um reflexo do nosso povo. Pode até ser que o estado/reflexo esteja distorcido pelo esquerdismo, mas ainda é um retrato do nosso povo: ineficiente, perdulário, desorganizado e que adora um "jeitinho".

Me desculpem, mas é essa a minha opinião: somos uma escória.
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#11
03-10-2012, 07:40 PM
(03-10-2012, 03:08 PM)Petulas Escreveu: Fico com medo disso, imagina se isso se extende a médicos, dentistas, etc...
(por exemplo)

Isso é muito relativo.
Não sei se você ja não viu no jornal quantos médicos açougueiro que atendem ilegalmente?
Não pense você que ele só atendeu as vitimas,com certeza antes dessas pessoas denunciarem eles,com certeza eles ja atenderam bem mais que 100 pessoas.
O tatuador por lei tem que ter curso de anestesia,enfermagem e etc em alguma coisa da areá da saudê e ter empresa constituída com registro na vigilância sanitaria,você acha mesmo que todos os tatuadores tem pelo menos algum registro na vigilancia sanitaria ou algum diploma de curso tecnico na area de tatuagem e saude? E observe quantas pessoas tem tatuagem,ou vc acha que todas elas fazem tatuagem em empresas legalizadas?? e estão ai,td vidas.
Limpeza de pele é a mesma coisa,quem te garante que as mulheres que fazem limpeza de pele tem algum diploma de curso tecnico? E uma boa parte da população que faz limpeza de pele nem sabe se a mesma tem algum preparo para exercer a profissão.
Por essas e outras ainda acredito que o diploma não significa tanta coisa assim como falam,nada mais é que um certificado para a pessoa exercer uma profissão e o estado não precisa se meter nisso.
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Offline Bastion
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03-10-2012, 07:49 PM
Na minha humilde e limitada opinião, eu acho que Diplomas só seriam dispensáveis caso nossa educação chegasse a um nível superior ao que existe nos EUA, e ainda assim não abriria mão para profissões de grande impacto na realidade (não somente social), ou seja, Medicina e afins, e toda a área de Exatas (apesar de ser formado em Direito sei que 99% do meu curso deveria ser de conhecimento de toda a população).

A área de humanas poderia facilmente sumir numa realidade utópica de educação perfeita, mas exatas e medicina jamais, independentemente das ilegalidades que existem por aí.
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Offline Bright
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03-10-2012, 08:09 PM
(03-10-2012, 07:13 PM)John Romano Escreveu:
(03-10-2012, 04:34 PM)Bright Escreveu:
(03-10-2012, 03:56 PM)John Romano Escreveu: Num país civilizado e com uma população minimamente esclarecida, até que esse modelo faria sentido, já que privilegiaria a concorrência em busca da qualidade.
Mas aqui na Banânia? pfffff....

As pessoas têm a crença de que a liberdade é só para os esclarecidos. Eu penso que o processo ocorre ao contrário: primeiro se concede a liberdade, e, depois, vem o conhecimento, a habilidade e a prosperidade. As pessoas que se virem com a liberdade recém-conquistada.

Enquanto o brasileiro continuar sendo carregado pela babá-Estado, continuará na mesma.

Só que eu tenho uma impressão muito ruim do brasileiro-médio. Ele é predominantemente burrocrático e bacharelista. O nosso estado simplesmente é um reflexo do nosso povo. Pode até ser que o estado/reflexo esteja distorcido pelo esquerdismo, mas ainda é um retrato do nosso povo: ineficiente, perdulário, desorganizado e que adora um "jeitinho".

Me desculpem, mas é essa a minha opinião: somos uma escória.

O brasileiro tem espírito empreendedor. Pode ter sido corrompido pela onda esquerdista, mas o espírito empreendedor continua lá.

Pessoas incompetentes, preguiçosas e ineficientes existem em qualquer lugar do planeta, não só no Brasil. O que faz a diferença é o quanto o mercado está livre para reeducar essas pessoas, ou chutá-las para fora do jogo.

Se você examinar a história de Hong Kong, vai ver que eles liberaram o mercado por lá não faz muito tempo. E, mesmo sendo só uma cidadezinha sem recursos naturais (lá, eles só contam com o feldspato), eles já estão riquíssimos, a ponto de muitos chineses fugirem para lá.

O livre mercado independe da cultura e da história do povo, na minha opinião.
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Mestre Laveley
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#14
03-10-2012, 09:37 PM
(03-10-2012, 05:27 PM)Homem Sem Medo Escreveu: Acontece que a importância do profissional não termina no Diploma. Apenas começa. Sem colar grau não pega diploma. Sem diploma não pega o registro de classe (CREA/CRM/CROSP etc.) este sim que atesta que a pessoa cursou a carga horária necessária p/ a função, implicando em responsabilidades civis/legais pelo mal exercício da função. Porém diploma não é atestado de competência de forma alguma, que só vem com a experiência e formação minimamente razoável. Com o fim do diploma o Pedreiro estaria no mesmo nível do Eng. Civil, o Eletricista do Eng. Elétrico, Enfermeiro do Neurocirugião, quem seria responsável se desse alguma merda? Prédios caindo, instalações pegando fogo, cirurgias mal sucedidas.

