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Fórum do Búfalo Mulheres/Feminazismo/Relacionamentos Geralzão da Real O preço de ser fiel a si mesmo - Pergunta-
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O preço de ser fiel a si mesmo - Pergunta-
Offline Tank
Búfalo
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Registrado: Feb 2013
#1
25-04-2013, 09:09 AM
O preço de ser fiel a si mesmo

Fiz uma pesquisa informal sobre a lista dos temas que mais tiram o sono das pessoas. O aquecimento global, a gripe aviária (que já chegou na Europa), a guerra do Iraque, e a crise (que crise?) política no nosso quintal nunca aparecem no topo da lista. Os problemas financeiros vez ou outra aparecem, mas só para as pessoas que têm problemas financeiros. Atraí a sua curiosidade? Pois bem, os temas que aparecem no topo da lista são todos ligados aos relacionamentos humanos ou a ausência deles.

A solidão, a falta de amigos e amigas, os desencontros amorosos, a sensação de isolamento social e afetivo, a invisibilidade (também social e afetiva) são os campeões de audiência. É claro que há uma multidão de reis e rainhas da festa, cheios de amigos, e com a difícil tarefa de escolher entre tantos, aquele ou aquela que vai partilhar seu afeto e outras cositas más.

Mas talvez até pela minha profissão, o universo em que pesquisei fosse um pouco mais 'especializado'. Mas porque a arte dos relacionamentos é tão abstrata para tantos? Por que mesmo morando em grandes cidades superpovoadas, pessoas bonitas e interessantes ainda se sentem sós, isoladas e desamadas? A primeira coisa que aprendi com o tempo, é que não se pode tentar responder a essas questões no atacado, ou seja, apenas sociologicamente.

Não se trata de analisar esse 'mercado' e sim uma por uma para ver suas particularidades, suas 'pessoalidades' e daí sim tentar ter uma visão macro do problema. O que vamos encontrar nessa 'pesquisa'? Primeiro: gente que em nome de uma suposta autenticidade fala o que quer, exercita o seu direito de ser 'absolutamente sincero' e de expor suas neuroses e psicoses 'sem medo de ser feliz', e assim repudiar a falsidade que significa viver em sociedade. Essa é uma característica adolescente.

É muito comum essa rebeldia, essa recusa em ser assimilado pela sociedade adulta e suas regrinhas tolas. No fim o adolescente acaba contorcendo-se para ser assimilado pela sociedade adolescente com suas regrinhas tolas. Alguns adultos (por motivos que não nos cabe aqui discutir) acabam mantendo 'heroicamente' essa autenticidade. Dependendo do tipo de autenticidade os rótulos vão de grosseiro, intempestivo, neurótico e intolerante até o popular maluco. Essas pessoas reclamam muito da solidão, da falta de amigos e da discriminação. Mas isso quando estão em ambiente seguro e estão em crise. Fora dessa cena são os ferozes acusadores e coladores de rótulos de 'podre' e 'decadente' em cada produto da sociedade em que vivem.

Jung

No outro extremo estão os seres 'coletivos'. O psiquiatra suíço C. G. Jung (1875-1961), fala desses seres o seguinte: “A identificação com o cargo ou título pode ser muito tentadora, mas é o motivo pelo qual muitas pessoas não vão além da dignidade a elas concedidas pela sociedade. Procuraríamos em vão uma personalidade sob a casca. Sob o envoltório pomposo encontraríamos um homenzinho deplorável. O cargo ou qualquer tipo de casca exterior exerce um grande fascínio, porque representa uma fácil compesnação às deficiências pessoais.”[1] Complementando o que diz o grande mestre: “...Assim como alguns desaparecem em seu papel social, outros podem ser dragados por uma visão interna afastando-se definitivamente de seus semelhantes.”

A fantasia da autenticidade, de ser 'fiel a uma visão interna', de poder existir como uma individualidade pura, independente, no meio social é uma quimera adolescente. Tenho alguns clientes nessa categoria. Quando tento convencê-los a adicionar em sua conduta comportamentos socialmente desejáveis do tipo que facilitaria o seu tráfego no grupo, eles rejeitam com certa cara de nojo, alegando que isso seria falso. Dizem 'mas como eu vou dizer ou fazer isso se não é o que sinto, não é o que estou pensando?'

