03-11-2013, 01:44 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 03-11-2013, 01:45 PM por Unknown.)
Continuando...
Ela estava na minha frente, eu parado encostado na porta do carro esperando a dor de cabeça passar e ela foi chegando perto, mais perto e me beijou, e eu nem consegui me esquivar, ou não quis, difícil dizer.
Fiquei meio sem ação, é difícil pensar quando uma loirinha gostosa está com a língua na sua boca e agarrada em você, não consegui me esquivar, e em um movimento involuntário peguei na cintura dela e trouxe ela mais pra perto.
Ela sabia muito bem o que estava fazendo.
E eu sequer sabia o sobrenome dela e nem sequer a tinha investigado, não sabia porra nenhuma sobre ela.
Por sorte meu amigo tocou no rádio dizendo que estava aguardando, coloquei ela no banco de trás para não dar bandeira e fui encontrar com eles.
O Clima no carro ficou estranho, eu não conseguia falar nada, ela no banco de trás sorrindo.
Mas minha camiseta e minha blusa, minha pele tinham ficado empregnadas com o cheiro dela, um perfume doce, inconfundivel.
Por sorte, guardo um vidro de meu desodorante e um perfume no carro, espirrei e fiquei esperando exalar, e deu para disfarçar.
Quando cheguei lá, minha pac tinha ido me procurar, mas o pessoal avisou a ela que eu tinha ido na farmácia e no mercado e ela voltou pro quarto e ficou assistindo tv.
Entrei no quarto e ela tinha acabado de tomar outro banho, nem perguntou onde eu tinha ido, pois o pessoal já havia falado onde eu tinha ido, mas por sorte não falaram com quem
.
O Pessoal preparou uma segunda leva do churrasco a noite, mas eu estava sem fome, minha pac também, mas descemos para que o pessoal não pensasse que a gente era estrelinha.
Sentei com ela em uma mesa vazia, e corria tudo bem, só que a porra da irmã do meu amigo resolveu sentar na minha mesa e junto trouxe as amigas dela, ai que a coisa ficou realmente estranha, ao que parece ninguém estava percebendo aquilo, ou se percebeu resolveu não intervir.
Percebi por algumas vezes que o pessoal que tinha menos contato, olhavam para nós e comentavam entre si.
E essa loira não parava de me olhar, mas eram olhares sinistros, que se pudessem ser convertido em palavras diriam:
Me come! É só você querer eu estou aqui!
Uma dessas vezes ela olhou nos meus olhos deu uma mordidinha no lábio, mas dessa vez minha pac estava olhando pra ela.
Falei no ouvido da minha pac, vamos sair daqui, e fomos lá pra fora, para beira da piscina,
Ela perguntou, isso acontece o tempo todo com você?
Aquela pergunta era complicada de responder, afinal, em uma outra ocasião, conheci ela da mesma forma, não tão explícita, mas semelhante.
Mas percebi também que ela já não se lembrava disso, mas naquele momento, em um lampejo de memória, ela percebeu que muito pouca era a diferença dela para aquela menina que desesperadamente tentava chamar minha atenção.
Continua...
Ela estava na minha frente, eu parado encostado na porta do carro esperando a dor de cabeça passar e ela foi chegando perto, mais perto e me beijou, e eu nem consegui me esquivar, ou não quis, difícil dizer.
Fiquei meio sem ação, é difícil pensar quando uma loirinha gostosa está com a língua na sua boca e agarrada em você, não consegui me esquivar, e em um movimento involuntário peguei na cintura dela e trouxe ela mais pra perto.
Ela sabia muito bem o que estava fazendo.
E eu sequer sabia o sobrenome dela e nem sequer a tinha investigado, não sabia porra nenhuma sobre ela.
Por sorte meu amigo tocou no rádio dizendo que estava aguardando, coloquei ela no banco de trás para não dar bandeira e fui encontrar com eles.
O Clima no carro ficou estranho, eu não conseguia falar nada, ela no banco de trás sorrindo.
Mas minha camiseta e minha blusa, minha pele tinham ficado empregnadas com o cheiro dela, um perfume doce, inconfundivel.
Por sorte, guardo um vidro de meu desodorante e um perfume no carro, espirrei e fiquei esperando exalar, e deu para disfarçar.
Quando cheguei lá, minha pac tinha ido me procurar, mas o pessoal avisou a ela que eu tinha ido na farmácia e no mercado e ela voltou pro quarto e ficou assistindo tv.
Entrei no quarto e ela tinha acabado de tomar outro banho, nem perguntou onde eu tinha ido, pois o pessoal já havia falado onde eu tinha ido, mas por sorte não falaram com quem
.O Pessoal preparou uma segunda leva do churrasco a noite, mas eu estava sem fome, minha pac também, mas descemos para que o pessoal não pensasse que a gente era estrelinha.
Sentei com ela em uma mesa vazia, e corria tudo bem, só que a porra da irmã do meu amigo resolveu sentar na minha mesa e junto trouxe as amigas dela, ai que a coisa ficou realmente estranha, ao que parece ninguém estava percebendo aquilo, ou se percebeu resolveu não intervir.
Percebi por algumas vezes que o pessoal que tinha menos contato, olhavam para nós e comentavam entre si.
E essa loira não parava de me olhar, mas eram olhares sinistros, que se pudessem ser convertido em palavras diriam:
Me come! É só você querer eu estou aqui!
Uma dessas vezes ela olhou nos meus olhos deu uma mordidinha no lábio, mas dessa vez minha pac estava olhando pra ela.
Falei no ouvido da minha pac, vamos sair daqui, e fomos lá pra fora, para beira da piscina,
Ela perguntou, isso acontece o tempo todo com você?
Aquela pergunta era complicada de responder, afinal, em uma outra ocasião, conheci ela da mesma forma, não tão explícita, mas semelhante.
Mas percebi também que ela já não se lembrava disso, mas naquele momento, em um lampejo de memória, ela percebeu que muito pouca era a diferença dela para aquela menina que desesperadamente tentava chamar minha atenção.
Continua...

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