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Fórum do Búfalo Desenvolvimento Pessoal Outros Direito - A carreira juridica no Brasil
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Direito - A carreira juridica no Brasil
Offline Senhor Hughes
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#81
19-11-2015, 12:51 PM
(27-07-2015, 04:44 PM)TheBoss Escreveu: Advocacia é pra quem tem uma estrutura familiar consolidada na área, ou tem muitas habilidades associada a persistência muita paciência para ser bem sucedido: 1) Foco total em uma área; 2) Marketing e bom relacionamentos em diversos nichos (igreja, amigos, oab, política e etc etc...); 3) Muita paciência, sem perder o jogo de cintura e a pose....
**************
Advocacia se tornou uma profissão para poucos, mas que muitos estão aí aos montes...
******************
Cliente hoje em dia faz orçamento, chega pra vc e diz que fulano de tal cobra mais barato e até fala o preço, condições e tudo... tá triste...

Perfeito . Quem cursa direito ou tem que ter padrinho influente no ramo ou fica recém de concurso público . Sendo que profissão é pra ter uma renda pq se fossemos ricos ninguém trabalhava só se faz por obrigação, acho que as graduações que valem a pena a dedicação de tempo estudado são : medicina , engenharia civil ,elétrica e mecânica .

No mais salários baixos ou ficar refém de concurso .
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Offline John
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#82
19-11-2015, 03:54 PM
Ganhar dinheiro não é uma ciência exata. Não existe fórmula, passo a passo, de sair do zero e virar rico.
Você pode aprender a melhor teoria de finanças, economia, gestão e empreendedorismo, mas nada vai te garantir que você vai dar certo.

A galera tem que ser um pouco mais flexível quanto a isso. Claro que fazendo Medicina, suas chances de ser melhor remunerado são altas, e por exemplo, se fizer Filosofia, as chances são pequenas de chegar lá. Mas nada te impede de abrir sua própria empresa e empreender sendo formado em Filosofia/Sociologia/Biblioteconomia/etc, nada te impede de ser uma referência na sua área e ter sucesso profissional.

Se o único objetivo da sua vida for ganhar dinheiro de qualquer forma ou a qualquer custo, creio que as chances de você se perder pelo caminho em uma crise existencial são muito grandes.

Enfim, cada um faz o que quiser da sua vida. Eu só acho que escolher profissão SÓ pelo fato da remuneração, sem ter nenhuma identificação com ela, vai só te afastar do objetivo. Se o seu SONHO é ganhar muito dinheiro e apenas isso, você pode até procurar os meios mais eficientes. Mas lembre-se que o que é uma prioridade para você agora, pode mudar completamente daqui a 10 anos. Concluindo, eu concordo com qualquer plano de vida desde que no final você tenha sido realmente verdadeiro com os seus sentimentos e desejos e não tenha vivido como um fantoche da sociedade, correndo atrás de coisas para agradar pessoas que nem gostam de você.

Pelo menos no final de tudo você vai falar, "I did it my way".

Mas quem sou eu para ensinar como se vive? Vão cursar o que quiserem, se não quiserem estudar foda-se, cada um tem sua visão e cabe só a você achar seu verdadeiro caminho.
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Offline Remy LeBeau
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#83
19-11-2015, 08:11 PM
O mercado jurídico sempre esteve em crise, muito antes de qualquer crise econômica. Se engana, portanto, quem acha que este nicho de mercado jamais quebrará porque sempre existirão litígios.

Na iniciativa privada, a tendência é a geração de monopólios, com os grandes escritórios (já consolidados há muito tempo) incorporando os menores escritórios, absorvendo essa mão-de-obra qualificada com honorários baixos e impedindo o surgimento dos pequenos empreendores jurídicos, pela falta de espaço, oportunidade, competitividade e etc.
A concorrência complica ainda mais, pois as seccionais disciplinam os honorários a serem cobrados. Para quem não entendeu, as seccionais lançam anualmente tabelas de honorários para cada ato privativo de um advogado, de modo que estes devem cobrar os valores em conformidade com ela. Se tentar baixar (e na prática muitos fazem), poderá ser denunciado e, eventualmente, ter a inscrição cassada. Na prática, mesmo pós-graduado, com mão-de-obra qualificada corre o sério risco de ter uma horrível remuneração.

Se engana que, aqui, o merecimento salvaria alguém, pois muitas personalidades midiáticas e consolidadas, são verdadeiras mulas, já ultrapassadas e que sobrevivem pelo nome, contratando outros juristas para desempenhar os seus serviços. E o nome, marketing pessoal e o tempo, contam muito mais do que a sua capacidade, segundo a ótica daquele que está fora da área jurídica.
Cabe ainda a ressalva de que a publicidade e o marketing são proibidos, portanto, esqueça aquilo que você vê em séries e filmes americanos.

Em síntese, é mais um exemplo de uma tentativa de regulamentar um setor que dá errado e é agravado por uma crise econômica.