É muito difícil convencer essas pessoas que a vida em sociedade implica em certo grau de despersonalização. Como dizia um texto que grudei no meu fichário dos tempos de escola secundária: "A vida é um palco. Mas vejam só o papel que me deram!" Dizer o que pensa, fazer o que dá na telha, agir como se estivesse sozinho no mundo e ninguém mais importasse, é o sonho de muitos autênticos. Mas em geral gera um isolamento, que vai gerar rancores, mágoas e no fim quase sempre deságua na chamada 'solidão ressentida'. O interessante é que esses autênticos não fazem uma associação direta entre a sua obstinada cruzada e a sua solidão ou os seus percalços no palco social.

Os 'integrados' aqueles a quem Jung fundiu com seus papéis sociais, são o extremo oposto. Sua necessidade de serem aceitos pelo grupo é tamanha que passam a ser 'mais realistas que o rei'. Colocam a máscara social na face de tal maneira que não mais conseguem retirá-la para dormir. Lembram muito a piada sobre aquele ex-presidente que logo depois de empossado, sentindo-se um semideus, foi deitar-se com a faixa presidencial. A mulher espantada com tal gesto exclamou: “Meu Deus!” Ao que ele responde: “Tudo bem, enquanto estamos sozinhos aqui pode me chamar só de Fernando”.

A solidão desse segundo grupo, bem mais numeroso, acontece porque as ligações que estabelecem são com a sua máscara, o seu papel. Ou seja, suas relações quando existem, acontecem numa superfície, que embora não seja de todo falsa, porém está longe de representar o sujeito na sua essência. O Tim Maia, numa entrevista, contou que uma vez foi transar com uma fã. No auge do sexo ela gritava: “Estou transando com o 1º lugar na Billboard” (parada de sucessos americana). Essas pessoas muitas vezes se sentem como se fossem apenas médiuns, veículos para a manifestação de entidades culturais/sociais pré-existentes.

Esse vazio que aos poucos vai crescendo leva a graves desequilíbrios, e não raramente às drogas, à bebida e a outros compensadores nefastos. Assim como temos técnicas que nos ensinam a respirar, a caminhar e até a fazer sexo (apenas para citar três funções essenciais, sem as quais não chegaríamos onde estamos), precisamos aprender a viver em sociedade, e a encontrar um caminho mais harmonioso para trafegarmos nessas teias sociais.

Muito da solidão, do desamparo em que multidões de seres como eu e você se encontram, se deve a um analfabetismo existencial, que o dinheiro, o poder e a religião não podem suprir totalmente. Cada vez mais podemos dizer que viver bem não é coisa para amadores, por mais romântica que essa idéia possa parecer. Viver não é brincadeira não, e os sintomas dessa afirmação estão a nossa volta, observe e conclua.

[1] Do livro 'O Eu e o Inconsciente'. C.G. Jung, Ed. Vozes, Petrópolis, 1982. pp20.

PERGUNTA: Gostaria da opinião de algum Confrade da Real, já que logicamente não concordo com tudo, mas quando li O ARTIGO [b]foi um soco no meu estômago, pois tenho muita dificuldade de fazer novos amigos, pois os meus antigos, ou se casaram, mudaram de cidade, enfim ...

Pra mim, essa "despersonalização" que ele fala, pra se dar bem em sociedade, estaria traindo os meus ideais! Me causa desconforto! Mas tambem sei que de certa forma, ser uma metralhadora da real por ai, é complicado! Me sinto falso, quando não exponho minhas idéias, ou deixo como esta, ou finjo que concordo!

E quando me aproximo de pessoas, de certa forma me sinto enojado com certos comentários, bater papo, fazer amizades com manginas e outros caras ... E de certa forma será que esse texto me explicou o porque do meu isolamento ! e dificuldade de fazer novos amigos ? Tenho que me despersonalizar quando estiver com relações sociais? Como vocês agem no dia a dia?
Os atores mudam mas ... A peça sempre será a mesma !

O EU encarna a aflição.
Nenhum EU,
Nenhuma aflição.
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Offline Free Bird
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#2
25-04-2013, 10:00 AM
Bom, no meu caso específico o que acontece é que eu criei uma fama com meus amigos de que eu falo a verdade sem dó nem piedade, mas somente caso me perguntem. Eu não fico criticando a torto e a direito o tempo todo. Guardo minha opinião pra mim e, caso perguntem, eu exteriorizo.

