08-04-2012, 06:05 PM
Por falar nos betas e nos nerds, vcs leram esse absurdo no RM?
Ou seja, os Betas não têm segurança de sua masculinidade, são "meio-mulher", e por isso, se identificam com os gays e as mulheres; e os nerds são, nas palavras do autor, "homófilos", ou seja, homossexuais. Não basta o bullying e os "foras" que os machos betas sofrem, ainda os textos destes manés traduzidos pelo RM que atacam a masculinidade dos machos betas e nerds. Como já foi dito, o RM já foi bom (e ainda há artigos bons escritos e traduzidos pelos membros do site), mas há momentos que viajam.
Citar:O sexo nerdhttp://www.reflexoesmasculinas.com.br/20...-nerd.html
Traduzido do original The nerd-sex (http://www.mypostingcareer.com/forums/in...-nerd-sex/).
Você certamente percebeu que em nenhum outro lugar a homossexualidade é mais aceita pelo grande público do que na Internet, e que o grupo mais estridente em sua defesa é o de nerds socialmente marginalizados, que ocupam a internet porque sentem-se confortáveis (e bem vindos) em nenhum outro lugar. Tentarei explicar a razão disso. Minha teoria é de que machos beta são geralmente mais receptivos a pensamentos homossexuais e baboseiras de “teoria de gênero” porque os betas, sendo seguidores pacíficos [N.T.: passividade e pensamento de rebanho], são mais propensos a se verem como a “mulher” em qualquer relacionamento - mesmo que não possuam atração por homens vêem a si mesmos como o parceiro subordinado.Isso explica muitos fetiches e preferências nerds, por exemplo a forma como ficção nerd idolatra mulheres poderosas (homens com seios) mesmo apesar de a realidade dar muito poucos exemplos de mulheres poderosas, e certamente não no sentido de fisicamente poderoso (as mulheres mesmas não fantasiam em ter força física).
Esse fetiche é produzido pela regressão infantil que o nerd passa durante ou próximo à adolescência, e ele raramente amadurece mais do que isso.Machos beta contemplam símbolos de força feminina e assertividade porque:a) eles se vêem como meio-mulher e estas fantasias lhes fazem sentir-se poderosos [N.T.: transferência], e;b) uma mulher forte pode lhes proteger tanto quanto sua mãe lhe protegia.Obviamente isso é quando sua passividade sexual se torna aparente e mesmo que eles não são exacerbadamente homossexuais eles percebem que eles mesmo nunca desenvolveram uma “identidade de gênero” tradicional (são fracotes capados). Às vezes eles super-compensam por indulgirem-se em fantasias de que são poderosos (jogando videogames, retraindo-se da realidade), mas como sabemos a fantasia nunca se aproxima da realidade e eles agonizam de ódio de homens de fato poderosos.
Olhe para seu herói, Barry Obama, um clássico conciliador cuja base é mães solteiras e minorias (crianças) e cuja promessa é nunca afirmar-se como uma verdadeira autoridade masculina, mas em lugar disso desmantelar a autoridade masculina e substituir isso por empatia e proteção feminina. Devido a isso suas manobras políticas, como reclamar que a Fox News é injusta e acusar os Republicanos de ficar lhe dizendo “não” o tempo todo, são estratégias dos fracos que procuram constranger via manipulação aqueles que são naturalmente mais agressivos.(A tradicional tendenciosidade da imprensa sempre foi uma forma oblíqua disso, comparada à oposição política exaltada que expõe alguém ao ataque – algo que gera pânico ao macho beta.).
Porque machos beta são especialmente inseguros em sua flácida masculinidade, eles gravitam em direção a expressões caricatas de poder, mas isso é quase sempre uma forma passiva, castrada de poder masculino que visa repelir agressão vigorosa e confiante de homens “maus”. Isso denota uma evidente crise de identidade sexual, já que os medos e ciúmes do macho beta giram em torno de outros homens, e sua própria inclinação é ao feminino, devido ao seu senso de conforto em papéis passivos, efeminados. (As forças do “bem” na ficção nerd nunca parecem ativamente engajarem-se no mundo, apenas repelem ataques não-provocados). [N.T.: apesar de o Batman ter a fama de homossexual, Superman é uma boa ilustração desta questão – sua vida se resume a apenas ficar reagindo ao mal, enquanto que ele retrai-se o restante do tempo na zona de conforto de jornalista medíocre, e personalidade passiva, desprovida de agência – de desejos que ele persegue]
Em realidade não existe uma divisão clara entre “bem” e “mal”, mas o nerd se esforça para impor esta divisão em sua visão política. Por causa de sua identificação com homossexuais suas preferências políticas raramente são conservadoras (o que de qualquer forma o obrigaria a defender uma ordem estabelecida por homens mais fortes e agressivos), mas eles podem de qualquer forma ser de esquerda ou de direita sem muita mudança em sua postura. Sua mais pronunciada tendência é de demonizar oponentes e ostracizar de seu grupo qualquer um que ameaça seu frágil ego – seguindo as táticas que fazem as mulheres um tanto improducentes no local de trabalho, não orientando-se em torno de metas mas sim em estabelecer hierarquia interpessoal apropriada.Disso tudo vem a afeição do nerd pela homossexualidade, ao menos conceitualmente; há até uma explicação parcial aqui por algumas dessas obsessões políticas e culturais. [N.T.: por minorias, direitos de animais, fracos e oprimidos em geral].
O nerd é um homófilo – em contraste com o falso-conceito de “homófobo”, que foi inventada para estigmatizar o desgosto que as pessoas têm pela atividade. Como as feministas dos anos 70 que em teoria queriam ser lésbicas, o nerd contumaz não irá se indulgir em sua homofilia (apesar de alguém poder pressentir que ele está pronto para ser empurrado nessa direção) a menos é claro que ele seja britânico[N.T.: entre os americanos os britânicos tem fama de serem homossexuais enrustidos. Algo parecido com portugueses que tem fama de serem burros entre os brasileiros]. O estilo beta na política é geralmente proibitivo e controlador (“casamento gay” por exemplo é mais sobre proibir sentimentos anti-homossexuais do que promover o que qualquer um pode ver como a prática fársica de gay se casando e formando pseudo-famílias).
A boa notícia é que política beta não vai sobreviver por muito tempo, devido a sua predileção pela fraqueza e pelo falso consenso, o que leva a programas políticos insustentáveis e enfraquecem as instituições a um ponto de colapso e então seu controle desmorona. [N.T.: betas/nerds são obcecados com proibições e controle social, e também com caros programas de subsídios sociais e assistenciais, de pesado custo para os governos, como se vê nos excessivos gastos europeus que já estão trazendo colapso social]Não ajudando a situação para o nerd existe sua falta de fecundidade, tanto literal quanto figurativa – o beta favorece uma sociedade protecionista, e não uma produtiva.Meu palpite é de que haverá um ponto de mudança – em que a influência social paradoxal do nerd está criando uma reação de desprezo tão forte que sua queda virá muito rápido. Mas no momento isto é baseado apenas em intuição e achismo.
Ou seja, os Betas não têm segurança de sua masculinidade, são "meio-mulher", e por isso, se identificam com os gays e as mulheres; e os nerds são, nas palavras do autor, "homófilos", ou seja, homossexuais. Não basta o bullying e os "foras" que os machos betas sofrem, ainda os textos destes manés traduzidos pelo RM que atacam a masculinidade dos machos betas e nerds. Como já foi dito, o RM já foi bom (e ainda há artigos bons escritos e traduzidos pelos membros do site), mas há momentos que viajam.

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