Já o funcionalismo público pode ser entendido como um verdadeiro funil. Tudo depende do cargo, da fazenda que irá contratar e do local que ela se encontra. Estados quebrados levam anos para começar a chamar os aprovados, e até lá você tem que se manter. Concursos vinculados ao Executivo Federal são suscetíveis ao que acontece em Brasília. E municípios falidos, óbviamente, vão remunerar muito mal.

Muitos esquecem que os cargos picas, que todos querem, exigem alguns anos de prática jurídica, ou seja, não é só estudar, passar e tchau, vai ter que comprovar que já desempenhava alguma função jurídica por pelo menos 3 ou 4 anos (a depender), seja como concursado em algum órgão jurídico ou como advogado. E isto é um pré-requisito, vai ter que ter este tempo de serviço antes de se inscrever.
Se engana também quem acha que é tranquilão abater isso com estágio de pós, porque além de passar nas seletivas, bancar a pós e estudar na pós, o networking aqui é essencial.

Além disso, esqueçam aqueles exemplos de "gênios", que passam de primeira, sem se esforçar e por aí vai. Qualquer tipo de concurso demanda investimento, seja no capital, para bancar cursos e material, seja no tempo, pois você vai ter que se dedicar aos estudos e estará inviabilizado de desempenhar outras atividades.

Aqui cabe uma crítica pessoal aos concurseiros de carreira (leia-se, aqueles indivíduos que se fecham uma bolha e ficam lá, apenas naquilo durante vários anos, sem saber a hora de parar). Conheço uma indivídua, que está há 20 anos nessa vida de concurseira, fazendo todo tipo de concurso, dilapidando o escasso patrimônio dela, da família, do filho e, à época, a pensão que recebia. Nunca passou, mas está sempre lá tentando. E não, ela não trabalha.
Sonhos são bons e necessários, mas nem todos se realizam, é necessário estar sempre preparado com um plano B, C, e até mesmo D.

Em síntese, está seria uma visão macro do mercado jurídico nacional pessoal. Não consigo mais ver espaços para aventureiros, mas sim para aqueles que já possuem uma carreira traçada, planejamento, vontade e condições de se bancar.

Algo que é necessário pontuar é que para qualquer carreira profissional, existe a necessidade de equilibrar a remuneração com o gosto pessoal. Tem que ganhar bem? Tem. Tem que gostar do que faz? Tem. Pra achar o meio-termo disso, cada um terá que encontrar a sua resposta, sob pena de ser mais alguém frustrado por aí.
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Offline John
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#84
20-11-2015, 09:42 AM
Muito pertinente, Chanceler.

Essa questão de se ter um plano B é fundamental. Mesmo se estudar para concurso, estar aberto para oportunidades de advogar em meio período ou de fazer um mestrado para possivelmente dar aulas são possibilidades.

O que me deixa um pouco "puto" é essa questão de networking. Simplesmente não sei faze-lo, nem jogar o "Jogo" social envolvido, e acho que principalmente, não tenho "saco" nem paciência para tais atividades. Talvez isso seja algo em que eu deva trabalhar.
Ao mesmo tempo que me enoja, me deixa desanimado, essa é a realidade, não tem como fugir.
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Offline itsmeoculto
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#85
20-11-2015, 12:41 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-11-2015, 01:01 PM por itsmeoculto.)
Eu trabalho meio período num trabalho lixo que deixa a minha cabeça limpa e sem stress pra estudar. Alguém já pensou nisso?

E é ridículo fazer direito e acabar não gostando de nenhuma área sendo que tem um monte. Aí não merece passar mesmo
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Offline Remy LeBeau
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#86
20-11-2015, 03:09 PM
(20-11-2015, 09:42 AM)John Escreveu: Muito pertinente, Chanceler.

Essa questão de se ter um plano B é fundamental. Mesmo se estudar para concurso, estar aberto para oportunidades de advogar em meio período ou de fazer um mestrado para possivelmente dar aulas são possibilidades.

O que me deixa um pouco "puto" é essa questão de networking. Simplesmente não sei faze-lo, nem jogar o "Jogo" social envolvido, e acho que principalmente, não tenho "saco" nem paciência para tais atividades. Talvez isso seja algo em que eu deva trabalhar.
Ao mesmo tempo que me enoja, me deixa desanimado, essa é a realidade, não tem como fugir.

Grato, confrade!

Aprendi que fazer networking com professor é igual jogar xadrez, é estudo e estratégia. Primeiro você identifica quem são os professores, o que fazem, que áreas atuam e algumas posições pessoais. Na sequência observa como eles agem em grupo, o que costumam conversar e o que lhes interessa.

A maioria peca porque acha que tem que fazer amizade e ficar pagando pau, e a coisa não é por aí. Todo mundo é zoeiro, e gosta de uma risadinha, mas na hora que envolve trampo, o pessoal corre atrás de quem manja e de quem tem competência.