Inclusive, isso rendeu um bom status com amigos, pois quando o pessoal quer saber uma opinião verdadeira, sem hipocrisia, doa a quem doer, eles me procuram pra pedir conselho. Já teve vez de, numa roda de amigos, um cara que tava querendo namorar uma vadiazinha qualquer falou que nem ia perguntar minha opinião porque sabia que eu iria convencê-lo a não namorar com ela (era muito vadia mesmo, porém muito gata). Eu apenas ri e confirmei.
Em outra situação ocorreu o inverso, um amigo namorava com uma vadia que se achava e vivia com pilantragem pra cima dele.
Os outros amigos elogiavam ela na frente dele e xingavam nas costas. Certo dia, depois dum racha, ele foi contar que tava pensando em terminar com ela e os outros amigos foram logo defender a infeliz, apenas porque ela tinha muito $ e era bonita. Ele então falou algo do tipo:
-Ah vsf seus puxa-saco, vou perguntar aqui pro Free Bird que ele eu sei que fala a verdade que ninguém quer ouvir.
Daí eu dissequei a vadiagem da garota e dei todos os motivos pra ele terminar de vez, o que ele de fato fez.
Outra coisa que acontece muito é o amigo saber que ta fazendo merda só pelo jeito que eu olho pra ele.

Mas isso foi um perfil criado em anos de convívio, mas vale muito a pena. Eu não sou falso, visto que apenas fico em silêncio. Melhor do que ser uma metralhadora aleatória da Real e acabar incomodando e afastando os outros desnecessariamente.

E é isso que eu sugiro pra você meu amigo, fique calado e só meta a Real se perguntarem. Com o tempo você vai criar um perfil com seus amigos e irá fazer com que eles eles te procurem quando sentirem a necessidade de ouvir a Real.
Isso dá até uma puta moral dentro do grupo social, pois você vai se tornar O cara, aquele que fala a verdade, aquele dá opinião dura e correta.

Dessa forma você se mantém incorruptível com seus valores e mantém seu círculo de amizades, sem passar por esse negócio de grau de despersonalização tão a fundo. Embora aconteça de perder amigos devido a verdades ditas, os que sobrarem serão verdadeiros e terão potencial.

Acredito que esse perfil que descrevi é o passo seguinte ao estágio de metralhadora da Real.
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Offline Eskillo
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#3
25-04-2013, 10:13 AM
Tank, parabéns por inserir o texto, gostei muito.

Sinto a mesma dificuldade de você, meus melhores amigos são de mesma condição que os seus, ou já casaram, mudaram de cidade ou foram presos...

Me parece que quanto mais velo fica mais difícil de encontrar amigos de verdade... Acho que porque você fica mais maduro e frio com as coisas, e para alguns amizade significa o que posso ganhar em troca se for amigo deste e aquele.

Não sei com você, mas no ambiente de trabalho, só fiz um amigo em vários anos...

Não consigo me relacionar com caras zé ruela por muito tempo... sinto o mesmo que você.

Depois posto minha oponião completa.
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Offline Petulante
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#4
25-04-2013, 10:32 AM
Não sei qual o cronfrade que tem em sua assinatura uma frase do PC siqueira dizendo "se vc tem muitos amigos, ou eles são FDP, ou o FDP é você." algo assim..

Eu concordo só em parte com isso, pois eu tenho muitos amigos. E credito isso ao fato de eu ser bem tolerante a diversidade de pensamento. (não de conduta)
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Offline Tiago Sorine
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#5
25-04-2013, 11:46 AM
(25-04-2013, 10:32 AM)Petulante Escreveu: Não sei qual o cronfrade que tem em sua assinatura uma frase do PC siqueira dizendo "se vc tem muitos amigos, ou eles são FDP, ou o FDP é você." algo assim..

Eu concordo só em[/b] parte com isso, pois eu tenho muitos amigos. E credito isso ao fato de eu ser bem tolerante a diversidade de pensamento. (não de conduta)

Era a frase do nosso "finado" confrade Sartana!
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Offline Plissken
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#6
25-04-2013, 01:21 PM
(25-04-2013, 09:09 AM)Tank Escreveu: (...) ser uma metralhadora da real por ai, é complicado! (...)

Imagine uma cena de guerra (se você já jogou os jogos da série "Medal of Honor" irá entender o que estou tentando passar).

Imagine um bunker, daqueles que só tem uma abertura pequena, onde fica um sujeito com uma daquelas metralhadoras fixas. Esse armamento só é eficiente nessas condições (local abrigado), pois é um alvo muito visado devido ao seu grande poder de fogo, e relativamente fácil de ser atingido, por ser fixo e o inimigo saber exatamente sua localização. Quanto ao operador desse armamento, não é necessário muita especialização e sua morte não desmoraliza muito a tropa.

Isso é o retrato de quem sai metendo a real em tudo e todos, eles podem até ter um grande poder de fogo, mas fazem muito alarde e a precisão das "rajadas" é ruim, o que os torna vulneráveis e alvos fáceis para os "inimigos".