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#15
03-10-2012, 10:10 PM
(03-10-2012, 09:37 PM)Mestre Laveley Escreveu:
(03-10-2012, 05:27 PM)Homem Sem Medo Escreveu: Acontece que a importância do profissional não termina no Diploma. Apenas começa. Sem colar grau não pega diploma. Sem diploma não pega o registro de classe (CREA/CRM/CROSP etc.) este sim que atesta que a pessoa cursou a carga horária necessária p/ a função, implicando em responsabilidades civis/legais pelo mal exercício da função. Porém diploma não é atestado de competência de forma alguma, que só vem com a experiência e formação minimamente razoável. Com o fim do diploma o Pedreiro estaria no mesmo nível do Eng. Civil, o Eletricista do Eng. Elétrico, Enfermeiro do Neurocirugião, quem seria responsável se desse alguma merda? Prédios caindo, instalações pegando fogo, cirurgias mal sucedidas.

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Conselhos de classe não passam de parasitas cuja única função é extorquir o profissional com uma anuidade e, supostamente, responsabilizá-lo pelo desempenho irregular da profissão.

Afinal, se já existe procon, poder judiciário e responsabilidade civil e penal, porque diabos o profissional também deve se sujeitar a um conselho? Como se já não bastasse a máquina judiciária, temos de aguentar ainda mais uma estatal para cada profissão???

Quem garante que os tais conselhos não são influenciados politicamente para privilegiar um grupo seleto em detrimento dos demais? Acredite você ou não, há muita politicagem nos conselhos de classe.

Se você acha que médicos devem ser controlados por conselhos de classe por causa da responsabilidade, porque não aplicar o mesmo princípio às demais profissões? Elas também não podem colocar a vida de terceiros em risco?

Outra: se você acha que médico tem que ser obrigado a desembolsar valores absurdos para exercer a profissão, implicitamente, você é a favor da elitização do ramo. E, além disso, você é um dos que não podem reclamar dos altos preços das consultas e tratamentos médicos no Brasil.
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Destro
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#16
03-10-2012, 10:27 PM
Diplomas ainda são importantes pode ser que o profissional seja bom sem diploma mas é vantajoso sim ter diploma .
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Mestre Laveley
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#17
03-10-2012, 11:00 PM
(03-10-2012, 10:10 PM)Bright Escreveu:
(03-10-2012, 09:37 PM)Mestre Laveley Escreveu:
(03-10-2012, 05:27 PM)Homem Sem Medo Escreveu: Acontece que a importância do profissional não termina no Diploma. Apenas começa. Sem colar grau não pega diploma. Sem diploma não pega o registro de classe (CREA/CRM/CROSP etc.) este sim que atesta que a pessoa cursou a carga horária necessária p/ a função, implicando em responsabilidades civis/legais pelo mal exercício da função. Porém diploma não é atestado de competência de forma alguma, que só vem com a experiência e formação minimamente razoável. Com o fim do diploma o Pedreiro estaria no mesmo nível do Eng. Civil, o Eletricista do Eng. Elétrico, Enfermeiro do Neurocirugião, quem seria responsável se desse alguma merda? Prédios caindo, instalações pegando fogo, cirurgias mal sucedidas.

Fechou o tópico.

Nada mais a acrescentar.

Conselhos de classe não passam de parasitas cuja única função é extorquir o profissional com uma anuidade e, supostamente, responsabilizá-lo pelo desempenho irregular da profissão.

Afinal, se já existe procon, poder judiciário e responsabilidade civil e penal, porque diabos o profissional também deve se sujeitar a um conselho? Como se já não bastasse a máquina judiciária, temos de aguentar ainda mais uma estatal para cada profissão???

Quem garante que os tais conselhos não são influenciados politicamente para privilegiar um grupo seleto em detrimento dos demais? Acredite você ou não, há muita politicagem nos conselhos de classe.

Se você acha que médicos devem ser controlados por conselhos de classe por causa da responsabilidade, porque não aplicar o mesmo princípio às demais profissões? Elas também não podem colocar a vida de terceiros em risco?

Outra: se você acha que médico tem que ser obrigado a desembolsar valores absurdos para exercer a profissão, implicitamente, você é a favor da elitização do ramo. E, além disso, você é um dos que não podem reclamar dos altos preços das consultas e tratamentos médicos no Brasil.