A melhor abordagem é se diferenciar destes tipos. Não precisa pagar pau, dá para fazer amizade conversando numa boa, sem "grudar" no cara, ou ficar afrontando tentando demonstrar que manja da matéria.
Acredite, um trabalho muito bem feito, uma conversa técnica e inteligente, uma prova excelente e uma apresentação impecável contam muito mais, e marcam a cabeça do cara, do que sair com os pulhas e tomar umas beras.

Com calma e confiança, você começa abordá-lo quanto a estágios de gradução e pós. As vezes cola, pode ser que ele esteja precisando (Uma dica é conhecer alguém que tenha contato com este professor, como um colega que seja mais próximo dele, ou que já trabalhe com o mestre e te solte informações de lá de dentro). Se o cara estiver precisando, costuma dar certo, se a vaga já estiver preenchida, e você já tiver conquistado a confiança dele, normalmente te indicam para outros locais e conhecidos, e aqui tu ganha acesso a rede de profissionais dele, depois é só correr pro abraço e ampliar a sua rede exponencialmente.

Outro ponto importante é que mesmo que a abordagem não dê certo, use o professor como um contato profissional, uma referência. Por exemplo, a maioria dos graduandos quando vai montar currículo come bola. Colocam as experiências profissionais/pessoais e os cursos, mas esquecem de fazer as referêcias.

Quer dizer, você trabalhou em um local, saiu, e não tem ninguém de lá que tenha sobrado para atestar a sua qualidade?
Não conhece ninguém que acredite e confie em você a ponto de recomendá-lo?
Entende? Recomendação é essencial. Devemos ter alguém que possa falar bem da gente, botar a mão no fogo e recomendar nosso serviço. E claro, TAMBÉM DEVEMOS FAZER ISSO PELOS OUTROS.

Entendi a sua crítica, mas acho que você está observando isso como uma espécie de "panelinha" e politicagem. Na verdade é muito mais do que isso, pois o segredo é ser conhecido, receptivo e, principalmente, lembrado. No futuro pode ajudar, já que o seu contato poderá indicar clientes, conseguir facilitar o acesso a algum emprego ou até mesmo te empregá-lo.
Seja Pública ou Particular, os professores por mais merda que possam ser estão interessados em buscar alguns alunos bons para tocar alguns projetos, afinal todos ganham! Rola exploração? Sim, e em muitos casos, mas isso pode ser o diferencial entre sair de uma faculdade empregado ou desempregado, ou ainda descolar um estágio em pós (esse é baba).

Isso vale para qualquer área, sem sombra de dúvidas, mas para o Direito é instrumental.

(20-11-2015, 12:41 PM)itsmeoculto Escreveu: Eu trabalho meio período num trabalho lixo que deixa a minha cabeça limpa e sem stress pra estudar. Alguém já pensou nisso?

E é ridículo fazer direito e acabar não gostando de nenhuma área sendo que tem um monte. Aí não merece passar mesmo

Normalmente os estágios de 4 horas/diárias atendem esse requisito. Não pagam tão bem, mas te dão serviços mais tranquilos e repetitivos, que não exigem tanto da sua atenção, concentração e dedicação.
É bom? Bem, te abre espaço para focar em coisas relevantes, fazer trabalhos da faculdade e ainda estudar.
É ruim? Os empregadores vão dar uma baixa remuneração e o teu aprendizado será baixo, já que vai desempenhar os serviços que na gíria chamam de "peão".

O curso de Direito tem muita gente assim, é normal. Existe muito estigma social neste curso, muitos "optam" por essa área por pressão familiar ou uma falsa percepção de prestígio. Outros ingressam na área porque querem fugir das exatas, achando que irão ficar ricos aqui facilmente.

Eu mesmo estudei com uma quantidade absurda de retardados e retardadas, os piores tipos imagináveis. Gente que cheirava cocaína no banheiro da faculdade e ia em ação social para órfãos palestrar sobre os riscos do uso de drogas; bem como os vagabundos e vagabundas que ficavam de putaria com os professores por todo o curso.
É impressionante, mas a impressão que eu tenho do curso do Direito é que ele é um imã para esse tipo de gente, todo tipo de merda acontece nele. facepalm:
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Offline Lupercus
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#87
20-11-2015, 04:06 PM
Confrades, aproveitando o tópico tenho algumas dúvidas pertinentes à minha pessoa. Gostaria de saber se direito é um bom curso para quem tem desejo de trabalhar com segurança pública no lido com pessoas.

Estou cursando engenharia e cada vez mais me vejo menos seguindo carreira com este curso, cogitei pedir reingresso para direito ou psicologia. Tenho uma certa vontade de trabalhar na polícia quem sabe, todos os tipos de opiniões são bem vindas.

Valeu confrades.
Um homem só é homem quando vence seus medos.

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Offline TheBoss
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#88
20-11-2015, 04:22 PM
(20-11-2015, 04:06 PM)Lupercus Escreveu: Confrades, aproveitando o tópico tenho algumas dúvidas pertinentes à minha pessoa. Gostaria de saber se direito é um bom curso para quem tem desejo de trabalhar com segurança pública no lido com pessoas.