Agora imagine um "sniper" (atirador de elite). Esse tipo de soldado é um dos recursos mais efetivos numa guerra, pois pode entrar e sair de praticamente qualquer lugar sem ser detectado, colher informações importantes para desbaratar o inimigo, entre outras missões. Esse tipo de atirador é capaz de causar um impacto muito grande no inimigo com apenas um tiro, que geralmente é disparado de um local que o inimigo desconhece.

Esse é o perfil de um verdadeiro GDR, ele dispara "tiros" de real somente quando é necessário, e esse "tiro" (que deve ser certeiro e letal) causa um impacto muito grande no "inimigo".
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Offline Eskillo
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#7
25-04-2013, 01:24 PM
(25-04-2013, 01:21 PM)Plissken Escreveu:
(25-04-2013, 09:09 AM)Tank Escreveu: (...) ser uma metralhadora da real por ai, é complicado! (...)

Imagine uma cena de guerra (se você já jogou os jogos da série "Medal of Honor" irá entender o que estou tentando passar).

Imagine um bunker, daqueles que só tem uma abertura pequena, onde fica um sujeito com uma daquelas metralhadoras fixas. Esse armamento só é eficiente nessas condições (local abrigado), pois é um alvo muito visado devido ao seu grande poder de fogo, e relativamente fácil de ser atingido, por ser fixo e o inimigo saber exatamente sua localização. Quanto ao operador desse armamento, não é necessário muita especialização e sua morte não desmoraliza muito a tropa.

Isso é o retrato de quem sai metendo a real em tudo e todos, eles podem até ter um grande poder de fogo, mas fazem muito alarde e a precisão das "rajadas" é ruim, o que os torna vulneráveis e alvos fáceis para os "inimigos".

Agora imagine um "sniper" (atirador de elite). Esse tipo de soldado é um dos recursos mais efetivos numa guerra, pois pode entrar e sair de praticamente qualquer lugar sem ser detectado, colher informações importantes para desbaratar o inimigo, entre outras missões. Esse tipo de atirador é capaz de causar um impacto muito grande no inimigo com apenas um tiro, que geralmente é disparado de um local que o inimigo desconhece.

Esse é o perfil de um verdadeiro GDR, ele dispara "tiros" de real somente quando é necessário, e esse "tiro" (que deve ser certeiro e letal) causa um impacto muito grande no "inimigo".

Wow! Agora gostei de ver!

PS: Apenas troquei a mentalização para Battlefild, gosto mais Fuckyeah
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Offline Chimera
Escriba da Real
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#8
25-04-2013, 01:32 PM
Excelente analogia, Plissken. Nunca tinha notado isso.
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Offline Tiago
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25-04-2013, 06:17 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 25-04-2013, 06:21 PM por Tiago.)
Abraham Lincoln que fez uma observação genial. Para conhecer o verdadeiro caráter de uma pessoa, dê a ela o poder.

Se for trazer isso para a Real, iremos observar que a sociedade deu o poder às mulheres. Estamos vendo o verdadeiro caráter delas sendo expresso por seus lados obscuros.

Falando a despersonificação... Tem um vídeo do Olavo de Carvalho bem interessante. Uma pessoa reclamou que depois que começou a fazer o curso de filosofia e foi percebendo que quanto mais seu nível intelectual ia aumentando, mais os amigos passavam a segregá-lo.

Então o Olavo falou que isso é comum a seus alunos e que a saída é buscar amizades com os que podem acompanhá-lo. Até citou o exemplo de Sto. Tomás de Aquino, ironizando: 'você acha que Sto Tomás saia de suas aulas da universidade e ia para a favela mendigar por atenção de seus antigos amigos? Claro que não porra!'

Eu sigo uma filosofia parecida com a que o confrade Free Bird descreveu, eu só me meto em problema quando pedem a minha opinião. Se pedem, eu falo com a maior sinceridade possível e deu. Se a pessoa vai gostar ou não, se vai seguir conselho ou não, já não é da minha conta.

E isso varia muito da personalidade também. Tem gente, como minha ex-namorada, que é metida a revoltada e meio antissocial. Eu já tenho um perfil mais discreto e tranquilo, mas como consigo me comunicar com razoável habilidade, acabo conseguindo coquistar uma surpresa das pessoas quando eu vou me dirigir a elas pela primeira vez. Também já fui elogiado por tratar todo mundo igual, sem grandes distinções, de modo que nos locais onde trabalhei as pessoas acabavam me respeitando.

Eu só não elogio a analogia do confrade Plissken, porque sou adepto do Counter-Strike, hehe.
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