Você interpretou mal o ponto que ele levantou. Ele só citou os conselhos de classe como órgãos reguladores que seriam uma "exigencia" a mais para os profissionais.

Alguns conselhos de classe exigem muito mais do que apenas um diploma pra te admitirem. Alguns fazem até prova (OAB).

Ou seja, querendo ou não, são outra peneira, além do diploma, a separar os "bons dos mal profissionais". No fundo foi isso que ele quis dizer: diplomas, conselhos de classe, etc, são alguns artifícios para separar o indivíduo preparado do despreparado. Meritocracia.

Ai você diria que isso não quer dizer nada pq hj em dia qualquer um pode ter diploma e entrar em um conselho de classe.

Só que ele não se ateve APENAS ao diploma e aos conselhos. Repare que ele disse: "Porém diploma não é atestado de competência de forma alguma, que só vem com a experiência e formação minimamente razoável"

Ou seja, poderia se excluir os diplomas? Poderia. Mas ai, oq separia os bons profissionais dos mal profissionais?

Empregador não tem bola de cristal pra saber se o cara é bom ou não, ele só vai saber depois que contratar, só que, obviamente, ele tem que saber antes de contratar. É ai que entra em cena o curriculo profissional, o diploma, o conselho de classe, etc, etc, etc. Esses todos são meios de dar uma certa legitimidade a competência do indivíduo.

É ai que o empregador vê que está empregando um indivíduo que realmente tem conhecimento de medicina e não um semi analfabeto se fazendo passar por médico.
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Offline hb-
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#18
03-10-2012, 11:02 PM
Seis não leram que o texto está focado em áreas que não tem digamos risco e responsabilidade de vida/morte como Engenharias/Saúde.

Creio que esses são os cursos mais importantes e que é impossível se formar, sozinho, você precisa de mentores/experiencia prática !!
O negócio é cortar as exigências de diploma para áreas humanas e parar de gastar rios de dinheiro nisso.

E Concordo 100% com o texto, os cursos de eng. estão empanturrados de matérias completamente bobocas que só servem para perder tempo,
( EX: RECURSOS NATURAIS, TRAZEM BOBOCAS DAS ÁREAS DE HUMANAS PRA FICAREM REPETINDO OS MANTRAS MARXISTAS: AQUECIMENTO GLOBAL, RICO BRANCO FILHO DA PUTA OPRESSOR CULPADO POR TUDO QUE HÁ DE ERRADO, não seria universidade brasileira sem ao menos 1 semestre disso ),
estou no final e creio que se focassem mais e tivessem menos férias (3 meses por ano pra que ?? agora estudar é trabalho duro ??) conseguiria se formar engenheiros tops com 3 - 3,5 anos (Incluindo 1 ou 2 estágios !) << Tendencia na Alemanha (Estão criando cursos lá assim)

Lembrem que por milhares de anos, não existiam diplomas, os gênios que construíram armas de cerco gigantescas, muralhas, aquedutos no império romano não tinham seu zé diplominha !!
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Mestre Laveley
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#19
03-10-2012, 11:26 PM
De fato, algumas profissões o diploma não dá credibilidade alguma e poderia até mesmo ser excluido.

Uma coisa que me recordo é que até a pouco tempo, no brasil, a maioria dos jornalistas que exerciam tal profissão não tinham diploma de jornalismo. Até que aprovaram uma lei que se fizesse obrigatória a posse de diploma para exercer tal atividade.

Eu não vejo como um diploma possa fazer alguém melhor jornalista. E olha que tenho membros da família formados em jornalismo. Isso é uma coisa muito mais de talento (carisma e comunicação) e personalidade individual do que estudo acadêmico propriamente dito.

A verdade é que, antigamente, existiam somente cursos nas faculdades para oq realmente exigia um estudo acadêmico sobre. Só que com o tempo as faculdades cresceram e foram abrindo novos cursos da maior inutilidade possível para se lucrarem por isso. Hoje em dia vc vê cursos das mais variáveis inutilidades por ai, p. ex., faculdade de música... tem que ter diploma pra ser músico agora? Claro que não. As faculdades de música poderiam ser facilmente substituídas por um grupo de estudos acerca de música. Mas é claro que as faculdades não iriam deixar de lucrar com isso e fazer um "curso" acadêmico de musica.
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Offline Búfalo
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#20
04-10-2012, 12:17 AM
Eu também concordo em gênero, número e grau com o artigo. A inteligência e a qualificação de um indivíduo não se mede por um diploma. O que vale é o sujeito realmente ser bom naquilo que faz. E nesse quesito estamos em situação deplorável. A coisa só desandou depois que os governos começaram a exigir diplomas. Hoje temos há muitos menos gênios inventores e pessoas capacitadas do que na época da Revolução Industrial - quando os governos não exigiam diplomas... Mas tudo bem, vivemos numa época... "civilizada", né?
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