Estou cursando engenharia e cada vez mais me vejo menos seguindo carreira com este curso, cogitei pedir reingresso para direito ou psicologia. Tenho uma certa vontade de trabalhar na polícia quem sabe, todos os tipos de opiniões são bem vindas.

Valeu confrades.

É ótimo concurso para carreiras como Policial Civil, Policial Federal, Escrivão, Delegado... se você realmente quer ser policial, tem um físico bom, pratica atividades físicas regulares e gosta de direito aconselho a ser focar em ser Policial Federal e depois disso focar em ser delegado. A polícia federal é a melhor instituição pois os riscos da profissão nela são bastantes reduzidos e ainda a estrutura é infinitamente superior a das outras policias.
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Offline Remy LeBeau
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#89
20-11-2015, 04:25 PM
(20-11-2015, 04:06 PM)Lupercus Escreveu: Confrades, aproveitando o tópico tenho algumas dúvidas pertinentes à minha pessoa. Gostaria de saber se direito é um bom curso para quem tem desejo de trabalhar com segurança pública no lido com pessoas.

Estou cursando engenharia e cada vez mais me vejo menos seguindo carreira com este curso, cogitei pedir reingresso para direito ou psicologia. Tenho uma certa vontade de trabalhar na polícia quem sabe, todos os tipos de opiniões são bem vindas.

Valeu confrades.

Segurança Pública é algo bem vago, depende de qual camada você deseja.
Por exemplo, um concurso público para promotor, ou trabalhar como juiz criminal, mas aí depende do concurso do Tribunal de Justiça do estado que for atuar, pois eles fazem rotatividade, por exemplo, durante alguns anos você ficaria lotado em uma Vara Criminal e depois poderia ser remanejado para uma Vara Cível. O mesmo vale para o MP.

Poderia fazer concurso para Delegado de Polícia, tanto Civil ou Federal, por exemplo. Aqui a exigência seria apenas do bacharelado.
Pelo menos os concursos da Polícia Civil e da Federal a contratação é mais rápida do que os demais órgãos do Judiciário.
Investigador e agente idem. A PF tem alguns concursos interessantes que versam quanto a segurança, e que dispensam o curso de Direito (claro que o conhecimento ajuda).

Tem ainda a possibilidade de ingressar como perito criminal na Polícia Científica do seu estado, e com certeza o seu conhecimento em engenharia ajudaria bastante (a depender do estado, é um concurso de nível médio ou bacharelado).

Ou então uma advocacia criminal, que em um primeiro momento parece fácil, mas você teria que lutar para consolidar o seu nome como um especialista na área.
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Offline Tiago Sorine
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#90
20-11-2015, 08:00 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-11-2015, 08:01 PM por Tiago Sorine.)
Aliando um pouco ao que o confrade Chanceller disse, com o advento do Processo Judicial Eletrônico e a possível entrada em vigor ano que vem do novo Código de Processo Civil (falo possível pq há um movimento dentro do judiciário querendo impedir, mas acho que não conseguirão), a tendência será o monopólio de grandes escritórios, pois advogados poderão distribuir ações, protocolar petições, sem sair do escritório, sem precisar pagar um advogado correspondente no interiorzão desses do Brasil. Conheço muitos advogados que estão preocupados, pois o ganho deles, muito vem do serviço de correspondência, acompanhar um processo no balcão da secretaria, fazer uma audiência, protocolar uma petição, despachar com um juiz. Por cada ato que praticam desse porte, eles são remunerados pelo escritório que os contratou.

Com o advento do novo CPC que beneficia e muito grandes escritórios ao estabelecer contagens de prazo ridículas, que ao meu ver ao invés de tornar célere o processo, só o aumentam a burocracia e a demora, creio que a advocacia passará creio que daqui uns 3,4 anos por uma grande transformação (não sei se essa é a palavra certa), mas as ofertas de emprego vão diminuir drasticamente.

E o serviço público também. A tendência com a informatização dos procedimentos e processos (Bacenjud, Renajud, Infojud, Infoseg, entre outros) é que se diminua quantitativamente o número de servidores. Irão começar pelos terceirizados que existem aos montes e depois concursos só para cadastros de reserva para casos de aposentaria e uma exoneração ali outra acolá. Sou contra esse tipo de conduta pq quanto mais servidores melhor será a prestação do serviço seja ele procedimento físico ou eletrônico. Mas querem diminuir o número de servidores alegando a informatização só para aumentar os salários dos cargos públicos de alta graduação, os que realmente tem poder de decisão.

Por enquanto, a carreira jurídica é boa, mas no futuro a tendência como eu disse, é a criação de monopólios.
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Offline itsmeoculto
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20-11-2015, 08:13 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-11-2015, 08:14 PM por itsmeoculto.)
Não acho que irá diminuir o número de servidores públicos, pelo menos os cargos mais altos não, afinal o que acontece é que sobram vagas pra juízes etc, pela dificuldade do concurso. E a pilha de processo ainda está lá, por isso essa demora e a informatização não ajuda muito, muito pelo contrário, no início, os servidores mais antigos e que normalmente possuem os cargos mais altos sofrerão pra se atualizar, isso já acontece.

