03-11-2011, 11:10 AM
Muito bem, seguindo o modelo do post do barão farei aqui o relato de conheci a real e tudo o que fiz antes dela. Nem preciso dizer que omitirei nomes, e alterarei alguns dados né? Nada que modifique o sentido da coisa. O texto é grande, sou meio detalhista então como o Barão postarei em partes, para não cansar a galera durante a leitura.
pois bem, começarei com uma breve ..
introdução
Nasci em uma famÃlia católica, e fui disciplinado desde pequeno em tal religião. apesar de hoje não ser atuante, (hoje em dia em si não creio mais em muitas coisas, mas não vem ao caso para este tópico) na minha infância/adolescência frequentava a igreja sempre, fazendo parte de grupos de jovens, sendo catequista de crisma e assim por diante.
Meu pai sempre foi um homem, honrado, que trabalha muito para sustentar a casa, mas que tem uma devoção exagerada, e nada que é demais pode ser sempre bom. Se devotada assim fosse minha mãe, ela seria chamada de "carola", mas como não sei o nome que se dá à um homem extremamente religioso, digamos que ele é aficionado por igreja. Meu pai não gosta de beber, meu pai não fuma, é contra o homossexualismo (fica tão puto da cara quanto eu sobre as novelas da globo), odeia drogas, enfim, era o exemplo que eu precisava dentro de casa para não entrar na Matrix, exceto por um grande porém: Ele é o maior Mangina que conheço. Em suas discussões com minha mãe ele se orguha em dizer que é o marido perfeito que toda mulher pediu à Deus porque é carinhoso, atencioso, tem todas as caracterÃsticas por mim supra-citadas. Foi com ele que aprendi sobre sexo, sobre como isto é um momento belo, que um dia eu ia encontrar uma menina que eu me apaixonaria, e que iria querer fazer sexo com ela, (na verdade fazer amor, que é uma coisa bela -estou vomitando um arco iris aqui kkk- ) e que me amaria também.
As coisas na minha casa em certo ponto se invertem, pois minha mãe é o total contrario disso. Reconheço seus méritos de mulher batalhadora que trabalha fora desde que eu era pequeno para dividir com meu pai as despesas da casa. ele provia o basico como agua, luz, telefone, comida, gás... ela provia o "supérfulo"/necessidade secundária como passeios, roupas, presentes, lanches etc. Minha mãe fuma como uma chaminé e mesmo assim já disse inúmeras vezes que não larga o cigarro, quem achar ruim que a largue. à a única na casa que, se não fosse diabética, me encararia numa mesa de bar para beber cerveja, e com certeza sairia bem mais sã, enfim sempre levou uma vida Boêmia. Mulher que conhece os 4 cantos do Brasil, muito diferente do meu pai...
Dá pra ter uma idéia sobre o tipo de ambiente da minha criação né? cresci acreditando que Deus tinha feio uma mulher perfeita para mim, que estava me esperando em algum lugar, e que eu deveria ser amigo e companheiro dela para ela me querer, e que logo eu a encontraria.
vou pular as manginices pré-adolescentes porque sei que elas realmente não são tão interessantes, no proximo post passarei direto para a "historia de um mangina" afinal tenho histórias de 6 anos de manginice para contar para vocês...
pois bem, começarei com uma breve ..
introdução
Nasci em uma famÃlia católica, e fui disciplinado desde pequeno em tal religião. apesar de hoje não ser atuante, (hoje em dia em si não creio mais em muitas coisas, mas não vem ao caso para este tópico) na minha infância/adolescência frequentava a igreja sempre, fazendo parte de grupos de jovens, sendo catequista de crisma e assim por diante.
Meu pai sempre foi um homem, honrado, que trabalha muito para sustentar a casa, mas que tem uma devoção exagerada, e nada que é demais pode ser sempre bom. Se devotada assim fosse minha mãe, ela seria chamada de "carola", mas como não sei o nome que se dá à um homem extremamente religioso, digamos que ele é aficionado por igreja. Meu pai não gosta de beber, meu pai não fuma, é contra o homossexualismo (fica tão puto da cara quanto eu sobre as novelas da globo), odeia drogas, enfim, era o exemplo que eu precisava dentro de casa para não entrar na Matrix, exceto por um grande porém: Ele é o maior Mangina que conheço. Em suas discussões com minha mãe ele se orguha em dizer que é o marido perfeito que toda mulher pediu à Deus porque é carinhoso, atencioso, tem todas as caracterÃsticas por mim supra-citadas. Foi com ele que aprendi sobre sexo, sobre como isto é um momento belo, que um dia eu ia encontrar uma menina que eu me apaixonaria, e que iria querer fazer sexo com ela, (na verdade fazer amor, que é uma coisa bela -estou vomitando um arco iris aqui kkk- ) e que me amaria também.
As coisas na minha casa em certo ponto se invertem, pois minha mãe é o total contrario disso. Reconheço seus méritos de mulher batalhadora que trabalha fora desde que eu era pequeno para dividir com meu pai as despesas da casa. ele provia o basico como agua, luz, telefone, comida, gás... ela provia o "supérfulo"/necessidade secundária como passeios, roupas, presentes, lanches etc. Minha mãe fuma como uma chaminé e mesmo assim já disse inúmeras vezes que não larga o cigarro, quem achar ruim que a largue. à a única na casa que, se não fosse diabética, me encararia numa mesa de bar para beber cerveja, e com certeza sairia bem mais sã, enfim sempre levou uma vida Boêmia. Mulher que conhece os 4 cantos do Brasil, muito diferente do meu pai...
Dá pra ter uma idéia sobre o tipo de ambiente da minha criação né? cresci acreditando que Deus tinha feio uma mulher perfeita para mim, que estava me esperando em algum lugar, e que eu deveria ser amigo e companheiro dela para ela me querer, e que logo eu a encontraria.
vou pular as manginices pré-adolescentes porque sei que elas realmente não são tão interessantes, no proximo post passarei direto para a "historia de um mangina" afinal tenho histórias de 6 anos de manginice para contar para vocês...

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