Talvez os novos advogados serão meros técnicos de informática.
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Offline Tiago Sorine
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20-11-2015, 08:30 PM
(20-11-2015, 08:13 PM)itsmeoculto Escreveu: Não acho que irá diminuir o número de servidores públicos, pelo menos os cargos mais altos não, afinal o que acontece é que sobram vagas pra juízes etc, pela dificuldade do concurso. E a pilha de processo ainda está lá, por isso essa demora e a informatização não ajuda muito, muito pelo contrário, no início, os servidores mais antigos e que normalmente possuem os cargos mais altos sofrerão pra se atualizar, isso já acontece.

Talvez os novos advogados serão meros técnicos de informática.

Isso, advogados se tornarão técnicos em informática. Já estão se transformando.

Quanto ao número de servidores, irá diminuir ou se manterá o mesmo, o número de servidores de baixo escalão. Juízes e desembargadores, perigoso aumentarem o número.

Um exemplo prático. Uma equipe de reportagem quando quer fazer uma reportagem mostrando a demora no judiciário, ela mostra as pilhas e pilhas de processos, nas mesas, no chão, em cadeiras. É visual, está ali. Assim vc demonstra para o povão que o judiciário não funciona, sem fazer muito esforço. E nem é preciso que o respectivo tribunal forneça estatísticas. Quando digitalizarem os processos, ouso dizer que a demora será igual ou maior, tamanho o número de processos que vão tramitar, comparados ao número de servidores. As cadeiras, mesas, o chão vai estar limpinho, sem nenhum processo. Qualquer mídia que quiser fazer alguma reportagem sobre a demora de julgamento dos processos, não poderá se ater a imagens mais, e sim a dados, e estes, o tribunal fornecerá os dados da forma que ele quiser.
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Offline John
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20-11-2015, 09:50 PM
(20-11-2015, 03:09 PM)Chanceler Escreveu: Grato, confrade!

Aprendi que fazer networking com professor é igual jogar xadrez, é estudo e estratégia. Primeiro você identifica quem são os professores, o que fazem, que áreas atuam e algumas posições pessoais. Na sequência observa como eles agem em grupo, o que costumam conversar e o que lhes interessa.

A maioria peca porque acha que tem que fazer amizade e ficar pagando pau, e a coisa não é por aí. Todo mundo é zoeiro, e gosta de uma risadinha, mas na hora que envolve trampo, o pessoal corre atrás de quem manja e de quem tem competência.

A melhor abordagem é se diferenciar destes tipos. Não precisa pagar pau, dá para fazer amizade conversando numa boa, sem "grudar" no cara, ou ficar afrontando tentando demonstrar que manja da matéria.
Acredite, um trabalho muito bem feito, uma conversa técnica e inteligente, uma prova excelente e uma apresentação impecável contam muito mais, e marcam a cabeça do cara, do que sair com os pulhas e tomar umas beras.

Com calma e confiança, você começa abordá-lo quanto a estágios de gradução e pós. As vezes cola, pode ser que ele esteja precisando (Uma dica é conhecer alguém que tenha contato com este professor, como um colega que seja mais próximo dele, ou que já trabalhe com o mestre e te solte informações de lá de dentro). Se o cara estiver precisando, costuma dar certo, se a vaga já estiver preenchida, e você já tiver conquistado a confiança dele, normalmente te indicam para outros locais e conhecidos, e aqui tu ganha acesso a rede de profissionais dele, depois é só correr pro abraço e ampliar a sua rede exponencialmente.

Outro ponto importante é que mesmo que a abordagem não dê certo, use o professor como um contato profissional, uma referência. Por exemplo, a maioria dos graduandos quando vai montar currículo come bola. Colocam as experiências profissionais/pessoais e os cursos, mas esquecem de fazer as referêcias.

Quer dizer, você trabalhou em um local, saiu, e não tem ninguém de lá que tenha sobrado para atestar a sua qualidade?
Não conhece ninguém que acredite e confie em você a ponto de recomendá-lo?
Entende? Recomendação é essencial. Devemos ter alguém que possa falar bem da gente, botar a mão no fogo e recomendar nosso serviço. E claro, TAMBÉM DEVEMOS FAZER ISSO PELOS OUTROS.

Entendi a sua crítica, mas acho que você está observando isso como uma espécie de "panelinha" e politicagem. Na verdade é muito mais do que isso, pois o segredo é ser conhecido, receptivo e, principalmente, lembrado. No futuro pode ajudar, já que o seu contato poderá indicar clientes, conseguir facilitar o acesso a algum emprego ou até mesmo te empregá-lo.
Seja Pública ou Particular, os professores por mais merda que possam ser estão interessados em buscar alguns alunos bons para tocar alguns projetos, afinal todos ganham! Rola exploração? Sim, e em muitos casos, mas isso pode ser o diferencial entre sair de uma faculdade empregado ou desempregado, ou ainda descolar um estágio em pós (esse é baba).

Isso vale para qualquer área, sem sombra de dúvidas, mas para o Direito é instrumental.

Entendi. Desde os tempos de escola eu sempre tive um pouco de receio de perguntar ao professor, de fazer um questionamento que pareça burro, e até de criar amizade mesmo. Talvez seja um pouco de falta de tato com "autoridades". Atualmente venho tendo mais contato com Defensoras {isso, aonde estagio só passaram mulheres nesse cargo}, e com isso fica até mais natural o relacionamento com pessoas com certo poder. Vejo alguns puxa-saquismos, e confesso que fico bem incomodado rs. Mas novamente vejo isso como um problema meu, sou relativamente novo e meu contato com o mundo selvagem yaoming ainda esta se iniciando. Minha carreira no Direito começa sem um mentoring, nenhum parente juiz, dono de escritório, presidente da ordem, etc... Por isso ainda tenho receio de responder algumas perguntas feitas no tópico, sou apenas um acadêmico quase na metade do curso, com conhecimento ainda bem limitado. Claro que com o tempo as coisas vão se encaixando, mantenho minha mente aberta e tento desenvolver meus pontos fracos, além de destacar os fortes.
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Ausente Marcílio
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20-11-2015, 10:08 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-11-2015, 10:13 PM por Marcílio.)
(20-11-2015, 09:50 PM)John Escreveu: Entendi. Desde os tempos de escola eu sempre tive um pouco de receio de perguntar ao professor, de fazer um questionamento que pareça burro, e até de criar amizade mesmo. Talvez seja um pouco de falta de tato com "autoridades". Atualmente venho tendo mais contato com Defensoras {isso, aonde estagio só passaram mulheres nesse cargo}, e com isso fica até mais natural o relacionamento com pessoas com certo poder. Vejo alguns puxa-saquismos, e confesso que fico bem incomodado rs. Mas novamente vejo isso como um problema meu, sou relativamente novo e meu contato com o mundo selvagem yaoming ainda esta se iniciando. Minha carreira no Direito começa sem um mentoring, nenhum parente juiz, dono de escritório, presidente da ordem, etc... Por isso ainda tenho receio de responder algumas perguntas feitas no tópico, sou apenas um acadêmico quase na metade do curso, com conhecimento ainda bem limitado. Claro que com o tempo as coisas vão se encaixando, mantenho minha mente aberta e tento desenvolver meus pontos fracos, além de destacar os fortes.

Falando de experiência de vida que tive nesse ramo, posso te dizer que mulher é muito mais acolhedora do que homens.

Porém, pra muitas, morre por aí.

Apesar de ser menos receptivo, mas no que diz respeito a camaradagem e informações, contatos, homens são muitos mais superiores que mulher. Sem falar que a rede de networking com homens é mais sólida.

Te digo isso porque já me relacionei com ambos em trabalhos, mas a maioria das proposta de trabalho foram de homens. Vez ou outra aparece uma mulher fazendo, mas é bem raro.

E olha que eu já cheguei a ajudar algumas mulheres muito mais do que homem. Só que na hora de receber indicações, proposta de empregos, discussões sobre nichos no mercados, etc., homem é muito melhor.

O que tu tem que fazer é continuar estudando muito e procurar desenvolver traquejo social, ser firme em suas posições sem deixar de ser camarada (ou até mesmo malandro) e procurar trabalhar em escritórios de advocacia.
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Offline John
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20-11-2015, 11:07 PM
(20-11-2015, 10:08 PM)Don Welzo Escreveu:
(20-11-2015, 09:50 PM)John Escreveu: Entendi. Desde os tempos de escola eu sempre tive um pouco de receio de perguntar ao professor, de fazer um questionamento que pareça burro, e até de criar amizade mesmo. Talvez seja um pouco de falta de tato com "autoridades". Atualmente venho tendo mais contato com Defensoras {isso, aonde estagio só passaram mulheres nesse cargo}, e com isso fica até mais natural o relacionamento com pessoas com certo poder. Vejo alguns puxa-saquismos, e confesso que fico bem incomodado rs. Mas novamente vejo isso como um problema meu, sou relativamente novo e meu contato com o mundo selvagem yaoming ainda esta se iniciando. Minha carreira no Direito começa sem um mentoring, nenhum parente juiz, dono de escritório, presidente da ordem, etc... Por isso ainda tenho receio de responder algumas perguntas feitas no tópico, sou apenas um acadêmico quase na metade do curso, com conhecimento ainda bem limitado. Claro que com o tempo as coisas vão se encaixando, mantenho minha mente aberta e tento desenvolver meus pontos fracos, além de destacar os fortes.

Falando de experiência de vida que tive nesse ramo, posso te dizer que mulher é muito mais acolhedora do que homens.

Porém, pra muitas, morre por aí.

Apesar de ser menos receptivo, mas no que diz respeito a camaradagem e informações, contatos, homens são muitos mais superiores que mulher. Sem falar que a rede de networking com homens é mais sólida.

Te digo isso porque já me relacionei com ambos em trabalhos, mas a maioria das proposta de trabalho foram de homens. Vez ou outra aparece uma mulher fazendo, mas é bem raro.

E olha que eu já cheguei a ajudar algumas mulheres muito mais do que homem. Só que na hora de receber indicações, proposta de empregos, discussões sobre nichos no mercados, etc., homem é muito melhor.

O que tu tem que fazer é continuar estudando muito e procurar desenvolver traquejo social, ser firme em suas posições sem deixar de ser camarada (ou até mesmo malandro) e procurar trabalhar em escritórios de advocacia.

Valeu pelo feedback.
Não tenho muita experiência no campo profissional, mas vendo até pelo lado da amizade, a amizade com homens tende a ser muito mais sincera, com espírito de parceria e sem "joguinhos".

Você acha interessante o estágio em escritórios? O que dizem é que, apesar de o salário ser maior do que em órgão público, a carga horária tende a ser bem maior e você algumas vezes funciona como office boy. Claro que isso depende de escritório para escritório, e estagiar em um escritório renomado em uma área promissora seria muito bom. Fora que se o aprendizado for grande, tudo vale a pena.
Quero passar por pelos mais 2 órgãos públicos diferentes e 1 escritório.
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#96
20-11-2015, 11:57 PM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 21-11-2015, 12:15 AM por Marcílio.)
(20-11-2015, 11:07 PM)John Escreveu: Valeu pelo feedback.
Não tenho muita experiência no campo profissional, mas vendo até pelo lado da amizade, a amizade com homens tende a ser muito mais sincera, com espírito de parceria e sem "joguinhos".

Você acha interessante o estágio em escritórios? O que dizem é que, apesar de o salário ser maior do que em órgão público, a carga horária tende a ser bem maior e você algumas vezes funciona como office boy. Claro que isso depende de escritório para escritório, e estagiar em um escritório renomado em uma área promissora seria muito bom. Fora que se o aprendizado for grande, tudo vale a pena.
Quero passar por pelos mais 2 órgãos públicos diferentes e 1 escritório.

Não é que mulher tenha joguinhos. É porque muitas são dissimuladas. Mas homem também dissimula, mas com menor frequência.

Apesar do que eu falei acima, é bom não idealizar também. Muitos caras são gente boa, mas tem alguns caras que são metidos a esperto que se vc não tiver tato pra lidar com encrencas, vc se perde. Então, é melhor não idealizar muito. Cada caso é um caso.

Tenho um professor meu (defensor público) que disse que a melhor coisa que um estudante de direito poderia fazer era estagiar nos três setores polos da relação jurídica processual (Advocacia + Promotoria + Magistratura).

O bom disso é que vc analisa qual delas vc tem realmente vocação ou não. O problema é que ninguem tem tempo pra fazer isso em uma graduação.

Não existe um melhor que outro. Vai depender do que realmente tu quer na vida futuramente. Se queres apenas passar em concurso e assumir o cargo, então não vejo porque ficar se esgoelando pra ver qual é o melhor.

Agora é bem mais díficil depois de formado aprender o know-how da advocacia dos médios a grandes escritórios. O ideal é fazer isso logo na faculdade e ver como esses caras se comportam, como é organização, o nicho empresarial, como eles fazem pra adquirir clientes, como é o envolvimento deles com políticos, bastidores do judiciário, como conversar com juiz, etc. etc.

É mais desgastante. Em compensação vc desenvolve mais traquejo social e e aprende mais.

Já no serviço público...bem... é serviço público, ora bolas !!! Não precisa de nada, é só tá dentro, mostrar empolgação e vontade de estudar. Se o cara quiser fazer uma coisa por lá, é só esperar um curso de formação que eles passam, conversar com servidores, fazer amizade, tomar cafezinho, comer umas bolachas, fingir que trabalha...hehe... e pronto.

Candidata das zelites perdeu a eleição na OAB do meu Estado...kkkkkkkkkkkkkkkkkk

A dita-cuja era dá high society, pertence ao grupo das federais e elite de facul privadas, é culta, além de ser feminazi até a alma e marxista também. Era da chapa da continuação.

E qual o problema? Sem dúvida a mulher tem currículo e tanto, mas além de arrogante a chapa tinha culto a personalidade dela.

Já do trabalhador e homem comum do povo que foi pra privada para estudar, é mais jovem, tem menos currículo que a rival, mas tiinha um marketing moderno e sabia vender o projeto. Era chapa da oposição.

Venceu.

Não é o melhor, mas foi o mais eficiente no marketing político-jurídico.

Falei tudo isso pra dizer é coisa uma coisa que na advocacia se aprende demais: traquejo social e política.

Pra quem quer viver recluso em gabinete e em audiências, melhor ir pro mundo dos concursos mesmo...
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21-11-2015, 01:35 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 21-11-2015, 02:39 AM por itsmeoculto.)
Bla bla eu sou poderosa mimimi... muito comum. Bleh
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21-11-2015, 01:51 AM
(21-11-2015, 01:35 AM)itsmeoculto Escreveu: Em santos uma mulher da high society (ou tenta) tbm perdeu.
Essas mulheres tão muito chatas e ninguém aguenta. As vezes são até inteligentes mesmo.

Espero que a tendência se solidifique.

Bla bla bla eu sou poderosa minimi. Quem que faz direito por 5 anos e depois continua estudando pra ouvir minimi de mulher que quer ter o ego inflado.. Ou homem mesmo. Mas é mais raro. Mulher é sem noção.

Não é Tânia não.

Nem todas são arrogantes.
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21-11-2015, 01:53 AM (Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 21-11-2015, 10:33 AM por itsmeoculto.)
(21-11-2015, 01:51 AM)Don Welzo Escreveu:
(21-11-2015, 01:35 AM)itsmeoculto Escreveu: Em santos uma mulher da high society (ou tenta) tbm perdeu.
Essas mulheres tão muito chatas e ninguém aguenta. As vezes são até inteligentes mesmo.

Espero que a tendência se solidifique.

Bla bla bla eu sou poderosa minimi. Quem que faz direito por 5 anos e depois continua estudando pra ouvir minimi de mulher que quer ter o ego inflado.. Ou homem mesmo. Mas é mais raro. Mulher é sem noção.

Não é Tânia não.

Nem todas são arrogantes.

Sim mas existem várias. No caso a minha querida professora (que nao gosta de ser chamada de senhora chegando ate ao ponto de perder a educaçao) tem que ir pra rua.. é a vontade majoritária da sala. Mas não larga o osso

Humanas é podre.

Vou mudar pra fisica kk

E os professores que mandam seus artigos gigantes que ninguém tem saco pra ler? Só pra se mostrar. tudo e todos sao muito chatos raras são as excessoes. E eu me considero bem razoável.

Mas a maioria sao bons profissionais, tanto que estamos aqui falando deles.
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21-11-2015, 04:08 PM
(20-11-2015, 11:57 PM)Don Welzo Escreveu:
(20-11-2015, 11:07 PM)John Escreveu: Valeu pelo feedback.
Não tenho muita experiência no campo profissional, mas vendo até pelo lado da amizade, a amizade com homens tende a ser muito mais sincera, com espírito de parceria e sem "joguinhos".

Você acha interessante o estágio em escritórios? O que dizem é que, apesar de o salário ser maior do que em órgão público, a carga horária tende a ser bem maior e você algumas vezes funciona como office boy. Claro que isso depende de escritório para escritório, e estagiar em um escritório renomado em uma área promissora seria muito bom. Fora que se o aprendizado for grande, tudo vale a pena.
Quero passar por pelos mais 2 órgãos públicos diferentes e 1 escritório.

Não é que mulher tenha joguinhos. É porque muitas são dissimuladas. Mas homem também dissimula, mas com menor frequência.

Apesar do que eu falei acima, é bom não idealizar também. Muitos caras são gente boa, mas tem alguns caras que são metidos a esperto que se vc não tiver tato pra lidar com encrencas, vc se perde. Então, é melhor não idealizar muito. Cada caso é um caso.

Tenho um professor meu (defensor público) que disse que a melhor coisa que um estudante de direito poderia fazer era estagiar nos três setores polos da relação jurídica processual (Advocacia + Promotoria + Magistratura).

O bom disso é que vc analisa qual delas vc tem realmente vocação ou não. O problema é que ninguem tem tempo pra fazer isso em uma graduação.

Não existe um melhor que outro. Vai depender do que realmente tu quer na vida futuramente. Se queres apenas passar em concurso e assumir o cargo, então não vejo porque ficar se esgoelando pra ver qual é o melhor.

Agora é bem mais díficil depois de formado aprender o know-how da advocacia dos médios a grandes escritórios. O ideal é fazer isso logo na faculdade e ver como esses caras se comportam, como é organização, o nicho empresarial, como eles fazem pra adquirir clientes, como é o envolvimento deles com políticos, bastidores do judiciário, como conversar com juiz, etc. etc.

É mais desgastante. Em compensação vc desenvolve mais traquejo social e e aprende mais.

Já no serviço público...bem... é serviço público, ora bolas !!! Não precisa de nada, é só tá dentro, mostrar empolgação e vontade de estudar. Se o cara quiser fazer uma coisa por lá, é só esperar um curso de formação que eles passam, conversar com servidores, fazer amizade, tomar cafezinho, comer umas bolachas, fingir que trabalha...hehe... e pronto.

A vontade é estagiar em todos para ver né kkkk, mas não dá.
O que os grandes escritórios tem pedido é experiência prévia na área {aí teria que achar algum que te desse oportunidade antes} e inglês fluente. Tem salários que chegam a 2.000{Contando vr e vt}.
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